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  • Censo aponta grande aumento do número de matrículas e cursos

    Com a matrícula de 728 mil alunos em 2008, a educação a distância mostra um crescimento de 96,9% em relação a 2007, quando seu número mal superava 369 mil. Este é um dos índices registrados pelo Censo da Educação Superior em relação a essa modalidade de ensino, que comemora nesta sexta-feira, 27, o seu dia nacional.

    O censo aponta aumento expressivo no número de ingressos, matrículas, concluintes e oferta de cursos. Para o presidente do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep), Reynaldo Fernandes, a expansão da educação a distância é um fenômeno mundial.

    “Esses dados mostram a ampliação do ingresso no ensino superior para um público que, por estar distante dos grandes centros, tem dificuldades de acesso à educação”, afirma Fernandes.

    O número de cursos a distância passou de 408, em 2007, para 647, em 2008, de acordo com o censo. Fernandes avalia que a ampliação, apesar de se destacar em relação a outras modalidades, não foi excessiva. “A educação a distância cresce tanto no Brasil quanto em outros países, porque é uma forma de acesso à educação. No Exame Nacional de Desempenho de Estudantes (Enade), os alunos dessa modalidade têm avaliação igual ou superior aos da graduação presencial”, observa.

    A secretária de Educação Superior do MEC, Maria Paula Dallari Bucci, destacou que o aumento da oferta de vagas em cursos de graduação se deve à Universidade Aberta do Brasil (UAB), instrumento de formação de professores, criado pelo MEC em 2005. Nos últimos três anos, foram investidos cerca de R$ 760 milhões em 556 polos, em parceria com universidades, institutos federais de educação profissional e tecnológica, municípios e estados.

    Outro ponto salientado pela secretária foi a garantia de qualidade por meio do trabalho de supervisão. “A Secretaria de Educação a Distância (Seed) tem feito supervisão nas instituições que ofertam a modalidade e inclusive descredenciou uma, a Universidade do Tocantins (Unitins), que não atendia as exigências de qualidade do MEC”, disse.

    A Seed já submeteu a supervisão 38 instituições que oferecem cursos a distância, o que corresponde a 68% dos estudantes da modalidade. Até o momento, 12 assinaram termos de saneamento, quatro estão com notas técnicas sendo preparadas, seis em análise e 15 em fase de visitas.

    Rafania Almeida
  • Concurso escolhe profissionais para atuar como orientadores

    A partir desta segunda-feira, 8, até 2 de julho, estão abertas as inscrições para o concurso que vai selecionar 96 profissionais de diversas áreas para atuarem como orientadores acadêmicos nos polos de apoio presencial do Sistema Universidade Aberta do Brasil (UAB), órgão da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes).


    As vagas são para as áreas de biologia (25), matemática (30), física (25) e química (16), distribuídas pelos estados do Amazonas, Amapá, Maranhão, Pará, Piauí, Rondônia e Tocantins. Os contratos terão duração máxima de quatro anos, prorrogáveis por até um ano.


    Para se candidatar é necessário ter título de mestrado nas respectivas áreas e não ter sido contratado nos últimos 24 meses para serviço temporário. A inscrição deverá ser efetuada exclusivamente pela internet. As provas serão aplicadas no dia 9 de agosto de 2009, nas cidades de Belém, Brasília, Macapá, Manaus, Palmas, Porto Velho, Rio de Janeiro, São Luís e Teresina.


    O processo seletivo tem duas etapas: na primeira, são aplicadas provas objetivas de conhecimentos gerais; na segunda, os candidatos respondem a três questões discursivas sobre os conhecimentos específicos das áreas.


    Os selecionados vão atuar como orientadores acadêmicos nos polos de apoio presencial da UAB, em regime de tempo integral. Suas atividades serão as de coordenar atividades pedagógico-acadêmicas de ensino, pesquisa e extensão, e auxiliar os estudantes nas disciplinas do curso. O salário é de R$ 6.130,00. Mais informações na página eletrônica da UAB.

    Assessoria de Imprensa da Capes

  • Cursos a distância contribuem para formação de professores

    Os cursos na modalidade de educação a distância representam 48% do total das 331.607 mil vagas oferecidas nas universidades e institutos federais para formação de professores em todo o país. O assunto foi tema do 22º Encontro Nacional do Fórum de Pró-reitores de Graduação (Forgrad), realizado nesta terça-feira, 9, na Universidade Federal de Goiás (UFG).  


