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  • Luiz Felipe Lins utilizou a Olimpíada Brasileira de Matemática das Escolas Públicas para inspirar estudantes


    Bianca Estrella, do Portal MEC

    Os 25 anos de sala de aula deixam claro que Luiz Felipe Lins tomou a decisão certa. O carioca, professor de matemática, viu na Olimpíada Brasileira de Matemática das Escolas Públicas (Obmep) uma oportunidade para descobrir talentos. O resultado são mais de 400 alunos premiados com medalhas ou menções honrosas na competição desde 2007.

    Luiz Felipe Lins leciona para 300 estudantes no estado do Rio de Janeiro. A Escola Municipal Francis Hime, no bairro da Taquara, é onde os alunos têm o prazer de aprender a temida matemática usando o raciocínio lógico. Para alcançar os resultados positivos, o professor foi além. Passou a oferecer preparação específica para a Olimpíada aos sábados.  

    “A maioria das ações para crianças carentes são nas áreas de esporte e artes e isso é muito válido, mas meu sonho era descobrir outros talentos para que as crianças não ficassem predestinadas [...] Conseguimos dois ouros no ano passado e eu até chorei com esse resultado porque é muito difícil, mas as crianças se superam e alcançam coisas que nem nós imaginamos”, disse. Em 2019, os encontros reuniram um total de 120 estudantes interessados em estudar e resolver os desafios propostos pela Obmep.

    As conquistas não se resumem apenas à competição. Com orgulho, Luiz Felipe contou como a matemática transforma vidas. “Essa semana vou para a formatura do aluno Marlon Carvalho, que participou da Obmep e está se formando em Matemática Aplicada pela Fundação Getúlio Vargas”, relatou. O ex-aluno foi quatro vezes medalhista na Olimpíada e recebeu prêmios em diversas competições matemáticas. Seu desempenho lhe garantiu bolsas de estudo no ensino médio e a opção de escolher por instituições de ensino superior.

    O professor lembrou que não escolheu a matemática pela emoção. “Queria ser professor, mas não sabia em qual área. Sabia que tinha muitos empregos na matemática. Não era apaixonado pela matemática, mas pela educação”, relatou.

    O docente afirma que não deseja que seus ex-alunos sejam matemáticos. Para ele, o importante é despertar a capacidade de resolver problemas. “A Obmep é um pretexto para motivar a garotada”, disse. Quando perguntado sobre o que a matemática representa em sua vida, o professor sintetizou: “uma oportunidade de transformar vidas”. 

    Obmep 2020 – As inscrições para a 16ª Olimpíada Brasileira de Matemática das Escolas Públicas (Obmep) 2020 estão abertas e seguem até 20 de março. Criada em 2005, a Obmep tem o objetivo de estimular o estudo da matemática, identificar jovens talentos na área e contribuir para a melhoria da educação básica. A competição é destinada a estudantes do 6º ano do ensino fundamental a 3ª série do ensino médio.

  • Com 5.561 municípios inscritos, número é recorde

    As provas da 16ª edição da Olimpíada Brasileira de Matemática das Escolas Públicas (Obmep) já têm datas definidas. A primeira será em 22 de setembro de 2020 e a segunda, em 27 de março de 2021. 

    A divulgação dos estudantes classificados para a segunda fase será em 4 de novembro deste ano. Os locais de prova da segunda etapa serão definidos em 24 de fevereiro de 2021. Os premiados serão anunciados em 15 de junho do próximo ano. 

    A Obmep 2020 registrou 5.561 municípios inscritos, número recorde, com seis a mais do que em 2019. A Olimpíada alcançará 99,84% das cidades brasileiras. Um total de 17.729.451 alunos, de 51.932 escolas municipais, estaduais, federais e privadas, participará. 

    As provas serão realizadas em duas fases. A divisão é pelo grau de escolaridade: Nível 1 (6º e 7º anos do ensino fundamental), Nível 2 (8º e 9º anos) e Nível 3 (ensino médio). Serão distribuídas 7.475 medalhas para os participantes. Para os alunos de escolas públicas, são 500 de ouro, 1.500 de prata e 4.500 de bronze; para os estudantes de instituições particulares, 75 medalhas de ouro, 225 de prata e 675 de bronze. 

