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  • Hospital de Clínicas de Porto Alegre ganha acesso vertical para transporte de pacientes

    Porto Alegre, 17/12/2018  - O acesso vertical ao Hospital de Clínicas de Porto Alegre (HCPA) foi inaugurado na presença do ministro da Educação, Rossieli Soares, nesta segunda-feira, 17. A obra recebeu R$ 9,4 milhões do Ministério da Educação e compreende uma torre, cujo custo final foi de R$ 6,2 milhões, e quatro elevadores 60% maiores do que os atuais e adequados para o transporte de camas, macas e cadeiras de rodas, que custaram R$ 3,2 milhões.

    Rossieli parabenizou a equipe do HCPA pelo trabalho e destacou a importância da instituição para Porto Alegre. "Ninguém precifica o que é feito aqui ao longo da história, mas todo gaúcho que teve um parente que passou pelas mãos desta equipe técnica sabe o valor desta instituição. É com muita alegria que eu vejo vocês querendo fazer mais pelo povo gaúcho", disse. Ele falou ainda sobre a reputação da estrutura para a formação dos novos médicos. “Não existe a possibilidade de formar bons profissionais sem que se tenha a estrutura adequada para que isso aconteça”, ressaltou o ministro da Educação.

    Na ocasião, também foi inaugurado o Jardins Abertos do HCPA, um espaço verde de acesso público na região central da capital gaúcha. Os jardins fazem parte da expansão do HCPA. Com um custo total de R$ 513,16 milhões, as obras vão aumentar a área física da instituição em cerca de 70%. A previsão de entrega de toda a ampliação é para o primeiro semestre de 2019. As obras tiveram início em 2014.

    Ministro da Educação diz que melhorias na estrutura do HCPA irão melhorar atendimentos e formação de profissionais da saúde (Foto: André Nery/MEC)

    A diretora-presidente do Hospital de Clínicas de Porto Alegre, Nadine Clausell, falou que a instituição irá “fazer valer cada centavo público investido” e pontuou as áreas prioritárias. “A oncologia vai se qualificar cada vez mais. Nós vamos seguir investindo em transplantes e expandir áreas de altíssima tecnologia, como a cirurgia robótica. Tem um robô e nós vamos fazer com que esse robô dê mais retorno em alta tecnologia para os pacientes. Vamos seguir investindo em formação de recursos humanos, aumentando a produção e aumentando as nossas vagas de residência médica”, comentou a gestora.

    HCPA – O HCPA é vinculado à Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) e responde por 33% das internações de toda a rede pública do estado gaúcho e por 19% das ocorridas nos hospitais em geral (públicos e privados). Do total de internações de alta complexidade, 25% são realizadas no HCPA. O espaço também se destina à formação de alunos de graduação em 15 cursos da área da saúde e possui programas próprios de residência médica em 46 especialidades, formando mais de 500 residentes por ano.

    Na residência integrada multiprofissional em saúde, que oferece nove áreas de atuação, 90 profissionais estiveram em formação e 41 concluíram a residência em 2017. Na área da pesquisa atuam 470 pesquisadores. O HCPA oferece atendimento de excelência, especialmente em alta complexidade. Ainda em 2017, foram realizadas mais de 589 mil consultas, 31 mil internações, 49 mil cirurgias, 275 mil procedimentos em consultórios, 3,4 mil partos e 495 transplantes.

    Assessoria de Comunicação Social

  • Hospital de João Pessoa será primeiro da rede pública a contar com ressonância magnética

    O ministro Rossieli Soares entrega ao cirurgião plástico Paulo Germano Cavalcanti Furtado a medalha da Ordem do Mérito Educativo (Foto: André Nery/MEC)

    O Hospital Universitário Lauro Wanderley (HULW), da Universidade Federal da Paraíba (UFPB) e vinculado à Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (Ebserh), começará a oferecer, em breve, à população da Paraíba, serviço de ressonância magnética. O anúncio foi feito pelo ministro da Educação, Rossieli Soares, durante visita técnica à instituição, nesta segunda-feira, 1º de outubro.

    O hospital fica localizado na capital João Pessoa, e com o novo equipamento fará, inicialmente, 200 exames por mês para atendimento ambulatorial, além dos que serão efetuados nos pacientes internados na instituição. “Esta é a primeira vez que o estado passa a ter esse serviço na rede pública. Isso é muito importante para a população que o recebe, e também para a formação dos futuros médicos, que são treinados e preparados por essa instituição”, afirmou o ministro Rossieli.

