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  • 19 milhões de estudantes vão mostrar talento em competição

    Mais de 19,2 milhões de estudantes da educação básica estão inscritos para participar da 5ª Olimpíada Brasileira de Matemática das Escolas Públicas (Obmep) 2009. São alunos da quinta a oitava séries (sexto ao nono ano) do ensino fundamental e das três séries do ensino médio. Esse conjunto de alunos está distribuído em 99,1% dos 5.563 municípios.


    Da primeira edição da Obmep, em 2005, a 2009, o número de estudantes, de escolas e de municípios cresceu. Começou com 10,5 milhões de alunos, 31 mil escolas e 93,5% dos municípios. Hoje alcança 19,2 milhões de estudantes, 43,8 mil escolas e 99,1% dos municípios.


    A realização da olimpíada atende diretamente dois objetivos: incentivar o ensino da matemática e descobrir talentos entre estudantes das redes públicas que estão nos anos finais do ensino fundamental e em todo o ensino médio.


    O processo de seleção da Obmep 2009 tem um calendário nacional com três datas: a primeira prova será em 18 de agosto; a segunda em 24 de outubro; e a divulgação dos resultados em 11 de dezembro.


    Os vencedores recebem medalhas de ouro, prata e bronze, a título de reconhecimento, e participam do programa de iniciação científica da olimpíada, com direito a uma bolsa de iniciação científica júnior do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq).


    A Obmep é promovida pelos ministérios de Ciência e Tecnologia e da Educação, realizada pelo Instituto Nacional de Matemática Pura Aplicada (Impa) e pela Sociedade Brasileira de Matemática. Informações sobre o regulamento, as etapas, as provas, modelos de questões estão na página eletrônica da Obmep 2009.

    Ionice Lorenzoni

  • Alteração do calendário causa adiamento da primeira prova

    A direção da Olimpíada Brasileira de Matemática das Escolas Públicas (Obmep) anunciou nesta terça-feira, 11, a transferência da realização da primeira prova para 25 de agosto. A prova estava prevista para o dia 18. Estão inscritos na quinta edição da Obmep 19,2 milhões de estudantes.

    “Infelizmente teremos que adiar a prova da primeira fase para não excluir diversos estados”, explica a diretora acadêmica da olimpíada, Suely Druck. A diretora acadêmica refere-se à decisão de alguns estados de adiar o calendário escolar do segundo semestre por precaução contra a influenza A H1N1.

    A Obmep 2009 tem a adesão das 27 unidades da Federação e de 5.508 redes municipais. Participarão das provas alunos da quinta a oitava séries (sexto ao nono ano) do ensino fundamental e das três séries do ensino médio.

    Assessoria de Comunicação Social
  • Brasil conquista inédita medalha de ouro em olimpíada feminina de matemática na Ucrânia

    As meninas brasileiras fizeram bonito na Olimpíada Europeia Feminina de Matemática (Foto: Divulgação)

    O Brasil mais uma vez se destacou em um evento internacional de matemática, desta vez trazendo uma inédita medalha de ouro. O prêmio foi conquistado na Olimpíada Europeia Feminina de Matemática (EGMO, na sigla em inglês), realizada em Kiev, Ucrânia, de 7 a 13 de abril. A delegação brasileira, chefiada por Deborah Alves, de São Paulo, e Luize Vianna, do Rio de Janeiro, foi composta pelas estudantes Ana Beatriz Studart, 17 anos, do Ceará; Bruna Nakamura, 16, de São Paulo; Maria Clara Werneck, 17, do Rio de Janeiro, e Mariana Groff, 17, do Rio Grande do Sul.

    O ouro foi conquistado por Mariana, que terminou a competição na 14ª posição geral entre 196 competidoras. O Brasil também levou dois bronzes, com Ana Beatriz e Maria Clara, terminando a Olimpíada em 20º lugar – 49 países foram representados na Ucrânia.

