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  • Estudantes de escola fluminense usam criatividade em exposição

    Estudantes do ensino médio da escola de Niterói organizaram exposição de trabalhos inspirada na Semana Nacional de Ciência e Tecnologia (foto: Fátima Schenini)Rio de Janeiro — O telhado ecológico, ou ecotelhado, foi um dos temas apresentados na exposição organizada pelo Colégio Universitário Geraldo Reis, da Universidade Federal Fluminense (Coluni-UFF), durante a Semana Nacional de Ciência e Tecnologia. Também conhecido como telhado verde ou telhado vivo, por usar cobertura vegetal, o trabalho foi exposto por estudantes do segundo ano do ensino médio da instituição, localizada em Niterói (RJ).

    Outro tema apresentado foi o uso de uma bicicleta para gerar energia. O trabalho coube a alunos do oitavo ano do ensino fundamental. O reaproveitamento de material reciclável foi a opção dos estudantes do primeiro ano do ensino médio. Eles usaram pneus velhos para confeccionar pufes, caixotes de madeira para construir mesas e copos plásticos de café para criar luminárias, entre outros objetos.

    “Quisemos mostrar que é possível decorar a casa e, ao mesmo tempo, cuidar do meio ambiente”, revela a aluna Ana Carvalho Viana. Para Andréa Pimentel, outra participante do grupo, a ideia foi demonstrar que, com criatividade, “é possível fazer coisas legais para ter em casa”.

    Toda a escola se mobiliza para um dia inteiro de atividades internas no decorrer da Semana Nacional. A partir do tema, o professor Fábio de França Moreira, coordenador da atividade, passa aos estudantes os eixos a serem abordados nos trabalhos. Este ano, a mostra foi realizada no dia 17 último, com apresentação de trabalhos relativos a economia verde, sustentabilidade e erradicação da pobreza.

    “É possível fazer trabalhos mais elaborados, com alunos mais novos. Basta que eles recebam incentivo e orientação”, analisa o professor, que dá aulas em turmas do sexto ao nono ano do ensino fundamental e do ensino médio. Com mestrado e doutorado em ciências biológicas e licenciatura em biologia, ele está há dez anos no magistério. Sua experiência profissional inclui outras instituições, como a Faculdades Integradas Maria Thereza, onde atua há nove anos. Lá, ele leciona nos cursos de licenciatura em ciências biológicas e pedagogia e bacharelado em biologia marinha.

    Na opinião do professor, dar aulas na educação básica e na superior traz contribuições significativas. “O professor que dá aulas no ensino básico leva coisas importantes para o aprendizado dos alunos de licenciatura, futuros professores”, acredita. “E os alunos do ensino básico também se beneficiam pelo contato com a prática, a parte experimental, os materiais oferecidos.”

    O Coluni oferece aos estudantes a possibilidade de participar do Programa de Iniciação Científica Júnior, conhecido como Pibiquinho. Criado em 2010 para despertar a vocação científica e incentivar talentos entre os estudantes, o programa é uma iniciativa da UFF, liderada pela Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-graduação e pela direção do colégio. Outra opção é o Programa de Inovação, chamado de Pibitinho.

    Fátima Schenini

  • Federal Fluminense aprova novo Enem como vestibular

    A Universidade Federal Fluminense (UFF) aprovou a proposta de mudança no vestibular da instituição e passará a adotar o novo Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) como primeira fase do processo seletivo. O novo modelo já valerá para o ingresso em 2010.

    A decisão foi tomada pelo conselho universitário da UFF nesta quarta-feira, 6. A aprovação foi baseada na votação feita pelo Conselho de Ensino e Pesquisa da instituição na semana passada, que decidiu pela mudança, por unanimidade. O tema havia sido debatido anteriormente no Fórum de Coordenadores de Graduação, que reuniu representantes de 45 cursos de Niterói e do interior do Rio de Janeiro, em 28 de abril.

