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  • Sou aluno da Unitins. Se não houver vaga nas instituições de ensino superior da minha região, como fica minha situação acadêmica?

    A Unitins fará um levantamento dos casos de impossibilidade de transferência e a submeterá à avaliação do MEC e do Ministério Público, na busca de uma solução adequada. Para mais esclarecimentos, os alunos deverão entrar em contato direto com a Unitins pelo endereço eletrônico: O endereço de e-mail address está sendo protegido de spambots. Você precisa ativar o JavaScript enabled para vê-lo..
  • Técnico administrativo pode fazer formação a distância

    Estados e municípios têm prazo até o dia 31 para inscrever funcionários de escolas públicas no Programa de Formação Inicial em Serviço dos Profissionais da Educação Básica dos Sistemas de Ensino Público (Profuncionário). O programa oferece curso de educação a distância em nível médio a trabalhadores que exercem funções técnico-administrativas nas escolas de educação básica das redes públicas estaduais e municipais.

    A formação compreende as habilitações em secretaria escolar, alimentação escolar, multimeios didáticos e meio ambiente e infraestrutura escolar. Cada uma delas é composta por seis módulos de formação pedagógica e dez de formação específica. Como cada módulo equivale a 60 horas, chega-se a um total de 360 de formação pedagógica e 600 de formação específica. A essas 960 horas dos módulos somam-se 300 de prática profissional supervisionada. Ou seja, 1.260 horas de curso.

    De acordo com a diretora de fortalecimento institucional e gestão educacional da Secretaria de Educação Básica (SEB) do Ministério da Educação, Maria Luiza Martins Alessio, a formação fortalece a integração dos funcionários como educadores e permite a participação qualificada na gestão democrática da escola. Ela também destaca a possibilidade de fortalecimento da política de valorização dos profissionais da educação, que tiveram as diretrizes da carreira estabelecidas recentemente pelo Conselho Nacional de Educação (CNE).

    Para a adesão ao Profuncionário, as unidades da Federação devem atender 70% da rede municipal de ensino e 30% da estadual. A inscrição pode ser feita no Sistema Integrado de Monitoramento, Execução e Controle do Ministério da Educação (Simec).

    Mais informações sobre o curso no O endereço de e-mail address está sendo protegido de spambots. Você precisa ativar o JavaScript enabled para vê-lo. do Profuncionário ou pelos telefones 61 2022-8370, 2022-8369 e 2022-8449.

    Assessoria de Imprensa da SEB

  • Tecnologia auxilia no ensino da matemática

    O uso da informatica no ensino da matematica e um dos projetos selecionados em seminarios regionais, no ano passado, para  apresentacao no 1o Encontro Nacional ProInfo e TV Escola (Foto: Divulgação/Setec)As aulas de matemática nas escolas públicas de Ijuí (RS) ganharam reforço. É o projeto O Uso da Informática no Ensino da Matemática na Educação Básica, realizado pelos multiplicadores do Núcleo de Tecnologia Educacional (NTE) do município. A novidade foi apresentada no 1º Encontro Nacional ProInfo e TV Escola. Durante o evento, encerrado nesta sexta-feira, 15, em Brasília, os multiplicadores do NTE de Ijuí repassaram a experiência e anunciaram que já estão sendo produzidos CDs com 400 atividades da disciplina para distribuir a outras escolas.


    Segundo a multiplicadora do NTE de Ijuí, Maristela Luisa Brizzi, o projeto surgiu da necessidade dos professores de dispor de ferramentas tecnológicas para trabalhar com os conteúdos da matemática. “É uma das disciplinas com a qual os alunos têm mais dificuldades. Portanto, devemos utilizar recursos diversos para mudar esse quadro”, assinala.


    O programa foi idealizado em 2005, junto com uma universidade do município e difundido nas escolas com laboratórios do Programa Nacional de Informática na Educação (ProInfo Integrado). “A ideia de preparar o CD é para atender também às instituições que não possuem internet”, explica. Este ano, o NTE de Ijuí lançou curso de formação para os professores utilizarem os aplicativos do projeto. “As atividades simulam situações para auxiliar o aluno. É muito atrativo e tem funcionado bem. Queremos distribuí-lo para todo o país”, afirma.


    O Uso da Informática no Ensino da Matemática foi um dos dez projetos selecionados nos seminários regionais, realizados em 2008, para serem apresentados no 1º Encontro Nacional ProInfo e TV Escola. Na ocasião, cerca de 400 técnicos, multiplicadores e coordenadores dos programas de tecnologia do Ministério da Educação se reuniram para trocar experiências, expandir e qualificar o uso das tecnologias na sala de aula.


    Para a coordenadora do ProInfo Maranhão, Akemi Wada, o evento é importante no sentido de criar soluções para os professores e disseminar a tecnologia educacional. “Sabemos que a tecnologia tem um desenvolvimento acelerado e nos próximos cinco anos estaremos em uma realidade diferente. Precisamos nos adaptar e nos preparar para o futuro da educação”, avalia. O Maranhão já possui 1.400 laboratórios do ProInfo em 217 municípios.


    Em sua participação no encontro, o secretário de educação a distância, Carlos Eduardo Bielschowsky, ouviu críticas e sugestões dos participantes e ressaltou a importância do uso da tecnologia em sala de aula. “Devemos valorizar um processo onde o aluno possa ser mais autônomo. Dessa forma ele entende os métodos de aprendizado que o tornam mais capacitado”, destacou.

    Rafania Almeida
  • Trabalho de supervisão garante qualidade de cursos e material

    Escolher um curso a distância pode parecer fácil para quem acredita que só precisa de um computador para estudar. Mas ao optar por uma instituição de ensino, os estudantes devem ficar atentos para questões como material didático, docentes especializados e infraestrutura da instituição e do polo presencial.

    Para garantir um ensino de qualidade a distância, a Secretaria de Educação a Distância (Seed) do Ministério da Educação vem realizando a supervisão de instituições e polos que atuam na modalidade. As ações já promoveram melhorias na oferta e resultaram no descredenciamento de uma instituição.