    Mariana, a veterana da turma, esteve presente nas três últimas convocações para a EGMO. A estudante, de Frederico Westphalen (RS), acumula medalhas em olimpíadas nacionais e internacionais de matemática. Na competição para meninas, só subiu de produção, já que conquistou um bronze em 2017 e uma prata no ano passado. A cearense Ana Beatriz também tem conquistado prêmios. Antes do bronze nesta edição, ela levou a prata em 2018.

    O ouro é inédito, mas não é de hoje que o Brasil se destaca no evento. A EGMO é realizada desde 2012 em diferentes países europeus, e o Brasil participa desde 2017, por iniciativa do Instituto de Matemática Pura e Aplicada (Impa) e da Sociedade Brasileira de Matemática (SMB). Este ano também contou com apoio das escolas das alunas. Até o momento, o país soma 9 medalhas e uma menção honrosa.

    Deborah Alves, 26 anos, foi líder da equipe pela segunda vez. Ela, que hoje é professora, mas já participou de competições internacionais semelhantes como aluna entre 2009 e 2011, ressalta a importância de olímpiadas como essa. “É muito gratificante saber que você é uma das melhores pessoas em matemática no seu país e poder representá-lo internacionalmente. O Brasil tem conquistado ótimas posições, melhora a cada ano, mas ainda tem o que melhorar”, destaca. “É nossa terceira participação nessa competição para garotas e já conseguimos uma medalha de ouro. O feito serve como exemplos para estudantes mais novos em todo o país.”

    Mulheres – Competições abrangentes como a Olimpíada Brasileira de Matemática das Escolas Públicas (Obmep) – que também tem a participação de escolas privadas – contam com presença equilibrada de meninas e meninos, inclusive na segunda fase, em que participam apenas os 5% melhores de cada escola. Quando se trata de certames com caráter mais competitivo, no entanto, a história muda.

    Na Olimpíada Brasileira de Matemática (OBM) ou na Olimpíada Internacional de Matemática (IMO) o percentual de meninas é bem inferior. Na IMO 2017, no Rio de Janeiro, as garotas somavam apenas 10% dos participantes. Isso levou o Impa a criar uma premiação especial (Impa Olympic Girls Award) para aquelas que mais contribuíssem para suas equipes, a qual se tornou permanente na IMO a partir de então.

    Na própria Obmep a presença feminina entre os premiados é minoritária e os números são ainda mais preocupantes nas últimas séries. Em 2018, as meninas foram 30% dos medalhistas no ensino fundamental, mas apenas 20% no ensino médio.

    “Para termos maior participação de mulheres nessas olimpíadas, precisamos de mais incentivo”, ressalta Deborah. “Vivemos em uma sociedade muito machista e que afeta as mulheres de várias formas. Isso diminui o incentivo de várias meninas a participar de diversas competições, como é o caso das olimpíadas de matemática. O ambiente pode ser hostil, principalmente quando a mulher é minoria. O ideal é que todos desse ambiente acadêmico, estudantes e professores, propiciem um bom ambiente para que as meninas sintam que sim, aquele é um lugar para elas, que sim, elas têm a mesma capacidade. Basta apenas um maior incentivo para que elas possam demonstrar que a capacidade de todo mundo é igual.”

    Seleção - Durante o processo de escolha das equipes para representar o Brasil em competições internacionais de matemática, a Olimpíada Brasileira de Matemática promove treinamentos entre os alunos com destacado desempenho nas provas de seleção. Participam da competição estudantes dos ensinos fundamental (a partir do sexto ano), médio e universitário das instituições públicas e privadas de todo o país. Os representantes no exterior são justamente aqueles que mais se destacam, como foi o caso de Ana Beatriz, Bruna, Maria Clara Werneck e Mariana.

    A coordenação da OBM fica a cargo da Comissão Nacional de Olimpíadas de Matemática da SBM. É atribuição dessa comissão a preparação das provas e soluções das provas da OBM, bem como definir critérios de correção e de premiação.

    Assessoria de Comunicação Social

  • Competição pode ajudar escolas a vencer isolamento geográfico

     A Obmep envolverá 18,7 milhões de estudantes da educação básica e 150 mil professores. (Foto: Júlio César Paes)Diretores de duas pequenas escolas públicas, uma do município de Major Gercino (SC), e outra de Santa Rosa do Purus (AC), decidiram vencer o isolamento e inscreveram seus alunos para participar da sétima edição da Olimpíada Brasileira de Matemática das Escolas Públicas (Obmep). As provas da primeira fase serão no dia 17deste mês.

