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  • Abertas inscrições do Encceja a brasileiros residentes no exterior

    Já estão abertas as inscrições para o Exame Nacional para Certificação de Competências de Jovens e Adultos (Encceja) 2017 para brasileiros residentes no exterior. O exame avalia competências, habilidades e saberes adquiridos em processo escolar ou extraescolar de jovens e adultos que não tiveram a oportunidade de concluir seus estudos em idade própria. A participação é voluntária e gratuita.

    Esta edição do exame é direcionada a jovens e adultos residentes no exterior, e a pessoas privadas de liberdade residentes no Japão e Guiana Francesa, que buscam obter o certificado de conclusão do ensino fundamental ou do ensino médio.

    As inscrições começaram nesta segunda-feira, 3, e podem ser feitas até as 23h59 de 17 de julho. É preciso informar o número de CPF e identidade, que serão utilizados para emissão do certificado e da declaração parcial de proficiência. O participante que tiver realizado provas de edições anteriores do Encceja Exterior (2013, 2014, 2015, 2016) deverá informar o número do passaporte utilizado para fins de certificação. Para a certificação do ensino fundamental o participante deve ter 15 anos completos na data da realização da prova. Para a certificação do ensino médio, a idade é de pelo menos 18 anos na data da prova.

    A inscrição deve ser feita exclusivamente pela internet. Os responsáveis nos consulados-gerais em Tóquio e em Caiena, onde haverá aplicação para pessoas privadas de liberdade, farão a inscrição dos brasileiros submetidos a penas privativas de liberdade, por meio de outro endereço eletrônico, no mesmo período.

    Atendimentos – Participantes que necessitam de atendimento especializado ou específico devem informar, na inscrição, a condição que motiva a solicitação. É necessário ter documentos comprobatórios dessa condição, que podem ser cobrados pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) a qualquer momento. O atendimento especializado é direito de participantes com baixa visão, dislexia e deficiência física.

    Auxílios ou recursos de acessibilidade necessários também só podem ser solicitados na inscrição. As opções são: prova com letra ampliada, prova com letra superampliada, sala de fácil acesso e mobiliário acessível. O atendimento específico é destinado a gestantes, lactantes e idosos.

    Aplicação – O Encceja Exterior 2017 será aplicado em 10 de setembro, nos Estados Unidos (Boston, Nova Iorque e Miami); Bélgica (Bruxelas); Guiana Francesa (Caiena); Portugal (Lisboa); Suíça (Genebra); Espanha (Madri); Reino Unido (Londres); França (Paris), Holanda (Amsterdã) e Japão (Nagóia, Hamamatsu e Ota). Em unidades prisionais, o exame será realizado em Tóquio (Japão) e Caiena (Guiana Francesa), entre 11 e 22 de setembro. O Encceja Exterior 2017 é aplicado pelo Inep em parceria com o Ministério das Relações Exteriores e com as respectivas representações diplomáticas do Brasil nos locais de aplicação.

    Certificação – Os resultados do Encceja Exterior 2017 podem ser utilizados para a certificação de conclusão de ensino fundamental ou do ensino médio, ou para emissão da declaração de parcial de proficiência. Para a certificação dos participantes serão consideradas a pontuação mínima indicada pelo Inep e a declaração parcial de proficiência (por área de conhecimento). A emissão desses documentos é de responsabilidade do Colégio Pedro II, do Rio de Janeiro, e do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Brasília (IFB). Para a certificação, o participante poderá aproveitar os resultados obtidos em edições anteriores do Encceja (2013, 2014, 2015 e 2016) e também do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem).

    Acesse a página do Encceja para fazer a inscrição

    Acesse a página para inscrição de pessoas privadas de liberdade

    Clique aqui para acessar o edital

    Clique aqui para ver o cronograma do Encceja no Brasil

    Assessoria de Comunicação Social 

  • Capes divulga lista de aprovados para doutorado no exterior

    A Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) apresentou, na sexta-feira, 7, o resultado do edital de seleção de candidaturas ao Programa de Doutorado Pleno no Exterior. Foram aprovados 150 candidatos, que deverão começar os estudos entre julho e novembro deste ano.