    Membro da equipe de avaliadores do MEC, o doutor em administração Marcos Tanure Sanabio diz que é fundamental estabelecer um padrão de qualidade para a educação a distância, uma modalidade considerada jovem. “É na supervisão que verificamos como os cursos estão sendo ministrados, avaliamos o projeto político-pedagógico, as práticas utilizadas pela instituição, o material didático e todos os fatores interessantes do ponto de vista da qualidade”, explica.

    Entre eles estão a coerência formal entre as autorizações e credenciamentos com o projeto para a educação a distância e os dados atuais da oferta de cursos, atendimento ao aluno, especialmente a tutoria e metodologia de ensino, avaliação de desempenho do estudante, conteúdo ofertado, corpo docente, além de parcerias e convênios.

    A supervisão é feita com uma equipe de 350 especialistas em educação que percorrem o país e avaliam os principais pontos das instituições e polos de apoio presencial. Entre os principais tópicos, eles analisam o processo pedagógico, os métodos de avaliação utilizados e a grade curricular. “Entrevistamos alunos, coordenadores de polos, visitamos as instituições e conhecemos seus métodos de trabalho”, diz Tanure.

    Qualidade– O processo de supervisão começou pelas instituições com maior número de alunos em educação a distância. A Universidade Norte do Paraná (Unopar) foi a primeira. Na época, estava com 105 mil estudantes. Atualmente são 110 mil. Entre os problemas encontrados estavam a falta de infraestrutura, sistema de avaliação e material didático inadequados. Após diversas reuniões, a Unopar assinou com o Ministério da Educação um Termo de Saneamento de Deficiências, em 23 de novembro de 2008, em que se comprometeu a atender as exigências para cumprir com as normas previstas nos referenciais de qualidade para a modalidade.

    De acordo com a pró-reitora de ensino a distância da Unopar, Elisa Maria de Assis, as ações previstas não apenas estão sendo cumpridas, como também garantiram um ensino de qualidade e referência. “Investimos mais no material didático impresso. Todo ele foi reformulado. Esse trabalho resultou na produção, em 2009, de quase 300 novos títulos para nossos alunos utilizarem”, afirma.

    Além disso, a universidade mudou o método de avaliação do processo de ensino e aprendizagem, que agora é presencial e por disciplina. Antes era por módulos e o número de provas era menor. “O processo de supervisão é difícil, minucioso e exigente, mas baseado no diálogo e na cooperação”, garante a pró-reitora.

    Irregularidades – Caso sejam encontradas irregularidades no processo de supervisão, é elaborada uma nota técnica que embasará as discussões entre MEC e instituições que ofertam educação a distância. Após isso, ocorrem reuniões para a construção de um Termo de Saneamento de Deficiências, assinado entre o MEC e a instituição. Nele, estão as obrigações dos dirigentes e mantenedores sobre as ações que devem ser realizadas para a regularização e melhoria da qualidade de cursos ofertados, no período de até um ano, após a constatação das deficiências.

    Membro da equipe de avaliadores da Diretoria de Supervisão e Regulação da Seed, o mestre em filosofia da educação Artieres Estevão Romero acredita que o trabalho é importante para a qualificação da modalidade. “Somos uma força-tarefa auxiliar da Seed”, explica. “Identificamos muitos erros, mas também muitos acertos pelas instituições. As que não atendem as exigências perdem o credenciamento.” Romero acredita que, em pouco tempo, a supervisão tornará o sistema de educação a distância do Brasil referência para a América Latina e outros países.

    Todas as instituições e polos credenciados para oferta de educação a distância são encontrados no sistema de consulta conhecido como Siead. Nele, a pesquisa por ser feita por região, estado, município ou pelo nome do estabelecimento de ensino. Na página também é encontrado o tipo de credenciamento da instituição e a legislação da educação a distância. Além disso, denúncias de má qualidade de oferta de cursos podem ser enviadas para o O endereço de e-mail address está sendo protegido de spambots. Você precisa ativar o JavaScript enabled para vê-lo..

    Rafania Almeida
  • TV Escola exibe documentário sobre a Segunda Guerra

    A Segunda Guerra Mundial, conflito que terminou com mais 70 milhões de mortos, será tema de programa da TV Escola, com imagens reais. O filme Triunfo e Desespero, da série As Cores da Guerra, vai ao ar nesta sexta-feira, 8, às 20h.


    O programa exibe cartas e diários de soldados e pessoas que viveram o terror do maior conflito mundial. A indignação dos norte-americanos com o ataque dos japoneses a Pearl Harbor — base naval dos EUA na ilha de Oahu, no Pacífico —, o massacre aos judeus nos campos de concentração, a opção dos nipônicos pelo suicídio (haraquiri), a rendição e o desespero dos alemães ao verem a queda de seu império são algumas das histórias contadas no filme.


    Além das batalhas, são mostradas imagens dos anos que antecederam a guerra, com explicações sobre as causas do conflito.


    A TV Escola pode ser sintonizada na página eletrônica do Ministério da Educação e por antena parabólica digital ou analógica em todo o país. O sinal está disponível também nas operadoras de tevê por assinatura DirecTV (canal 237), Sky (canal 27) e Telefônica (canal 694).

    Assessoria de Imprensa da Seed

  • TV Escola exibe programa sobre a arte da ilustração no ensino

    A ilustração no processo educativo ganha tratamento especial na programação do Salto para o Futuro, da TV Escola. Nesta segunda-feira, dia 15, o premiado ilustrador Rui Oliveira apresenta as principais diferenças entre pintura e ilustração. Além disso, o programa, que vai ao ar às 19h, apresenta um ateliê de criação e mostra a arte da caligrafia. Reprises serão exibidas no dia seguinte, às 8h e às 15h.


    O tema será debatido por profissionais para auxiliar professores na mediação do método de leitura das imagens, consideradas importantes no processo de criação da memória visual.