    De acordo com Rossieli, foi feito um investimento de quase R$ 2 milhões, entre a compra do equipamento e o valor de instalação. O equipamento já se encontra no hospital e faltam poucos detalhes para que ele comece a funcionar. O serviço de ressonância magnética do Hospital Universitário Lauro Wanderley atenderá a demanda de todo o estado da Paraíba, e deverá beneficiar 3,9 milhões pessoas.

    Medalha – Durante a visita a João Pessoa, o ministro entregou para o médico e cirurgião plástico Paulo Germano Cavalcanti Furtado a medalha da Ordem Nacional do Mérito Educativo. Segundo Rossieli, doutor Paulo foi homenageado pela dedicação e pelo carinho com que trata os pacientes do HULW.

    “Mesmo afastado das suas funções, ele permanece vindo e contribuindo todo o tempo que pode por uma causa muito bacana e bonita: cuidar de crianças, especialmente aquelas com lábios leporinos. É um exemplo para a sociedade da Paraíba e do Brasil”, afirmou o ministro.

    O médico, que começou como cirurgião pediátrico, especializou-se em cirurgia de crianças com lábios leporinos se sentiu lisonjeado com a condecoração. “Essa homenagem é resultado de um trabalho bem consistente, feito há muitos anos com uma equipe que participa ativamente desse tipo de atendimento”, falou o médico.

    A honraria existe desde 1955 e tem por finalidade agraciar personalidades, nacionais ou estrangeiras, que tenham contribuído de maneira excepcional para o desenvolvimento da educação.

    Assessoria de Comunicação Social

  • Hospital-escola baiano inova com terapia celular para úlcera

    Uma nova esperança para pacientes com úlceras crônicas consta de pesquisa recém-veiculada pelo British Journal of Haematology, publicação da Sociedade Britânica de Hematologia especializada em temas relacionados a doenças do sangue. É a terapia celular com células mononucleares da medula óssea como opção de tratamento. O procedimento foi realizado no Complexo Hospitalar Universitário Professor Edgard Santos (Hupes), em Salvador.

    Durante seis meses, pesquisadores do Hupes, do Instituto de Ciências da Saúde da Universidade Federal da Bahia (UFBA) e do Montfiore Medical Center, dos Estados Unidos, trataram cerca de 60 pacientes com úlceras complexas. Segundo o professor José Valber Meneses, do Hupes, algumas delas não se fechavam havia 20 anos. “São feridas de difícil cicatrização, e nenhum procedimento anterior obteve resultados como o de agora”, disse.

    O tratamento consiste em retirar células mononucleares da medula óssea do próprio paciente e injetá-las diretamente na úlcera. Em 41% dos participantes do estudo, as feridas fecharam-se completamente. Nos 59% restantes, houve melhora considerável, mas com recidiva depois de seis meses da terapia. “Ainda há muito a ser feito, e a pesquisa seguirá em frente, mas cicatrizar uma ferida complexa como as decorrentes de anemia falciforme e de diabetes é um grande avanço”, afirmou Meneses. “Com isso, o paciente tem um resgate de sua autoestima e, principalmente, de qualidade de vida.”

    O Hupes, que integra a estrutura da UFBA, é uma unidade hospitalar e ambulatorial de ensino, pública, geral, de grande porte, considerada referência em média e alta complexidade na Bahia. O complexo está vinculado ao Sistema Único de Saúde (SUS).

    Assessoria de Comunicação Social

  • MEC libera R$ 59,7 milhões para a continuidade das obras do Hospital Universitário do Amapá

    Ministro Mendonça Filho recebe o senador Davi Alcolumbre (DEM/AP) (Foto: André Nery/MEC)
    O Ministério da Educação liberou nesta quinta-feira, 28, R$ 59,7 milhões para a continuidade das obras do Hospital Universitário do Amapá (HU), vinculado à Universidade Federal do Amapá (Unifap). O anúncio desses recursos foi feito pelo ministro Mendonça Filho durante audiência com o senador Davi Alcolumbre (DEM/AP), na sede do MEC, em Brasília.