    Todos os medalhistas da Obmep são convidados para o Programa de Iniciação Científica (PIC Jr.), como incentivo e promoção do desenvolvimento acadêmico. Os alunos da rede pública premiados recebem bolsa de Iniciação Científica Jr. do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), no valor de R$ 100 por mês. Medalhistas da rede particular poderão participar do PIC Jr. como ouvintes. Os premiados que ingressarem na graduação poderão concorrer ainda a vagas do Programa de Iniciação Científica e Mestrado (PICME), com bolsa de R$ 400 de Iniciação Científica do CNPq. 

    Além de contribuir para estimular o estudo da matemática no país, a competição tem como objetivo identificar jovens talentosos e promover inclusão social por meio da difusão do conhecimento. Criada pelo Instituto de Matemática Pura e Aplicada (Impa) em 2005, a Obmep é realizada com o apoio da Sociedade Brasileira de Matemática (SBM) a partir de recursos dos ministérios da Educação (MEC) e da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC). 

    Confira o calendário completo:

    Inscrições: de 10 de fevereiro a 20 de abril de 2020.

    Emissão e pagamento dos boletos (escolas privadas): 21 a 26 de abril de 2020.

    Prova, 1ª fase: 22 de setembro de 2020.

    Envio de cartões-resposta para alunos classificados para a 2ª fase: 23 de setembro a 6 de outubro de 2020.

    Divulgação dos classificados para a 2ª fase: 4 de novembro de 2020.

    Solicitação, pelas escolas, de tratamento especial: 9 de novembro a 10 de dezembro de 2020.

    Indicação, pelas escolas, na página da Obmep, dos professores e alunos classificados para a 2ª fase: 11 de novembro de 2020 a 19 de janeiro de 2021.

    Divulgação dos locais de provas: 24 de fevereiro de 2021.

    Solicitação, pelas escolas, de prova em trânsito e transferência: 25 de fevereiro a 12 de março de 2021.

    Prova, 2ª fase: 27 de março de 2021.

    Divulgação dos premiados: 15 de junho de 2021.

    Assessoria de Comunicação Social, com informações do Impa

  • A Rede Federal de Educação Profissional e Tecnológica se destacou na Olimpíada Brasileira de Matemática nas Escolas Públicas (Obmep). Entre os premiados com medalha de ouro do ensino médio, 22 são estudantes da rede, que também obteve outras dezenas de premiados com medalhas de prata e bronze.

    No Rio Grande do Norte, por exemplo, o instituto federal obteve o melhor resultado entre as escolas públicas potiguares, ficando com 27 das 33 conquistadas pelo estado - três de ouro, cinco de prata e 19 de bronze. O resultado foi recebido com alegria pelos servidores da instituição. “É muito gratificante para a gente ver o desenvolvimento desses jovens e o potencial que eles têm de um futuro brilhante”, comemorou o reitor Belchior de Oliveira Rocha.

    Responsável pela preparação dos alunos do Campus Natal-Central, o professor de matemática Antônio Roberto da Silva, se impressionou com o resultado. “Isto significa que nossos alunos estão entre os 400 melhores estudantes de escolas públicas do país”, disse. A surpresa do professor se justifica levando-se em consideração o número de participantes da olimpíada. Foram 19,2 milhões de estudantes da quinta à oitava série (sexto ao nono ano) do ensino fundamental e das três séries do ensino médio. Eles representaram 43,8 mil escolas de 99,1% dos municípios brasileiros.

    Prêmio- Os vencedores da olimpíada receberão a premiação em cerimônia prevista para março do próximo ano. A quinta edição da Obmep vai premiar 300 estudantes com medalhas de ouro, 900 com prata e 1,8 mil com bronze. Para o professor Roberto, no entanto, a maior gratificação é prever o futuro de seus estudantes. “O que mais arrepia é descobrir a origem humilde destes jovens com futuro brilhante. É por este e por outros motivos que, em sala de aula, muitas vezes me sinto um estudante”, conclui o professor.

    Os três mil medalhistas serão convidados a participar do programa de iniciação científica da olimpíada, com direito à bolsa de iniciação científica júnior do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq). Os professores dos estudantes vencedores, as escolas em que estes estudam e as secretarias de educação também receberão prêmios. Coleções de livros e vídeos, conjuntos de material esportivo e troféus estão entre os materiais.