    O programa oferece bolsas de doutorado pleno como alternativa complementar às possibilidades ofertadas pelo conjunto dos programas de pós-graduação no Brasil. Com o apoio, busca-se desenvolver os centros de ensino e pesquisa brasileiros com o retorno dos bolsistas, ampliar o nível de colaboração e de publicações conjuntas entre pesquisadores que atuam no Brasil e no exterior, aumentar o acesso de pesquisadores brasileiros a centros internacionais de excelência e proporcionar maior visibilidade internacional à produção científica, tecnológica e cultural brasileira.

    A bolsa é concedida inicialmente por um período de, no máximo, 12 meses. A renovação da concessão é condicionada ao desempenho acadêmico satisfatório do estudante. A duração total do doutorado não poderá ultrapassar 48 meses, com vigência até o mês de defesa da tese.

    Mais informações estão disponíveis na lista de aprovados.

    Assessoria de Comunicação Social, com informações da Capes

  • Capes encerra nesta sexta inscrições para dois programas internacionais


    Encerram nesta sexta-feira, 15, as inscrições para dois programas internacionais da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes). São eles o Capes/Nuffic, que concede bolsas de doutorado, pós-doutorado e graduação sanduíche em instituições de educação superior brasileiras e holandesas, e o Capes/WBI, destinado a apoiar o intercâmbio científico entre grupos de pesquisa brasileiros e belgas. 

    A Organização Neerlandesa para a Cooperação Internacional em Educação Superior (Nuffic) irá contemplar as áreas de ciências biológicas, engenharias, ciências médicas (ciências da saúde), ciências agrícolas, ciências sociais aplicadas, ciências humanas e artes. Entre os benefícios previstos pelo programa Capes/Nuffic, destacam-se bolsas de estudo e auxílio deslocamento para estudantes brasileiros em missão de estudos, diárias e auxílio deslocamento para docentes doutores brasileiros em missão de trabalho, seguro saúde e recursos de custeio para despesas relativas às atividades desenvolvidas no Brasil.

    Já o Wallonie Bruxelles International (WBI) é o organismo responsável pelas relações internacionais da Bélgica e tem como um dos focos de atuação a cooperação na área educacional, com vistas à difusão da cultura e à inserção internacional de suas instituições de ensino e pesquisa. As especialidades do edital são ciências biológicas e da saúde, agroindústria, engenharias (nas especialidades mecânica, transporte e logística, aeronáutica e espacial) e meio ambiente.

    As propostas ao programa Capes/WBI devem ser apresentadas pelo coordenador brasileiro à Capes e pelo coordenador belga ao WBI. As inscrições são gratuitas e feitas exclusivamente pela internet. As propostas selecionadas serão contempladas com missões de trabalho, missões de estudo e recursos de custeio.

    Acesse mais informações sobre o Capes/Nuffic e confira o edital do Capes/WBI.

    Assessoria de Comunicação Social 

  • Cursos de formação no exterior podem ganhar novas edições

    Para atender à demanda gerada pela expansão da educação profissional e tecnológica, o Ministério da Educação desenvolve cursos de formação no exterior para professores e gestores dos institutos federais de educação, ciência e tecnologia e centros federais de educação tecnológica. Dois grupos na Finlândia e um no Canadá já fizeram a capacitação, que tem previsão de outras três edições.

    Os cursos têm duração de três meses, em média, em instituições similares aos institutos federais brasileiros. Ou seja, de ciências aplicadas. A oferta é feita por meio de chamadas, e os participantes têm de comprovar vínculo formal permanente com a instituição (servidor concursado) e apresentar projeto de desenvolvimento local, um plano de ação.

    “O professor vai para a instituição no exterior e, na volta, à luz do que viu no modelo internacional, com ajustes e implementações, aplica seu projeto no Brasil, no instituto em que trabalha”, diz Luciano de Oliveira Toledo, coordenador do núcleo Estruturante de Política de Inovação da Secretaria de Educação Profissional e Tecnológica (Setec) do MEC.

    Além das chamadas para Finlândia e Canadá, a Setec negocia a ida de mais grupos à Finlândia (60 pessoas), Canadá (80 pessoas) e Alemanha (40 pessoas). Também está em estudo a oferta de cursos na Holanda, Reino Unido e Austrália.