    “Esses R$ 59,7 milhões garantem, praticamente, seis meses de obras aceleradas para que avancemos ainda mais e antecipemos o cronograma de implementação do Hospital Universitário do Amapá”, afirmou Mendonça Filho. “Em pouco tempo, vamos ter um hospital universitário que atenderá basicamente a população pobre e carente de Macapá e de outros municípios do Amapá”, completou o ministro, lembrando que o HU será também um espaço para a formação de profissionais da saúde, principalmente médicos, enfermeiros e fisioterapeutas.

    Para o senador Davi Alcolumbre, a obra do HU é um sonho antigo da população e da comunidade acadêmica do Amapá. “A oportunidade de ter um hospital do tamanho do HU, uma obra de quase R$ 200 milhões e com 300 leitos, vai revolucionar o atendimento da saúde pública do nosso estado”, enalteceu o senador.

    Visita – Na semana passada, Mendonça Filho esteve em Macapá e visitou, in loco, as obras do Hospital Universitário do Amapá, adiantadas em seis meses em relação ao cronograma inicial. “Fiquei encantado com o ritmo das obras e, ao mesmo tempo, renovei o compromisso de que iríamos manter e até aumentar esse ritmo para implementação, o mais rápido possível, do Hospital Universitário do Amapá”, elogiou.

    “A visita do ministro às obras do hospital foi fundamental, pois ele pôde verificar, in loco, a aplicação dos recursos”, finalizou o senador Davi Alcolumbre.

    Capacidade – Quando inaugurado, o HU, além de oferecer atendimento de média e alta complexidades, será um importante espaço de aprendizado e de desenvolvimento do ensino, pesquisa e extensão para vários cursos da Unifap. A estimativa é que sejam realizadas, diariamente, até 1.920 consultas, 719 exames de patologia clínica e 35 de ultrassom. A unidade poderá comportar até 1.180 internações mensais.

    O projeto prevê que, ao estar em pleno funcionamento, o HU da Unifap terá disponíveis 240 leitos clínicos, 60 leitos de UTI, 60 consultórios e dez salas cirúrgicas, além de triagem especializada com urgência e emergência referenciadas.

    Estarão disponíveis serviços como diagnóstico por imagem (radiologia, hemodinâmica, tomografia, ultrassonografia, ressonância magnética, endoscopia e exames oftalmológicos) e métodos gráficos (eletrocardiograma, eletroencefalograma, urodinâmica). O hospital terá ainda a unidade de apoio técnico, com nutrição, farmácia, centro obstétrico e atendimento em fisioterapia e reabilitação.

    Assessoria de Comunicação Social

  • Ministério da Educação libera R$ 8,2 milhões para obras no Hospital Universitário de Manaus

    Manaus, 23/7/2018 – O Hospital Universitário Getúlio Vargas (HUGV), vinculado à Universidade Federal do Amazonas (UFAM), conta com uma verba de R$ 8,2 milhões, liberada pelo MEC.  O anúncio foi feito pelo ministro Rossieli Soares, na manhã desta segunda-feira, 23, em Manaus. Os recursos serão destinados ao andamento da segunda fase da obra do novo complexo hospitalar do HUGV, que contemplará os setores de nefrologia, laboratório, farmácia, salas de aula e setores administrativos. A obra, orçada em R$ 37 milhões, dos quais R$ 13,6 milhões já foram pagos, tem previsão de término em setembro de 2019.

    “O MEC se comprometeu em acelerar, o máximo possível, a entrega ainda este ano de algo que é fundamental, como [a ala] de hemodiálise”, declarou o ministro. “Também virão os laboratórios e a farmácia que vai ser atendida nessa parte da ampliação do hospital. Não definimos a priorização, mas colocaremos todo o esforço para atender aquilo que é necessidade primeira para este hospital, na parte da construção”.

    O reitor da UFAM, Sylvio Mário Puga Ferreira, destacou a ação do MEC. “A UFAM é parceria do MEC em grandes projetos que envolvem a nossa universidade e a saúde do povo de Manaus”, disse. A” melhoria desse hospital, que é um local de formação dos médicos e futuros médicos da cidade de Manaus, é fundamental. ”

    O novo setor de nefrologia será de grande importância para a população, uma vez que a fila de pacientes que aguardam para fazer hemodiálise é extensa. Atualmente, o tratamento é administrado em pacientes com doença renal aguda. Essa ala deve ser inaugurada em dezembro de 2018.

    A nova ala de nefrologia do HUGV contará com 18 pontos de hemodiálise. A unidade terá capacidade para até 30 máquinas, duplicando a capacidade de filtração da água (osmose). Com o início de funcionamento do novo setor, o HUGV buscará viabilizar sua entrada no programa de transplante renal.