    A Escola Estadual de Ensino Médio Padre Paulino Baldassari, de Santa Rosa do Purus, é isolada pela geografia da região Norte. Só para chegar a Rio Branco, a capital do estado, são oito dias de barco. Já a Escola de Ensino Básico Professor Tercílio Bastos, de Major Gercino, fica no campo, a 20 quilômetros da cidade e seu isolamento se dá pela condição precária da estrada, que é de barro, segundo a diretora da unidade, Miria Jasper.

    O isolamento é ponto comum, mas as estratégias de participação na Obmep se diferenciam. A diretora da escola acreana, Giovanna Souza de Matos, inscreveu 22 dos 198 estudantes matriculados no estabelecimento. Segundo Giovanna, esse grupo de alunos gosta muito da disciplina e tem interesse em conhecer outros jovens e o país. “Um possível bom resultado na Obmep será o passaporte para realizar esse sonho”, diz.

    A escola Padre Paulino é urbana, tem 198 estudantes do ensino médio, oito professores, sendo dois de matemática. De acordo com a diretora, a escola não tem índice de desenvolvimento da educação básica (Ideb) porque nunca participou da Prova Brasil. O município tem 4,6 mil habitantes, segundo o censo 2010 do IBGE.

    Tercílio Bastos – Situada no campo, a escola catarinense Tercílio Bastos inscreveu todos os estudantes matriculados no sexto ou sétimo ano e do oitavo ou nono ano do ensino fundamental e das três séries do ensino médio. A preparação dos alunos está sendo feita pelo único professor de matemática que a escola tem.

    A decisão de participar da Obmep foi tomada pela diretora do estabelecimento, Miria Jasper, e aprovada pelos professores. Segundo ela, como todos os docentes da unidade têm contratos temporários de um ano de duração, eles nunca manifestaram interesse em participar das olimpíadas de matemática e da língua portuguesa nos anos anteriores. “Estamos distantes, estamos no campo, mas temos que vencer o isolamento”, explica Miria, que é graduada em pedagogia.

    A escola Tercílio Bastos tem 163 alunos matriculados em turmas do primeiro ano do ensino fundamental ao terceiro ano do ensino médio. Em 2007, o índice de desenvolvimento da educação básica (Ideb) dos anos finais do ensino fundamental foi de 4,3 pontos e em 2009 alcançou 4,7 pontos, ultrapassando a meta prevista para 2011, que é de 4,6 pontos.

    O município de Major Gercino tem 3,2 mil habitantes e fica a 100 quilômetros de Florianópolis.

    Obmep– Participam da sétima edição da Obmep 18,7 milhões de estudantes e cerca de 150 mil professores. A primeira etapa será no próximo dia 17, em 44,6 mil escolas públicas, do ensino fundamental e médio, de 5.504 municípios. A segunda fase será em 5 de novembro. Nessa etapa, que define os medalhistas de ouro, prata e bronze e as menções honrosas, as provas serão aplicadas em centros de ensino, por fiscais contratados pela coordenação da olimpíada. A premiação está prevista para fevereiro de 2012.

    A olimpíada é promovida pelos ministérios da Educação e de Ciência e Tecnologia, realizada pelo Instituto Nacional de Matemática Pura Aplicada (Impa) com o apoio da Sociedade Brasileira de Matemática (SBM). O objetivo é estimular o estudo da matemática entre alunos e professores da educação básica.

    Ionice Lorenzoni

    Consulte a página da Obmep.
  • Competição recebe inscrições na busca de novos talentos

    Professores e alunos interessados em participar da 33ª Olimpíada Brasileira de Matemática (OBM) têm até o dia 30 de abril para se inscrever. A competição, que é realizada desde 1979, é dirigida a estudantes de instituições públicas e particulares, do sexto ao nono ano do ensino fundamental, ensino médio e graduação.

