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Mercosul

Avaliação mostra avanços na educação regional desde 2005

  • Sexta-feira, 26 de novembro de 2010, 12h14
Rio de Janeiro — Durante a 39ª reunião de ministros da educação do Mercosul, nesta sexta-feira, 26, no Rio de Janeiro, foi apresentado um balanço do plano estratégico do setor educacional do bloco que vigorou nos últimos cinco anos. A avaliação demonstrou que o setor conseguiu avançar diante do que foi proposto em 2005.

Entre os projetos mais importantes implantados no período está o do Fundo de Financiamento do Setor Educacional do Mercosul (FEM) — é o primeiro fundo setorial de financiamento de todo o bloco. Até então, as ações eram financiadas por iniciativas pontuais de ministros dos países participantes e organismos internacionais. “O fundo permite que os projetos tenham continuidade, independentemente da mudança de governos e de ministros”, explicou Leonardo Barchini, titular da assessoria internacional do Ministério da Educação.

Além disso, foi assinado o primeiro acordo com a União Européia para a criação de um programa de mobilidade do Mercosul e outro de formação de professores. Fóruns sociais também marcaram as ações do setor no período, com a participação de organizações não governamentais, sindicatos e associações estudantis.

No que diz respeito à educação básica, o destaque foi a realização do primeiro encontro do Parlamento Juvenil, que reuniu estudantes do ensino médio de seis países sul-americanos para debater propostas de melhoria da educação. Os participantes elaboraram documento, O Ensino Médio que Queremos, entregue aos integrantes do Parlamento do Mercosul (Parlasul).

Reconhecimento — Na reunião de 2008, os ministros firmaram acordo de criação e implementação de um sistema de acreditação (aceitação) de cursos de graduação, com o reconhecimento regional da qualidade acadêmica dos respectivos diplomas no Mercosul e em nações associadas. O projeto-piloto teve a adesão de seis países. Foram avaliados 68 cursos, nas área de agronomia, medicina e engenharia.

Também foram estruturadas ações nas áreas de educação em direitos humanos, ambiental, para a primeira infância, de jovens e adultos, profissional e tecnológica, a distância e de educação e diversidade. Elas devem estar consolidadas e estruturadas até 2015, segundo Barchini.

Letícia Tancredi
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