    O superintendente em exercício do HUGV, Luiz Carlos de Lima, que está concluindo um ano de gestão no hospital, reforçou: “Essa questão da hemodiálise vai ser resolvida com a finalização do complexo HUGV”. Ele lembrou que, da última vez que o ministro Rossieli Soares esteve em Manaus, foi para anunciar a contratação de mais 42 funcionários, sendo oito técnicos que chegaram e foram direto para o centro cirúrgico. “Ampliamos a nossa capacidade de cirurgias, ou seja, vamos praticamente dobrar a quantidade. Fazemos uma média de 20 cirurgias por dia e a nossa intenção é passar para 40”, completou o superintende.

    Contratações - Em junho de 2018, Rossieli Soares esteve no HUGV e anunciou a autorização de 42 novas contratações de profissionais médicos, enfermeiros e técnicos assistenciais para a unidade. Esses profissionais já foram convocados. Com as novas contratações, o hospital ampliará sua capacidade de atendimento de 5 mil cirurgias por ano, com a utilização de quatro salas, para 10 mil cirurgias por ano, com 10 salas de cirurgia em funcionamento.

    “Existe fila de espera no Amazonas de forma geral, e tínhamos um potencial de atendimento ainda maior”, disse o ministro. “Então, já na última visita conseguimos aumentar o corpo técnico liberando novos 43 profissionais o que possibilita ampliar o corpo médico e, assim, ampliar o número de cirurgias feitas. É importante a gente entender o quanto as pessoas estão esperando para ter um hospital como o nosso atendendo a população”.

    Estrutura – Fundado em 1965, o HUGV é um hospital-escola de pequeno porte, com 159 leitos, que presta serviços de assistência à saúde da população da Região Norte com qualidade, além de desenvolver atividades de ensino e pesquisa no âmbito multiprofissional.

    O HUGV teve suas novas instalações inauguradas em novembro de 2016. O custo total da obra foi de R$ 101 milhões. O edifício dispõe de 13 pavimentos, com heliporto e garagem. São 34.660 m² de área construída. Já se encontra em andamento a segunda fase da obra do novo complexo hospitalar, que contemplará os setores administrativos, de nefrologia, laboratório e salas de aula.

    Além de enfermaria, o local comporta UTI, centros cirúrgicos, central de material e de esterilização. O hospital conta com uma sala híbrida, uma das primeiras do país, montada para realização de cirurgias assistidas por equipamento de imagens. O HUGV dispõe ainda de 25 programas de residências médicas, com 156 residentes, e duas residências multiprofissionais, com 24 residentes.

    Dentre as habilitações do Sistema Único de Saúde (SUS), o HUGV atua com alta complexidade nas áreas de nefrologia, neurologia/neurocirurgia, traumato-ortopedia, cardiovascular, UTI adulto, UTI pediátrica, videocirurgias, cirurgia vascular, cirurgia de câncer de complexo hospitalar, laboratório de exames citopatológicos do colo de útero, referência para diagnóstico e tratamento de lesões precursoras do câncer do colo de útero.

    23/07/2018 Anúncio de recursos para o Hospital Universitário Getúlio Vargas (HUGV), em Manaus-AM.

    Assessoria de Comunicação Social

  • Ministro assina liberação de R$ 10 milhões e autoriza obras de atendimento à gestante no MS

    O ministro da Educação, Mendonça Filho, inaugurou o Bloco D da Universidade Federal da Grande Dourados (UFGD), nesta segunda-feira, 21. São 20 salas de aula com capacidade para atender a 1.304 alunos. Na ocasião ele também anunciou a liberação de R$ 10 milhões para a construção da Unidade da Mulher e da Criança (UMC), do Hospital Universitário da Grande Dourados (HU-UFGD). O ministro ainda assinou a ordem de serviço para dar início à execução das obras.

    O Bloco D é um centro de salas de aula destinado a atender os cursos de graduação e pós-graduação da UFGD. A construção traz mais conforto, adequação e acessibilidade à comunidade acadêmica nas suas 20 salas de aula. Além disso, soluciona o problema da falta de salas de aula no campus.

     São 2.704,26 metros de área construída. No total, a obra custou cerca de R$ 2 milhões. A obra teve início em fevereiro de 2015, mas um ano depois foi paralisada. Em outubro do ano passado, foi retomada. Concluída em maio, está sendo utilizada desde então.