    A olimpíada é um projeto conjunto da Sociedade Brasileira de Matemática (SBM) e do Instituto Nacional de Matemática Pura e Aplicada (IMPA), com apoio do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e do Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia de Matemática (INCTMat).  

    As escolas interessadas em participar das olimpíadas devem se cadastrar na página do projeto. Instituições de ensino públicas e particulares competem em quatro níveis ¬– o primeiro para alunos do sexto e sétimo anos do fundamental; o segundo para oitavo e nono anos; o terceiro para o ensino médio, e o nível universitário para estudantes de graduação.

    Para a primeira fase, que será realizada em 18 de junho, o professor responsável de cada escola receberá a prova enviada diretamente da Secretaria da OBM. As provas devem ser aplicadas pelos colégios participantes no sábado, às 14h (horário de Brasília). A segunda fase está marcada para 3 de setembroe a terceira e última fase para os dias 15e 16 de outubro.

    A competição desempenha um importante papel relacionado à melhoria do ensino e à descoberta de talentos para a pesquisa em matemática, como o doutorando em matemática Samuel Barbosa Feitosa, 25, que participou da olimpíada entre 2000 e 2003 no nível médio e até 2007 no universitário.

    Samuel é graduado e mestre em matemática pela Universidade Federal do Ceará (UFC) e atualmente faz doutorado no Instituto Nacional de Matemática Pura e Aplicada (IMPA), no Rio de Janeiro. Medalha de ouro em 2006, ele afirma que a competição o ensinou a buscar o conhecimento. “A olimpíada influenciou minha imersão em ambiente extremamente estimulante para meu espírito científico, a aprender algo que não é ensinado na escola”, disse. “Durante todo o período que estive na escola, éramos constantemente instigados a aguçar nossa curiosidade e correr atrás de informação.”

    Samuel atribui à olimpíada, que na edição 2010 contou com mais de 350 mil participantes de 8200 escolas, um papel relevante na formação do professor. “Durante os anos da minha graduação, atuei como professor em diversas escolas de Fortaleza e pude constatar a força das boas práticas educacionais oriundas do treinamento para olimpíadas. A empolgação dos alunos contagiava os professores que acabavam buscando melhores qualificações e diretores se aproximavam dos alunos para entenderem como melhorar o desempenho deles”, disse o doutorando.

    Os interessados em participar das olimpíadas devem se cadastrar na página do projeto. A primeira fase será em 18 de junho, a segunda, em 3 de setembroe a terceira e última fase, nos dias 15e 16 de outubro.

    Os resultados serão divulgados em dezembro e os vencedores serão convidados a participar da 15ª Semana Olímpica, evento a ser realizado em janeiro de 2012. Além das medalhas e prêmios, os vencedores participam do processo de seleção para formar as equipes que representam o Brasil nas diversas olimpíadas internacionais de Matemática.

    Diego Rocha

    Acesse a página da Olimpíada de Matemática

  • Divulgada a relação de alunos selecionados à segunda fase

    Mais de 850 mil alunos se preparam para a segunda fase da Obmep 2009. (João Bittar)O portal da Olimpíada Brasileira de Matemática das Escolas Públicas (Obmep) 2009, divulgou nesta segunda-feira, 5, a relação dos 850 mil estudantes classificados para a segunda fase do concurso. Esse grupo de alunos foi selecionado entre 19,2 milhões de participantes da primeira etapa, que aconteceu em 25 de agosto.


    As provas da segunda fase serão realizadas no próximo dia 24, às 14h30 (horário de Brasília), em cerca de oito mil centros de aplicação distribuídos em 5.300 municípios. No portal da Obmep, estudantes e professores devem selecionar a unidade da Federação e indicar o município, onde vão encontrar a relação das escolas selecionadas, os locais das provas, o horário e a relação dos alunos.


    A coordenadora da olimpíada, Mônica Souza, explica que além de colocar todas as informações na internet, as escolas selecionadas receberão o cartaz da Obmep 2009, a relação dos alunos classificados e cartão informativo personalizado a ser entregue a cada estudante.


