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  • Ministro anuncia obras para ampliar acesso à educação superior, técnica e infantil no Paraná

    O ministro da Educação, Mendonça Filho, assinou a ordem de serviço para a construção do novo bloco didático do Instituto Federal do Paraná (IFPR), campus Londrina, nesta segunda-feira, 4. O valor da obra é de R$ 8.587.000,00, com previsão de conclusão para dezembro de 2019. O local terá capacidade para atender 1.440 alunos distribuídos em três turnos. O Bloco Didático terá área total de 6.482,94 metros quadrados, distribuídos em 4 pavimentos. Na ocasião, ele também entregou certificado para o estudante autor da primeira invenção com pedido de patente do mesmo campus.

    O projeto foi compartilhado pela Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR) e adequado pelo IFPR para as necessidades do campus Londrina. Serão 12 salas de aula, laboratórios de biologia, química, física, matemática, línguas, artes, pesquisa, massoterapia e enfermagem, além de biblioteca, auditório, cantina, grêmio estudantil e todo o setor administrativo.

    “É muito importante a valorização da educação superior e tecnológica, e todas essas instituições recebem apoio do governo federal para ampliação do atendimento aos jovens do Paraná”, destacou o ministro, sobre os benefícios das obras voltadas para a educação técnica e tecnológica.

    O ministro também assinou a liberação de recursos para o campus Jandaia do Sul, da Universidade Federal do Paraná (UFPR), anunciou a ampliação do quadro de servidores técnicos e docentes daquela instituição e da UTFPR, e a liberação de recursos para a construção de seis novas creches no município.

    Atualmente, as atividades do campus Londrina ocorrem em dois locais: na sede central e em um imóvel alugado pelo valor mensal de R$ 30 mil. Por força da Lei n° 11.347, de outubro de 2011, ratificada pela Lei nº 12.597, de 10 de novembro de 2017, a Prefeitura Municipal de Londrina doou um lote na região norte da cidade ao IFPR, com área de 57.096,78 m². Neste local, estão começando as obras do primeiro edifício, o Bloco Didático, que atenderá à demanda que, atualmente, está instalada no imóvel locado, além do setor administrativo, que funciona no edifício sede.

    “A região norte de Londrina é maior que 90% dos municípios do estado do Paraná e um dos maiores sonhos era ter uma instituição como a que teremos aqui”, comemorou o prefeito do município, Marcelo Belinatti. “[a ampliação do campus] Gera crescimento, oportunidade, faz a cidade crescer e muda o panorama da cidade”.

    O ministro Mendonça Filho lembrou a importância da educação superior e tecnológica, ao discursar durante a cerimônia da assinatura da ordem de serviço (Foto: André Nery/MEC)

    Campus – A implantação do Campus Londrina faz parte da complementação da expansão fase 2 da Rede Federal de Educação Profissional e Tecnológica e teve as atividades iniciadas em 2009 e a portaria de funcionamento autorizada em 2013. Atualmente, são ofertados o ensino médio integrado em informática e biotecnologia; cursos técnicos presenciais em enfermagem, massoterapia, prótese dentária e saúde bucal; superiores em tecnologia em análise e desenvolvimento de sistemas e licenciatura em ciências biológicas; e especialização técnica de nível médio em enfermagem de urgência e emergência. Na modalidade de educação a distância (EaD) são oferecidos quatro cursos: técnico em meio ambiente, técnico em logística, técnico em serviços públicos e técnico em agente comunitário de saúde.

    O campus conta com mais de 670 alunos presenciais, 200 alunos de ensino a distância, 120 alunos do Pronatec, além de 103 servidores, sendo 63 docentes e 40 técnicos administrativos. Na sede central são quatro salas de aula, nove laboratórios, biblioteca e área administrativa. Na sede locada são cinco salas de aula, cinco laboratórios, biblioteca e área administrativa.

