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  • Governos e prefeituras recebem verba para formação de jovens

    O Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE) transferiu nesta quinta-feira, 10, R$ 44,13 milhões referentes ao Programa Nacional de Inclusão de Jovens (ProJovem Urbano), da Secretaria Nacional da Juventude da Presidência de República. Foram R$ 22,84 milhões para 16 governos estaduais e R$ 21,28 milhões para 55 prefeituras. Os recursos devem estar disponíveis nas contas correntes de estados e municípios contemplados na próxima segunda-feira, 14.

    O ProJovem Urbano tem como finalidade principal a formação integral e a inclusão social de jovens entre 18 e 29 anos, por meio da conclusão do ensino fundamental, da qualificação profissional e do desenvolvimento de experiências de participação cidadã. Os recursos do programa podem ser utilizados na aquisição de gêneros alimentícios, transporte, distribuição de material escolar e pagamento de pessoal.

    Mais informações na página do programa na internet ou pela central de relacionamento do ProJovem Urbano: 0800-722-7777.

    Assessoria de Comunicação Social do FNDE
  • Privados de liberdade mostram bom desempenho em matemática

    Ganhador de medalha de bronze na Obmep, Flávio Júnior, ao lado da irmã, pretende ser engenheiro elétrico: “Só preciso de uma nova chance para recomeçar” (foto: Eleni Melo/escola da UP Francisco Conde)Medalhista de bronze na 11ª Olímpiada Brasileira de Matemática das Escolas Públicas (Obmep), Flávio Júnior Dias de Anorato cumpre pena privativa de liberdade na Unidade Penitenciária Doutor Francisco D’Oliveira Conde, em Rio Branco, Acre. Ele sonha ser engenheiro elétrico e acredita que a medalha abre uma oportunidade.

    “Nem tudo está perdido, e eu só preciso de uma nova chance para recomeçar”, afirma. E garante que pretende continuar os estudos ao recuperar a liberdade. “Com esse resultado, eu me senti capaz e sei que, se estudar, vencerei muitas coisas.”

    Pela primeira vez na história da Obmep, estudantes que cumprem pena na penitenciária de Rio Branco, atendidos pelo programa Projovem Urbano do Ministério da Educação, tiveram destaque na olimpíada. Dois deles receberam medalha de bronze e outros três foram agraciados com menção honrosa. Participaram da competição de 2015, em todo o Brasil, 18 milhões de estudantes.

    “A premiação significa que os alunos estão valorizando a oportunidade que é dada a eles”, afirma a coordenadora de educação de jovens e adultos da Secretaria de Educação e Esporte do Acre, Fernanda Alves Nóbrega.

    Expectativa — “Os alunos das unidades prisionais atendidos pelo Projovem Urbano demonstram interesse pelo curso, pelo material didático e têm expectativas de continuidade dos estudos”, revela a diretora de políticas de educação para a juventude do MEC, Cláudia Veloso. Essa expectativa é apontada pelos estudantes que se destacaram na Obmep, como Thiago Henrique Ribeiro Correia, também medalhista de bronze. Ele pretende continuar estudando e mudar o rumo de sua vida.

    Cláudia considera gratificante, para a equipe que trabalha com o tema no MEC, o resultado dos alunos da unidade prisional da capital acriana. Este ano, foram registradas 435 matrículas em séries que vão da alfabetização ao ensino médio em unidades daquele estado. O Acre iniciou a oferta de modalidades de educação nos presídios em 1998. Na unidade Doutor Francisco D’Oliveira Conde, mantém a Escola Fábrica de Asas.

    “O destaque na Olimpíada de Matemática eleva a autoestima”, diz Fernanda Nóbrega. “Um aluno que recebeu menção honrosa se sentiu desafiado a conquistar uma medalha em 2016.”

    O aluno é Lucas Ruan da Costa Fiúza. Ele jamais imaginou que se destacaria, mas percebeu que, se estudar, pode conseguir muita coisa. “Vou superar as dificuldades aqui dentro, vou estudar e me sair bem melhor na próxima olimpíada da matemática”, promete. Lucas também gostaria de ser engenheiro mecânico.