    Na terça-feira, dia 16, será apresentada a obra de um dos mais renomados profissionais da área, Eliardo França, ilustrador de mais de 300 publicações e revolucionário da estética de livros para crianças e jovens.


    Técnicas e desafios da edição e da ilustração serão debatidos ao longo da semana por profissionais como Guto Lins, ilustrador digital, Rosinha Campos, ilustradora, e Thaís Linhares, designer gráfica. Na sexta-feira, 19, haverá debate sobre o tema com Rui Costa e a escritora e jornalista Amanda Strauzs.


    O público pode participar pelo endereço eletrônico O endereço de e-mail address está sendo protegido de spambots. Você precisa ativar o JavaScript enabled para vê-lo. ou pelo telefone 0800-216-689. A TV Escola pode ser captada com antena parabólica digital ou analógica em todo o país, na página eletrônica do Ministério da Educação e nas operadoras de tevê por assinatura DirecTV (canal 237), Sky (canal 27) e Telefônica (canal 694).

    Rafania Almeida

  • TV Escola exibe programação sobre Segunda Guerra Mundial

    A TV Escola exibe a partir desta terça-feira, 31, a semana temática sobre a Segunda Guerra Mundial. Os programas contam com uma seleção de documentários que mostram os diferentes olhares sobre a participação dos principais países envolvidos no conflito da Segunda Guerra.


    Além dos documentários, a série apresenta uma entrevista com João Barone, baterista dos Paralamas do Sucesso, e estudiosos da segunda grande guerra. Barone conta um pouco da sua relação com o tema, que vem do fato de seu pai ter sido um ex-combatente e do documentário que produziu, intitulado Um Brasileiro no Dia D.


    Os programas vão ao ar até sexta-feira, 3 de abril, sempre às 21h e com a duração de 50 minutos. Todos os episódios fazem parte da série As Cores da Guerra. Nesta terça-feira, será exibido o episódio Uma Nova Ordem Mundial. Por meio de uma extensa pesquisa e de um rico acervo de documentos e imagens, o programa mostra, além dos anos de conflito, o período que o precedeu, enfocando o ponto de vista de testemunhas.


    Também nesta terça-feira, será exibido o programa Guerra Total, dando continuidade ao primeiro episódio da série As Cores da Guerra. Já Triunfo e Desespero, outro episódio da série, será apresentado na quarta-feira, 1º de abril.


    Na quinta-feira, 2 de abril, e na sexta, 3, vão ao ar os programas Fé na Vitória e Suportando o Insuportável, que, com imagens inéditas, mostram a participação dos japoneses na Segunda Guerra Mundial. A narração é baseada nos diários de pessoas que presenciaram esse conflito.


    A TV Escola pode ser sintonizada via antena parabólica (digital ou analógica) em todo o país. Seu sinal está disponível também nas tevês por assinatura DirecTV (canal 237) e Sky (canal 27). Assista à TV Escola também pela internet, acessando o Portal do MEC.

    Assessoria de Imprensa da Seed

  • TV Escola exibe série sobre natureza humana

    18/03/2009 - Na próxima sexta-feira, 20, vai ao ar pela TV Escola uma série canadense que trata da origem da vida humana. Do diretor Christopher Rowley, a série Humanos: Quem Somos Nós? explora a natureza humana por meio de representações de nossos ancestrais e entrevistas com especialistas no assunto.


    A série conta com dois episódios, O Nascimento da Mente Humana e A Invasão Humana, ambos com 60 minutos de duração. O primeiro será exibido na sexta-feira, 20, a partir das 10h e com reprise às 14h. O segundo será exibido na outra sexta-feira, 27, no mesmo horário.


    Desde o início, a terra assiste ao surgimento e desaparecimento de diferentes espécies. Os que conseguem se adaptar e evoluir, sobrevivem, enquanto os demais se tornam extintos. Porém, há cinco milhões de anos, surge um animal dotado de instinto e pensamento e que mais tarde daria origem ao que chamamos de seres humanos. Esse é o tema do primeiro episódio da série, O Nascimento da Mente Humana.


    O segundo e último programa da série, A Invasão Humana, mostra as modificações que o homem sofreu e como se adaptou às tantas mudanças que aconteceram no nosso planeta e prepararam o caminho para a civilização, explicando assim a evolução da nossa espécie.


    A TV Escola pode ser sintonizada via antena parabólica (digital ou analógica) em todo o país e seu sinal está disponível nas tevês por assinatura DirecTV (canal 237) e Sky (canal 27). Também pode ser vista pelo Portal do MEC.

    Assessoria de Imprensa da Seed

  • TV Escola lança programa sobre história da aviação

    No ano da França no Brasil, a TV Escola lança a série Patos, Asas e Balões, uma animação sobre as tentativas humanas de conquista do ar. Com sete episódios, o seriado narra as aventuras de dois patos, o mineiro Juca Pato e o francês Jean Canard, na produção de um documentário sobre a história da aviação. Inteiramente produzido em Brasília, desde a sua concepção até efeitos especiais de animação, o programa estréia n quinta-feira, 26. Os episódios da série serão exibidos pela TV Escola sempre às quintas-feiras, às 10h, com reprise às 14h.

    A história se passa na França do início do século XX, onde os dois patos acompanham os pioneiros da aviação, como Santos Dumont e Von Zepellin. De forma didática, eles mostram curiosidades, dificuldades e as descobertas científicas que permitiram ao homem realizar o sonho do voo.

    A série mostra o surgimento do balonismo, dos dirigíveis e, finalmente, dos aviões.Além dos conteúdos de história, traz também alguns conceitos de física.

    Produção em Brasília – Com 80 minutos de duração, Patos, Asas e Balões está entre as poucas animações de longa-metragem inteiramente produzidas na capital. Toda a concepção dos episódios foi elaborada pela equipe da TV Escola, em Brasília. As animações e efeitos especiais foram criados por uma produtora local e a trilha sonora foi elaborada pelo produtor de música eletrônica Marcelo Martins, hoje mais conhecido como Nego Moçambique.