    “A educação a distância já tem desempenhado papel fundamental na democratização do ensino superior brasileiro, temos excelentes projetos pedagógicos”, disse o secretário de Educação a Distância do Ministério da Educação, Carlos Eduardo Bielschowsky. Durante sua palestra, apresentou o crescimento da modalidade, a supervisão dos cursos que é feita pelo MEC, o primeiro Plano Nacional de Formação de Professores e a Universidade Aberta do Brasil (UAB). 


    O plano de formação, uma parceria do governo federal com estados, municípios, institutos federais e universidades, oferecerá gratuitamente cursos presenciais e a distância a professores que não possuem graduação ou atuem em áreas diferentes da sua formação inicial. Também haverá vagas para formação pedagógica.


    Bielschowsky explicou que o professor fará sua pré-inscrição na Plataforma Paulo Freire, um sistema criado pelo MEC, especialmente para que o professor tenha todo o currículo disponível na internet. Ao todo são 157.880 vagas para cursos a distância de primeira licenciatura, segunda licenciatura (oferta para professores que atuam em áreas diferentes da sua formação inicial) e para formação pedagógica, em áreas como biologia, física, matemática, filosofia, letras, entre outras, dependendo da necessidade de cada estado. 


    O secretário destacou ainda a importância do trabalho de supervisão que o MEC vem fazendo nos cursos. “Sabemos que algumas instituições cresceram e precisam se adequar aos referenciais de qualidade para formar bons profissionais”, afirmou. 


    A presidente do Forgrad, Sandramara Chaves, pró-reitora de graduação da UFG, diz que a formação de professores e a avaliação da graduação são dois pontos de interesse de debate. “É um tema que mobiliza e traz muita expectativa para os pró-reitores, pelo fato de todas as instituições de diferentes naturezas jurídicas vivenciarem esses processos”, disse.


    A pró-reitora afirmou que ainda há preconceito em relação à modalidade a distância, mas que o principal problema é o desconhecimento. “É necessário inserir na comunidade acadêmica a discussão dos projetos pedagógicos dos cursos a distância, assim como já é feito com os cursos presenciais, e mostrar o rigor e as exigências que a modalidade a distância também possui”, explicou.    


    O 22º Encontro Nacional do Forgrad reúne 180 pessoas, entre pró-reitores e outros representantes de instituições de ensino superior do país. Neste ano, o tema escolhido para o encontro foi “A expansão do ensino superior brasileiro: contextos, desafios e possibilidades”. O evento será encerrado nesta terça-feira.

    Adriane Cunha

  • Cursos a distância transmitem conhecimento como presenciais

    Alunos de cursos de educação a distância enfrentam mais obstáculos, mas adquirem conhecimento de forma semelhante aos estudantes de cursos convencionais. Esta foi uma das conclusões apresentadas na noite desta segunda-feira, 23, durante a abertura do 1º Encontro Internacional do Sistema Universidade Aberta do Brasil (UAB), em Brasília.

    A necessidade de um acompanhamento rigoroso sobre a qualidade dos cursos também foi outro tema abordado pelos representantes do Ministério da Educação e da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes).

    O presidente da Capes, Jorge Almeida Guimarães, enfatizou o papel da formação de professores da educação básica, realizada pela UAB, no desenvolvimento científico do país. Para ele, o próximo salto só pode acontecer quando jovens em idade estudantil tiverem professores qualificados em sua formação básica.

    Entre as ações previstas para o próximo ano, está o início de um processo de avaliação que vai levar em conta a estrutura das instalações e os níveis de interatividade e de autonomia dos estudantes.

    “Nosso desafio é adaptar as instituições para um modelo de ensino dual. No futuro, essa fronteira entre ensino presencial e a distância não fará sentido”, previu o diretor de educação a distância da Capes, Celso Costa. Há também a perspectiva de que o programa tenha mil polos, ou seja, um a cada 100 km.

    Já o secretário de Educação a Distância do MEC, Carlos Bielschowsky, lembrou que o ministério encontrou casos de instituições que terceirizam a educação a distância. “Isso é inadmissível. A expansão tem um limite: o contato entre professor e aluno não pode se perder”, afirma.

    Encontro– O evento reúne cerca de 600 coordenadores e tutores do sistema para discutir os desafios e propostas para a educação a distância no país, e conta com a participação de estudiosos em educação de três países.

    A programação segue nesta terça-feira, 24, com apresentações de trabalhos, palestra do conselheiro de educação da embaixada da Espanha, Jesus Martin Cordero, que faz apresentação e participa de debate sobre material didático. Os trabalhos se encerram com mesa-redonda sobre gestão de polos.