    De acordo com Fernanda, a educação oferece a esses jovens a oportunidade de rever valores. Cláudia Veloso concorda: “Eles terão uma compreensão da relação com a sociedade, uma nova postura de participação”, diz. Ela lembra que todos têm direito à educação, mesmo aqueles que estão em regime de privação da liberdade.

    Readaptação — Destinado à reinserção de jovens na faixa de 18 a 29 anos no processo de escolarização, o Projovem Urbano, com duração de 18 meses, atua em três dimensões: conclusão da educação básica, qualificação inicial e participação cidadã. No programa desenvolvido nas unidades prisionais, há readaptação da carga horária.

    No ciclo em que os alunos do Acre foram premiados, havia 760 estudantes do programa em estados do Nordeste. No próximo ciclo, que terminará em 2016, devem ser registradas 1.210 matrículas.  

    Assessoria de Comunicação Social

    Alunos do sistema prisional se destacam em olimpíada nacional de matemática

  • Programa permitirá a jovens concluir o ensino fundamental

    Mapa com estados e municípios que aderiram ao Projovem Urbano. Clique para ampliarOs 15 estados e os 124 municípios que, em 2013, aderiram ao Programa Nacional de Inclusão de Jovens (Projovem Urbano) devem matricular no ensino fundamental 122,9 mil estudantes na faixa de 18 a 29 anos. As matrículas serão feitas nos meses de junho e julho e as aulas terão início em agosto.

    Podem participar do programa jovens alfabetizados, mas que não concluíram o ensino fundamental, residentes em cidades com mais de 100 mil habitantes. A formação transcorre em 18 meses, em que são desenvolvidas 2 mil horas de atividades pedagógicas, sendo 1.560 horas presenciais e 440 horas de atividades comunitárias acompanhadas por orientadores. Ao final do curso, os jovens com aproveitamento escolar recebem certificado de conclusão do ensino fundamental e são encaminhados para o ensino médio ou profissional.

    Durante o curso, os alunos recebem todo o material didático, iniciação profissional e uma bolsa-permanência de R$ 100,00 mensais. A contrapartida do aluno é frequentar, pelo menos, 75% das aulas. Junto às salas de aulas, a título de apoio, o programa abriu, em 2012, salas de acolhimento para os filhos dos jovens. As salas recebem crianças com até cinco anos de idade, que permanecem no espaço durante o período em que a mãe ou pai estuda. A diretora de educação e políticas para jovens da Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização e Diversidade (Secadi), Cláudia Veloso, explica que as salas de acolhimento não são creches, mas são atendidas por cuidadores onde também é servida merenda.

    Segundo Cláudia Veloso, com a adesão de 15 estados ao programa, o número de municípios deverá ser ampliado. Em 2012, por exemplo, o Projovem chegou a 309 cidades, das quais 119 fizeram adesão individual e as demais foram incluídas pelos estados.

    Violência– Integrante do Plano Juventude Viva, que é coordenado pela Presidência da República, o Projovem passa, em 2013, a participar das ações do governo federal de combate à violência contra a juventude negra. Cláudia Veloso explica que, das 132 cidades com os maiores índices de violência contra jovens negros, que constam do mapa elaborado pelo Ministério da Saúde, 74 aderiram ao Projovem, além de seis estados que vão atender outros municípios.

    Estados e municípios que desenvolvem o Projovem urbano recebem recursos do governo federal. O cálculo é por aluno matriculado e a transferência é direta. Os municípios recebem R$ 165,00 por mês durante 18 meses para cada estudante em formação; os estados recebem R$ 170,00 para o mesmo período.

    No caso das cidades cadastradas pelo mapa da violência contra jovens negros, o valor é maior: os municípios recebem R$ 175,00 mensais por estudante matriculado; e os estados, R$ 180,00 para a mesma ação. Segundo Cláudia Veloso, o acréscimo tem o objetivo de fomentar o desenvolvimento de atividades culturais suplementares e, assim, promover a permanência dos estudantes no curso.

