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  • O processo de adesão ao Programa Nacional de Fortalecimento dos Conselhos Escolares do Ministério da Educação e as pré-inscrições para o curso de extensão a distância de formação continuada em conselhos escolares estão abertos até o dia 31 próximo. Dirigentes estaduais e municipais de Educação devem fazer a adesão e o cadastramento pela internet.

    As pré-inscrições serão analisadas e, uma vez credenciadas, serão validadas no momento da oferta de curso a distância pela Universidade de Brasília (UnB). O curso terá início em 24 de junho próximo. Não haverá encontros presenciais. Serão ofertadas 800 vagas a profissionais que atuem nas secretarias municipais e estaduais de Educação do Distrito Federal e dos estados de Goiás, Mato Grosso e Minas Gerais. A Universidade Federal Fluminense (UFF) oferece 160 vagas no estado do Rio de Janeiro.

     

    Ao final do curso, os participantes estarão preparados para atuar como agentes de indução e implementação de conselhos escolares e na ampliação da participação das comunidades escolares e locais na gestão administrativa, financeira e pedagógica das escolas. O objetivo final é melhorar a qualidade da educação pública.

     

    Os cursos já estão em andamento na Universidade Federal de São Carlos (UFSCar), que atende os estados de São Paulo, Paraná, Rio Grande do Sul e Espírito Santo, com duas mil vagas; na Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (UFRRJ), com 160 vagas; na Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), com 320 vagas; na Universidade Federal do Ceará (UFC), que atende os estados de Ceará, Amazonas, Amapá, Pará, Rondônia, Roraima, Tocantins, Maranhão e Mato Grosso do Sul, com 1.040 vagas.

     

    O curso de extensão a distância de formação continuada em conselhos escolares faz parte do Programa Nacional de Fortalecimento dos Conselhos Escolares, executado pela Secretaria de Educação Básica (SEB) do MEC por intermédio da Coordenação-Geral de Redes Públicas (CGRP). Instituído pela Portaria Ministerial n° 2.896/2004, o programa capacitou 15.203 técnicos no período de 2005 a 2012.

     

    A adesão e o cadastramento on-line devem ser feitos no Sistema Integrado de Monitoramento, Execução e Controle (Simec), módulo PAR. Mais informações na página do programa na internet e no endereço eletrônico Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo..


    Assessoria de Comunicação Social

     

  • O PET é desenvolvido por grupos de estudantes, com tutoria de um docente, organizados a partir de formações em nível de graduação nas Instituições de Ensino Superior do País orientados pelo princípio da indissociabilidade entre ensino, pesquisa e extensão e da educação tutorial.

    O grupo PET, uma vez criado, mantém suas atividades por tempo indeterminado. No entanto, os seus membros possuem um tempo máximo de vínculo: ao bolsista de graduação é permitida a permanência até a conclusão da sua graduação e, ao tutor, por um período de, no máximo, seis anos, desde que obedecidas as normas do Programa.

    • Número de grupos: atualmente o PET conta com 842 grupos distribuídos entre 121 IES
    • Sistema: Para acessar o sistema do PET: clique aqui
    • Dúvidas: Para dúvidas sobre o PET, acesse o nosso Fale Conosco

    Caso deseje atendimento por telefone, o número da nossa Central de Atendimento é 0800 616161.

    PERGUNTAS FREQUENTES

  • O estudante bolsista e o não bolsista do Programa de Educação Tutorial podem receber certificado após o tempo mínimo de dois anos de participação no programa.

     

    A emissão do certificado será de responsabilidade da própria instituição de ensino e deverá ser impresso em papel tipo Vergé, branco, 230g/m², tamanho A4 (210x297mm), sem qualquer alteração no modelo original.

     

    Modelo do Certificado  

     

  • Rio de Janeiro, 20/3/2009 – A importância de uma formação que contemple a área de humanidades, e que ao mesmo tempo garanta a formação de um profissional com habilidades para atuar nas diversas mídias, foi um dos temas discutidos na primeira audiência pública sobre a revisão das Diretrizes Curriculares Nacionais dos cursos de jornalismo. A audiência reuniu pesquisadores, professores, estudantes e coordenadores desses cursos, na manhã desta sexta-feira, 20, no Rio de Janeiro.

    O aprofundamento da importância do tripé ensino, pesquisa e extensão e o papel do estágio na formação do jornalista também foram destacados pelos participantes.

    Na abertura do encontro, o diretor de Regulação e Supervisão da Educação Superior do Ministério da Educação, Paulo Roberto Wollinger, destacou o papel constitucional do órgão em manter atualizadas as diretrizes que norteiam os cursos de graduação. “Algumas profissões passaram por profundas mudanças nos últimos anos e por isso faz-se necessária a revisão das diretrizes curriculares de diversos cursos”, observou ele. “O que estamos discutindo é o aprimoramento do processo de formação, e o jornalismo está sendo o primeiro deles.”