    Atualmente, as universidades que decidirem usar a proposta do Comitê de Governança – composto por técnicos do Ministério da Educação e reitores – de utilização do Enem nos vestibulares têm quatro possibilidades: o Enem como fase única; como primeira fase; como fase única para as vagas remanescentes do vestibular; ou combinado ao atual vestibular da instituição. Neste último caso, a universidade definirá o percentual da nota do Enem a ser utilizado para a construção de uma média junto com a nota da prova do vestibular.

    A Federal Fluminense acolheu a proposta de utilizar o exame como primeira fase. Assim, a primeira fase do vestibular da UFF, eliminatória, será constituída por duas provas com pesos iguais; uma com 200 questões objetivas do novo Enem e outra, com questões objetivas elaboradas pela própria universidade. A segunda fase – redação e prova discursiva para conhecimentos específicos – se manterá como é hoje.

    A UFF adota, desde 2008, um sistema de bônus sobre as notas dos estudantes. Agora, os alunos da rede pública estadual e municipal que passarem para a segunda fase, caso alcancem rendimento acima de 70% no novo Enem, terão um acréscimo de 15% sobre a nota final.

    O MEC prevê a aplicação do novo Enem em todo o país no início de outubro. Para isso, espera que todas as instituições federais de ensino superior façam sua opção, caso participem do modelo, até o dia 8.

    Veja a proposta do novo modelo de vestibular da UFF.

    Letícia Tancredi

    Saiba mais sobre o novo Enem
  • Federal Fluminense inaugura alojamento para estudantes

    Henrique Paim destacou na UFF, que o investimento nas instituições federais deve ser permanente: “Não há só expansão, mas reestruturação também” (foto: Diogo Rodrigues/Ascom/FEC)Os alunos da Universidade Federal Fluminense (UFF) têm agora novas instalações de moradia estudantil. O espaço foi inaugurado nesta quarta-feira, 19, em Niterói, pelo secretário-executivo do Ministério da Educação, Henrique Paim, e pelo reitor da universidade, Roberto Salles.

     

    “O investimento nas universidades federais tem que ser permanente, porque não há só expansão, mas reestruturação também”, ressaltou Paim. “Nesse contexto, a assistência estudantil é fundamental porque a expansão envolve inclusão educacional e social.”

     

    A nova moradia estudantil é uma antiga reinvindicação dos alunos e foi construída com recursos do Programa Nacional de Assistência Estudantil (Pnaes). O prédio tem capacidade para abrigar 348 estudantes, com dois andares, 84 quartos e área total de 4,6 mil metros quadrados. Seis ônibus circulam para o transporte de estudantes entre as unidades da instituição, a maioria localizada em Niterói. O restaurante universitário foi reformado. Também por meio do Pnaes, o MEC fez à UFF a concessão de 3,7 mil bolsas de assistência estudantil este ano.

     

    Além das instalações de moradia, foram inaugurados os novos prédios das faculdades de Economia e de Veterinária. Os edifícios têm estrutura moderna, voltada para as atividades de ensino, pesquisa e extensão de mais de 2 mil estudantes.

     

    A Faculdade de Economia da UFF, uma das mais antigas do país, está agora no câmpus de Gragoatá, também em Niterói, com cerca de 5 mil metros quadrados, 12 salas de aula, laboratórios e auditório. Já a Faculdade de Veterinária está localizada em prédio de seis andares, com 2,1 mil metros quadrados, dez salas de aula e outros ambientes necessários ao curso.


    Expansão — O investimento total nas instalações que fazem parte do processo de expansão da UFF, por meio do Programa de Apoio a Planos de Reestruturação e Expansão das Universidades Federais (Reuni), foi de R$ 29 milhões. Nos últimos cinco anos, o Reuni proporcionou aumento de quase 100% nas vagas oferecidas pela universidade. “Existem grupos que acusam o Reuni de precarizar as universidades federais, mas eles não devem ter estudado nessas instituições há 20 anos”, afirmou Roberto Salles. “O que estamos vendo é o contrário: a UFF avançou muito.”

     

    Na edição do Sistema de Seleção Unificada (Sisu) deste segundo semestre, o curso de medicina da instituição fluminense é o mais procurado, com 15.504 inscritos.