    Assessoria de Comunicação da Capes

    Mais informações na página do evento.
  • Programa da Capes ajuda a ambientar alunos do sistema Universidade Aberta

    A Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), autarquia vinculada ao MEC, identificou que, ao ingressarem nos cursos do Sistema Universidade Aberta do Brasil (UAB), muitos estudantes apresentam dificuldades para acompanhar as disciplinas, principalmente por deficiências em língua portuguesa e matemática.

    Com foco nesse público, a Capes estruturou o Programa Acolhimento UAB. É um importante reforço para os alunos estudarem de acordo com a metodologia diferenciada da educação a distância adotada pelo sistema UAB, que exige novos hábitos e rotina, além do intenso uso de recursos tecnológicos.

    O diretor de Educação a Distância e Formação de Professores da Educação Básica da Capes, Carlos Lenuzza, destaca que o programa atua para que o estudante em primeiro contato com o UAB tenha uma ambientação na sua atividade. “Esperamos que o aluno que está chegando tenha uma oportunidade, sem cobrança de nota e provas, mas focado na sua atividade e adaptação, para que futuramente possa desenvolver as atividades do seu curso com maior desempenho”, explica.

    Módulos – O Acolhimento UAB será composto por três módulos, a serem oferecidos pela Universidade Federal de Goiás (UFG): matemática, português e Tecnologias da Informação e Comunicação (TIC). Juntos, esses módulos somam 180 horas, caracterizando a classificação do programa como curso de extensão universitária. Tão logo sejam concluídos os estudos e realizadas as respectivas avaliações, os certificados serão expedidos automaticamente.

    O professor Gilson Barreto, coordenador do Laboratório de Tecnologia e Mídias Educacionais (LabTime), da UFG, conta que, desde quando surgiu a ideia do programa, foi identificada a importância de produzir um material que permitisse aos alunos uma experiência prévia de formação a distância.

    “A proposta do acolhimento é disponibilizar para esses alunos um contato com a língua portuguesa, em nível de revisão ou apropriação da escrita de textos e leitura; e da linguagem matemática, desde os fundamentos e os princípios e das tecnologias da informação”, destaca.

    “Boa parte do nosso público-alvo está afastado há algum tempo dos estudos, pois não tinha a perspectiva de fazer um curso superior”, pontua a coordenadora da UAB na UFG, Marília Goyaz. “Esse programa de acolhimento dá a esses alunos a possibilidade de serem introduzidos nessa modalidade de ensino de uma forma mais suave ou amigável”.

    Quem já se inscreveu para o Acolhimento UAB deve procurar, junto à coordenação de seu curso, orientações sobre como proceder, para dar início às aulas de ambientação.

    Clique aqui para conhecer mais sobre o programa e sobre o sistema UAB, que, atualmente, tem mais de 220 mil estudantes matriculados.

    Assessoria de Comunicação Social

  • Projetos de jogos virtuais pré-selecionados são divulgados

    A Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), autarquia do Ministério da Educação, divulgou nesta segunda-feira, 12, o resultado preliminar do edital de Fomento à Inovação na temática de jogos virtuais. Foram selecionados 11 projetos. Os jogos educacionais selecionados são voltados a cursos de licenciatura e terão o valor máximo de financiamento de R$ 100 mil.

    Os jogos devem levar em consideração a faixa etária do público-alvo para o desenvolvimento adequado do conteúdo. Entre as características solicitadas pela chamada, estão a possibilidade de adaptar o jogo para várias disciplinas; o design voltado tanto para computadores quanto dispositivos móveis, em suas diferentes plataformas; opções de acessibilidade e inclusão.

    Os projetos selecionados são de instituições de educação superior pertencentes ao programa Universidade Aberta do Brasil (UAB). O gerenciamento dos projetos será de responsabilidade do coordenador da UAB ou do coordenador adjunto da UAB em cada instituição.

    UAB – Criada em 2005, a Universidade Aberta do Brasil é uma rede formada por instituições públicas que oferece cursos de nível superior por meio de educação a distância. A prioridade da UAB é ofertar formação para pessoal atuante na educação básica – professores, gestores e colaboradores – mas existem ofertas de formação para o público em geral. O Sistema UAB é coordenado pela Diretoria de Educação a Distância (DED) da Capes.

    Confira o resultado preliminar do edital

    Conheça a Universidade Aberta do Brasil

    Assessoria de Comunicação Social, com informações da Capes

  • Universidade Aberta do Brasil inaugura dois pólos no DF

    08/3/2009 - Estudantes do Distrito Federal já podem se inscrever em cursos de graduação a distância. Na última segunda-feira, 16, foram inaugurados dois pólos da Universidade Aberta do Brasil em Ceilândia e em Santa Maria. Com base nas carências encontradas nos municípios, serão ofertados os cursos de biologia, geografia e letras.