    Da segunda etapa da Obmep sairão alunos, professores, escolas e secretarias de educação premiados. Participam da 5ª Olimpíada Brasileira de Matemática das Escolas Públicas estudantes da 5ª à 8ª (sexto ao nono ano) séries do ensino fundamental e das três séries do ensino médio.


    Os vencedores receberão medalhas de ouro, prata e bronze, a título de reconhecimento, e participarão do programa de iniciação científica da olimpíada, com direito a uma bolsa de iniciação científica júnior do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq).


    A Obmep é promovida pelos ministérios de Ciência e Tecnologia e da Educação, realizada pelo Instituto Nacional de Matemática Pura Aplicada (Impa) e pela Sociedade Brasileira de Matemática.


    Ionice Lorenzoni

  • Medalhistas se preparam para competições internacionais

    No período de 10 a 24 de janeiro próximo, 30 estudantes medalhistas de 2014 da Olimpíada de Matemática das Escolas Públicas (Obmep) e da Olimpíada Brasileira de Matemática (OBM) participam, em Brasília, do primeiro encontro presencial do Programa Especial para Competições Internacionais (Peci). O programa prepara os alunos para as competições internacionais.

    As aulas são desenvolvidas por professores de matemática com muita experiência em competições internacionais. No Peci, os medalhistas participam de atividades virtuais e presenciais durante o ano. Os 30 estudantes selecionados para o Peci 2015 são de 12 estados, sendo que as maiores representações são de São Paulo, com seis alunos, Minas Gerais, cinco, Rio de Janeiro e Paraná, com três estudantes cada.

    Internacional– O portal da Obmep relaciona oito das principais olimpíadas fora do Brasil que são alvo da preparação dos alunos, entre elas a Olimpíada Internacional de Matemática (IMO), que é a principal competição, realizada desde 1959, que hoje conta com equipes de estudantes de 100 países; a Olimpíada de Matemática do Cone Sul; a Romanian Master in Mathematics (RMM), da Romênia; a Asian Pacific Mathematics Olympiad (Apmo) para alunos asiáticos e da América Latina.

    Em 2013, nove brasileiros conquistaram sete medalhas – duas de ouro, uma de prata e quatro de bronze e quatro menções honrosas –, em cinco olimpíadas internacionais. Desse grupo, João César Campos Vargas, de Passa Tempo (MG), obteve uma medalha de ouro na Olimpíada de Matemática de Maio, que reúne jovens de 13 a 15 anos da América Latina, Espanha e Portugal; e de prata na Olimpíada de Matemática da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa. E Bryan Diniz Borck, de Porto Alegre, conquistou medalha de ouro na Olimpíada de Matemática de Maio.

    Ionice Lorenzoni

    O portal da Obmep traz a relação dos selecionados para o Peci 2015 e demais atividades dirigidas a esses estudantes

  • Oitava edição bate recorde de inscrições e supera 19 milhões

    A 8ª Olimpíada Brasileira de Matemática das Escolas Públicas (Obmep) recebeu a inscrição de 19,2 milhões de estudantes – um recorde desde que foi criada. Na edição passada, o número de inscritos foi de 18,7 milhões. O anúncio foi feito pelo ministro da Educação, Aloizio Mercadante, nesta quarta-feira, 4, em Brasília.

    “Essa modalidade das olimpíadas tem gerado grande interesse dos estudantes, além de bom resultado”, afirmou o ministro. Serão 46 mil escolas participantes – 1,5 mil a mais do que em 2011 – distribuídas em 5.524 municípios.

    Promovida pelos ministérios da Educação e da Ciência, Tecnologia e Inovação, a Obmep é realizada pelo Instituto Nacional de Matemática Pura Aplicada (Impa) com o apoio da Sociedade Brasileira de Matemática. Participam da olimpíada alunos do sexto ao nono ano do ensino fundamental e das três séries do ensino médio.

    Alterações– A edição de 2012 tem novidades na premiação. A primeira mudança se refere ao aumento do número de estudantes convidados a participar do programa de iniciação científica júnior, com bolsa do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), que passa de 3,2 mil para 4,5 mil alunos. A segunda é o aumento do número de certificados de menção honrosa, de 30 mil para 46,2 mil; e a premiação será estendida a 1 mil professores.