    TV Escola – É um canal do Ministério da Educação que permanece no ar 24 horas por dia, exibindo os melhores documentários e séries nacionais e internacionais. Para professores é uma ferramenta de formação continuada, pois, além dos vídeos, exibe comentários e dicas pedagógicas. Para os alunos, uma fonte de conhecimento e aprendizagem sobre história, ciências, matemática, geografia, língua portuguesa e todas as outras áreas curriculares da educação básica.

    A TV Escola pode ser sintonizada via antena parabólica (digital ou analógica) em todo o país. Seu sinal está disponível também nas tevês por assinatura DirecTV (canal 237) e Sky (canal 27). Assista à TV Escola também pela internet, acessando o Portal do MEC.

    Assessoria de Imprensa da Seed

    Veja o vídeo com a chamada da série
  • TV Escola mostra a evolução da arte ao longo do tempo

    A TV Escola abre nesta segunda-feira, dia 22, espaço para as manifestações artísticas através do tempo. É a série Como a Arte Moldou o Mundo, produzida pela BBC, emissora pública de rádio e televisão do Reino Unido. Em cinco episódios, são mostrados os reflexos da arte na formação histórica do ser humano. A série será exibida sempre às 6h, com reprise às 16h.


    O historiador Nigel Spivery, da Universidade de Cambridge, leva os espectadores a uma viagem investigativa, na tentativa de compreender a capacidade do homem em se comunicar por meio de símbolos. O primeiro episódio da série, Além da Natureza Humana, passa pelo Egito e pela Grécia antigos. Na terça-feira, 23, será exibido O Dia em que as Figuras Nasceram, episódio que mostra as primeiras imagens produzidas pelo ser humano, na era paleolítica.


    A Arte da Persuasão e Era Uma Vez serão apresentados na quarta-feira, 24, e na quinta, 25. A série será encerrada com o episódio Após a Morte, Após a Vida, no qual será discutida a representação da morte pela arte, como faziam os maias e os etruscos.


    A TV Escola é captada por antena parabólica digital ou analógica em todo o país e sintonizada nas operadoras de tevê por assinatura DirecTV (canal 237), Sky (canal 27) e Telefônica (canal 694). O acesso pode ser feito também na página eletrônica do Ministério da Educação.

    Rafania Almeida

  • UAB lança programa de formação em administração pública

    A Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) lançou nesta segunda-feira, 27, edital convocando as instituições públicas de ensino superior, participantes do Sistema Universidade Aberta do Brasil (UAB), para a adesão à oferta de cursos para o Programa Nacional de Formação em Administração Pública (Pnap). O objetivo do edital é selecionar e acolher adesões à oferta dos seguintes cursos: bacharelado em administração pública, especialização em gestão pública, especialização em gestão pública municipal e especialização gestão em saúde.

    Os cursos pretendem capacitar quadros de gestores para atuar na administração do governo e unidades organizacionais. Também têm a finalidade de oferecer aos profissionais a formação adequada para intervir na realidade social, política e econômica, e contribuir para a melhoria da gestão das atividades desempenhadas pelo Estado brasileiro, nos âmbitos federal, estadual e municipal.

    Ofertados gratuitamente nos polos de apoio presencial, os cursos passam a integrar o conjunto daqueles já oferecidos pelo Sistema UAB, como os cursos permanentes. Poderão aderir ao Pnap todas as instituições públicas de ensino superior que compõem o sistema, já que um dos objetivos é consolidar a oferta desse programa em todo o território nacional. As instituições interessadas deverão aderir aos projetos pedagógicos dos cursos disponíveis no portal para oferta em polos da UAB.

    As propostas deverão ser encaminhadas até dia 15 de maio. A divulgação dos resultados finais deverá ocorrer até o dia 26 de junho. Mais informações pelo e-mail: O endereço de e-mail address está sendo protegido de spambots. Você precisa ativar o JavaScript enabled para vê-lo. ou pelos telefones (61) 2104-3861 e 2104-3157.

    Veja o edital do programa.

    Assessoria de Imprensa da Capes

     

  • Unitins assina termo de ajuste e vai transferir alunos

    A Fundação Universidade do Tocantins (Unitins) terá até julho para transferir os estudantes matriculados nos cursos de graduação a distância para instituições credenciadas junto ao Ministério da Educação. O compromisso foi assumido, na quarta-feira, 29, graças à assinatura do Termo de Ajuste de Conduta (TAC) com o Ministério da Educação e o Ministério Público Federal de Tocantins. A Unitins também se comprometeu a não matricular novos alunos cobrando mensalidade.


    O TAC firmado irá regularizar a atuação da universidade em relação à modalidade de educação a distância. Em 2008, foi constatado que a Unitins cobrava mensalidade dos graduandos, o que é vedado pela Constituição às instituições públicas. Além disso, processo de supervisão do MEC demonstrou fragilidades acadêmicas na instituição, que comprometiam a qualidade dos cursos ofertados.


    A fundação deverá publicar edital de convocação para as instituições interessadas em receber os estudantes. Todo o processo será supervisionado pelo MEC. O secretário de educação a distância, Carlos Eduardo Bielschowsky, destaca que as transferências serão feitas de modo que os alunos da Unitins não tenham prejuízos acadêmicos. “Nossa principal preocupação é oferecer aos alunos boas opções para que possam terminar seus cursos”, afirma. Para acompanhar o seu processo de transferência, os alunos podem enviar mensagem para o correio eletrônico O endereço de e-mail address está sendo protegido de spambots. Você precisa ativar o JavaScript enabled para vê-lo. ou acessar a página eletrônica da instituição.


    A lista com opções de instituições, informação e orientação para o procedimento deverá ser apresentada pela Unitins aos estudantes no dia 1º de junho. “A partir daí, começa a se construir com as instituições um caminho mais adequado para esses alunos”, diz o secretário. As transferências possíveis deverão ser concluídas até o dia 24 de julho.