    A rede de instituições federais de educação profissional e tecnológica conta hoje com 38 institutos, dois centros de educação tecnológica e o Colégio Pedro II. De 140, em 2002, passou-se para 562 unidades, distribuídas por todo o país. Em dez anos, foram contratados mais de 20 mil profissionais. “A expansão traz oportunidades, mas também desafios”, avalia Toledo. “A necessidade de capacitação é cada vez maior.”

    Assessoria de Comunicação Social

  • Entidade cria rede de apoio a brasileiros que estudam fora

    O ministro Mendonça Filho foi conhecer o trabalho da equipe da Brasa, organização sem fins lucrativos que reúne 3,6 mil membros em 72 universidades de vários países (Foto: Emmanuel Macedo/MEC) No início, em 2014, o objetivo era criar uma rede de conexão entre estudantes brasileiros no exterior. Como se fosse uma grande família, com apoio mútuo para crescimento pessoal, troca de ideias e superação de dificuldades. Hoje, a Brasa, sigla em inglês para Associação de Estudantes Brasileiros, é a maior organização sem fins lucrativos de suporte a quem vive fora do Brasil, incluindo ex-universitários, ou quem queira passar por essa experiência.

    No último sábado, na Filadélfia (Estados Unidos), o ministro da Educação, Mendonça Filho, conheceu de perto o trabalho dessa equipe, composta basicamente por jovens que atuam na internet e outros meios de comunicação. Ele foi um dos palestrantes da Brazilian Undergraduate Student Conference (BrazUSC), um evento anual que a Brasa realiza com estudantes brasileiros espalhados pelo mundo e conferencistas das áreas de política, saúde, educação e cultura. Segundo sua coordenação, “para promover o encontro de talentos matriculados nas mais prestigiadas universidades, para que juntos promovam um impacto positivo no retorno ao Brasil”.

    A importância de levar para o Brasil o conhecimento adquirido em outros países, por sinal, é uma constante entre os propósitos da associação, que atualmente conta com 3,6 mil membros e está presente em 72 universidades de 50 cidades da América do Norte, Europa e Ásia. A meta é tornar-se até 2025 a organização de maior referência para brasileiros no exterior e ser reconhecida como formadora de líderes empreendedores, responsáveis por mudanças necessárias nos setores público e privado.  

    “Queremos retribuir e contribuir com soluções para problemas do nosso país”, informa Marina Bacha, coordenadora de relações públicas da Brasa e ex-aluna de economia e ciências da computação pela Universidade de Nova York. “O que mais sentimos falta é da nossa cultura. Perdemos quase todas as referências que tínhamos antes. É reconfortante saber que faço parte de uma comunidade que se dedica academicamente e profissionalmente em diferentes ramos, com o mesmo propósito de transformar a realidade brasileira”, conclui.

    Durante as palestras e grupos de discussão, os estudantes que participaram da BRazUSC falaram da experiência longe de casa, do que pretendem fazer no futuro e das expectativas quanto às políticas públicas no Brasil, principalmente na educação. “Espero que o governo dê mais apoio nas áreas técnicas e invista em programas de longo prazo, para serem efetivos”, declarou Victoria Beertasoli, do Instituto de Tecnologia da Geórgia.

    Para Ellen Bianca, da Universidade da Pensilvânia, é preciso aumentar o incentivo à pesquisa e valorizar o professor. ”Aqui nos Estados Unidos o professor é muito respeitado e motivo de orgulho. Precisamos também disso”. Já Letícia Tonholo, da Escola Politécnica francesa, defende uma educação básica de qualidade. “É preciso um currículo reestruturado de forma que os jovens possam se especializar em suas áreas de competência desde pequenos.”

    Ainda em relação ao novo modelo pedagógico, como parte da Base Nacional Comum Curricular (BNCC), Gustavo Coutinho, da Universidade de Harvard (EUA), torce para que leve a um sistema de ensino mais flexível. “Que estimule os alunos a participar de experiências acadêmicas além da sala de aula e que todos tenham acesso à educação tecnológica desde o ensino fundamental.”