    A próxima audiência pública está marcada para o dia 24 de abril, em Recife, e terá como público representantes do mercado de trabalho do jornalismo. A terceira edição acontecerá em São Paulo (SP), no dia 18 de maio e receberá as contribuições dos movimentos sociais, organizações não-governamentais e demais setores da sociedade civil.

    Até o dia 30 de março, alunos, professores, pesquisadores, profissionais e representantes dos diversos segmentos da sociedade civil também podem participar enviando suas contribuições sobre dois principais temas: o perfil desejável do profissional de jornalismo, e as principais competências a serem adquiridas durante a graduação. O contato para o envio das contribuições é Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo..

    Ao final do encontro, o presidente da comissão de especialistas constituída pela Secretaria de Educação Superior (Sesu) para subsidiar o MEC no trabalho de revisão das diretrizes, professor Jose Marques de Melo, destacou a importância do espaço para a construção da proposta a ser formulada pela comissão. “A audiência foi muito positiva, principalmente porque contou com a representação de diversas regiões, e mostrou que o principal consenso que temos é a busca comum pela melhoria da qualidade do ensino de jornalismo nas instituições de educação superior do país”, destacou.

    Entre as entidades que participaram da primeira audiência pública, estão representantes da Sociedade Brasileira de Estudos Interdisciplinares da Comunicação (Intercom), da Associação Nacional dos Programas de Pós-Graduação em Comunicação (Compós), do Fórum Nacional de Professores de Jornalismo (FNPJ), da Executiva Nacional dos Estudantes de Comunicação Social (Enecos), da Associação Brasileira dos Pesquisadores em Jornalismo (SBPJor), além de professores e alunos de instituições públicas e privadas.

    A Comissão de Especialistas em Jornalismo, constituída pela Portaria no 203/2009, é constituída por: José Marques de Melo, presidente; Alfredo Eurico Vizeu Pereira Junior (Universidade Federal de Pernambuco), Eduardo Barreto Vianna Meditsch (Universidade Federal de Santa Catarina), Lucia Maria Araújo (Canal Futura), Luiz Gonzaga Motta (Universidade de Brasília), Manuel Carlos da Conceição Chaparro (Universidade de São Paulo), Sergio Augusto Soares Mattos (Universidade Federal do Recôncavo Baiano), Sonia Virgínia Moreira (Universidade do Estado do Rio de Janeiro).

    Rúbia Baptista
  • Os dirigentes municipais de educação de Minas Gerais têm prazo até 25 de março para se inscrever no curso de extensão a distância para os dirigentes municipais de educação (Pradime-EAD). A formação se dá no âmbito das ações do Programa de Apoio aos Dirigentes Municipais de Educação (Pradime), ofertado pelo Ministério da Educação, em parceria com a União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação (Undime) e a Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG).

    O curso, previsto para ser iniciado em 4 de abril, tem 170 horas de duração em atividades presenciais e a distância, e deve ser concluído entre quatro e seis meses, dependendo da disponibilidade do cursista. São oferecidas vagas aos 853 dirigentes municipais de Minas Gerais, único estado atendido por esse curso.

    A extensão é um espaço de aperfeiçoamento e formação dos dirigentes municipais de educação. Aborda as diversas temáticas que estão sob sua responsabilidade, abrangendo o planejamento e a avaliação do sistema educacional, o financiamento e a gestão orçamentária, a infraestrutura física e a logística de suprimentos, bem como a gestão de pessoas, considerando o ambiente de governança democrática.

    Para se inscrever, o gestor deve enviar mensagem, por Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo. eletrônico, informando interesse no curso. O retorno é dado com o formulário de inscrição para preenchimento dos campos obrigatórios e instruções para envio de documentação.

    Diego Rocha
  • O Programa de Educação Tutorial conta com 400 grupos em instituições de ensino superior públicas e privadas de todo o país. São 4.274 alunos bolsistas e 400 tutores, um para cada grupo de pesquisa. A cada ano, o Programa lança um edital com 30 novas vagas.

    * Dados de 2010

    Relação dos grupos PET
  • Os institutos federais estão entre as instituições públicas capacitadas a enviar propostas e projetos de extensão universitária (foto: Geyson Magno/MEC – 13/12/10)

    Instituições públicas de educação superior têm prazo até 22 de março próximo para apresentar propostas de desenvolvimento de programas e projetos de extensão universitária. De acordo com edital do Programa de Extensão Universitária (Proext), publicado no Diário Oficial da União, podem apresentar propostas as universidades públicas federais, estaduais e municipais, os institutos federais de educação, ciência e tecnologia e os centros federais de educação tecnológica.