    Conforme dados da universidade, apresentados ao MEC na quinta-feira, 30, são 60 mil alunos que possuem vínculo com a instituição em oito cursos de graduação a distância: administração, letras, ciências contábeis, tecnologia em fundamentos jurídicos, matemática, tecnologia de análise e desenvolvimento de sistemas, pedagogia e serviço social. De acordo com o governo do estado, a instituição pública deverá fazer parte de um novo projeto, onde atenderá às necessidades do Tocantins e região.


    O processo de supervisão dos cursos de educação a distância foi intensificado pelo MEC no início de 2008. Desde lá foram supervisionadas 13 instituições, beneficiando 462 mil alunos, 61% do total de 760.599 estudantes. A meta é supervisionar até o final do ano todas as 109 instituições credenciadas que oferecem graduação a distância no país.

    Rafania Almeida

  • Universidade Aberta do Brasil inaugura dois pólos no DF

    08/3/2009 - Estudantes do Distrito Federal já podem se inscrever em cursos de graduação a distância. Na última segunda-feira, 16, foram inaugurados dois pólos da Universidade Aberta do Brasil em Ceilândia e em Santa Maria. Com base nas carências encontradas nos municípios, serão ofertados os cursos de biologia, geografia e letras.


    Ao todo, estão sendo oferecidas 139 vagas pela Universidade de Brasília (UnB). No pólo de Ceilândia, os estudantes poderão cursar biologia, que dispõe de 39 vagas, e letras, com 48 vagas. Já na sucursal de Santa Maria, o curso oferecido é o de geografia, com 52 vagas.


    Os alunos marcaram presença na aula inaugural dos dois pólos, realizada em conjunto no pólo de Ceilândia. Além deles, participaram da cerimônia o diretor de educação a distância da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), Celso Costa, o governador do Distrito Federal, José Roberto Arruda, o secretário de ciência e tecnologia do DF, Izalci Lucas, o vice-reitor da Universidade de Brasília, professor João Batista, entre outras autoridades do Distrito Federal.


    Na cerimônia, Celso Costa fez uma explanação sobre o sistema Universidade Aberta do Brasil, além de comentar a relevância dos pólos de Ceilândia e de Santa Maria. “É justamente nos pólos que os alunos encontram toda a infra-estrutura necessária para fazer um bom curso”, destacou. Lá, os estudantes podem realizar as atividades de tutoria presencial, laboratórios, teleaulas e avaliações, como provas e exames. Já o governador do DF disse estar convencido da importância da educação a distância. “Quanto mais aberta a universidade, mais democrática ela é”, afirmou.


    UAB – Hoje existem 562 pólos da UAB distribuídos pelo país. Até junho de 2009, serão selecionados mais 250 novos pólos de apoio presencial, através da articulação dos fóruns estaduais, no âmbito do Plano de Ações Articuladas (PAR). E a meta é implementar entre 850 e 900 pólos até agosto de 2010.


    Saiba mais sobre o assunto no portal da Universidade Aberta do Brasi.

    Assessoria de Imprensa da Seed

  • Universidade Aberta faz 10 anos e oferece 55 mil vagas

    O ensino público a distância faz 10 anos desde a criação da Universidade Aberta do Brasil (UAB), pelo Ministério da Educação. O sistema conta com 106 instituições públicas de ensino superior integradas, entre universidades federais, estaduais e convênios com municípios. Isso tudo representa 616 polos ativos, que integram 130 mil alunos atualmente. Nessa década, 160 mil estudantes já se formaram pela Universidade Aberta. Na avaliação do diretor de educação a distância da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), Carlos Lenuzza, essa modalidade é determinante na formação de professores.

    Segundo Lenuzza, não seria possível atingir as metas do Plano Nacional de Educação – com todos formados até 2020 – se não fosse pela Universidade Aberta do Brasil e a educação pública de qualidade dada a professores de escolas distantes. “Esse funcionário municipal, que não tinha formação, ia buscar formação nos grandes centros e dificilmente retornava para o município de origem. Com esse modelo da Universidade Aberta, levamos formação justamente aos municípios que têm maior dificuldade”, explica Lenuzza.

    O atual governo lançou edital com a oferta de 55 mil novas vagas para a Universidade Aberta. Desse total, 35 mil vagas são para este semestre, as outras 20 mil para o primeiro semestre do ano que vem. Além disso, a Universidade Aberta do Brasil lançou, também no final de setembro, o portal EduCapes, com conteúdos educacionais abertos, ou seja, o portal compila o material didático dos cursos do sistema Universidade Aberta do Brasil (UAB) e pode ser acessado gratuitamente por cidadãos de todas as regiões do Brasil. De acordo com o diretor da Capes, é um espaço seguro para toda a comunidade acadêmica, onde o professor e o pesquisador também podem publicar seus próprios projetos.

    Carlos Lenuzza explica que a ferramenta é voltada para alunos e professores da educação básica, superior e pós-graduação, que busquem materiais para elaboração de cursos ou para aprimoramento de seus conhecimentos e ainda para o público em geral. Assim, o portal não vai ficar restrito à Universidade Aberta: será aberto a toda a comunidade acadêmica. “Em seu acervo, vai hospedar acessos a objetos educacionais, como laboratórios remotos e virtuais, jogos educacionais, e-books, videoaulas, animações, dissertações e outros materiais de pesquisa e ensino que estejam licenciados de maneira aberta, sob domínio público, sem custo”, enfatiza Lenuzza.

    Acesse o portal EduCapes

    Assessoria de Comunicação Social

  • Universidade aberta seleciona autores de material didático

    Estão abertas inscrições para seleção de autores e leitores especializados na elaboração e análise crítica de materiais didáticos que serão utilizados no novo bacharelado em biblioteconomia, modalidade educação a distância, que integra a Universidade Aberta do Brasil (UAB). As inscrições, gratuitas, podem ser feitas até 21 de março. São 50 vagas na categoria autor e 50 vagas para leitor.