    Assessoria de Comunicação Social 

  • Inscrições para Encceja no exterior terminam nesta segunda-feira, 17

    Brasileiros que vivem no exterior e estão interessados em obter a certificação do ensino fundamental ou do ensino médio têm até as 23h59 desta segunda-feira, 17, para se inscrever no Exame Nacional para Certificação de Competências de Jovens e Adultos (Encceja). O exame é direcionado a jovens e adultos que não concluíram essas etapas de ensino na idade adequada, incluídas pessoas privadas de liberdade (PPL) residentes no Japão e na Guiana Francesa. Estas deverão procurar seus respectivos consulados-gerais, em Tóquio e em Caiena, onde haverá aplicação dos testes.

    Para fazer a inscrição, é preciso informar o número de CPF e a data de nascimento. O participante que tiver feito provas de edições anteriores do Encceja Exterior (2013, 2014, 2015, 2016) deverá informar o número do passaporte utilizado para emissão do certificado ou do certificado de proficiência. Para a certificação do ensino fundamental, o candidato deve ter 15 anos completados até a data da realização da prova. Para a certificação do ensino médio, a idade é de pelo menos 18 anos até a data da prova.

    Aplicação –O Encceja Exterior 2017 é realizado pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Anísio Teixeira (Inep) em parceria com o Ministério das Relações Exteriores (MRE) e com as respectivas representações diplomáticas do Brasil nos locais de aplicação. O exame no exterior será aplicado em 10 de setembro, nos Estados Unidos (Boston, Nova York e Miami); Bélgica (Bruxelas); Guiana Francesa (Caiena); Portugal (Lisboa); Suíça (Genebra); Espanha (Madri); Reino Unido (Londres); França (Paris), Holanda (Amsterdã) e Japão (Nagoia, Hamamatsu e Ota). Já o Encceja Exterior PPL será aplicado entre 11 a 22 de setembro.

    No Brasil – Para o Encceja Nacional, que terá edital publicado na próxima segunda-feira, 24, as inscrições vão de 7 a 18 de agosto. As provas serão aplicadas em 8 de outubro. Candidatos enquadrados na condição de PPL deverão aguardar o outro edital, a ser publicado em 7 de agosto. Para esses casos, o período de adesão das unidades prisionais ou socioeducativas vai de 14 a 25 de agosto, devendo as inscrições serem feitas no período de 21 de agosto a 1º de setembro. Já a aplicação do exame PPL está agendada para 24 e 25 de outubro.

    Assessoria de Comunicação Social, com informações do Inep

  • Inscrições para o Encceja no exterior terminam segunda, 17

    O prazo para os brasileiros residentes no exterior se inscreverem no Exame Nacional para Certificação de Competências de Jovens e Adultos (Encceja) termina na próxima segunda-feira, 17. A prova avalia competências, habilidades e saberes adquiridos de jovens e adultos que buscam a conclusão do ensino fundamental ou do ensino médio. A participação é voluntária e gratuita, destinada aos residentes no exterior que não tiveram a oportunidade de concluir os estudos em idade apropriada.

    As inscrições podem ser feitas até as 23h59 do dia 17. O Encceja Exterior 2017 será aplicado em 10 de setembro, nos seguintes países e cidades: Estados Unidos (Boston, Nova Iorque e Miami); Bélgica (Bruxelas); Guiana Francesa (Caiena); Portugal (Lisboa); Suíça (Genebra); Espanha (Madri); Reino Unido (Londres); França (Paris), Holanda (Amsterdã) e Japão (Nagóia, Hamamatsu e Ota). Em unidades prisionais, o exame será realizado em Tóquio (Japão) e Caiena (Guiana Francesa), entre 11 a 22 de setembro.

    Os resultados do Encceja Exterior 2017 podem ser utilizados para a certificação de conclusão de ensino fundamental ou do ensino médio ou para emissão da declaração de parcial de proficiência. A prova será aplicada pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) em parceria com o Ministério das Relações Exteriores e com as respectivas representações diplomáticas do Brasil nos locais de aplicação. O Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Brasília e o Colégio Pedro II do Rio de Janeiro, que firmaram acordo de cooperação técnica com o Inep, são responsáveis pela certificação dos participantes.