     

    O resultado provisório, após a avaliação das propostas, será divulgado até 12 de maio próximo, quando será aberto prazo para interposição de recursos. A avaliação desses recursos se estenderá até 7 de junho. Em 21 de junho sairá o resultado final.

     

    Desde 2003, o Ministério da Educação apoia a extensão universitária por meio de programas como o Proext, que teve o orçamento reajustado. Em 2008, o Proext contou com cerca de R$ 6 milhões de recursos totais. Atualmente, os projetos aprovados dispõem de aproximadamente R$ 80 milhões.

     

    Ao longo dos anos, iniciativas do Proext auxiliam no desenvolvimento de programas e projetos de extensão que contribuam para a implementação de políticas públicas. Com ênfase na formação de alunos e inclusão social, o programa viabiliza iniciativas no meio acadêmico, com as mais variadas temáticas, como atenção integral à família; combate à fome; erradicação do trabalho infantil; combate ao abuso e à exploração sexual de crianças e adolescentes; desenvolvimento social; geração de trabalho e renda em economia solidária; promoção ou prevenção à saúde; prevenção à violência urbana e direitos humanos.

     

    As propostas devem apresentar programas ou projetos afins com as políticas públicas, em especial com as sociais, e envolver estudantes de graduação regularmente matriculados.

     

    O edital do Proext de 2014 foi publicado no Diário Oficial da União desta sexta-feira, 1º de fevereiro, seção 3, página 55. As instituições interessadas podem consultar o edital, na íntegra, na página da Secretaria de Educação Superior (Sesu) do MEC.



    Paula Filizola


    Matéria republicada com atualização de informações

     

     

  • Belém — O Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Pará vai investir em robótica, no campus de Belém. Não apenas para criar ou desenvolver produtos, mas para demonstrar como essa tecnologia está presente no dia a dia e como ela pode se relacionar com educação, meio ambiente e responsabilidade social. Equipe do instituto paraense desenvolve projeto de extensão para levar conhecimentos práticos sobre robótica e cooperativismo a alunos do ensino fundamental e médio da rede pública.

    “A ideia de trabalhar com esse tipo de tecnologia foi dos próprios alunos, e a instituição a comprou”, diz o professor Agesandro Corrêa, um dos coordenadores do projeto. A iniciativa foi inspirada, em parte, pelo desastre ambiental de abril último, nos Estados Unidos, após a explosão de uma plataforma de petróleo em alto-mar. Depois de várias tentativas para conter o vazamento de óleo, o uso de robôs revelou-se como a melhor opção.

    No instituto paraense, os estudos ainda estão em desenvolvimento para permitir aos estudantes, que já contam com os equipamentos necessários, construir e manusear os robôs. Os pesquisadores preparam metodologia própria para ministrar o curso e mostrar como a tecnologia é capaz de abranger diversos aspectos.

    Aulas — Nas primeiras aulas, os alunos conhecerão os conceitos básicos da robótica e começarão a se familiarizar com o tema. Depois, terão contato com os equipamentos e passarão por um breve curso sobre o software usado para a programação dos robôs. Em seguida, obterão conhecimentos sobre lógica e tomada de decisões. Por fim, terão de desenvolver projetos, de forma orientada.

    “Teremos a oportunidade de encarar os problemas e resolvê-los”, afirma o estudante Roberto Kauê, aluno do curso de engenharia de controle e automação. “É uma forma de despertar o espírito empreendedor e o interesse pela robótica.”

    Assessoria de Imprensa do instituto federal do Pará

  • O Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio Grande do Norte desenvolve no estado o projeto do Mel, que beneficia três mil apicultores de 25 comunidades das regiões do Vale do Açu, Médio-Oeste e Mata Grande. A escola de processamento, conhecida como usina-escola de processamento de mel, é responsável pela capacitação dos apicultores e pela criação de uma cooperativa que comercializa o produto. O mel do instituto potiguar recebeu selo nacional que atesta a qualidade e permite a comercialização para outros estados.

    O projeto do Mel foi um dos empreendimentos apresentados por cinco institutos federais durante o seminário A Extensão Tecnológica no Brasil, realizado na terça-feira, 16, em Brasília. Estudantes e professores divulgaram projetos de extensão, produtos e pesquisas de alta tecnologia desenvolvidos em todas as regiões do país.