    Assessoria de Imprensa da Setec
  • Inscrições podem ser realizadas até 20 de março


    Bianca Estrella, do Portal MEC

    As inscrições para a 16ª Olimpíada Brasileira de Matemática das Escolas Públicas (Obmep) já estão abertas. As escolas são as responsáveis por inscrever os estudantes na competição. Mas como os alunos podem solicitar que a escola os inscreva?

    De acordo com o Instituto de Matemática Pura e Aplicada (Impa), organizador da competição, o aluno deve procurar os responsáveis pela escola — diretor, coordenador pedagógico ou professor de matemática — para informar sobre o interesse em participar. Outra dica é conversar com pais ou responsáveis para que eles consultem a escola.

    A inscrição das escolas é feita somente no site da Obmep. Cada escola indicará, no momento da inscrição, o número total de alunos para cada nível da Olimpíada. As escolas podem inscrever quantos alunos desejarem.

    Para as escolas públicas, a inscrição é gratuita. Para as privadas, a adesão será feita mediante pagamento de uma taxa que varia de acordo com o número de alunos inscritos. Confira os valores no regulamento do prêmio.

    As inscrições para a Obmep 2020 seguem até 20 de março.

    Olimpíada – Criada em 2005, a Obmep tem o objetivo de estimular o estudo da matemática, identificar jovens talentos na área e contribuir para a melhoria da educação básica. A competição é destinada a estudantes do 6º ano do ensino fundamental a 3ª série do ensino médio.

    Em 2019, a 15ª edição da Obmep registrou mais de 18 milhões de alunos inscritos, de 54,8 mil escolas. Um total de 99,71% dos municípios brasileiros teve ao menos um jovem concorrendo. A premiação concedeu 575 medalhas de ouro, 1.725 medalhas de prata, 5.175 de bronze e 51,9 mil menções honrosas.

    A Olimpíada é realizada pelo Instituto de Matemática Pura e Aplicada (Impa) e promovida pelos ministérios da Educação (MEC) e da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC). A Sociedade Brasileira de Matemática (SBM) também apoia a competição.

  • Desde 2005, quando foi criada, a Olimpíada Brasileira de Matemática das Escolas Públicas (Obmep) vem sendo levada a sério pelo Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia Sul-rio-grandense. Para a sexta edição do evento, cujas provas da primeira fase serão aplicadas nesta terça-feira, 8, a instituição de ensino montou uma sala especial para o treinamento dos alunos, com computador, impressora, quadro branco e acesso à internet.

    O investimento é para garantir a melhor participação do instituto dos últimos cinco anos. Ao menos é essa a meta do Instituto Sul-rio-grandense, segundo o professor Rony Soares Jr., coordenador de projetos culturais do campus Pelotas. “Os alunos poderão utilizar a sala em diversos horários, e, até o final do semestre, aguardaremos a contratação de um estagiário do curso de licenciatura em matemática para acompanhar os estudos”, detalha.

    Localizada no pavilhão Caldela do campus Pelotas, a sala especial é também um espaço para a solução de dúvidas e troca de experiências. A expectativa do reitor Antônio Carlos Barum Brod é de que a participação de 2010 na olimpíada entre para a história. “Queremos fazer a diferença na Obmep 2010”, afirma.

    O instituto esteve representado em todas as cinco edições da Olimpíada. O melhor desempenho foi em 2007, quando somou 44 pontos. Foram uma medalha de prata, quatro de bronze e 28 menções honrosas. O único ouro veio em 2005, primeiro ano da competição.

    Em 2009, mais de 19 milhões de estudantes de todo o país participaram da olimpíada, promovida pelos ministérios da Ciência e Tecnologia e da Educação e realizada pelo Instituto Nacional de Matemática Pura Aplicada (Impa) e pela Sociedade Brasileira de Matemática.

    Assessoria de Imprensa da Setec



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  • Obmep Nível A abre oportunidade para alunos de escolas públicas municipais, estaduais e federais

    Luciano Marques, do Portal MEC

    Termina nesta quinta-feira, 10 de outubro, o prazo para as inscrições na Olimpíada Brasileira de Matemática das Escolas Públicas (Obmep) Nível A. A prova é voltada para alunos do 4º e 5º anos matriculados em escolas públicas municipais, estaduais e federais.