    A inscrição deve ser feita com o número de CPF que será utilizado para emissão do certificado ou da declaração parcial de proficiência, e do documento de identidade. O participante que tiver realizado provas de edições anteriores do Encceja Exterior (de 2013 a 2016) deverá informar o número do passaporte utilizado.

    Para a certificação do ensino fundamental, o candidato deve ter 15 anos completos na data da realização da prova. Para a do ensino médio, a idade é de pelo menos 18 anos na data da prova. Os interessados em participar deverão acessar diretamente a página eletrônica do exame. Os responsáveis nos consulados-gerais em Tóquio e em Caiena farão a inscrição dos brasileiros submetidos a penas privativas de liberdade por meio de outro endereço eletrônico, no mesmo período.

    Atendimento – Participantes que necessitam de atendimento especializado ou específico devem informar, na inscrição, a condição que motiva a solicitação. É necessário ter documentos comprobatórios, que podem ser cobrados pelo Inep a qualquer momento. O atendimento especializado é direito de participantes com baixa visão, dislexia e deficiência física. Auxílios ou recursos de acessibilidade necessários também só podem ser solicitados na inscrição. As opções são: prova com letra ampliada, prova com letra super ampliada, sala de fácil acesso e mobiliário acessível. O atendimento específico é destinado a gestantes, lactantes e idosos.

    Estrutura – O Encceja Exterior 2017 foi estruturado a partir de uma matriz de competências e habilidades disponível no portal do Inep. As provas obedecem a requisitos básicos estabelecidos pela legislação em vigor para o ensino fundamental e para o ensino médio. São quatro provas objetivas, por nível de ensino, cada uma com 30 questões de múltipla escolha, e uma proposta de redação.

    Horário – As provas serão aplicadas em 10 de setembro. Os portões de acesso aos locais de prova serão abertos às 7h e fechados às 8h, no turno matutino, e abertos às 13h e fechados às 14h no turno vespertino, de acordo com o horário oficial local de cada cidade. Os horários de aplicação das provas serão:

    Ensino Fundamental
    Manhã – das 8h às 12h (horário local): ciências naturais, história e geografia.
    Tarde – das 14h às 19h (horário local): língua portuguesa, língua estrangeira moderna, artes, educação física, redação e matemática.

    Ensino Médio
    Manhã – das 8h às 12h (horário local): ciências da natureza e suas tecnologias, ciências humanas e suas tecnologias.
    Tarde – das 14h às 19h (horário local): linguagens, códigos e suas tecnologias; redação; e matemática e suas tecnologias.

    Certificação – Para a certificação de conclusão do ensino fundamental ou do ensino médio ou para emissão da declaração de parcial de proficiência dos participantes, serão consideradas a pontuação mínima indicada pelo Inep e a declaração parcial de proficiência (por área de conhecimento).

    O participante poderá ainda aproveitar os resultados obtidos em edições anteriores do Encceja (desde 2013) e também do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem).

    A inscrição está disponível na página eletrônica do exame.

    Para os que cumprem penas privativas de liberdade, a inscrição deve ser feita por meio de outro endereço eletrônico.

    O edital do Encceja Exterior 2017 está disponível na edição do dia 30 de junho do Diário Oficial da União.

    Assessoria de Comunicação Social

  • Medalhista em olimpíadas do conhecimento, jovem é aprovado em instituição americana

    Rogério Guimarães Júnior vai cursar ciência da computação em uma das mais conceituadas instituições de ensino superior dos Estados Unidos (Foto: Divulgação / Arte: ACS/MEC )Internacionalmente premiado em diversas competições de matemática e computação, o piauiense Rogério Guimarães Júnior, 18 anos, começou a fazer as malas para realizar um sonho antigo, o de estudar no exterior. Aprovado no Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT), ele se muda em setembro para os Estados Unidos, onde pretende cursar ciência da computação.