    De acordo com Mercadante, o MEC estuda criar uma olimpíada do conhecimento, que reunirá as disciplinas de língua portuguesa, matemática, ciências e tecnologia da informação. A intenção, segundo o ministro, é colocá-la em prática em 2013. Para 2016, a proposta é tornar essa olimpíada internacional.

    Calendário– A Olimpíada deste ano segue o seguinte calendário: 5 de junho, aplicação das provas da primeira fase nas escolas; 26 de junho, último prazo para as escolas enviarem os cartões-resposta dos classificados para a segunda fase; 15 de agosto, divulgação dos classificados para a segunda fase e do local de realização das provas; 15 de agosto a 14 de setembro, período para as escolas indicarem, na página eletrônica da Obmep, os professores dos alunos classificados para a segunda fase; 15 de setembro, às 14h30 (horário de Brasília), provas da segunda fase; 30 de novembro, divulgação dos premiados na página eletrônica da olimpíada.

    Assessoria de Comunicação Social
  • Olimpíada Brasileira de Matemática das Escolas Públicas

    A olimpíada cria uma ambiente estimulante para o ensino e o aprendizado da matemática. Voltada para alunos e professores das escolas públicas, em 2008, na sua quarta edição, a olimpíada alcançou 5.593 municípios brasileiros, o que corresponde a 98,72% do total, com a inscrição de 40.377 escolas públicas. Participaram 18.317.779 alunos matriculados no ensino fundamental, no ensino médio e na educação de jovens e adultos. A meta é alcançar 19 milhões de alunos em 2009.

     

    Os alunos com os melhores desempenhos ao longo das fases do evento ganham bolsas de iniciação científica do CNPq e medalhas. Em 2008, foram 300 medalhas de ouro, 900 de prata e 1.800 de bronze, além de menção honrosa para 30 mil alunos. A escola estadual ou municipal com o maior número de pontos em seus respectivos estados – 27 escolas no total – também são premiadas. As instituições levam uma tevê e um aparelho de DVD, além de livros para a composição de uma biblioteca básica em matemática e ciências.

     

  • Olimpíada de matemática será avaliada em consulta pública

    Estudantes, professores, pais, gestores e o público terão a oportunidade de avaliar o impacto da Olimpíada Brasileira de Matemática das Escolas Públicas. A consulta pública será realizada entre 1º de agosto e 30 de setembro pela internet. Os ministérios da Educação e da Ciência e Tecnologia, promotores da avaliação, elaboraram perguntas específicas para cada público.


    Os ministérios querem saber dos alunos porque e como participaram, qual a avaliação que fazem da prova e se isso ajudou-os a melhorar o desempenho em outras disciplinas. Já aos professores, as perguntas são sobre o impacto na escola e no desempenho dos estudantes, na prática cotidiana do professor e nas atividades extraclasse. Cada questionário tem de quatro a cinco perguntas.


    Os participantes da consulta concorrem a uma viagem para visitar instituições de pesquisa e museus de ciência em cidades como Rio de Janeiro, São Paulo, Belém, Recife, Porto Alegre ou Brasília. Será sorteado um participante por categoria.


    A consulta pública tem dois objetivos: avaliar a contribuição da olimpíada nas escolas públicas e recolher informações que possam aprimorar a prova. A Olimpíada Brasileira de Matemática das Escolas Públicas, que está na 5ª edição, tem este ano 19,2 milhões de alunos inscritos. São estudantes da 5ª a 8ª séries (6º ao 9º ano) do ensino fundamental e das três séries do ensino médio.


    O calendário nacional de 2009 tem três datas: a primeira prova será em 18 de agosto; a segunda, em 24 de outubro; e a divulgação dos resultados em 11 de dezembro.


    Os questionários estão disponíveis na página eletrônica do Centro de Gestão e Estudos Estratégicos, organização social responsável pela consulta pública.

