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Educação profissional

Reitores empossados destacam importância de escolas técnicas

  • Quarta-feira, 20 de abril de 2016, 19h09

Entre o secretário executivo Luiz Cláudio Costa (à esquerda) e o secretário da Setec, Marcelo Feres (à direita), o novo reitor da IFRN, Wyllys Tabosa, o ministro Mercadante e Maria Clara Schneider, reitora da IFSC (Foto: Luciano Freire/MEC)As inúmeras oportunidades que a interiorização da educação técnica e profissionalizante trouxeram para os brasileiros foram enaltecidas nesta quarta-feira, 20, em cerimônia no Ministério da Educação. Na ocasião, o professor Wyllys Abel Tabosa tomou posse como reitor do Instituto Federal do Rio Grande do Norte (IFRN), e a professora Maria Clara Kaschny Schneider, foi reconduzida ao cargo de reitora do Instituto Federal de Santa Catarina (IFSC).

“Hoje temos oportunidades de transformar vidas e isso está acontecendo graças aos governos que deram prioridade à inclusão social, como resposta de uma antiga demanda da sociedade”, afirmou o professor Wyllys Abel Tabosa.

O novo reitor lembrou que o IFRN oferta uma educação técnica profissional de qualidade para mais de 30 mil estudantes com a colaboração de 2 mil servidores. Atualmente, a instituição está presente em 21 campi, abrangendo 167 municípios, com instalações em 17 deles. E também em estados vizinhos, como é o caso da Paraíba, pela educação a distância.

Os desafios da interiorização da educação profissional no Brasil também foram lembrados pela professora Maria Clara Kaschny Schneider. “Somos educadores e vivemos no passado momentos muito difíceis na educação pública brasileira. Admiramos e reconhecemos os últimos anos como um período de bonança e transformação, não queremos perder isso”, destacou a reitora do IFSC.

“Hoje vivemos tempos mais difíceis, mas estamos aqui para lutar pelo papel institucional dos institutos federais”, acrescentou Maria Clara, ao lembrar que, nos últimos 10 anos, a IFSC passou de três para 22 campis.

Já o ministro da Educação, Aloizio Mercadante, defendeu uma melhor articulação entre as universidades e institutos e a estrutura produtiva local.  ”A educação não pode se subordinar a crise ou a essa pauta.”

Segundo apontou o último Censo Escolar, cerca de 81 milhões de pessoas, com mais de 18 anos, não têm o ensino médio. “Não há como melhorar a educação pública se nós não melhoramos a formação continuada de professores. O desafio é grande. Além da formação no ensino médio precisamos valorizar a educação de jovens e adultos e articular o ensino técnico profissional”, defendeu o Ministro.

Assessoria de Comunicação Social

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