    Conforme o edital nº 1/2014, os materiais didáticos produzidos por autores e avaliados por leitores serão utilizados no curso de graduação em biblioteconomia, modalidade a distância da UAB, e em outras ações de interesse da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes).

    Para concorrer, o candidato precisa ter formação comprovada na área da disciplina escolhida – o edital relaciona 50 disciplinas –, e experiência mínima de um ano de docência ou em pesquisa na área de opção. Autor e leitor precisam ter currículo cadastrado e atualizado na plataforma Lattes do CNPq.

    Os 100 autores e leitores selecionados deverão participar de dois cursos de capacitação em produção de material didático, oferecidos e certificados pelo Centro de Educação Superior a Distância do Rio de Janeiro (Cederj). O primeiro curso é na modalidade a distância, previsto para o período de 1º a 25 de abril, e o segundo, presencial, no Rio de Janeiro, em 8 e 9 de maio.

    Atribuições – Entre as atribuições do autor estão elaborar materiais didáticos na disciplina escolhida, conforme as diretrizes estabelecidas no projeto pedagógico do curso, sugerir estratégias de ensino e aprendizagem, recomendar e especificar material complementar de pesquisa. O autor que elaborar material para disciplina de 60 horas, terá renda bruta de R$ 9.020,00; para disciplina de 45 horas, R$ 7.115,00; e para 30 horas, R$ 5.210,00.

    Serão funções do leitor efetuar análise crítica do material didático da disciplina escolhida, avaliar se o conteúdo proposto pelo autor está em acordo com as diretrizes do projeto pedagógico do curso, verificar a existência de erros conceituais e metodológicos no material didático. Leitor de conteúdo de disciplina de 60 horas de aula receberá renda bruta de R$ 3.810,00; de 45 horas, R$ 2.857,50; e para 30 horas, R$ 1.905,00.

    UAB– A Universidade Aberta do Brasil foi criada em 2005 e compreende um sistema integrado por instituições públicas de ensino superior que oferecem cursos superiores na modalidade a distância. A prioridade dos cursos da UAB são os professores, gestores e demais profissionais da educação básica pública. O sistema UAB também oferece três mestrados semipresenciais para professores: mestrado profissional em matemática (Profmat), mestrado profissional em letras (Profletras) e mestrado profissional em ensino de física (Profis).

    Ionice Lorenzoni

    Confira no Edital nº 1/2014 o quadro das disciplinas, a titulação exigida de autores e leitores, o calendário das atividades

  • Universidade Castelo Branco é descredenciada pelo Ministério

    O Ministério da Educação publicou nesta terça-feira, 30, no Diário Oficial da União, portaria que determina o descredenciamento da Universidade Castelo Branco (UCB), com sede no Rio de Janeiro, para oferta de cursos de graduação a distância. A decisão está baseada numa série de irregularidades constatadas pelo MEC no processo de supervisão e que não foram corrigidas no prazo determinado no termo de saneamento de deficiências assinado pela UCB.


    Entre os principais problemas estão a delegação da competência acadêmica para parceiros não credenciados pelo MEC, oferta de polos inadequados e material didático não condizente com a qualidade exigida para a realização do curso.


    A UCB estava credenciada para oferta na modalidade a distância para os cursos de bacharelado em administração, ciências contábeis, enfermagem, fisioterapia; licenciaturas em ciências biológicas, ciências sociais, educação física, letras, matemática, pedagogia e os cursos tecnológicos em negócios imobiliários, gestão de recursos humanos, gestão financeira, marketing e processos gerenciais.


    Aos estudantes já matriculados em data anterior à publicação dessa portaria ficam ressalvados os direitos à conclusão do curso, exclusivamente para fins de expedição de diploma, nos termos do artigo 57 do Decreto 5.773/2006. A Universidade Castelo Branco terá prazo de 30 dias para entrar com recurso no Conselho Nacional de Educação (CNE).


    Desde 2008, estão sendo supervisionadas 38 instituições pelo MEC. Além da UCB, outras duas perderam o credenciamento para oferta devido a irregularidades e baixa qualidade.


    Assessoria de Comunicação Social


    Leia a Portaria 28, de 29 de março de 2010

  • Universidade de Mato Grosso qualifica professores no Japão


    Excelente domínio das ferramentas e da tecnologia da educação a distância, desempenho na execução das tarefas e exigência de respostas rápidas dos orientadores são pontos que destacam os educadores brasileiros que fazem o curso de pedagogia a distância no Japão. A formação, que começou em julho de 2009, é feita pela Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT) em parceria com a Universidade Tokai.

    O curso é dirigido a professores brasileiros sem graduação ou com formação diferente daquela em que trabalham, explica a coordenadora do projeto de formação de professores pelo Acordo Brasil-Japão, Kátia Morosov Alonso, da UFMT. Na turma de 270 alunos, 80% são educadores brasileiros e os demais, japoneses, argentinos, paraguaios, peruanos e bolivianos que lecionam na língua portuguesa em escolas para brasileiros.

    As aulas presenciais, seminários temáticos e encontros de avaliação acontecem em três polos da Universidade Tokai, nas cidades de Nagoya, Hamamatsu e Ota, e no campus Shanon da instituição na cidade de Hiratsu. De acordo com Kátia Morosov, quatro professores da UFMT fazem a coordenação presencial do curso nos polos e no campus Shanon, mas a universidade tem uma equipe de atendimento no Brasil.

    No conjunto, a equipe da UFMT dedicada ao curso soma 47 profissionais: 17 fazem a orientação acadêmica, oito especialistas produzem conteúdos e trabalham com os alunos, 13 integram a equipe tecnológica que mantém a plataforma e páginas eletrônicas do curso, três estão na parte de registro das avaliações de desempenho acadêmico, um é coordenador do curso e um, vice-coordenador.