    Atendimento – A Unidade da Mulher e da Criança (UMC) do HU-UFGD, que teve a liberação de R$ 10 milhões anunciada pelo ministro e a ordem de serviço assinada, contemplará serviços de ginecologia, obstetrícia, pediatria e neonatologia. Integrada à edificação já existente do hospital universitário, será a maior obra de infraestrutura do hospital desde que ele foi construído, há mais de 10 anos.

    “Esse hospital terá uma missão absolutamente nobre: cuidar de mulheres gestantes e crianças”, resumiu Mendonça Filho. A superintendente do HU-UFGD, Mariana Croda, observou que a viabilização da obra da UMC ocorreu devido ao esforço de muitos. “Hoje é um dia de muita alegria. Nunca é a vitória e a glória de um só.”

    Para o ministro Mendonça Filho, a missão da UMC é “absolutamente nobre” (Rafael Carvalho/MEC

    Com a primeira etapa concluída, a UMC contará com 55 leitos e serviços de pronto-atendimento pediátrico, pronto-atendimento obstétrico, alojamento conjunto da maternidade, centro de parto normal com cinco quartos pré-parto, parto e pós-parto (PPP), centro obstétrico com quatro salas cirúrgicas, ambulatório pré-natal de alto risco, além de estruturas de apoio, como sala de plantão, área de apoio ao ensino e pesquisa, brinquedoteca e área de convivência, com café e recepção geral.

    “Mesmo com todo o contingenciamento dos últimos anos, temos tentado executar, por meio de boas práticas de gestão pública, e dar continuidade às obras inacabadas da nossa universidade”, explicou a reitora da UFGD, Liane Maria Calarge.

    Desde setembro de 2013, o HU-UFGD é filiado à Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (Ebserh), estatal vinculada ao Ministério da Educação. É o único hospital da macrorregião de Dourados que atende mulheres com gestação de alto risco pelo Sistema Único de Saúde (SUS). Em média, são realizados 310 partos por mês no hospital.

    De acordo com o presidente da Ebserh, Kleber Morais, a nova unidade é uma conquista que impulsionará o ensino a pesquisa, a extensão e melhorará o atendimento de saúde à população de Dourados e região. “Existe uma necessidade real em relação ao atendimento oferecido hoje pelo HU em ginecologia e obstetrícia. Para se ter ideia, a taxa de ocupação é de 186%. Por isso nós não medimos esforços, pois o hospital precisava, com urgência, dessa Unidade Materno Infantil”, destacou.

    Com custo total da obra estimado em R$ 51.404.671,72, o hospital terá uma área construída de 6.370,68 metros quadrados, além de 18 mil metros quadrados de urbanismo (estacionamento, pavimentação, paisagismo, passeio e guaritas) e infraestrutura completa. Após sua conclusão total, serão ofertados 135 leitos.

    A obra será executada em etapas, de forma modular. Ou seja, ao ser concluída cada fase, o espaço já poderá ser utilizado, sem interferir na fase seguinte. A primeira etapa terá início neste segundo semestre, após o detalhamento do planejamento das atividades, que devem durar 24 meses.

    “Essas parcerias que já conseguimos estabelecer, certamente, mostram o melhor caminho para continuarmos vencendo as dificuldades, que são muitas”, ressaltou a prefeita de Dourados, Délia Razuk.

    Ao todo, o MEC destinará R$ 20 milhões para a obra, sendo metade neste ano e o restante em 2018. Os demais recursos serão investidos pela UFGD em 2018 e 2019. O valor global da primeira etapa é de R$ 33.993.107,31.

    Assessoria de Comunicação Social 

  • Serviço de hemodiálise do Hospital Universitário do Amazonas ampliará atendimento na região


    O Hospital Universitário Getúlio Vargas (HUGV), de Manaus, com a implantação do Serviço de Nefrologia, vai ampliar a capacidade de atendimento à população do Amazonas, especialmente pacientes de hemodiálise, de média e alta complexidade. A nova estrutura do Serviço de Diálise do hospital foi entregue nesta sexta-feira, 28, pelo ministro da Educação, Rossieli Soares, que na ocasião também assinou as autorizações de funcionamento dos campi de Iranduba e de Boca do Acre do Instituto Federal do Amazonas (Ifam).