    Segundo o diretor-ajunto do Instituto de Matemática Pura e Aplicada (Impa) e coordenador-geral da Olimpíada, Claudio Landim, a competição estimula o estudo e ajuda a identificar talentos precocemente. “A prova da Obmep permite detectar alunos desde muito cedo com talento para a Matemática. [...] É um evento nacional que atrai alunos de todos os cantos do país”, destaca.

    Desde o ano passado, a olimpíada conta com a versão para esses anos do ensino fundamental, a chamada Obmep Nível A. No primeiro ano de sua realização, a edição em caráter experimental contou com a participação de mais de 1,5 milhão de alunos de 20 mil escolas de todo o Brasil.

    Para 2019, uma novidade: a prova contará com 15 questões, cinco a menos que no ano anterior. “Nós diminuímos o número de questões após o retorno dos professores, que acharam a prova muito longa. É justo, uma vez que são alunos do 4º e 5º anos, ou seja, crianças ainda bem pequenas”, explicou o diretor.

    Assim como a edição Obmep para alunos do 6º ano ao 3º ano do Ensino Médio, essa etapa também é promovida pelo Impa, com apoio do Ministério da Educação (MEC), da Sociedade Brasileira de Matemática (SBM) e do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC).

    As inscrições são gratuitas e deverão ser feitas em nome das escolas, exclusivamente pelas Secretarias de Educação Municipais e Estaduais ou pelos representantes das escolas federais. Os gestores devem acessar o link enviado por e-mail pelo Impa e preencher a ficha de inscrição.

    Caso a Secretaria de Educação não receba o e-mail, é preciso entrar em contato com a Obmep pelo e-mail: Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo..

    Prova – Com 15 questões objetivas, a prova é elaborada pelo Impa e aplicada nas escolas inscritas em 29 de outubro. A duração da prova é de 1h30. Na Obmep Nível A, o Impa responde pela parte acadêmica e as Secretarias de Educação pela logística de aplicação, correção das provas e eventuais premiações.

    O conteúdo das questões segue os parâmetros curriculares nacionais para alunos de 4º e 5º ano do ensino fundamental. A abordagem foca no raciocínio lógico e na criatividade.

    A olimpíada tem como objetivo estimular o estudo da Matemática, contribuir para a melhoria da qualidade da Educação Básica, identificar jovens talentos, promover inclusão social e incentivar o aperfeiçoamento dos professores.

  • Prova é destinada a estudantes do 6º ano do ensino fundamental ao 3º ano do ensino médio

    Luciano Marques, do Portal MEC

    A Olimpíada Brasileira de Matemática das Escolas Públicas (OBMEP) de 2019 entra em sua segunda fase neste sábado, 28 de setembro. Cerca de um milhão de alunos de escolas públicas e privadas de todo o Brasil farão a prova a partir das 14h30 (horário de Brasília).

    Para conferir a classificação para esta fase e descobrir onde será aplicada a prova, o candidato deve acessar a página da OBMEP.

    A 15ª edição da Olimpíada, que tem como tema os povos indígenas, bateu recordes: foram 54.830 escolas inscritas, distribuídas em 99,71% dos municípios brasileiros. Na primeira fase, a Obmep 2019 contou com a inscrição de 18,1 milhões de estudantes de 54.831 escolas públicas e privadas.

    “A prova da OBMEP permite detectar alunos com talento para a Matemática. Uma premiação na olimpíada abre portas”, destaca Claudio Landim, diretor-adjunto do Impa e coordenador-geral da competição.

    A iniciativa é realizada pelo Instituto de Matemática Pura e Aplicada (Impa), em parceria com o Ministério da Educação (MEC) e o Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC). A Sociedade Brasileira de Matemática (SBM) apoia a competição.

    O foco da OBMEP são estudantes do 6º ano do ensino fundamental ao 3º ano do ensino médio e premia separadamente alunos de escolas públicas e privadas. Aos primeiros serão concedidas 6.500 medalhas (500 ouros, 1.500 pratas e 4.500 bronzes) e até 46.200 certificados de menção honrosa. Estudantes de instituições particulares receberão 975 medalhas (75 ouros, 225 pratas e 675 bronzes) e até 5.700 certificados de menção honrosa.

    Os premiados com medalha de ouro, prata ou bronze serão convidados a participar do Programa de Iniciação Científica (PIC Jr.), do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq). O objetivo é incentivar e promover o desenvolvimento acadêmico dos participantes. A divulgação dos vencedores está prevista para 3 de dezembro, segundo o Impa.

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