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  • Conferências sobre educação financeira acontecerão em maio

    Um projeto piloto levou educação financeira à rede pública de ensino médio de vários estados, com a participação da Secretaria de Educação Básica do MEC (Foto: Tereza Sobreira/Arquivo MEC)Finanças pessoais, orçamento, planejamento, previdência social, sistema financeiro, investimento são temas que farão parte de conferências e palestras da Semana Nacional de Educação Financeira, programada pelo Comitê Nacional de Educação Financeira (Conef) para ocorrer em diversas cidades do país entre os dias 5 e 9 de maio.

    Os interessados em participar devem acessar a página do evento na internet e conferir a agenda oficial. Cada iniciativa dá as informações necessárias para a inscrição.

    A Secretaria de Educação Básica (SEB) do Ministério da Educação preside o Grupo de Apoio Pedagógico (GAP) do Comitê, cujas ações resultaram num projeto piloto que, entre 2008 e 2010, levou educação financeira à rede pública de ensino médio dos estados do Ceará, Minas Gerais, Rio de Janeiro, São Paulo, Tocantins e do Distrito Federal.

    A experiência de se informar sobre finanças produziu mudanças significativas na vida dos jovens estudantes e de suas famílias, e rendeu ao Brasil referência sobre essa modalidade de ensino no relatórioThe impact of high school financial education – experimental evidence from Brasil(O impacto da educação financeira no ensino médio – a experiência do Brasil, em tradução livre), do Banco Mundial.

    Segundo a professora Alzira de Oliveira Reis e Silva, especialista em educação financeira da Associação de Educação Financeira do Brasil (AEF), o projeto piloto “trabalhou um conjunto de comportamentos para que o jovens façam escolhas mais conscientes, se preparando para um futuro mais tranquilo”.  

    Analistas do Banco Mundial constataram o aumento de 1% do nível de poupança dos jovens que passaram pelo programa; 21% a mais dos alunos fazem uma lista dos gastos todos os meses; 4% a mais dos alunos negociam os preços e meios de pagamento ao realizarem uma compra. As famílias também foram beneficiadas, pois temas como orçamento, planejamento e taxas bancários entraram na pauta das conversas e decisões conjuntas de gastos por causa dos deveres de casa. O relatório conclui, ainda, que esse resultado indica que jovens educados financeiramente podem contribuir para o crescimento de 1% do PIB do Brasil.

    O material didático do projeto piloto, distribuído para 26 mil alunos e 2 mil professores de 891 escolas, está disponível ao público na página do MEC na internet. Não se trata de matéria extracurricular. O tema foi abordado nas aulas de matemática, ciência, história, geografia e português.

    A meta da Estratégia Nacional de Educação Financeira e da Secretaria de Educação Básica do Ministério da Educação agora é disseminar os resultados e estimular que a educação financeira seja adotada para alunos do ensino fundamental e médio.

    Enef– O evento pretende divulgar as ações desenvolvidas pela Estratégia Nacional de Educação Financeira (Enef) lançada pelo Decreto nº 7.397 do governo federal, em dezembro de 2010. A estratégia foi criada para promover a educação financeira e previdenciária em razão do impulso às políticas de inclusão social no país. A proposta é fortalecer a cidadania, oferecendo aos brasileiros noções sobre previdência e sistema financeiro.

    O Conef, criado para gerir e coordenar programas da estratégia, propôs que a educação financeira fosse disseminada em ações para escolas de nível fundamental e médio, e também em ações para aposentados e mulheres beneficiárias do programa Bolsa Família.

    O Conef é formado pelo Banco Central do Brasil (BCB), Comissão de Valores Mobiliários (CVM), Superintendência Nacional de Previdência Complementar (Previc), Superintendência de Seguros Privados (Susep), Ministério da Fazenda, Ministério da Educação, Ministério da Previdência Social, Ministério da Justiça, Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiros e de Capitais (Anbima), Bolsa de Valores, Mercadorias e Futuros (BM&FBovespa), Confederação Nacional das Empresas de Seguros Gerais, Previdência Privada e Vida, Saúde Suplementar e Capitalização (CNSeg) e pela Federação Brasileira dos Bancos (Febraban).