    Para o presidente do Conselho Nacional das Instituições da Rede Federal de Educação Profissional, Científica e Tecnológica (Conif), Cláudio Ricardo Gomes de Lima, os projetos de extensão de instituições de ensino tecnológico devem dar suporte às micro e pequenas empresas. “O conhecimento deve ser colocado à disposição da sociedade”, destacou. Lima afirma que o Brasil deve divulgar mais a ciência e a tecnologia e ampliar a oferta de cursos na área tecnológica.

    Assessoria de Imprensa da Setec

  • O Programa de Educação Tutorial foi oficialmente instituído pela Lei 11.180/2005 e regulamentado pelas Portarias nº 3.385/2005, nº 1.632/2006 e nº 1.046/2007. A regulamentação do PET define como o programa deve funcionar, qual a constituição administrativa e acadêmica, além de estabelecer as normas e a periodicidade do processo de avaliação nacional dos grupos.

    A Portaria 976/2010 trouxe inovações para a estrutura do PET como, por exemplo, a flexibilização e dinamização da estrutura dos grupos, a união do PET com o Conexões de Saberes, a definição de tempo máximo de exercício da tutoria, a aproximação com a estrutura acadêmica da universidade e a definição de estruturas internas de gestão do PET.

    Lei nº 11.180, de 23 de setembro de 2005 - Institui o Programa de Educação Tutorial – PET

    Portaria n° 343, de 24 de abril de 2013 - Altera dispositivos da Portaria MEC nº 976, de 27 de julho de 2010, que dispõe sobre o Programa de Educação Tutorial – PET

    Portaria nº 976, de 27 de julho de 2010 - Atualizada pela Portaria n° 343/2013 – dispõe sobre o Programa de Educação Tutorial - PET

    Resolução nº 36, de 24 de setembro de 2013 - Estabelece os procedimentos para creditar os valores destinados ao custeio das atividades dos grupos PET aos respectivos tutores

    Resolução/CD/FNDE nº 42, de 4 de novembro de 2013 -Estabelece orientações e diretrizes para o pagamento de bolsas a estudantes de graduação e a professores tutores no âmbito do Programa de Educação Tutorial (PET)

  • O Manual de Orientações Básicas do Programa de Educação Tutorial, versão 2006, foi elaborado para apresentar o programa e orientar os interessados quanto aos objetivos, procedimentos, atividades, avaliação e benefícios.

    Manual de Orientações Básicas 




  • O Ministério da Educação divulgou a relação das instituições públicas de ensino superior que receberão recursos para projetos de extensão universitária. O Programa de Apoio à Extensão Universitária (Proext), da Secretaria de Educação Superior (Sesu) do MEC, aprovou 781 propostas de 114 instituições públicas de ensino superior.

    Em 2013, projetos de 57 universidades federais, 24 institutos federais, 30 instituições estaduais e três municipais receberão mais de R$ 80 milhões. Os recursos se destinam a projetos de extensão com foco nas diferentes políticas atuais de inclusão social.

    O Proext foi criado em 2002 e articula 16 órgãos governamentais, com suas respectivas políticas públicas, com as ações desenvolvidas pelas universidades. “O programa procura apoiar propostas de extensão das universidades públicas que estimulem a inclusão social, contribuindo para a formação dos profissionais do futuro”, explicou o coordenador geral de relações estudantis da Sesu, Lucas Ramalho.

    Os projetos enfocam políticas como o Mais Educação, o Ensino Médio Inovador, a educação indígena, quilombola e de jovens e adultos, a capacitação de trabalhadores, a saúde na escola e a educação ambiental. Os universitários que participam dos projetos podem receber bolsa de R$ 360,00 mensais.

    Assessoria de Comunicação Social


    Acesse a lista de projetos selecionados no ProExt
  • Formulários

    Modelo de Formulário: Planejamento de Atividades 2009

    Modelo de Formulário: Relatório  de Atividades - 2008

    Formulário de Avaliação dos Planejamentos

     

    Informativos

    Informativo 1 - Retificação do Termo de Compromisso - 31 de maio de 2006

    Informativo 2 - Bolsa de Tutor e Aluno - 31 de maio de 2006

    Informativo 3 - Planejamento Complementar de Atividades 2006 - 20 de setembro de 2006

    Informativo 4 - Planejamento de Atividades 2007 - 01 de fevereiro de 2007

    Informativo 5 - Financiamento do Programa - Procedimentos e Rotinas Administrativas - 08 de fevereiro de 2007

    Informativo 6 - Certificado Nacional de Participação no PET (modelo) - 10 de outubro de 2007

    Informativo 7 - Relatório Anual de Atividades - Modelo de Formulário ano 2007 - 10 de outubro de 2007 

    Informativo 8 - Planejamento Anual de Atividades - Modelo de Formulário ano 2008/2009 – 28 de novembro de 2007

    Informativo 9 - Planejamento Anual de Atividades - 01 de março de 2009

    Informativo 10 - Planejamento Anual de Atividades - 05 de dezembro de 2008 

    Informativo 11 - Planejamento Anual de Atividades - 04 de dezembro de 2008

     

    Editais

    Resultado do Edital PET 2008
  • Começou nesta terça-feira, 12, em Brasília, reunião do fórum de pró-reitores de extensão dos institutos federais de educação, ciência e tecnologia. Eles discutem a função das extensões nos campi dos institutos e nas comunidades onde estão inseridos. A reunião será encerrada na quarta, 13.