    “Temos uma falta absoluta de vagas de atendimento para hemodiálise no Norte do país, não só no Amazonas”, observou o ministro. “Para as muitas pessoas que estão esperando na fila para atendimento, muitas vezes tendo que recorrer a outros estados, ter essa estrutura à disposição é muito importante. Além disso, vamos formar mais pessoas para trabalhar na saúde, sejam médicos ou enfermeiros, que poderão ter uma formação melhor.”

    O Serviço de Nefrologia vai funcionar na torre dois do novo prédio do HUGV. A construção do novo prédio está orçada em R$ 37 milhões, que já foram parcialmente liberados. Além da nefrologia, o local também terá laboratório, farmácia, salas de aula e setores administrativos. Mais de 37% da obra já foram executados. O término está previsto para setembro de 2019. Este ano, foram liberados R$ 14,4 milhões para a conclusão da obra.

    Serão 18 pontos de hemodiálise – atualmente, o hospital opera com 12 pontos. A unidade terá capacidade para até 30 máquinas, duplicando a capacidade de filtração da água (osmose). Com o início de funcionamento do novo setor, o HUGV vai tentar viabilizar sua entrada no programa de transplante renal. A previsão é de que em 25 dias o atendimento seja iniciado.

    O presidente da Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (Ebserh), Kleber Morais, disse que o HUGV é “um dos melhores da nossa rede”.

    Tradição – Fundado em 1965, o Hospital Universitário Getúlio Vargas (HUGV) é um hospital-escola que presta serviços de assistência à saúde da população da Região Norte com excelência e qualidade, além de desenvolver atividades de Ensino e Pesquisa no âmbito multiprofissional. É um hospital de pequeno porte, com 159 leitos e taxa de ocupação média de 48%.

    O superintendente do HUGV, Julio Mario de Melo e Lima, comemora a nova estrutura. “A intenção é que atendamos, em três turnos, 118 pessoas por mês. Temos a demanda dos pacientes que eram nossos, tivemos que fechar a unidade e agora eles vão retornar. A nossa unidade tem condições de atender a população com dignidade”, disse.

    Autorização – O ministro Rossieli Soares também assinou as portarias que autorizam funcionamento dos campi de Iranduba e de Boca do Acre do Instituto Federal do Amazonas (Ifam).

    “O Ifam é uma instituição que busca a excelência na formação técnica, que nós precisamos ampliar e garantir oportunidades para os jovens estudarem e desenvolverem seu potencial”, afirmou o ministro.

    O Campus Avançado de Iranduba começará suas atividades na Escola Municipal Segundo Ebling. Inicialmente, ofertará os cursos técnicos de nível médio, na forma subsequente nos eixos tecnológicos de recursos naturais, turismo, hospitalidade e lazer, gestão e negócios e cursos de formação inicial e continuada (FIC).

    A implantação será gradativa, assim como os cursos de nível superior de tecnologia e formação de professores. Nesta etapa, prevista para ter início em 2020, a previsão é receber 490 alunos, distribuídos nos turnos vespertino e noturno.

    Já no município de Boca do Acre, a prefeitura municipal assinou o termo de implementação com a reitoria do Ifam e o MEC para a implantação do campus avançado. Para que as atividades tenham início imediato, será utilizada a infraestrutura da Escola Municipal Benicio Rodrigues Pena, que funcionará como sede provisória.

    A escola possui área construída de 1,1 mil metros quadrados, onde o Ifam funcionará à noite, oferta inicial de cursos de formação inicial e continuada (FIC) e educação profissional técnica de nível médio subsequente, nas formas: presencial, semipresencial e a distância.

    “Quem vai ganhar com isso é a população e os jovens dos dois municípios, que precisam especialmente da educação profissional e tecnológica”, comemorou o reitor do Ifam, Antônio Venâncio Castelo Branco.

    Assessoria de Comunicação Social

     

  • UFPE recebe equipamento de ponta para diagnóstico de câncer

    O Hospital das Clínicas da Universidade Federal de Pernambuco (HC-UFPE) é a primeira unidade de saúde pública do estado a lançar mão de um PET-Scan, mais moderno aparelho existente para diagnóstico de câncer. O equipamento foi inaugurado pela Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (Ebserh), autarquia vinculada ao Ministério da Educação, nesta quarta-feira, 11. Também foi entregue um aparelho de ressonância magnética e reabertos o centro cirúrgico ambulatorial, com quatro salas, e o bloco cirúrgico do hospital, com dez salas. O valor do investimento na reforma e ampliação foi de R$ 11,3 milhões.