    Assessoria de Comunicação Social


    Confira a programação e garanta sua presença
  • Curso e jogo ensinam estudante e professor a cuidar do dinheiro

    O curso de educação financeira proporciona oportunidades de sensibilização, reflexão e revisão de escolhas no âmbito pessoal (Foto: Frame TV Escola)

    Ter uma vida financeira saudável, sem buracos no orçamento mensal e com gastos equilibrados é o sonho de muita gente, e as lições começam em casa. Pensando nisso, uma parceria entre a TV Escola, canal do Ministério da Educação, e a Associação de Educação Financeira (AEF) vai auxiliar as famílias no controle das finanças, de forma a evitar perdas e gerar estabilidade no bolso.

    É a 5ª Semana Nacional de Educação Financeira, que começou nesta segunda-feira, 14, e se estende até o próximo dia 20, divulgando boas ações de educação financeira de entidades públicas e privadas. A intenção é promover ações dessa natureza em todo o Brasil e o projeto conta com conteúdos para apoiar educadores, gestores, pais e alunos a desenvolver práticas financeiras conscientes.

    Este ano, a parceria oferece duas ferramentas tecnológicas para a educação financeira: uma plataforma com cursos a distância, para professores, e um jogo, para atrair a atenção dos estudantes e incentivar o uso consciente dos recursos financeiros. Todas as informações sobre a semana e as novidades educacionais podem ser conferidas no portal da Estratégia Nacional de Educação Financeira (Enef), uma mobilização multissetorial em torno da promoção de ações de educação financeira no Brasil, com material específico de apoio à formação de professores.    

    O game, batizado de Tá O$$O, tem o objetivo de disseminar o tema entre alunos dos ensinos fundamental e médio, professores, gestores de educação e organizações não governamentais, além de ampliar seu alcance a partir de tecnologias inovadoras. A expressão Tá Osso foi escolhida para brincar com um olhar popular sobre a dificuldade que as pessoas têm de se organizar com dinheiro.

    “É um recurso inovador, voltado ao jovem da era digital”, explicou Claudia Forte, superintendente da AEF-Brasil. “Por meio da ferramenta, o aluno pode personalizar seu avatar com recursos relacionados à narrativa e experimentar situações que estimulam a tomada de decisão com base em diferentes conceitos trabalhados na sala de aula.” Todos os personagens são cães e o jogo se passa em uma cidade com cinco diferentes espaços. Com o uso de um avatar, os usuários podem montar sua identidade e entrar na narrativa de um universo paralelo com questões e situações do cotidiano.

    Toda a plataforma virtual foi idealizada por uma equipe de profissionais especializados no desenvolvimento de objetos de aprendizagem, como desenvolvedores, designers e consultores de educação financeira. O projeto é gerido pela equipe da TV Escola e utiliza a atração dos jogos eletrônicos para criar atividades prazerosas e promover o uso correto do dinheiro.

    “O game é uma experiência educativa e divertida, reunindo temas e conteúdos que discutem comportamentos importantes, como a administração consciente do dinheiro e o consumo excessivo”, avaliou Fernando Veloso, diretor geral da TV Escola. Após o lançamento da versão demo, o jogo será testado inicialmente com jogadores experientes e, na segunda etapa de testes, em salas de aula. Após essa avaliação ele será direcionado às escolas públicas parceiras da AEF-Brasil.

    Cursos – Além do jogo, a plataforma de ensino a distância oferece um curso com quatro módulos temáticos direcionados a professores da educação básica, ensinos fundamental (1 e 2) e médio, além de educadores sociais. Disponível no portal, a ferramenta será um dos pilares para a organização dos polos de formação em educação financeira, viabilizados por meio de convênios com as secretarias estaduais de Educação e universidades federais, e disponível gratuitamente para educadores de todo o país.

    Os módulos temáticos têm diferentes dimensões temporais e espaciais, proporcionando oportunidades de sensibilização, reflexão e revisão de escolhas no âmbito pessoal, coletivo ou familiar, para a educação financeira nas escolas. Ao todo, são 40 horas de conteúdos sociais, conceitos financeiros e compartilhamento de propostas de planos de aulas e depoimentos de professores e gestores. A certificação fica disponível aos professores que terminarem todos os conteúdos em até quatro meses, oferecendo os benefícios de gestão do tempo e da liberdade de um curso não linear.

    O material é composto por ferramentas interativas com textos, vídeos e atividades de verificação, mas com uma roupagem diferente, que foge dos tradicionais conceitos numéricos. Todos os módulos são independentes e não-lineares, com questões desafiadoras e sem se prender a uma única narrativa. Dessa forma, o professor pode acessar o módulo que quiser a qualquer momento.