    Os institutos são um novo modelo de instituição de educação profissional, com campi espalhados pelo interior dos estados. “Temos que conhecer a realidade dos campi que compõem os institutos federais para identificar as demandas das pessoas que não estão na instituição”, explica a professora e coordenadora do Fórum, Carla Nogueira. A meta é fazer com que as demandas da comunidade inspirem as políticas educacionais de cada instituto.

    As novas instituições nasceram com o compromisso de trazer desenvolvimento para suas regiões. A oferta de cursos, por exemplo, leva em consideração o arranjo produtivo local dos estados. O evento desta semana tem como foco a extensão acadêmica, área que, por definição, prevê o contato com a comunidade. Também serão discutidos indicadores acadêmicos, concepção e regulamentação da extensão, além do papel dos Pró-reitores de extensão.

    Articulação - Um dos participantes do seminário, o secretário de articulação de políticas do Ministério de Desenvolvimento Social (MDS), Ronaldo Garcia, falará sobre a parceria entre o fórum e o MDS. A intenção é desenvolver um projeto de extensão que gere inclusão sócio-produtiva. O Fórum de pró-reitores de extensão se reúne sistematicamente desde 2006.

    Ana Julia Silva de Souza
  • O Programa de Extensão Universitária (ProExt) tem o objetivo de apoiar as instituições públicas de ensino superior no desenvolvimento de programas ou projetos de extensão que contribuam para a implementação de políticas públicas.
    Criado em 2003, o ProExt abrange a extensão universitária com ênfase na inclusão social.

    Coordenação-geral: (61) 2022-8177 / 8186.

  • Proext 2016

    Alteração do item 5.2 do Edital PROEXT 2016

    Resultado final PROEXT 2016 - programas

    Resultado final PROEXT 2016 - projetos

    Nona alteração de calendário do Edital PROEXT 2016

    Oitava alteração do calendário do Edital PROEXT 2016

    Sétima alteração do calendário do Edital PROEXT 2016

    Sexta alteração do calendário do Edital PROEXT 2016

    Quinta alteração do calendário do Edital PROEXT 2016

    Comunicado Edital PROEXT 2016

    Modelo de declaração de conjunto de propostasPROEXT 2016

    Alteração de calendário do EditalPROEXT 2016

    Segunda alteração de calendário do EditalPROEXT 2016

    Terceira alteração de calendário Edital PROEXT 2016

    Orientações sobre Classificação Provisória e Interposicão de Recursos ao EditalPROEXT 2016

    Classificação ProvisóriaPROEXT 2016

    Quarta alteração de calendário Edital PROEXT 2016

     

    Proext 2015

    Alteração do item 9 do Edital PROEXT 2015

    Comunicado Edital PROEXT 2015

    Retificação - Resultado Final PROEXT 2015 - Programas

    Retificação - Resultado Final PROEXT 2015 - Projetos

    Adiamento da data de divulgação do resultado final PROEXT 2015

    Classificação Provisória Proext 2015 - Programas

    Classificação Provisória Proext 2015 - Projetos


    Orientações sobre Classificação Provisória e Interposicão de Recursos ao Edital Proext 2015

    Adiamento de data de divulgação da Classificação Provisória e do Período de Interposição de Recursos

    Alteração do edital


    Modelo para declaração do conjunto de propostas

    Modelo para declaração de instituição comunitária de educação superior

    Edital Proext 2015

    Edital Proext 2015 Tutorial de Orientações para Pró-reitores do Sistema PROEXT

    Tutorial de Orientações para Coordenadores de Propostas do PROEXT

    Proext 2014

    Resultado Final do Edital PROEXT 2014

    Resultado Provisório do Edital Proext 2014

    Edital Proext 2014

    Manual do Extensionista 2014

    Proext 2013

    Resultado Final

    Informe de Prorrogação de Prazo para Interposição de Recursos Contra o Resultado Provisório do Edital Nº2 Proext 2013