    “A inauguração do PET-Scan é da maior importância e vai mudar completamente as características deste hospital; vai fazer com que as pessoas mais carentes possam ter acesso a um diagnóstico preciso. É para isso que nós existimos como hospitais universitários, para formar os profissionais, sem esquecer que as pessoas que vêm aqui são as mais necessitadas”, comentou o presidente da Ebserh, Kleber Morais. Ele também anunciou a liberação de R$ 1,9 milhão para outras medidas a serem implantadas este ano, como o banco de leite e o setor de psiquiatria.

    O PET-Scan ou PET-CT é um aparelho de diagnóstico por imagem que permite a detecção precoce, diagnóstico, acompanhamento e tratamento de câncer e de outras doenças, possibilitando uma visualização eficaz do metabolismo celular. Já o equipamento de ressonância magnética fornece imagem em alta definição dos órgãos internos do corpo humano por meio da utilização de um campo magnético.

    Também presente ao evento, o reitor da UFPE, Anísio Brasileiro, falou sobre a importância do início das operações dentro do HC com o PET-Scan. “É um equipamento de ponta. Entendemos que à universidade pública compete a função de gerar conhecimento. Se ela não fizer isso, se não for um hospital de pesquisa, não tem por que existir. Nós existimos porque a população acredita que somos capazes de gerar conhecimento e, assim, melhorar a vida das pessoas”, disse.

    O reitor aproveitou para agradecer o apoio do MEC na conclusão das obras da Faculdade de Medicina no Recife e o reinício das obras de reforma da Casa do Estudante. Participaram da cerimônia, ainda, o superintendente do HC, Frederico Jorge Ribeiro, e superintendentes de outros dez hospitais da região Nordeste.

    Empresa – Estatal vinculada ao Ministério da Educação, a Ebserh administra atualmente 39 hospitais universitários federais. O objetivo é, em parceria com as universidades, aperfeiçoar os serviços de atendimento à população, por meio do Sistema Único de Saúde (SUS), e promover o ensino e a pesquisa nas unidades filiadas. O órgão, criado em dezembro de 2011, também é responsável pela gestão do Programa Nacional de Reestruturação dos Hospitais Universitários Federais (Rehuf), que contempla ações nas 50 unidades existentes no país, incluindo as não filiadas à Ebserh.

    Assessoria de Comunicação Social

  • Universidade do Tocantins abre restaurante e terá hospital

    A Universidade Federal do Tocantins (UFT) inaugurou nesta segunda-feira, 19, o restaurante universitário do campus de Palmas. O evento teve a participação do ministro da Educação, Henrique Paim, que também visitou o novo bloco de salas de aula da universidade, que tem 17 mil estudantes distribuídos em sete campi.

    Com mais de 1,1 mil metros quadrados, o restaurante será aberto à comunidade no dia 16 de junho, terá 276 lugares e poderá servir até 2,5 mil refeições por dia. O prédio foi construído com subsídios do Plano Nacional de Assistência Estudantil (Pnaes), que apoia a permanência de estudantes de baixa renda matriculados em cursos de graduação presencial das instituições federais de ensino superior.

    A assistência estudantil busca dar igualdade de oportunidades a todos os estudantes e combater situações de repetência e evasão. “A demanda por assistência estudantil é fruto de um processo de inclusão social, educacional e das políticas públicas de governo, como é o caso das cotas”, afirmou o ministro.

    No evento, foi assinada a ordem de serviço para projeto básico e complementar do hospital universitário da UFT. A previsão é de que o hospital tenha mais de 30 mil metros quadrados, 16 salas de cirurgia, 40 ambulatórios de especialidades e 345 leitos, sendo 70 leitos de UTI, e um centro de diagnóstico por imagem. Segundo o reitor Márcio Silveira, o investimento total deve chegar a R$ 250 milhões.

    Infantil – Foram inaugurados também em Palmas dois centros municipais de educação infantil. Na ocasião, o ministro destacou que as creches unem o direito à aprendizagem e de formação das crianças, para que elas tenham mais oportunidades. “Estamos entregando o que é um direito da população, ou seja, o acesso à educação infantil. As creches públicas cumprem o papel de oferecer às famílias mais pobres educação para as crianças”, disse Paim.

     

    Assessoria de Comunicação Social

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