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  • Prefeitos debatem a inclusão digital

    A expansão dos programas de inclusão digital do governo Federal foi destaque no Encontro dos Novos Prefeitos. Durante oficina realizada em Brasília nesta quarta-feira, 11, representantes dos ministérios do Planejamento, Educação, Comunicações e Ciência e Tecnologia ofereceram uma visão geral dos programas de inclusão digital para mais de 150 prefeitos e representantes das prefeituras.

     

    A meta do governo é de instalar laboratórios de informática em mais de 100 mil escolas até 2010. Durante a oficina, o secretário de Educação a Distância do Ministério da Educação, Carlos Eduardo Bielschowsky, ressaltou a importância do trabalho conjunto das esferas federal, estadual e municipal. “A tarefa de levar a informática para a escola só vai funcionar se trabalharmos juntos”, afirmou.

     

    Além dos computadores, a conexão a internet também está sendo implementada. Mais de 56 mil escolas devem ser conectadas até 2010, sendo que 80% delas já estarão conectadas até o fim deste ano.

     

    Com o programa ProInfo Integrado, o Ministério da Educação já instalou laboratórios de informática em mais de 24 mil escolas. Para utilizar a tecnologia, também estão sendo oferecidos dois cursos: mídias na educação e tecnologias na educação. Ao todo, ambos já formaram 160 mil professores, em 2008, e a meta para este ano é dobrar o número de professores capacitados para utilizar as tecnologias da informação na escola. 

     

    Segundo César Alvarez, Assessor Especial da Presidência da República, as políticas públicas de inclusão digital devem ser vistas principalmente como políticas de inclusão social. “A tecnologia nos permite criar oportunidades. Mais do que acessar a Internet, é importante que as pessoas saibam criticar, produzir e modificar os conteúdos publicados nela”, defendeu.

     

    Já o secretário de Logística em Tecnologia da Informação do Ministério do Planejamento destacou a desigualdade de acesso às tecnologias de informação. Segundo ele, o acesso ao computador varia conforme a renda, o nível de escolaridade, a idade e o local onde mora. “Por isso, as políticas devem ser pensadas com foco nas pessoas”, disse.

     

    Renata Chamarelli

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