    Resultado Provisório do Edital n° 02 – PROEXT 2013

    Aviso de alteração – Edital Proext 2013

    Edital nº 2 de 1º de março de 2012

    Proext 2011

    Resultado Final do Edital nº 04 – PROEXT 2011

    Resultado Provisório do Edital n 04 - PROEXT 2011

    Edital nº 04

    Proext 2010

    Edital nº 5 Proext

    Prazo para interposição de recursos contra o resultado provisório do PROEXT

    Resultado Provisório da seleção das propostas de Instituições Federais de Educação Superior

    Resultado Provisório da seleção das propostas de Instituições Estaduais de Educação Superior

    Resultado Final das Propostas de Instituições Estaduais aprovadas pelo Edital PROEXT 2010

    Resultado Final das Propostas de Instituições Federais aprovadas pelo Edital PROEXT 2010

    Edital ProExt Cidades 01/2010

    Edital n° 01/2010

    Anexo I - Ficha de identificação

    Anexo II - Modelo de proposta

    Anexo III - Plano de trabalho

    Edital PROEXT MEC/Cidades 01/2009

    Edital nº 01 PROEXT

    Resultado Provisório da Seleção PROEXT MEC/CIDADES 01/2009

    Resultado Final da Seleção PROEXT MEC/CIDADES 01/2009

    Resultado Final

    Os projetos selecionados deverão preencher o plano de trabalho e enviá-lo, mediante ofício, para o Ministério das Cidades até o dia 31 de julho.
    Endereço: Ministério das Cidades/SE/DDI/Gerência de Capacitação SAUS, Quadra 1, Bloco "H", lotes 1/6 - Edifício Telemundi II, sala 1210
    CEP: 70070-010 - Brasília (DF)

    ProExt 2009

    Edital nº6 PROEXT

    Nota de Retificação do Edital nº 06, de 26 de maio de 2009

    Resultado Proext 2009

    ProExt 2008 - MEC/CULTURA

    Resultado Edital PROEXT MEC/CULTURA-2008

    Edital PROEXT MEC/Cidades 01/2009

    Resultado do Edital nº 01/2007

  • Temas desenvolvidos pelo ProExt

    * atenção integral à família;
    * combate à fome;
    * erradicação do trabalho infantil;
    * combate ao abuso e à exploração sexual de crianças e adolescentes;
    * juventude e desenvolvimento social;
    * geração de trabalho e renda em economia solidária;
    * promoção e/ou prevenção à saúde;
    * violência urbana; 
    * direitos humanos;
    * educação de jovens e adultos;
    * atenção à pessoa idosa, à pessoa com deficiência e às populações indígenas e quilombolas;
    * atividades complementares ao Programa Brasil Alfabetizado;
    * educação ambiental e apoio ao desenvolvimento comunitário;
    * inclusão étnica;
    * apoio à organização e desenvolvimento comunitário;
    * inclusão social dos usuários de drogas;
    * inclusão digital;
    * apoio às atividades de escolas públicas;
    * ensino de ciências;
    * Educação de jovens e adultos, incluindo apoio ao desenvolvimento de sistemas locais e regionais de         educação, alfabetização e letramento.



  • Arte: ACS/MECAs segundas e quintas-feiras são dias movimentados na Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), no Rio Grande do Sul. É quando, no tradicional campus universitário, surge a Polifeira, local onde pequenos agricultores da região se reúnem para venda direta, à comunidade, de produtos orgânicos. A Polifeira é resultado de um projeto de extensão rural do Colégio Politécnico da UFSM, que começou no início de 2017 com o objetivo de aliar ensino e pesquisa, orientando os agricultores no sentido de uma produção saudável. 

    “Nosso propósito é fazer uma redução da utilização de agroquímicos”, explicou o professor de extensão rural da instituição, Gustavo Pinto da Silva. “O desafio é fazer o processo de transição para uma produção orgânica em que o agricultor vá fazendo uma substituição gradativa. É isso que nós propomos”, disse. Atualmente, estão reunidos nesta experiência 18 pequenos produtores da região, entre os quais Geraldo Raddacz. Ele reconhece o valor da assistência técnica feita pelos alunos que frequentam sua propriedade, mostrando caminhos e formas para evitar o uso de agroquímicos.

    Raddacz acrescenta, ainda, o benefício que a adoção deste modo de produzir pode trazer para a saúde do trabalhador. De acordo com ele, agricultor está acostumado ao uso constante de veneno químico e muitas vezes acaba sendo vítima do manuseio desses agrotóxicos. “O produtor é vítima do vendedor do produto, porque se apresenta um problema na agropecuária, e o vendedor quer vender o produto... muitas vezes não há necessidade de se colocar esse produto químico na plantação. A assistência dos alunos é muito importante para o agricultor”, disse.

