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  • Bolsistas e tutores do PET passam a ser pagos pelo FNDE

    Bolsistas e tutores do Programa de Educação Tutorial (PET) terão o pagamento efetuado diretamente em conta pelo Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE). Dessa forma, é atendida uma antiga reivindicação de alunos e professores. Antes da Resolução nº 13, de 3 de abril de 2009, eles recebiam das universidades, algumas vezes, com atraso.


    O PET conta com 400 grupos em instituições de educação superior públicas e privadas de todo o país. São 4.274 alunos bolsistas e 400 tutores, um para cada grupo de pesquisa. A cada ano, o programa lança um edital com 30 vagas. De acordo com o coordenador do programa, Edson Cáceres, os trabalhos de alunos e professores integram ensino, pesquisa e extensão e buscam aprimorar a formação de profissionais em uma perspectiva cidadã.


    Inicialmente, até quatro alunos podem compor o grupo de pesquisa. A cada ano, no limite de três anos, o grupo pode receber mais quatro bolsistas até o número máximo de 12. “Não há limite de tempo para as atividades de cada grupo. Há um processo de avaliação do trabalho a cada dois anos. Caso a qualidade seja mantida, o grupo continua a trabalhar”, explicou Cáceres. Os alunos recebem bolsa de R$ 300 e os tutores, de R$ 1.394.

    Assessoria de Imprensa da Sesu

  • MEC libera R$ 22,9 milhões para concessão de bolsas de estudo

    O Ministério da Educação liberou nesta quinta-feira, 23, R$ 22,94 milhões para pagamento de bolsas destinadas a estudantes do ensino superior. Os recursos serão repassados ao Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), órgão vinculado ao MEC que realiza o repasse aos bolsistas.

    A maior parte da liberação financeira, R$ 14,15 milhões, vai beneficiar cerca de 18 mil estudantes cadastrados no programa Bolsa Permanência (PBP). O benefício é concedido a estudantes de graduação em situação de vulnerabilidade socioeconômica, além de indígenas e quilombolas.

    O diretor de políticas e programas de graduação do MEC, Vicente Almeida Junior, explica que a bolsa é um auxílio financeiro de cunho social e se destina a custear gastos durante o curso em que a carga horária impede o bolsista de realizar atividade remunerada.

    “O programa contribui para a permanência dos estudantes nos cursos superiores, bem como na sua diplomação”, diz. Outros R$ 3,84 milhões serão destinados ao pagamento da Bolsa Permanência aos bolsistas do Programa Universidade para Todos (ProUni).

    Os R$ 4,95 milhões restantes beneficiarão cerca de 8,3 mil estudantes e 700 tutores que participam do Programa de Educação Tutorial (PET) nas instituições de ensino superior. O PET oferece bolsas de tutoria a professores e de iniciação científica a estudantes de graduação para o desenvolvimento de projetos que integrem ensino, pesquisa e extensão.

    Assessoria de Comunicação Social

     

  • Seleção de grupos deve ter propostas até 8 de setembro

    Instituições federais de educação superior têm prazo até 8 de setembro para apresentar propostas para a seleção de 300 grupos do Programa de Educação Tutorial (PET). O programa oferece bolsas de tutoria a professores e de iniciação científica a estudantes de graduação para o desenvolvimento de projetos que integrem ensino, pesquisa e extensão.

    Antes ligados exclusivamente aos cursos de graduação das instituições de ensino, os grupos PET poderão desenvolver temas interdisciplinares ou vinculados a programas e ações institucionais destinados a melhorar a qualidade da formação da graduação e aos programas de extensão.

    As secretarias de Educação Superior (Sesu) e de Educação Continuada, Alfabetização e Diversidade (Secad) do Ministério da Educação definiram 150 novos grupos (PET/Conexões de Saberes) em temas relativos à inclusão e à inserção na universidade de estudantes dos programas de educação do campo. Esses temas estarão vinculados também à licenciatura para comunidades quilombolas e indígenas.

    Outros 150 grupos contemplam propostas interdisciplinares ou de abrangência institucional. Com eles, as universidades ganham instrumentos para explorar o potencial do programa no que se refere à formação dos estudantes. Conceitos como qualidade da formação, formação para a cidadania ativa e redução da evasão podem integrar a discussão desses grupos.

    A divisão dos grupos atende os campi criados no processo de expansão da educação superior pública. As universidades federais que já formaram grupos PET, as estaduais e municipais e demais instituições de ensino superior também podem apresentar propostas de formação de grupos, como prevê o edital. Antes da publicação do edital, foi divulgada a nova redação da Portaria nº 591, que regulamenta o programa e publicada resolução do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE) que atualiza o valor das bolsas pagas aos estudantes e professores participantes do programa.

    Tais iniciativas atendem as universidades e foram implementadas a partir de contribuições de diversos segmentos acadêmicos, como os fóruns de pró-reitores de graduação das Universidades Brasileiras (Forgrad) e das universidades públicas (Forproex) e estudantes participantes dos grupos. Além de ampliar a institucionalização das iniciativas, a portaria permite a criação de maior número de grupos PET.

    Com a resolução do FNDE, as bolsas dos estudantes ligados aos grupos PET sobem de R$ 300 para R$ 360. A dos professores, de R$ 940 para R$ 1,2 mil (mestre) e de R$ 1.394 para R$ 1,8 mil (doutor).

    Assessoria de Comunicação Social


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