    Ionice Lorenzoni

    Confira o video sobre a Olimpíada de Matemática

  • Olimpíada de Matemática terá provas para 860 mil alunos

    Estudantes testam seus conhecimentos neste sábado, 11, em mais de 5 mil municípios. Foto: Wanderley Pessoa Neste sábado, 11, às 14h30 (horário de Brasília), mais de 862,9 mil estudantes da educação básica fazem as provas da segunda fase da 6ª Olimpíada Brasileira de Matemática das Escolas Públicas (Obmep). Os 8.474 centros de aplicação dos testes definidos pela coordenação da olimpíada estão distribuídos em 5.397 municípios.

    Participam desta etapa da Obmep alunos dos três níveis da educação básica. Nível um, estudantes do sexto ou do sétimo ano do ensino fundamental; nível dois, do oitavo ou nono ano do ensino fundamental; e nível três, alunos de qualquer série do ensino médio.

    As provas têm duração de três horas, tempo em que os alunos devem responder de seis a oito questões dissertativas. Ao entregar a prova ao fiscal da sala, o estudante deve apresentar os cálculos que fez e o raciocínio que empregou para solucionar os problemas. O resultado final será divulgado em 26 de novembro.

    Projeto de estímulo ao estudo da matemática, a olimpíada é voltada para as escolas públicas, estudantes e professores de todo o país. Para estimular a participação de escolas, professores e alunos, a Obmep produz e distribui materiais didáticos, oferece estágio aos professores premiados e a participação de alunos no Programa de Iniciação Científica Júnior (PIC). No PIC, medalhistas estudam matemática por um ano com bolsa de estudos do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq). A Obmep também prepara, a cada ano, cerca de 30 medalhistas de ouro para competições internacionais.

    Recomendações– Conferir com antecedência o local onde vai fazer a prova e chegar com uma hora de antecedência são as recomendações dos organizadores da 6ª Obmep. Locais, endereços, tipos de testes e demais informações podem ser consultados na página eletrônica da olimpíada.

    Promovida pelos ministérios da Educação e de Ciência e Tecnologia, a Obmep é realizada pelo Instituto Nacional de Matemática Pura Aplicada (Impa) e pela Sociedade Brasileira de Matemática. No conjunto, a Obmep 2010 recebeu 19,6 milhões de inscrições de alunos de 44,7 mil escolas dos 26 estados e do Distrito Federal, que fizeram as provas da primeira etapa.  

    Ionice Lorenzoni


    Confira a evolução dos números da Obmep desde 2005
  • Prêmio de matemática valerá bolsa de iniciação científica

    Estudantes universitários que receberam medalhas de ouro, prata ou bronze em alguma edição da Olimpíada Brasileira de Matemática (OBM) ou da Olimpíada Brasileira de Matemática das Escolas Públicas (Obmep), podem concorrer a bolsas de iniciação científica. A bolsa é um incentivo ao estudo avançado em matemática durante a graduação ou em mestrado concomitante. As inscrições podem ser feitas até 29 de abril.

    O Programa de Iniciação Científica e Mestrado (Picme), coordenado pelo Instituto de Matemática Pura e Aplicada (Impa), oferece bolsas com duração de 12 meses, com possibilidade de renovação por mais um ano. Alunos da graduação recebem bolsas do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), que é uma agência do Ministério de Ciência, Tecnologia e Inovação; os que cursam mestrado, da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), autarquia do MEC.

    Para se candidatar, o estudante deve atender dois pré-requisitos: estar matriculado em curso superior em qualquer área do conhecimento e ser medalhista da OBM ou da Obmep. Deve, ainda, procurar uma instituição pública ou privada recomendada pela Capes e que esteja próxima ao local onde reside ou faz a graduação, porque a formação é presencial.

    A Capes recomenda 38 programas que são desenvolvidos por 31 instituições de ensino superior distribuídas em 18 estados da Federação. O Picme teve início em março de 2009 e atualmente distribui 650 bolsas de iniciação científica; em mestrados avançados em matemática, o programa tem 25 bolsistas.

    Ionice Lorenzoni

    Conheça o Picme, veja a relação das instituições e acesse a ficha de inscrição.