    A preparação começou aos 14 anos quando, no primeiro ano do ensino médio, Rogério decidiu sair de Teresina, capital do Piauí, para estudar em Fortaleza, no Ceará. Filho de um auditor fiscal e de uma professora, teve o apoio dos pais, a quem deu a notícia da seleção na quarta-feira, 14 de abril, data marcada como uma das mais felizes para a família.

    “Eu sabia que queria estudar fora mas é complicado você ter uma faculdade específica, porque é um processo bem subjetivo, você não sabe direito em qual faculdade vai entrar. Daí você tenta várias, e foi isso, desde o primeiro ano. Fiz atividades que me ajudassem também quando eu chegasse ao terceiro ano e fosse aplicar para as faculdades”, disse Rogério.

    A estratégia foi apostar nas olimpíadas de conhecimento para fortalecer a preparação e o currículo. Foram 25 medalhas, entre as quais as de ouro na seletiva brasileira para a Olimpíada Internacional de Informática (IOI), em 2015, e na Competição Iberoamericana de Informática (CIIC), em 2016. Rogério Guimarães também foi prata na Olimpíada Internacional em Informática (2016), na Rússia, onde conquistou a melhor colocação entre competidores ibero-americanos.

    Ele conta que aplicou para diversas universidades no exterior. Ao ver os resultados, percebeu como o perfil do aluno pesa. Entre os selecionados para o MIT, por exemplo, metade dos aprovados participaram de olimpíadas internacionais de ciência, matemática, física ou química, observou. “Em outras faculdades não. No MIT passaram quatro brasileiros, todos são envolvidos com olimpíadas, três foram os melhores resultados do ano no Brasil em suas olimpíadas internacionais. Já em Harvard, por exemplo, eu nem fui chamado para entrevista, é uma faculdade que prioriza outras coisas”, falou. 

    Ainda no currículo de Rogério, pesa um projeto desenvolvido ao longo dos anos de preparação para as olimpíadas de conhecimento: o curso Noic de Informática, do qual é, hoje, presidente. O Núcleo Olímpico de Incentivo ao Conhecimento (Noic) é uma ferramenta utilizada por estudantes que querem se preparar para olimpíadas na área de programação.

    “Decidi criar um curso de informática que ensina a programar do zero. E o feedback foi muito bom, porque não existia material bom em português, do zero, e focado nas olimpíadas”, argumentou.

    Paralelamente, o estudante fundou, junto com um grupo de jovens pesquisadores, o CodCad, outra plataforma, esta para ensino, online e gratuito, de programação. “São diferentes cursos, cada curso com diferentes aulas e na plataforma você tem problemas de informática para resolver e a própria plataforma corrige, te dá pontuação e ranqueia. O diferencial do CodCad é que tudo que você precisa para programar está nele”, explicou.  

    Além do MIT, o piauiense também foi aprovado em Stanford. “É complicado ficar pensando o que te fez entrar em uma ou outra faculdade. O ponto é que elas têm perfis diferentes e aprovam os alunos não só com base no quanto elas acham que eles são bons, mas no quanto eles se encaixam no perfil delas.”

    Assessoria de Comunicação Social

  • Novos portais divulgam vagas em estágios e outras informações

    Será lançado nesta quarta-feira, 17, o Portal de Estágios & Empregos em Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação, durante cerimônia no auditório do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), em Brasília. Na página serão listadas vagas de estágios e empregos para bolsistas e ex-bolsistas do programa Ciência Sem Fronteiras, em empresas privadas parceiras.

    Durante a cerimônia também será lançado o Portal de Acompanhamento do Ciência sem Fronteiras, de acesso público. A ferramenta consolida as principais informações sobre as bolsas já implementadas pelo CNPq e pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) e dados complementares sobre o programa, como quantitativos das modalidades de bolsas, países de destino dos bolsistas, instituição de origem, distribuição das  bolsas por gênero, entre outros.

    Também será apresentada a nova modalidade de graduação denominada Bolsa de Desenvolvimento Tecnológico no Exterior, que terá duas categorias: júnior (DEJ) e sênior (DES). Esta bolsa será destinada ao apoio à participação de especialistas, tecnólogos e efetivo técnico-científico no desenvolvimento de projetos de pesquisa, estudos, treinamentos e capacitação em instituições de excelência no exterior, através de estágios e cursos.