    Mesmo com o bom aproveitamento dos professores que estão no Japão, a realização do curso de pedagogia, na avaliação de Kátia Morosov, é um desafio para a Universidade Federal de Mato Grosso e para os cursistas. Fuso horário com 12 horas de diferença, jornada de trabalho dos cursistas de oito a nove horas diárias de segunda-feira a sábado, custo elevado dos deslocamentos urbanos entre a escola ou residência do aluno e o polo estão entre os problemas enfrentados.

    “É uma experiência difícil porque tratamos com outra cultura”, diz a coordenadora. No Japão, explica, o fato de ser forte a cultura do trabalho individual e da competição, associado à escassez de espaço físico, fazer reuniões e seminários constitui um problema. “Diferente de nós, eles dão pouca importância ao trabalho coletivo”, diz.

    No caso do fuso horário, a UFMT fez adaptações para atender os educadores que estão no Japão. As videoconferências, que compõem a parte presencial do curso, por exemplo, começam no Brasil às 5h de sábado (17h de domingo no Japão). O domingo é o único dia livre que eles têm.

    Conteúdos– De julho de 2009, quando o curso começou, a julho deste ano, os professores estudaram os fundamentos da educação a distância e os conteúdos da pedagogia – sociologia, filosofia, história da educação e pedagogia da infância. De agosto em diante, durante 20 a 24 meses, eles vão estudar conteúdos e metodologias de cinco áreas do conhecimento – linguagem, matemática, ciências, história e geografia.

    A última parte do curso é dedicada à área de organização da escola que compreende políticas, planejamento, sistemas educacionais e gestão escolar. O curso tem duração de quatro anos (2009-2013), divididos em oito semestres, e carga de 3.360 horas. A cada semestre o curso tem três momentos presenciais, sendo dois por videoconferência e um encontro com os professores da UFMT, no Japão.

    Dados do portal da Embaixada do Brasil em Tóquio indicam que funcionam no Japão 71 escolas brasileiras, das quais 52 foram homologadas pelo Conselho Nacional de Educação (CNE) e 19 estão em processo de homologação. Kátia Alonso estima que hoje 80% dos professores que trabalham em escolas brasileiras no Japão lecionam na educação infantil e nas séries iniciais do ensino fundamental. É para eles que a universidade oferece a licenciatura em pedagogia.

    Ionice Lorenzoni

    Visite a página eletrônica do curso

  • Universidade é descredenciada para graduação a distância

    Os integrantes do Conselho Nacional de Educação (CNE) decidiram nesta quarta-feira,7, por unanimidade, manter a decisão do Ministério da Educação de descredenciar a Universidade Estadual do Tocantins (Unitins) para oferta de cursos de graduação a distância.

    A decisão do CNE foi baseada em processo administrativo aberto pelo MEC para averiguar uma série de irregularidades e pelo fato da instituição não assinar o termo de saneamento de deficiências com o ministério. A Unitins também não cumpriu o Termo de Ajuste de Conduta (TAC), assinado entre o MEC, Unitins e Ministério Público Federal de Tocantins, no mês de abril.

    O processo de supervisão da Unitins pelo MEC foi iniciado no ano passado, quando diversas irregularidades foram identificadas. Entre elas, a cobrança de mensalidades por parte de uma instituição pública de ensino, problemas de qualidade na oferta dos cursos, e a delegação de competências acadêmicas para parceiros não credenciados pelo ministério na oferta de cursos superiores na modalidade a distância. Foi constatada também a oferta dos cursos a distância em polos irregulares e quantidade insuficiente de professores e tutores.

    O relator do processo no Conselho, Paulo Barone, disse que a maior preocupação dos conselheiros é a de garantir os direitos dos estudantes e ofertar um ensino de qualidade. Diante disso, o Conselho consolidou a proposta da secretaria de Educação a Distância do MEC de permitir que os alunos que desejarem concluir seus cursos na Unitins tenham seus direitos garantidos. A decisão do Conselho terá que ser homologada pelo ministro da Educação.

    Assessoria de Comunicação do Ministério da Educação
  • Universidade mineira terá especialização em saúde da família com 400 vagas

    Belo Horizonte– A faculdade de medicina da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) oferece 400 vagas para especialização em saúde da família, em curso lato-sensu na modalidade educação a distância. As vagas, para o primeiro semestre deste ano, são divididas em turmas de 25 alunos, com suporte de nove polos municipais de apoio presencial da Universidade Aberta do Brasil (UAB).

    O curso é oferecido pelo Núcleo de Educação em Saúde Coletiva (Nescon) da faculdade, e podem se inscrever cirurgiões-dentistas, enfermeiros e médicos vinculados à estratégia de saúde da família, integrantes de equipes multiprofissionais que atuam em programas do Ministério da Saúde.

    As turmas são oferecidas nos polos municipais de Araçuaí, Campos Gerais, Corinto, Conselheiro Lafaiete, Formiga, Governador Valadares, Teófilo Otoni e Uberaba. Lagoa Santa, na Região Metropolitana de Belo Horizonte, ganha um polo com 50 vagas disponíveis. As entrevistas do processo de seleção e atividades de encontros e avaliações presenciais serão realizadas nesses polos.

    Inscrições– As inscrições serão feitas exclusivamente pela internet, de 18 de janeiro a 6 de fevereiro. O interessado deverá preencher a ficha de inscrição e o questionário específico do curso, que estarão disponíveis na página do Nescon.

    A cópia da ficha de inscrição deverá ser enviada, com toda a documentação solicitada, por correio, ao Nescon (Secretaria de Cursos –Programa Agora – Nescon, Av. Alfredo Balena, 190, Sala 716, bairro Santa Efigênia, Belo Horizonte, MG, CEP 30130-100), com aviso de recebimento (AR). Já o questionário deve ser preenchido e enviado apenas via internet. Ao se inscrever o candidato deve indicar, na ficha, o polo municipal de sua preferência.