    “O curso é um grande aliado para vencermos nosso maior desafio hoje quando o assunto é educação financeira: promover a formação adequada do professor, que possibilite a ele introduzir os temas transversais de forma eficiente que é um dos grandes desafios em sala de aula”, destacou relata Claudia Forte.

    Para Fernando Veloso, a plataforma de educação a distância e o game desenvolvidos partem de conceitos absolutamente atuais, que são a organização das finanças, o planejamento financeiro e a sustentabilidade das pessoas e das famílias. “Compreender essa lógica a partir da educação e do suporte aos professores para a transmissão de conteúdos em sala de aula é olhar adiante e na direção de um país economicamente saudável”, pontuou.

    Semana – Promovida pelo Comitê Nacional de Educação Financeira (Conef), a 5ª Semana Nacional de Educação Financeira reúne diversas ações educacionais, gratuitas, presenciais e online, com o objetivo de disseminar a educação financeira e previdenciária, além de contribuir para o fortalecimento da cidadania. Em 2017, mais de 3,6 mil ações de 101 instituições foram realizadas em 17 estado e 21 cidades brasileiras, alcançando cerca de 3 milhões de pessoas em todo o Brasil.

    Para saber mais sobre a Estratégia Nacional de Educação Financeira (Enef), iniciativa pública que reconhece a educação financeira e previdenciária como ferramenta de inclusão social, basta acessar o portal, no qual os interessados encontrarão diversas ferramentas e matérias gratuitas, agenda da edição 2018 e outras informações sobre o tema.  

    Confira o portal da Enef

    Confira o portal do Programa Educação Financeira

    Assessoria de Comunicação Social

  • Estudantes aprenderão teoria e prática de finanças nas escolas

    O Comitê Nacional de Educação Financeira (CONEF) promove, de 9 a 15 de março, em todo o país, a 2ª Semana Nacional de Educação Financeira (Enef), com a finalidade de desenvolver o assunto em sala de aula. A proposta do Conef é incentivar a participação das escolas, consideradas o espaço ideal para promover a educação financeira, aplicada como tema transversal e em diálogo com as diversas disciplinas do sistema de educação do ensino médio e fundamental.

    A intenção é promover um ambiente em que estudantes adquiram não somente conhecimentos curriculares, mas também que lhes proporcionem capacidade de administrar sua vida em sociedade; que possam aprender a fazer escolhas e sonhar, além de descobrir formas de realização.

    Um diferencial nesta edição é que datas de realização da 2ª Semana Enef coincidem com a Global Money Week, evento mundial de educação financeira voltado para crianças e adolescentes que, em 2014, alcançou mais de 3 milhões de crianças e jovens em 118 países.

    Semana – Diversas ações educacionais serão realizadas nesta segunda edição da Semana Enef, que inclui iniciativas de toda a sociedade. Aqueles interessados em organizar alguma atividade na semana deverão observar as orientações divulgadas na página da semana.

    A 1ª Semana Enef, realizada em maio de 2014, contou com uma programação intensa, tanto de iniciativas inscritas (mais de 170 ações, entre palestras, cursos, workshops, gincanas, concursos culturais) como de participantes – mais de 13 mil interessados em aprender sobre finanças pessoais e investimentos. O evento aconteceu em 20 cidades brasileiras, e também contou com participantes on-line.

    Política – A Estratégia Nacional de Educação Financeira (Enef) é uma política pública lançada em 2010, com a finalidade de promover a educação financeira e previdenciária da população, além de contribuir para o fortalecimento da cidadania, a eficiência e solidez do sistema financeiro nacional e a tomada de decisões conscientes por parte dos consumidores.

    O Comitê Nacional de Educação Financeira (Conef) é formado pelos seguintes órgãos e entidades públicas: Ministério da Fazenda; Ministério da Educação; Ministério da Previdência Social; Ministério da Justiça; Banco Central do Brasil (BCB); Comissão de Valores Mobiliários (CVM); Superintendência de Previdência Complementar (Previc); Superintendência de Seguros Privados (Susep); Associação Brasileira das Entidades do Mercado Financeiro e de Capitais (Anbima); BM&F Bovespa S.A – Bolsa de Valores, Mercadorias e Futuros; Confederação Nacional das Empresas de Seguros Gerais, Previdência Privada e Vida, Saúde Suplementar e Capitalização (CNSeg); Federação Brasileira de Bancos (Febraban).

    Assessoria de Comunicação Social

    Acesse a página da 2ª Semana Nacional de Educação Financeira

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