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  • Alunos do IFRO criam protótipo de roupa para segurança de ciclistas

    Projeto desenvolvido pelos alunos do Instituto Federal de Rondônia será apresentado durante a Campus Party Brasil 2019, que acontece em fevereiro (Arte: ACS/MEC)

    Três alunos do curso superior de tecnologia do Instituto Federal de Rondônia (IFRO) criaram uma roupa especial para aumentar a segurança dos ciclistas no espaço urbano. O traje é composto por luzes de LED, capaz de sinalizar previamente as manobras e conversões dos ciclistas. O projeto será apresentado no Campus para o Futuro, evento da Campus Party Brasil 2019, realizado em fevereiro, na cidade de São Paulo. Essa história você confere esta semana no programa Trilhas da Educação, produzido e transmitido pela Rádio MEC.

    Tudo começou quando os professores do IFRO convidaram estudantes do curso superior de tecnologia em análise de desenvolvimento de sistemas para participar de um grupo de pesquisa. O tema era tecnologia vestível, ou seja, roupas e acessórios inteligentes. Um exemplo seria a produção de artigos específicos para atletas que monitoram batimentos cardíacos, temperatura e níveis de estresse. Além dos aspectos relacionados a saúde, os produtos também contemplam itens de segurança.

    O estudante Bruno Felipe da Silva, de 29 anos, explica como foi o processo de planejamento da ideia desenvolvida por ele e os demais colegas. O projeto previa a criação de um protótipo com sistema simples e intuitivo. “O Professor nos convidou para participar do grupo de pesquisas sobre vestíveis e surgiu a ideia de fazer algo voltado para ciclistas, aí desenvolvemos essa camisa, com indicação de setas para trazer mais segurança para os ciclistas”, conta.

    Os alunos fizeram diversas pesquisas com a intenção de descobrir se já havia alguma roupa parecida com a que eles estavam propondo. O resultado foi animador, não existia nenhuma vestimenta para ciclistas com essa tecnologia.

    Após a etapa de pesquisas, os alunos iniciaram o processo de confecção do produto. A peça desenvolvida permite acionar luzes indicativas de direção por meio de movimentos do pulso do usuário. Há também uma outra opção, a de pisca-alerta. Essa foi pensada para dias chuvosos, com neblina ou pouca visibilidade. O produto teria um custo médio de até R$ 150 para o público.

    “Nosso objetivo é evitar acidentes e trazer uma segurança maior para os ciclistas. Com o acionamento na mão dele, no sensor de pulso, o ciclista vai poder indicar para qual lado ele vai fazer uma conversão”, explica o estudante. Bruno ainda ressalta que o incentivo dos professores no decorrer de toda a pesquisa fez a diferença no resultado alcançado pelo grupo. Segundo ele, esse tipo de oportunidade proporciona aos estudantes a chance de colocar em prática todo o aprendizado visto em sala de aula.  

    “Os professores incentivam bastante. O aluno que se dispõe a desenvolver algo é um complemento muito grande à faculdade porque uma matéria você estuda, mas você não está executando nada”, declara Bruno. “Então, isso amplia seu conhecimento porque você é desafiado a desenvolver um produto ou uma solução. Isso te força a aprender muitas coisas de muitas áreas.”

    Após a exposição na Campus Party, o grupo pretende levar a ideia do produto para fora do país, para que ele seja apresentado em programas internacionais de extensão.

    Campus Party – O protótipo criado pelos três estudantes é um dos oito projetos do Instituto Federal de Rondônia selecionados para participar do Campus para o Futuro – um dos braços da Campus Party Brasil. O evento está marcado para fevereiro, em São Paulo, e reunirá empreendedores, cientistas, pesquisadores e interessados em tecnologia.

    A Campus Party Brasil é o principal evento tecnológico realizado anualmente no Brasil. Apresenta diversos temas relacionados à Internet. Além disso, reúne um grande número de usuários da rede mundial de computadores focados nas inovações do universo tecnológico e da cultura digital.

    Assessoria de Comunicação Social

     

  • Instituto Federal de Rondônia tem oito projetos selecionados no Campus para o Futuro


    De um total de 40 projetos selecionados para participar do Campus para o Futuro, evento que ocorre dentro da Campus Party Brasil 2019, oito foram realizados pelos alunos do Instituto Federal de Rondônia (IFRO). A Campus Party é o principal evento de tecnologia realizado anualmente no Brasil. O evento reúne empreendedores, cientistas, pesquisadores e interessados em temas como games e indústrias criativas que acompanham e compartilham conhecimentos sobre inovação, ciência, empreendedorismo e cultura digital.

    O reitor do IFRO, Uberlando Leite, diz que o fato da instituição estar representada em 20% dos projetos selecionados é o resultado do investimento em empreendedorismo feito nos últimos anos. De acordo com ele, são mais de 20 startups incubadas no instituto. “São alunos entre 13 e 14 anos que quando entrarem na universidade serão pessoas com outro perfil e com outra visão. Uma visão de empreendedor, que além de gerar tecnologia vão empreender e desenvolver o nosso país”, frisou Uberlando.

    Durante reunião realizada com o secretário de Educação Profissional e Tecnológica, Alexandro Ferreira, representantes dos institutos federais apresentaram boas notícias (Foto: Frame/TV MEC)

    A notícia foi divulgada durante a primeira reunião realizada entre o secretário de Educação Profissional e Tecnológica (Setec) do Ministério da Educação, Alexandro Ferreira de Souza, e representantes do Conselho Nacional das Instituições da Rede Federal de Educação Profissional, Científica e Tecnológica (Conif), formado por 41 instituições, sendo 38 institutos federais de Educação, Ciência e Tecnologia, dois centros federais de Educação Tecnológica (Cefets) e pelo Colégio Pedro II.

    O secretário Alexandro Ferreira de Souza disse que essa reunião foi importante para estabelecer o diálogo entre o MEC e os institutos federais. Além disso, ele comentou que a intenção da nova gestão é que a Setec e a Secretaria de Educação Básica (SEB) trabalhem juntas na reformulação do ensino médio para recuperar o aspecto prático do conhecimento por meio de experiências já executadas pelos institutos federais. “É a possibilidade de arejar o ensino médio. Dotar os professores de metodologias mais ativas, tornar as aulas de ciências mais interessantes. Os institutos federais têm muito a ensinar para a gente”, destacou o secretário.

    Assessoria de Comunicação Social

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