    Extensão – Participam deste projeto de extensão bolsistas do curso de técnico em agropecuária e alunos da graduação em agronomia e engenharia florestal da Universidade de Santa Maria. Jaini Piovezan é uma das estudantes que presta assistência aos agricultores. Ela mostra entusiasmo com a iniciativa e comenta que o melhor que se pode extrair deste trabalho é a relação direta com o produtor antes da conclusão do curso.

    “É uma experiência incrível porque é o que o que não conseguimos ter dentro da universidade, este contato com o produtor no dia a dia, com os problemas que eles enfrentam, as dificuldades nos meios produtivos. É a experiência de ter o contato com o ‘lá fora’, de não ficar só dentro da sala de aula. Ver na prática, lá nas propriedades deles, é muito gratificante”, disse Jaini.

    O trabalho dos pequenos produtores na Polifeira exige organização, o que levou o grupo de estudantes a se dividir em diferentes tarefas. Todas pensadas para o melhor andamento do projeto. Entre as etapas estão o cadastro e a lista de presença dos feirantes, boletim de vendas indicando o que cada um produz, quanto gastam, valor da venda e lucro obtido por eles, além de relatórios do que pode ou não ser reaproveitado. Esta visão global também é repassada aos produtores, fazendo com que muitos deles comecem a planejar novas formas de negócio.  Geraldo Raddacz, por exemplo, que ampliar a produção de frutas com que trabalha, montando uma agroindústria de melado, açúcar mascavo e rapadura.

    O foco de Raddacz são as frutas medicinais. “Sou um pequeno agricultor, estou me especializando em frutas nutracêuticas – frutas que, além do valor nutricional, tem o valor medicinal também, por exemplo, a fiçalis, a laranja sanguínea, a pitaia – fruta que tem uma grãozinho bem pequeninho e 50% a 60% desse grão é ômega 3 e 6”, explicou Raddacz.

    Para o professor Gustavo Pinto da Silva, um dos desafios na extensão rural é formar profissionais mais conscientes em relação ao ambiente onde vivem, ensinando-os a trabalhar com mercados diferente do convencional. “É importante que eles entendam a agricultura como algo que tenha interação desde a propriedade rural até os consumidores; que pensem um pouco mais na autonomia das pessoas, na não dependência de empresas, de multinacionais, os processos de desenvolvimento rural sejam mais emancipatórios.”  

    O Campus da Universidade Federal de Santa Maria conta, também, com o Hospital Universitário. O campus está localizado no Bairro de Camobi e a Polifeira é aberta a toda comunidade, funcionando sempre nas tardes de segunda e quinta, no planetário, área central da Universidade Federal de Santa Maria.

    Assessoria de Comunicação Social

  • O fogão solar traz várias vantagens para 81 famílias de dois assentamentos. Foto: Arquivo UFCGUm projeto de extensão da Universidade Federal de Campina Grande (UFCG), no campus do município de Sumé, no Cariri paraibano, ensinou 81 famílias de dois assentamentos da reforma agrária a construir um tipo de fogão solar e a cozinhar. Economia de tempo e de trabalho das mulheres, de consumo de lenha e carvão, proteção do meio ambiente são pontos de destaque do projeto.

    Para o diretor do campus, Márcio Caniello, o repasse de conhecimentos e de tecnologias e a interação com as comunidades são deveres da universidade. “Nossa missão é promover o desenvolvimento da Paraíba com projetos de extensão e pesquisa”, diz. O campus começou funcionar em julho de 2009 e integra o programa de expansão das universidades federais do Ministério da Educação.

    Em fevereiro e março deste ano, professores e estudantes da unidade da UFCG em Sumé realizaram quatro oficinas sobre o fogão solar com agricultores dos assentamentos Novo Mundo, no município de Camalaú, e Serrote Agudo, município de Prata.

    Nas oficinas, explica a diretora do projeto, Luciana Cantalice, as famílias receberam informações sobre modos de proteger o meio ambiente com práticas simples como substituir parte do cozimento das refeições com o uso da energia solar. No Nordeste, diz o professor Caniello, a lenha é significativa na matriz energética. Substituir seu uso, pelo menos em parte, tem impacto positivo na vida das comunidades e na preservação.

    Desconfiança. Essa foi a reação imediata dos assentados na possibilidade efetiva de cozinhar com o calor do sol, mas a experiência deles mostrou que é viável, diz a diretora. A tecnologia do fogão solar que chegou ao Cariri paraibano foi desenvolvida pelo professor Olívio Teixeira, da Universidade Federal de Sergipe, e repassada ao campus de Sumé.