    Turmas de 2012– Em dezembro deste ano, as turmas que ingressaram no Projovem em 2012 concluem a formação. Conforme dados da diretoria de educação e políticas para jovens da Secadi, 83.483 jovens de 309 municípios estão nas salas de aula. Destes, 38,4% são do sexo masculino e 61,7% do sexo feminino; 83,5% são negros. Entre as cinco regiões do país, o Nordeste aparece com o maior número de matrículas.

    Ionice Lorenzoni

  • Programas educacionais recebem R$ 53 milhões de fundo nacional

    O Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE) transferiu, nesta semana, R$ 53,8 milhões para diversas escolas beneficiadas pelo programa Dinheiro Direto na Escola (PDDE), para o programa Brasil Alfabetizado e para seis municípios cadastrados no Programa Nacional de Inclusão de Jovens: Educação, Qualificação e Ação Comunitária (ProJovem Urbano), da Secretaria Nacional da Juventude da Presidência da República.

    O valor referente ao PDDE foi de R$ 47,7 milhões, assim distribuídos: R$ 8,2 milhões para os caixas escolares das escolas públicas do ensino básico; R$ 31,8 milhões para as escolas que oferecem ensino integral; R$ 5,8 milhões para as instituições que funcionam nos finais de semana; e R$ 1,7 milhão para as escolas que executam o Plano de Desenvolvimento da Escola (PDE Escola).

    Os 485 municípios que desenvolvem o programa Brasil Alfabetizado receberam R$ 3,9 milhões, e para o ProJovem Urbano foram enviados R$ 2,1 milhões.

    Confira em www.fnde.gov.br / Liberação de recursos o valor transferido para seu município ou escola.

    Assessoria de Comunicação Social do FNDE

  • PROJOVEM URBANO

     

    Objetivo:Elevar a escolaridade de jovens com idade entre 18 e 29 anos, que saibam ler e escrever e não tenham concluído o ensino fundamental, visando à conclusão desta etapa por meio da modalidade de Educação de Jovens e Adultos integrada à qualificação profissional e o desenvolvimento de ações comunitárias com exercício da cidadania, na forma de curso, conforme previsto no art. 81 da Lei n. 9.394, de 20 de dezembro de 1996.

    Ações:

    • Apoiar técnica e financeiramente Estados, Municípios e o Distrito Federal para a oferta e o desenvolvimento de cursos do Projovem Urbano, bem como conceder auxílio financeiro mensal aos jovens atendidos, durante os 18 meses de desenvolvimento do curso, no valor de R$100,00, condicionado a 75% de presença deste jovem nas atividades presenciais e a entrega de trabalhos pedagógicos.


    Como Acessar:
    A partir da publicação da Resolução CD/FNDE que normatiza cada edição do Projovem Urbano é aberto o período de adesão ao Programa por parte dos entes federados habilitados para sua implementação. Esta adesão inicia-se com o preenchimento no Sistema Projovem Urbano/SIMEC/MEC, do Termo de Adesão contendo os dados do ente executor, e as metas a serem atendidas. Após ser firmada a adesão é aberto um período para o preenchimento no Sistema do Plano de Implementação o qual contempla aspectos pedagógicos e de gestão e a indicação de coordenador local que será o responsável pelo Programa em cada localidade. Após análise e validação na SECADI, o ente executor inicia o período de organização da oferta do curso, de mobilização e de matrícula dos jovens. Durante a execução, o Ente Executor é responsável pelo desenvolvimento das ações e pelas intervenções necessárias às melhorias para alcance da efetividade e encaminhamento dos egressos para continuidade dos estudos na EJA.

    Documentos:

    • Resolução CD/FNDE nº 60 de 09 de novembro de 2011 que estabelece os critérios e as normas de transferência automática de recursos financeiros ao Distrito Federal, aos estados e a municípios com cem mil ou mais habitantes, para o desenvolvimento de ações do Programa Nacional de Inclusão de Jovens – Projovem Urbano, para entrada de estudantes a partir de 2012.

     

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