    Ao todo, estão sendo oferecidas 139 vagas pela Universidade de Brasília (UnB). No pólo de Ceilândia, os estudantes poderão cursar biologia, que dispõe de 39 vagas, e letras, com 48 vagas. Já na sucursal de Santa Maria, o curso oferecido é o de geografia, com 52 vagas.


    Os alunos marcaram presença na aula inaugural dos dois pólos, realizada em conjunto no pólo de Ceilândia. Além deles, participaram da cerimônia o diretor de educação a distância da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), Celso Costa, o governador do Distrito Federal, José Roberto Arruda, o secretário de ciência e tecnologia do DF, Izalci Lucas, o vice-reitor da Universidade de Brasília, professor João Batista, entre outras autoridades do Distrito Federal.


    Na cerimônia, Celso Costa fez uma explanação sobre o sistema Universidade Aberta do Brasil, além de comentar a relevância dos pólos de Ceilândia e de Santa Maria. “É justamente nos pólos que os alunos encontram toda a infra-estrutura necessária para fazer um bom curso”, destacou. Lá, os estudantes podem realizar as atividades de tutoria presencial, laboratórios, teleaulas e avaliações, como provas e exames. Já o governador do DF disse estar convencido da importância da educação a distância. “Quanto mais aberta a universidade, mais democrática ela é”, afirmou.


    UAB – Hoje existem 562 pólos da UAB distribuídos pelo país. Até junho de 2009, serão selecionados mais 250 novos pólos de apoio presencial, através da articulação dos fóruns estaduais, no âmbito do Plano de Ações Articuladas (PAR). E a meta é implementar entre 850 e 900 pólos até agosto de 2010.


    Saiba mais sobre o assunto no portal da Universidade Aberta do Brasi.

    Assessoria de Imprensa da Seed

  • Universidade Aberta faz 10 anos e oferece 55 mil vagas

    O ensino público a distância faz 10 anos desde a criação da Universidade Aberta do Brasil (UAB), pelo Ministério da Educação. O sistema conta com 106 instituições públicas de ensino superior integradas, entre universidades federais, estaduais e convênios com municípios. Isso tudo representa 616 polos ativos, que integram 130 mil alunos atualmente. Nessa década, 160 mil estudantes já se formaram pela Universidade Aberta. Na avaliação do diretor de educação a distância da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), Carlos Lenuzza, essa modalidade é determinante na formação de professores.

    Segundo Lenuzza, não seria possível atingir as metas do Plano Nacional de Educação – com todos formados até 2020 – se não fosse pela Universidade Aberta do Brasil e a educação pública de qualidade dada a professores de escolas distantes. “Esse funcionário municipal, que não tinha formação, ia buscar formação nos grandes centros e dificilmente retornava para o município de origem. Com esse modelo da Universidade Aberta, levamos formação justamente aos municípios que têm maior dificuldade”, explica Lenuzza.

    O atual governo lançou edital com a oferta de 55 mil novas vagas para a Universidade Aberta. Desse total, 35 mil vagas são para este semestre, as outras 20 mil para o primeiro semestre do ano que vem. Além disso, a Universidade Aberta do Brasil lançou, também no final de setembro, o portal EduCapes, com conteúdos educacionais abertos, ou seja, o portal compila o material didático dos cursos do sistema Universidade Aberta do Brasil (UAB) e pode ser acessado gratuitamente por cidadãos de todas as regiões do Brasil. De acordo com o diretor da Capes, é um espaço seguro para toda a comunidade acadêmica, onde o professor e o pesquisador também podem publicar seus próprios projetos.

    Carlos Lenuzza explica que a ferramenta é voltada para alunos e professores da educação básica, superior e pós-graduação, que busquem materiais para elaboração de cursos ou para aprimoramento de seus conhecimentos e ainda para o público em geral. Assim, o portal não vai ficar restrito à Universidade Aberta: será aberto a toda a comunidade acadêmica. “Em seu acervo, vai hospedar acessos a objetos educacionais, como laboratórios remotos e virtuais, jogos educacionais, e-books, videoaulas, animações, dissertações e outros materiais de pesquisa e ensino que estejam licenciados de maneira aberta, sob domínio público, sem custo”, enfatiza Lenuzza.

    Acesse o portal EduCapes

    Assessoria de Comunicação Social

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