  • Rede Federal é destaque na Olimpíada de Matemática

    A Rede Federal de Educação Profissional e Tecnológica se destacou na Olimpíada Brasileira de Matemática nas Escolas Públicas (Obmep). Entre os premiados com medalha de ouro do ensino médio, 22 são estudantes da rede, que também obteve outras dezenas de premiados com medalhas de prata e bronze.

    No Rio Grande do Norte, por exemplo, o instituto federal obteve o melhor resultado entre as escolas públicas potiguares, ficando com 27 das 33 conquistadas pelo estado - três de ouro, cinco de prata e 19 de bronze. O resultado foi recebido com alegria pelos servidores da instituição. “É muito gratificante para a gente ver o desenvolvimento desses jovens e o potencial que eles têm de um futuro brilhante”, comemorou o reitor Belchior de Oliveira Rocha.

    Responsável pela preparação dos alunos do Campus Natal-Central, o professor de matemática Antônio Roberto da Silva, se impressionou com o resultado. “Isto significa que nossos alunos estão entre os 400 melhores estudantes de escolas públicas do país”, disse. A surpresa do professor se justifica levando-se em consideração o número de participantes da olimpíada. Foram 19,2 milhões de estudantes da quinta à oitava série (sexto ao nono ano) do ensino fundamental e das três séries do ensino médio. Eles representaram 43,8 mil escolas de 99,1% dos municípios brasileiros.

    Prêmio- Os vencedores da olimpíada receberão a premiação em cerimônia prevista para março do próximo ano. A quinta edição da Obmep vai premiar 300 estudantes com medalhas de ouro, 900 com prata e 1,8 mil com bronze. Para o professor Roberto, no entanto, a maior gratificação é prever o futuro de seus estudantes. “O que mais arrepia é descobrir a origem humilde destes jovens com futuro brilhante. É por este e por outros motivos que, em sala de aula, muitas vezes me sinto um estudante”, conclui o professor.

    Os três mil medalhistas serão convidados a participar do programa de iniciação científica da olimpíada, com direito à bolsa de iniciação científica júnior do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq). Os professores dos estudantes vencedores, as escolas em que estes estudam e as secretarias de educação também receberão prêmios. Coleções de livros e vídeos, conjuntos de material esportivo e troféus estão entre os materiais.

    Assessoria de Imprensa da Setec
  • Sul-rio-grandense quer brilhar na Olimpíada de Matemática

    Desde 2005, quando foi criada, a Olimpíada Brasileira de Matemática das Escolas Públicas (Obmep) vem sendo levada a sério pelo Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia Sul-rio-grandense. Para a sexta edição do evento, cujas provas da primeira fase serão aplicadas nesta terça-feira, 8, a instituição de ensino montou uma sala especial para o treinamento dos alunos, com computador, impressora, quadro branco e acesso à internet.

    O investimento é para garantir a melhor participação do instituto dos últimos cinco anos. Ao menos é essa a meta do Instituto Sul-rio-grandense, segundo o professor Rony Soares Jr., coordenador de projetos culturais do campus Pelotas. “Os alunos poderão utilizar a sala em diversos horários, e, até o final do semestre, aguardaremos a contratação de um estagiário do curso de licenciatura em matemática para acompanhar os estudos”, detalha.

    Localizada no pavilhão Caldela do campus Pelotas, a sala especial é também um espaço para a solução de dúvidas e troca de experiências. A expectativa do reitor Antônio Carlos Barum Brod é de que a participação de 2010 na olimpíada entre para a história. “Queremos fazer a diferença na Obmep 2010”, afirma.

    O instituto esteve representado em todas as cinco edições da Olimpíada. O melhor desempenho foi em 2007, quando somou 44 pontos. Foram uma medalha de prata, quatro de bronze e 28 menções honrosas. O único ouro veio em 2005, primeiro ano da competição.

    Em 2009, mais de 19 milhões de estudantes de todo o país participaram da olimpíada, promovida pelos ministérios da Ciência e Tecnologia e da Educação e realizada pelo Instituto Nacional de Matemática Pura Aplicada (Impa) e pela Sociedade Brasileira de Matemática.

    Assessoria de Imprensa da Setec



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