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Educação básica

Programa interativo ajuda a inovar ensino em cidade paulista

  • Sexta-feira, 13 de novembro de 2015, 14h39

Crianças exibem seus tablets, na escola Professor Álvaro Gonçalves (Foto: Tião Martins/Prefeitura de São José dos Campos)Há pouco mais de um ano, alunos e professores da Escola Municipal Professor Álvaro Gonçalves, em São José dos Campos, São Paulo, têm outro jeito de lidar com a aprendizagem. Com a chegada do programa Escola Interativa, que levou para a sala de aula diversos recursos tecnológicos, o processo de construção do conhecimento mudou. Essa experiência foi conferida de perto pelo ministro da Educação, Aloizio Mercadante, na manhã desta sexta-feira, 13, em visita ao município paulista.

Criado em 2013, o projeto foi implantado no ano passado em 17 das 44 escolas de ensino fundamental da cidade, com especial atenção para as unidades da periferia. Segundo o porta-voz do programa, Álvaro Xavier Duque Filho, o desafio era melhorar a aprendizagem com o uso da tecnologia. E, para isso, foi preciso envolver alunos e professores.

Assim, 16,5 mil estudantes de turmas do primeiro ao nono ano receberam tablets pedagógicos para uso dentro e fora da escola, de forma a aumentar o potencial educativo da ferramenta, e 4 mil professores foram contemplados com notebooks. As 200 salas de aula ganharam projetores interativos, ligados aos demais equipamentos e ao conteúdo virtual por meio do acesso à internet, via wi-fi.

“Quando o programa está plenamente disponível na escola, o interesse (dos alunos) pela tecnologia vem associado ao interesse em aprender”, afirma Álvaro. Esse interesse, segundo ele, gera oportunidades, mas também desafios, especialmente para os professores. Por isso, desde o início do projeto, a formação continuada é oferecida aos profissionais para que saibam usar as tecnologias a favor do ensino.

“Os professores são levados a repensar certas práticas, certos hábitos de gestão de sala de aula, e por meio da ferramenta tecnológica os estudantes têm a possibilidade de interagir muito mais na construção do próprio conhecimento”, observa o porta-voz.

A diretora da escola, Jucimara Amaral Barbosa, diz que o trabalho foi enriquecido com os novos recursos. “A gente trabalhava mais com um datashow, um vídeo, um programa de Power Point; não era tão enriquecedor”, admite. “Hoje, com a sala interativa, a gente tem acesso à internet, a aplicativos, que favorecem a aprendizagem dos meninos.” Para ela, até a concentração dos alunos aumentou.

Além de professores e estudantes, a comunidade se beneficia do programa Escola Interativa. Em agosto deste ano, foi criado o Laboratório de Educação Digital e Interativa (Ledi), que oferece formação aos professores e a qualquer cidadão de São José dos Campos. Passados pouco mais de três meses, cerca de 2,3 mil pessoas já foram atendidas com oficinas de inclusão digital até cursos de programação, pacote de edição de texto, de vídeo, planilhas e uso do projetor interativo.

Assessoria de Comunicação Social

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