     

    Na visão de Thiago José Silva, aluno do curso de direito, a UFF vive hoje uma nova realidade, com mais cursos, vagas e assistência aos estudantes, o que gera mais oportunidades para os jovens que querem ingressar na educação superior. “A universidade mudou sua cara e abriu novas perspectivas”, disse Thiago. “Ainda assim, continuaremos lutando cada vez mais por melhores condições aos estudantes.”


    Letícia Tancredi

  • Federal Fluminense oferece curso com temática étnico-racial

    Professores da rede pública da educação básica do município de Angra dos Reis, no Rio de Janeiro, têm a oportunidade de concorrer a 50 vagas para o curso de especialização sobre relações étnico-raciais, história da África e cultura afro-brasileira. A pós-graduação, presencial e gratuita, será oferecida pela Universidade Federal Fluminense (UFF), entre agosto deste ano e dezembro de 2011.

    De acordo com Iolanda de Oliveira, da Faculdade de Educação da UFF e coordenadora do curso, as inscrições serão abertas na próxima semana exclusivamente no campus de Angra dos Reis. A seleção será realizada no final de julho com prova escrita, entrevista e análise de currículo. As aulas começam em agosto.

    Os professores da educação básica selecionados pela UFF terão aulas nas sextas-feiras, das 18h às 22h, e aos sábados, das 8h às 14h, no período de agosto de 2010 a julho de 2011. De agosto a dezembro de 2011, eles farão a monografia, que consta de um projeto desenvolvido pelo educador com uma turma da escola onde trabalha. Essa atividade será acompanhada por professores da Faculdade de Educação. O curso e a monografia somam 375 horas. Os concluintes receberão certificados da universidade.

    A formação de professores atende aos requisitos da Lei nº 10.639/2003, que incluiu a temática étnico-racial no currículo da educação básica. Cursos de aperfeiçoamento, especialização e extensão são ministrados por instituições públicas de ensino superior, desde 2008, com recursos do orçamento do Ministério da Educação. Para o curso que a UFF abre em agosto, o MEC repassou R$ 150 mil.

    Ionice Lorenzoni
  • Ministro inaugura instalações e destaca a atuação da UFF

    As novas instalações do Instituto Biomédico da Universidade Federal Fluminense (UFF) foram inauguradas nesta segunda-feira, 17, em Niterói (RJ), em cerimônia que contou com a participação do ministro da Educação, Henrique Paim. Foram inaugurados dois novos prédios — um de salas de aulas e outro para laboratórios —, além de um setor de grandes animais, destinado aos estudos dos alunos do curso de medicina veterinária. Também foram concluídas as reformas no prédio central do instituto.

    De acordo com o ministro, a UFF é destaque no Programa de Apoio a Planos de Reestruturação e Expansão das Universidades Federais (Reuni), pois é uma das instituições que mais cresceram em número de vagas e de matrículas. “O governo federal vai continuar apoiando a universidade em seu processo de expansão para que ela seja cada vez mais referência entre as instituições de educação superior brasileiras”, disse Paim. Ele lembrou uma frase de Paulo Freire: “Se a educação sozinha não pode transformar a sociedade, tampouco sem ela a sociedade muda”.

    O Instituto Biomédico, fundado em 1968, é constituído pelos departamentos de Fisiologia e Farmacologia (MFL); Microbiologia e Parasitologia (MIP) e Morfologia (MMO). Todos os alunos dos cursos da área da saúde cursam diversas disciplinas no instituto. Ali são desenvolvidas também atividades de pesquisa e extensão.

    Desde 2002, o Instituto Biomédico conta com o curso de graduação em biomedicina. Além disso, oferece os cursos de pós-graduação stricto sensu,em nível de mestrado e doutorado, em ciências biomédicas e em microbiologia e parasitologia aplicadas.

    Também nesta segunda-feira, em Niterói, o ministro Henrique Paim recebeu o título de doutor honoris causa da UFF, em solenidade no teatro da instituição. A homenagem é concedida a personalidades que tenham se distinguido pelo saber ou pela atuação em prol da cultura, educação ou humanidade.