    No total, o IFPR possui 25 campi espalhados pelo estado do Paraná e atende a 26 mil alunos. “Acreditamos que por meio da educação profissional a gente vai conseguir alavancar o desenvolvimento do país e, com isso, proporcionar melhores condições de vida para toda a população”, defende o reitor do IFPR, Odacir Antonio Zanatta.

    Patente – O IFPR já conta com cinco pedidos de patente. O primeiro é da invenção do Sistema Visualizador de Veias Baseado na Plataforma Android. O sistema visualiza veias com baixo custo para medicina. Teve como inventores Kao Yu Chun, autor e estudante do campus, e os professores Augusto Luengo Pereira Nunes, Gabrielle Jacklin Eler e Rosana Claudia de Assunção.

    Os outros quatro pedidos de patente do campus são programa de computador para prevenção e conscientização da dengue e o Game of Termos, de software educacional; escova dentária com sucção para paciente adulto de UTI de baixo custo; e escova dentária com sucção para paciente infantil de UTI de baixo custo.

    Servidores - O ministro anunciou também a autorização para a ampliação do quadro de servidores técnicos e docentes da UFPR e da UTFPR.

    Para a UFPR serão 24 professores para as pactuações do programa Mais Médicos, fase 2; e cinco técnicos para as pactuações do programa Mais Médicos, fase 2.  Para a UTFPR serão 45 professores para expansão de cursos e dos campi Santa Helena; Londrina, Apucarana, Cornélio Procópio, Toledo e Dois Vizinhos. Além de 13 técnicos para expansão do Campus Santa Helena.

    O ministro anunciou ainda a liberação de R$ 2 milhões para a UFPR, Campus Jandaia do Sul. Os recursos serão aplicados em obras de infraestrutura do campus.

    Creches – Na visita a Londrina, o ministro Mendonça Filho também anunciou a liberação de recursos para a construção de seis novas creches no município. O valor total pactuado com o Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE/MEC) das seis creches é de aproximadamente R$ 8,9 milhões.

    Duas delas terão projeto Tipo 1 do FNDE, o maior tipo de creche que o FNDE financia, com capacidade para atender até 376 crianças em dois turnos ou 188 em período integral. Ficam nos municípios de Cabo Frio e Santa Cruz. As outras quatro serão do Tipo 2, que pode atender até 188 crianças em dois turnos ou 94 em período integral, e ficam nos municípios de Tarumã, Santa Clara, Beleville e Lerrovile. Juntas, terão capacidade para atender aproximadamente 750 crianças em tempo integral ou 375 em dois turnos.

    Assessoria de Comunicação Social

  • Reitor fica mais quatro anos na universidade tecnológica do PR

    Reconduzido ao cargo pelo ministro Aloizio Mercadante, o reitor Carlos Eduardo Cantarelli (D) disse esperar que a UTFPR se torne instituição de excelência em termos de educação superior, tecnologia e inovação (foto: Fabiana Carvalho/MEC)O ministro da Educação, Aloizio Mercadante, reconduziu nesta segunda-feira, 23, o professor Carlos Eduardo Cantarelli ao cargo de reitor da Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR). Durante a solenidade, o ministro destacou a consolidação do Programa de Apoio a Planos de Reestruturação e Expansão das Universidades Federais (Reuni), destinado a ampliar o acesso e a permanência na educação superior.

    De acordo com o ministro, o Reuni é um esforço do governo federal, com investimento de R$ 8,4 bilhões, na expansão e na reestruturação das universidades federais. Para Mercadante o programa levou a educação superior, a graduação e a pós-graduação, concentradas nas principais capitais, também para o interior do país. Ele ainda lembrou que o Reuni permitiu a inclusão de mais de 300 mil jovens no ensino superior. “Nosso desafio é consolidar essa expansão e garantir a qualidade”, disse.