    O fogão é feito com duas caixas de papelão de 60 x 60 centímetros, embutidas, altura de 40 centímetros, uma chapa de zinco pintada de preto fosco que fica no fundo da caixa, papel alumínio para revestimento interno, cola, fita adesiva e um vidro para cobrir. O custo unitário é de R$ 65,00. Em 2010, o campus de Sumé recebeu R$ 50 mil do Banco do Nordeste para executar o projeto nos dois assentamentos.

    De acordo com Luciana Cantalice, nas oficinas os agricultores receberam o conjunto de materiais do fogão solar adquirido pela universidade e aprenderam a montá-lo. Nos assentamentos Novo Mundo e Serrote Agudo, 81 famílias fizeram os fogões, aprenderam a usá-los e aprovaram a tecnologia. Se não ficar exposto à chuva e ao sereno, a duração do fogão é de dois anos.

    120 graus – O fogão exposto ao sol do Cariri alcança 120 graus centígrados e demora um pouco mais que na cozinha convencional para preparar os alimentos, mas dispensa cuidados como manter o fogo aceso com lenha ou carvão ou controlar o gás de botijão. Para cozinhar, os alimentos são colocados na caixa em panela fechada com tampa e para assar, em assadeira.

    Na experiência dos assentamentos do Cariri, o arroz cozinha em 1h30, o feijão verde em 2h30, o peixe assa em 1h30, a carne bovina ou de bode em 2h30. E não queima os alimentos, explica a diretora. Depois das primeiras desconfianças nas possibilidades do fogão, Luciana diz que as mulheres se entusiasmaram com o projeto e começaram a assar bananas, pães, bolos. Deu certo e hoje a comunidade está reunindo receitas que vai divulgar em livro com apoio do campus.

    Com temperatura média anual de 25 a 27 graus centígrados, 2.800 horas de sol por ano, chuvas escassas, a população rural do Cariri paraibano pode usar a tecnologia do fogão solar com vantagem, explica Márcio Caniello. Em 2011, o campus vai apresentar novo projeto ao Banco do Nordeste na tentativa de obter mais recursos para replicar o fogão solar em outros assentamentos.

    Longe da capital
    – A universidade chegou à região há dois anos, tem 788 estudantes em cursos superiores de graduação, dos quais 75% são do Cariri e 90% deles da Paraíba. A criação da unidade da UFCG em Sumé faz parte da primeira fase de expansão das universidades federais promovida pelo Ministério da Educação, a partir de 2005.

    O município de Sumé, com 16 mil habitantes segundo o censo do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) de 2010, fica a 130 quilômetros de Campina Grande, onde está a sede da universidade, e a 264 quilômetros de João Pessoa, a capital do estado. O Cariri paraibano, que ocupa o sul do estado, reúne 29 municípios onde vivem 160 mil pessoas.


    Ionice Lorenzoni
  • PEC que regulamenta cobrança de cursos de extensão, em tramitação no Congresso, não muda gratuidade das universidades, afirma Mendonça Filho (Foto: Fabiana Carvalho/Arquivo MEC) Diante da repercussão sobre a proposta de emenda constitucional, em tramitação no Congresso Nacional, para regulamentar a prática de cobrança em cursos de extensão, especialização e pós-graduação latu sensu e mestrado profissional em universidades públicas, o Ministério da Educação e Cultura esclarece que a proposta não muda em nada a gratuidade nas universidades públicas. “As universidades públicas continuam gratuitas; qualquer informação diferente é falsa”, garantiu o ministro Mendonça Filho.

    O MEC reconhece que a cobrança em cursos de extensão, especialização e pós-graduação latu sensu e mestrado profissional é prática em algumas instituições públicas, como a Universidade de São Paulo (USP), a Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), a Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) e a Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS). Assegura, porém, que as universidades públicas continuarão públicas em seus cursos de graduação e na pós-graduação acadêmica. Para cursos de extensão, pós-graduação lato sensu e mestrado profissional, as instituições, segundo a proposta, teriam autonomia para decidir pela cobrança ou não.

    O Conselho Nacional de Educação (CNE) já tratou da não obrigação da gratuidade nessa modalidade de ensino específica, no Parecer CNE/CES nº 364/2002:
    I. “O ensino de graduação e pós-graduação stricto sensu ministrado pelas universidades públicas deve ser gratuito, em expresso cumprimento ao dispositivo constitucional.
    II. Os cursos de especialização e aperfeiçoamento, ou seja, de pós-graduação lato sensu, não se configuram como atividade de ensino regular e, por conseguinte, tem-se por correta a cobrança efetuada pelas universidades públicas pelos instrumentos que, no exercício de sua autonomia constitucional definirem.”

    Assessoria de Comunicação Social

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