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  • Estudantes da educação básica da rede pública de ensino podem viver a experiência de criar e produzir vídeos de curta-metragem e ainda ganhar smartphones como prêmio, além de dar aos professores e até à escola a oportunidade de também receber premiação.

    É o que promete o Prêmio Curta Histórias, promovido pela Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização, Diversidade e Inclusão (Secadi) do MEC, em parceria com a Fundação Vale, a Fundação Telefônica, a Unesco e a Fundação Palmares. As inscrições estão abertas até 29 de abril.

    O tema desta edição são as personalidades negras. Os estudantes podem participar em quatro categorias: ensino fundamental – anos iniciais; ensino fundamental – anos finais; ensino médio; educação de jovens e adultos.

    Os estudantes interessados podem consultar as dicas de produção, elaboradas pela TV Escola do MEC e disponíveis na página do prêmio na internet, onde encontrarão também o regulamento e relação dos prêmios.

    O objetivo do concurso é valorizar a educação para as relações étnico-raciais e incentivar novos talentos, além de promover o estímulo ao desenvolvimento das atividades pedagógicas e audiovisuais de cunho cultural e educativo.

    Os vencedores serão anunciados na página do Curta Histórias na internet. A cerimônia de premiação ocorrerá na sede do Ministério da Educação, em Brasília, no dia 28 de maio.

    Acesse a página do prêmio Curta Histórias

    Assessoria de Comunicação Social

  • Estão abertas as inscrições para a segunda edição do Prêmio Curta Histórias, concurso de vídeos de curta metragem para estudantes da educação básica da rede pública de ensino. Nesta edição os vídeos terão como tema personalidades negras e os vídeos podem ser inscritos até 25 de abril.

    O concurso valoriza a educação para as relações étnico-raciais e tem como objetivo incentivar novos talentos e estimular o desenvolvimento das atividades pedagógicas e audiovisuais de cunho cultural e educativo em escolas públicas brasileiras.

    Para a secretária de Educação Continuada, Alfabetização, Diversidade e Inclusão do MEC, Macaé Evaristo, é necessário integrar os estudantes na promoção da educação para as relações étnico-raciais. “Esses vídeos podem ser produzidos no celular, nos laboratórios das escolas, mas em uma agenda coletiva”, disse.

    Os estudantes podem participar em quatro categorias: ensino fundamental – anos iniciais; ensino fundamental – anos finais; ensino médio; educação de jovens e adultos. Cada escola pode inscrever um vídeo de até um minuto, sem contar os créditos, por categoria e os grupos devem ser formados por um professor ou educador responsável e até cinco alunos.

    O prêmio Curta Histórias selecionará cinco finalistas em cada categoria. Entre esses, serão escolhidos um pelo júri popular e outro pela comissão julgadora final. Os vencedores serão anunciados na página do Curta Histórias na internet e deverão comparecer à Cerimônia de Premiação que ocorrerá no Ministério da Educação no dia 28 de maio.

    Assessoria de Comunicação Social

    Acesse a página do prêmio Curta Histórias

    Ouça a secretária Macaé Evaristo

  • Foi lançado nesta quarta-feira, 28, em Brasília, o festival Curta Histórias, que fomenta a produção de filmes curtas-metragens realizado nas escolas das redes públicas. A iniciativa tem como objetivo pensar a história da África e dos africanos no Brasil a partir da representação de crianças e adolescentes.

    O festival busca promover a pesquisa e análise crítica de estudantes e professores sobre a influência africana no processo de formação nacional e da diversidade étnico-racial brasileira.

     

    De acordo com a secretária de Educação Continuada, Alfabetização, Diversidade e Inclusão do MEC, Macaé Evaristo, os curtas são uma forma de pensar a cultura e a história da África e dos afro-brasileiros a partir da visão das crianças. “Com este festival queremos trazer histórias, memórias, o dia a dia, as reflexões e os desafios das crianças e adolescentes brasileiros”, afirmou Macaé.