    A seleção dos candidatos constará de análise de currículum vitae e entrevista. A data, local e horário das entrevistas serão divulgados na página do Programa Ágora, até 13 de fevereiro. As entrevistas acontecerão entre os dias 26e 28 de fevereiro e o resultado será divulgado no dia 5 de março, com a indicação das notas atribuídas a cada candidato. Mais informações poderão ser obtidas pelo telefone (31) 3409 9685 ou por O endereço de e-mail address está sendo protegido de spambots. Você precisa ativar o JavaScript enabled para vê-lo. eletrônico.

    O curso de especialização tem carga horária de 360 horas, dividida entre disciplinas obrigatórias (120h) e disciplinas optativas (240h), com duração de 18 a 24 meses. Ao final será exigida apresentação de trabalho de conclusão do curso. O curso é gratuito, patrocinado pelos ministérios da Saúde e Educação e Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).

    Foram ofertadas até hoje 1200 vagas, divididas nos polos municipais da UAB e mais duas turmas em Belo Horizonte. Com o novo edital, o curso passará a contar com 1.600 alunos. Segundo o coordenador do Programa Agora, Edison Corrêa, os alunos são originários de 292 municípios mineiros, abrangendo praticamente todas as regiões do estado. “Há ainda profissionais de saúde de mais 12 municípios de outros estados, incluindo Rio Grande do Sul e Bahia”, revelou o professor.

    Corrêa destacou ainda que esse é o maior contingente de capacitação em saúde da família, de uma só vez, em todo o país. “Os cursos de especialização em saúde são na grande maioria presenciais e não têm capacidade de oferecer mais do que 40 ou 50 vagas por vez”, explicou. “Na modalidade a distância, iniciativa pioneira da UFMG, em 4 semestres vamos selecionar 1.600 alunos.”

    Assessoria de Comunicação Social*

    *Com informações da Assessoria de Comunicação do Nescon – Faculdade de Medicina da UFMG
  • Universidades oferecerão a educadores curso sobre pobreza

    Professores e profissionais da educação básica que atendem estudantes do Bolsa Família são o público alvo da especialização (Foto: Wanderley Pessoa/Arquivo MEC) Com 5.450 vagas, 15 universidades federais, das cinco regiões do país, estão com inscrições abertas para o curso de especialização em educação, pobreza e desigualdade social, modalidade a distância. A formação tem 360 horas, duração de 18 meses e será ministrada em polos das instituições.

    A especialização, a primeira com essa abordagem, é dirigida aos profissionais da educação básica pública que trabalham para atender estudantes do programa Bolsa Família – coordenadores estaduais e municipais, diretores, agentes educacionais e professores de escolas que já informam a frequência dos alunos no Sistema Presença, além de coordenadores estaduais de saúde e da assistência social, vinculados ao programa.

    Para concorrer à vaga, o candidato deve cumprir uma série de requisitos, entre os quais ter graduação, pertencer a um sistema público de educação ou da saúde há pelo menos um ano, estar envolvido com políticas sociais.

    Neste ano, conforme dados da Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização, Diversidade e Inclusão (Secadi), 17,5 milhões de crianças, adolescentes e jovens de seis a 17 anos são atendidos pelo Bolsa Família, com a frequência escolar acompanhada pelas redes públicas e informada, a cada dois meses, aos ministérios da Educação e do Desenvolvimento Social.

    Para oferecer a especialização, as 15 universidades federais vão receber R$ 11,4 milhões do MEC. Os recursos serão transferidos pelo Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE). A coordenação do programa é da Secadi.

    De acordo com a coordenadora geral de acompanhamento da frequência escolar de estudantes do Bolsa Família, Simone Medeiros, a especialização criada pelo MEC contempla formação continuada (especialização e extensão), pesquisa acadêmica – sobre as relações entre educação, pobreza e desigualdade social e a publicação de pesquisas e dos trabalhos de conclusão de curso produzidos durante a formação.

    No tópico pesquisa, segundo Simone Medeiros, os profissionais podem produzir mapas da pobreza nas escolas onde atuam trazendo detalhes como perfis do aluno e da família, infraestrutura da escola, currículo, projeto pedagógico.

    Curso– A especialização em educação, pobreza e desigualdade social está organizada em cinco módulos, que contemplam atividades de reflexão e prática, estudo e pesquisa, reflexão e ação. Das 360 horas da formação, 90% são a distância e 10% presenciais. Cada módulo será dedicado a um tema: pobreza, desigualdade e educação; pobreza e cidadania; pobreza, direitos humanos, justiça e educação; escola: espaços e tempos de reprodução e resistências da pobreza; pobreza e currículo: uma complexa articulação.

    A abordagem dos conteúdos terá 12 meses de duração e a produção do trabalho final do curso, seis meses.

    Universidades– Das 15 instituições de ensino superior que abrem cursos de especialização este ano, 12 oferecem 400 vagas: universidades federais do Rio Grande do Norte (UFRN), da Bahia (UFBA), do Pará (UFPA), do Maranhão (UFMA), do Ceará (UFC), do Amazonas (UFAM), do Espírito Santo (UFES), de Mato Grosso do Sul (UFMS), de Santa Catarina (UFSC), do Piauí (UFPI), de Tocantins (UFTO) e de Pernambuco (UFPE); as federais de Minas Gerais (UFMG) e de Roraima (UFRR) abrem 200 vagas; e a do Paraná (UFPR), 250 vagas. No conjunto, são 5.450 vagas.

    A Secadi recomenda aos interessados pelo curso que acessem o portal da universidade mais próxima para verificar o período de inscrições. A Universidade Federal de Santa Catarina, por exemplo, recebe inscrições até 3 de outubro.

    Oferta– Nos próximos dois anos, o número de universidades federais com oferta do curso sobe para 30. Elas vão oferecer a especialização de 360 horas e cursos de extensão, com, no mínimo, 60 horas. Os cursos de extensão podem abordar maior variedade de temas, tais como, trabalho infantil, gravidez na adolescência, uso de drogas.

    Ionice Lorenzoni

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