    Parceria– Será anunciada também uma nova parceria entre Brasil e França, que permitirá a participação de estudantes brasileiros em cursos de doutorado pleno na França, pelo período de até 36 meses, em laboratórios e empresas, segundo a regulamentação francesa.

    As bolsas serão destinadas a candidatos de nacionalidade brasileira, com desempenho e potencial acadêmicos comprovados. Os candidatos devem ter diploma de mestrado obtido há menos de três anos da data de submissão da proposta, nas áreas de pesquisa definidas pelo programa.

    Assessoria de Comunicação Social

  • Portaria da Capes sistematiza normas e não prejudica bolsistas

    A Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) informa que a Portaria nº 87, de 20 de junho de 2016, que trata do Regulamento para Bolsas no Exterior,não traz qualquer prejuízo aos beneficiários de bolsas vigentes. Todos os bolsistas da Capes têm garantia de terminar seus estudos, desde que possuam mérito e estejam cumprindo com as obrigações previstas, conforme termo de compromisso assinado no ato da aceitação da bolsa.

    O novo regulamento tem como objetivo unificar e sistematizar normas previstas em outros instrumentos normativos (regulamentos, portarias, editais e manuais) das diversas modalidades de bolsa de estudo. Trata-se de processo contínuo de revisão e de aperfeiçoamento dos procedimentos para concessão de bolsas, que visa melhor divulgar e dar transparência às regras e requisitos, além de garantir a qualidade da formação no exterior e a boa aplicação dos recursos públicos.

    A Capes esclarece, ainda, que a referida portaria não faz qualquer referência a interrupção de bolsa de estudos em andamento por corte orçamentário. O Art. 10, que trata da concessão do benefício, prevê, em eventuais situações de cortes orçamentários, a possibilidade de cancelamento da Carta de Concessão (documento disponível ao então candidato anteriormente à implementação da bolsa), quando o aluno ainda encontra-se no Brasil. Apesar de prevista no regulamento, trata de situação sem histórico nesta instituição.

    A Capes e o Ministério da Educação mantêm seu compromisso de pagamento de todas as bolsas ativas no Brasil e no exterior.

    Contato –Aos bolsistas, a Capes reforça a importância sobre a utilização do Linha Direta e do contato com o setor técnico de acompanhamento da bolsa como canais oficiais para sanar dúvidas e obter esclarecimentos sobre o benefício.

    Renovação e prorrogação ­–Na última terça-feira, 28, a Capes divulgou nota oficial com informações sobre as questões de renovação e de prorrogação de bolsa de Doutorado Pleno no Exterior. Acesse aqui.

    Assessoria de Comunicação Social

     

  • Portugal e França vão receber licenciandos para graduação

    A Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) lançou dois editais para os Programas de Licenciaturas Internacionais (PLI). As convocações são para cursos em Portugal e na França e as inscrições para ambos os países podem ser feitas até 8 de maio.

    O programa tem como objetivo selecionar projetos de parceria universitária entre cursos de licenciatura brasileiros e universidades parceiras, visando a realização de graduação sanduíche, com dupla diplomação, de estudantes brasileiros. As bolsas são para licenciaturas nas áreas de química, física, matemática, biologia, letras, artes e educação física.

    Para a edição portuguesa do programa a Capes apoiará até 40 projetos, e cada projeto contemplará no mínimo cinco e no máximo sete licenciandos, totalizando até 280 bolsistas. Os cursos serão na modalidade graduação sanduíche, com dupla diplomação. Podem ser selecionados estudantes de cursos de licenciaturas de universidades brasileiras, que deverão permanecer até 24 meses no exterior.

    Na França serão 30 projetos, com até cinco licenciandos em cada, totalizando até 150 bolsistas de graduação sanduíche, também por até 24 meses. As licenciaturas em letras e artes serão oferecidas na Universidade Paris-Sorbonne, e física, química, biologia e matemática serão na Universidade Pierre et Marie Curie.

    Diego Rocha

    Acesse as informações do PLI em Portugal
    Acesse as informações do PLI na França
    http://www.capes.gov.br/editais/abertos/6159-pli-franca
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