    Assessoria de Comunicação Social

  • Nasa reconhece descoberta feita por professores da UFF

    O satélite russo Konus-Wind, administrado pela Nasa, detectou no dia 15 de março uma explosão de raios gama (GRB), que são raios provenientes de supernovas – estrelas gigantes que explodem no fim da vida. Esses fenômenos são os mais luminosos que acontecem no universo.


    Um dia após, os professores Carlos Navia e Carlos Roberto Alves Augusto, do Instituto de Física da Universidade Federal Fluminense (UFF), analisando os dados registrados pelo Telescópio Tupi do Laboratório da UFF, encontraram um excesso de muons (partículas subatômicas produzidas pelos raios gama) exatamente no mesmo horário registrado pelo satélite russo. Os professores calcularam as coordenadas registradas pelo Tupi que mostram o local do céu onde ocorreu o fenômeno.


    O professor Navia entrou em contato com os líderes do projeto Konus-Wind da Nasa, Kevin Hurley e Valentin Palshin, e passou as coordenadas deste evento. Após cálculos realizados por Hurley por meio do Interplanetary Network (IPN), elas foram confirmadas. Pela primeira vez, esse cálculo foi feito baseado em dados obtidos no solo e confirmados. Dessa forma, os professores da UFF foram precursores no mundo desta descoberta. No dia 19 de março, Hurley convidou a equipe do Telescópio Tupi para assinar um documento anunciando a descoberta.


    O professor Navia esclarece que o fenômeno já ocorreu há milhões de anos, mas só agora esses raios estão sendo detectados, como a luz das estrelas que vemos no céu e que chegam até nós depois de milhões de anos.

    Núcleo de Comunicação Social da UFF

  • Reitor da Federal Fluminense assume por mais quatro anos

    Em solenidade na manhã desta quinta-feira, 18, em Brasília, o ministro da Educação, Fernando Haddad, reconduziu ao cargo o professor Roberto de Souza Salles, reitor da Universidade Federal Fluminense (UFF). Haddad ressaltou que a tendência de recondução dos reitores sinaliza a boa administração das instituições federais de educação superior e classificou a continuidade de mandatos como resultado da vontade política da comunidade acadêmica e das instituições.

    O ministro citou a política de expansão da educação superior adotada pelo governo federal ao destacar os investimentos do Ministério da Educação em reforma e construção de instalações de instituições de ensino e aquisição de equipamentos. “Não é tarefa fácil duplicar o número de vagas oferecidas ao ano e acomodar esse corpo nas instituições”, disse o ministro. “Menos fácil é levar a universidade pública a mais de 120 cidades no interior do país.”

    O reitor Roberto Salles falou sobre as conquistas obtidas nos últimos quatro anos pela UFF e sobre o crescimento da instituição com a política de expansão. Lembrou ainda que a UFF foi a segunda universidade federal a dar início ao projeto de interiorização de campi universitários. Segundo ele, a expansão não terá nenhum tipo de interferência na qualidade do ensino.

    Criada em 1960, como Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro, a UFF, com sede no município fluminense de Niterói, é originária da incorporação de cinco faculdades federais e três escolas estaduais e da associação de duas faculdades particulares, posteriormente federalizadas e incorporadas. Foi homologada como Universidade Federal Fluminense em dezembro de 1965, pela Lei nº 4.831.

    A UFF oferece 66 cursos de graduação presencial, 43 de mestrado, cinco de mestrado profissional e 30 de doutorado, além de 131 cursos lato sensu. Em 2010, abriu 7.023 vagas em seus quatro polos, nos municípios de Campos dos Goytacazes, Nova Friburgo, Rio das Ostras e Volta Redonda.

    Roberto de Souza Salles é graduado em medicina veterinária e medicina, especialista em medicina do trabalho e patologia, mestre pela UFF e doutor pela Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (UFRRJ). Ingressou na UFF em 1984, como professor auxiliar. Hoje, é professor associado II.  Foi membro do Conselho de Administração do Instituto Vital Brazil. Está no comando da UFF desde 2006.

    Assessoria de Imprensa da Sesu

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