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Diversidade

Programa Gênero e Diversidade na Escola vai beneficiar mais de mil professores

  • Quarta-feira, 24 de maio de 2006, 13h33

Foi lançado nesta quarta-feira, 24, no Palácio do Planalto, o programa Gênero e Diversidade na Escola. Destinado a professores de 5ª a 8ª série do ensino público, o programa auxiliará, a distância, o atendimento à diversidade em sala de aula, para combater atitudes e comportamentos preconceituosos em relação a gênero, raça e às diversas orientações sexuais. Na primeira fase serão formados 1,2 mil professores de seis municípios.

“A qualidade da educação é melhorada com a inclusão de temas como esse, que antes passavam despercebidos. Preparar desde cedo os alunos de escola pública para aprender normas de respeito à pessoa humana, em sua diversidade, me enchem de alegria”, comentou o ministro da Educação, Fernando Haddad, durante a cerimônia de lançamento.

A ministra da Secretaria Especial de Políticas de Promoção da Igualdade Racial (Seppir/PR), Matilde Ribeiro, disse que o programa representava uma mudança de “conceitos, cotidianos e vidas”. A ministra da Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres (SPM/PR), Nilcéa Freire, apresentou duas histórias de alunos adolescentes gays que abandonaram a escola por preconceito dos colegas e afirmou que o programa cumpre compromissos assumidos pelo governo federal de “desconstruir preconceitos da sociedade brasileira” e fazer um país “mais justo e solidário”.

Orientação – O projeto-piloto envolve municípios das cinco regiões do país: Niterói e Nova Iguaçu (RJ), Porto Velho (RO), Dourados (MS), Salvador (BA) e Maringá (PR). A fase presencial do curso, com 30 horas de duração, foi iniciada este mês. Em seguida começarão as 170 horas de aulas pela internet, com acompanhamento e orientação de professores on-line, previstas para terminar em 2 de setembro. Os cursistas receberão um certificado de atualização pela Universidade Estadual do Rio de Janeiro (Uerj). O material didático ficará disponível na internet e em CD-rom. No segundo semestre, a previsão é atender a mais 30 mil professores.

O programa é uma parceria do MEC, da SPM, da Seppir, da Uerj, por meio do Centro Latino-Americano em Sexualidade e Direitos Humanos (Clam/Instituto de Medicina Social) e do British Council (Conselho Britânico).

Raquel Maranhão Sá

Assunto(s): mec , notícias , jonalismo , matérias
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