    Na solenidade de recondução, Cantarelli reafirmou a importância da expansão, que permitiu à UTFPR criar 4.250 vagas, nos últimos quatro anos. Hoje, a instituição oferece oito mil vagas em 12 câmpus no território paranaense. “Queremos que a universidade possa, nesses próximos quatro anos, inserir-se no programa de consolidação da expansão previsto pelo MEC, no sentido de se tornar instituição de excelência em termos de educação superior, tecnologia e inovação”, disse.

    Carlos Eduardo Cantarelli iniciou as atividades como professor no então Centro Federal de Educação Tecnológica (Cefet) do Paraná, há 33 anos. Desempenhou as funções de coordenador de curso, diretor de ensino e pró-reitor de graduação e educação profissional. Em 2008, assumiu como reitor da UTFPR. Ele tem licenciatura em eletrônica, especialização em metodologia do ensino superior e mestrado em engenharia da produção.

    Assessoria de Comunicação Social
  • Universidade tecnológica vai adotar o novo Enem para acesso em 2010

    A proposta do Ministério da Educação de usar o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) como seleção dos estudantes que buscam vagas no ensino superior foi aceita pela Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR). Na sexta-feira, dia 24, os 22 membros do Conselho Universitário aprovaram a proposta por unanimidade.

    Segundo o MEC, as universidades que aderirem ao novo modelo do Enem poderão aproveitar o resultado do exame como prova única ou de uma primeira fase. Poderão ainda combiná-lo com a nota do vestibular tradicional ou como forma de selecionar estudantes para vagas remanescentes.

    A UTFPR adotará o sistema de seleção unificado. Ou seja, passará a utilizar apenas a nota do Enem para selecionar seus alunos, em todos os seus cursos de graduação e em todos os campi. A medida entrará em vigor para o vestibular de verão 2010. O de inverno de 2009, cujas inscrições se iniciam nesta segunda-feira, dia 27, permanece sem alterações.

    Pelo sistema de seleção unificado, as instituições enviam a relação de seus cursos e o número de vagas oferecidas ao Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep). As vagas seriam automaticamente preenchidas pelos estudantes com a nota de classificação do novo Enem.

    “O sistema de seleção unificado tende a trazer melhorias em diversos setores da sociedade. Os estudantes serão beneficiados, pois têm a possibilidade de escolher cinco cursos, na própria universidade ou em universidades diferentes, se for o caso”, afirmou o reitor da UTFPR, Carlos Eduardo Cantarelli. “Portanto, pode haver uma melhor distribuição de candidatos entre os cursos e, consequentemente, uma seleção mais competitiva.”

    Capacidade — A intenção do Ministério da Educação com o novo Enem é oferecer um sistema de avaliação que privilegie a capacidade crítica e analítica dos estudantes e eliminar os atuais modelos de vestibular, que valorizam sobremaneira a memorização de conteúdos do ensino médio. “O sistema unificado objetiva, igualmente, atuar no ensino médio e reestruturá-lo. As grandes distorções existentes hoje, como o excesso de conteúdo e um ensino voltado prioritariamente para a aprovação no vestibular devem diminuir”, destacou Cantarelli.

    De acordo com a proposta do MEC, a prova do novo Enem será realizada em dois dias. Com testes de múltipla escolha, serão avaliadas as áreas de linguagens; códigos e suas tecnologias (incluindo redação); ciências humanas e suas tecnologias; ciências da natureza e suas tecnologias e matemática e suas tecnologias.

    Ao se inscrever para a prova, o estudante terá o direito de optar por cinco cursos e instituições e, de acordo com a nota, simular a posição no curso pretendido, em comparação com as notas dos demais concorrentes. No sistema unificado, os pesos das provas podem ser diferentes, caso a instituição assim determine, para que seja selecionado o mais apto em determinada área.

    A proposta prevê a aplicação do novo Enem em 3 e 4 outubro e a divulgação das provas em 4 de dezembro. A divulgação do resultado final, com a correção das redações, foi sugerida para 8 de janeiro do próximo ano.

    Assessoria de Imprensa da Setec

    Saiba mais sobre o novo Enem




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