     

    O Festival Curta Histórias é uma parceria da Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização, Diversidade e Inclusão (Secadi) com a Fundação Casa da Árvore, Unesco, Fundação Vale e a Fundação Telefônica e foca na participação de estudantes de escolas públicas vinculadas ao Mais Educação e ao Ensino Médio Inovador, e também nos beneficiários do Projovem.

     

    A página do festival na internet entra no ar no dia 16 de setembro.


    Diego Rocha

     

  • Escolhidos entre 646 inscritos, os vídeos vencedores do Prêmio Curta Histórias estão disponíveis na página do concurso. O Almirante Negro (Araxá, MG), A educação é a arma mais poderosa (Afogados da Ingazeira, PE), Carolina Maria de Jesus (Belo Horizonte) e João Candido (Campo Bom, RS), foram os selecionados pela comissão julgadora final.

    O Prêmio Curta Histórias foi promovido pela Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização, Diversidade e Inclusão (Secadi) do Ministério da Educação, em parceria com a Fundação Vale, a Fundação Telefônica, a Unesco e a Fundação Palmares. Foram selecionados os vídeos produzidos nas categorias ensino médio, educação de jovens e adultos, ensino fundamental anos iniciais e fundamental anos finais. Cada categoria teve dois vencedores, escolhidos pela comissão julgadora final e pelo júri popular. O tema desta edição foi personalidades negras.

    O objetivo do concurso é valorizar a educação para as relações étnico-raciais e incentivar novos talentos, além de promover o estímulo ao desenvolvimento das atividades pedagógicas e audiovisuais de cunho cultural e educativo.

    A cerimônia de premiação ocorrerá na sede do Ministério da Educação, em Brasília, no dia 28 de maio.

    Acesse a página do prêmio Curta Histórias

     

    Assessoria de Comunicação Social

  • O Prêmio Curta Histórias, promovido pela Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização, Diversidade e Inclusão (Secadi) do Ministério da Educação, realizou nesta quarta-feira, 28, a cerimônia de premiação dos vencedores de 2014. Realizada em Brasília, a cerimônia homenageou oito vídeos produzidos por estudantes da Bahia, Mato Grosso, Minas Gerais, Pernambuco, Rio de Janeiro e Rio Grande do Sul.

    O Almirante Negro (Araxá, MG), A educação é a arma mais poderosa (Afogados da Ingazeira, PE), Carolina Maria de Jesus (Belo Horizonte) e João Candido (Campo Bom, RS), foram os selecionados pela comissão julgadora final. Shaft (Matupá, MT), Curta histórias (Itaguaí,RJ), Brasil Negro (Belo Horizonte) e Eu acredito! E você? (Salvador), foram os vencedores pelo júri popular.

    O prêmio recebeu 646 inscrições nas categorias ensino médio, educação de jovens e adultos, ensino fundamental anos iniciais e fundamental anos finais. Cada categoria teve dois vencedores, escolhidos pela comissão julgadora final e pelo júri popular. O tema desta edição foi personalidades negras e os vídeos vencedores estão disponíveis na página do concurso.

    Prêmios – Os prêmios para cada aluno das equipes vencedoras será um aparelho smartphone; além dos aparelhos, os professores responsáveis receberão uma câmera digital semiprofissional; as escolas serão contempladas com câmera digital semiprofissional, projetor, aparelho de DVD e uma cinemateca. Professores e alunos também receberão, nos dias 29 e 30, formação em cinema e tecnologia, em Brasília.

    O objetivo do concurso é valorizar a educação para as relações étnico-raciais e incentivar novos talentos, além de promover o estímulo ao desenvolvimento das atividades pedagógicas e audiovisuais de cunho cultural e educativo. Foram parceiros da iniciativa a Fundação Casa da Árvore, a Organização das Nações Unidas para Educação, Ciência e Cultura (Unesco) e as fundações Vale e Telefônica.

    Assessoria de Comunicação Social

    Acesse a página do concurso Curta Histórias

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