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  • Sistec é mais um serviço do MEC a ser vinculado ao portal gov.br


    Guilherme Pera, do Portal MEC

    O Sistema Nacional de Informações da Educação Profissional e Tecnológica (Sistec) é mais um serviço do Ministério da Educação (MEC) integrado ao portal gov.br. A partir desta segunda-feira, 2 de março, o acesso deve ser feito por meio do login único do governo federal.

    A medida faz parte do plano de transformação digital do governo Jair Bolsonaro. A ideia é simplificar a vida do cidadão, com um login — o número do Cadastro de Pessoa Física (CPF) — e uma senha para todos os serviços da administração pública.

    Acesse o passo a passo para criação de conta no portal do governo federal.

    Prorrogação para instituições – Em meio à mudança, as instituições privadas de ensino superior ganharam mais tempo para solicitarem a autorização para ofertar cursos técnicos. O prazo, que terminaria em 1º de março, foi prorrogado por mais 30 dias. Agora, as instituições têm até 31 de março para realizar os pedidos.

    O aumento no período de solicitações foi publicado em portaria na edição desta segunda-feira, 2 de março, do Diário Oficial da União (DOU). A medida é parte da consolidação do Novos Caminhos, agenda estratégica desta gestão para a educação profissional e tecnológica. As regras para a possibilidade de oferta de cursos foram publicadas em janeiro.

    Os pedidos de autorização de cursos devem ser feitos por meio do Sistema Nacional de Informações da Educação Profissional e Tecnológica (Sistec), mantido pela Secretaria de Educação Profissional e Tecnológica do Ministério da Educação (MEC).

    A partir do registro no Sistec, o ministério tem um prazo de 120 dias para avaliação. A pasta conta com um banco de avaliadores, com especialistas em diversas áreas de educação profissional e tecnológica. Caso as informações da instituição de ensino sejam consideradas insuficientes, há um prazo de diligência e complementação.

    Como resultado do processo, o pedido pode ser deferido ou indeferido. Cabe recurso em caso de negativa. Concedida, a autorização tem validade por três anos.

    Como já havia sido publicado em portaria de outubro de 2019, podem oferecer os cursos técnicos as instituições privadas de ensino superior que:

    • tenham Índice Geral de Cursos (IGC) maior do que 3;
    • apresentem excelência na oferta comprovada por indicadores pré-estabelecidos pelo normativo;
    • já atuem previamente em cursos de graduação em área de conhecimento correlata ao curso técnico a ser ofertado, com um conceito do curso igual ou superior a 4.

    Novos Caminhos – Lançado em outubro de 2019, o Novos Caminhos estabelece uma série de medidas com o objetivo de aumentar em 80% — de 1,9 milhão para 3,4 milhões — o número de matrículas na educação profissional e tecnológica do país. O programa é dividido em eixos. O marco regulatório para a oferta de cursos técnicos pelas instituições de ensino superior faz parte do eixo Gestão e Resultados.

  • Foto: João BittarEstá aberto até 30 de setembro o período de apresentação de sugestões ou alterações nos catálogos de cursos de educação profissional e tecnológica do Ministério da Educação (MEC). Tanto o Catálogo Nacional dos Cursos Superiores de Tecnologia, como o Catálogo Nacional dos Cursos Técnicos, passam por revisões anuais, em agosto e setembro, como determina a legislação.

    Participam da atualização, nesse período, educadores, estudantes, sistemas e redes de ensino, entidades representativas de classes, órgãos e entes públicos, além das instituições que oferecem os cursos. De acordo com o secretário de educação profissional e tecnológica do MEC, Eliezer Pacheco, a participação da comunidade acadêmica é fundamental para a constante atualização das publicações. “Os catálogos, além de disciplinar, organizar e atualizar os cursos, são excelentes guias para estudantes, instituições de ensino e entidades de classe”, destaca.

    Os interessados em oferecer sugestões de inclusão, exclusão ou alteração devem acessar o sistema.

    Assessoria de Imprensa da Setec

     

  • Até as 16h desta terça-feira, 12, passava de 150 mil o número de inscrições para as vagas remanescentes da segunda edição de 2014 do Sistema de Seleção Unificada da Educação Profissional e Tecnológica (Sisutec). Nesta etapa da seleção, podem participar candidatos que tenham concluído o ensino médio, independentemente de terem feito o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem).

    As inscrições, gratuitas, podem ser feitas on-line até o dia 20 próximo. Os cursos também são gratuitos em todas as escolas que participam do sistema. São oferecidas centenas de vagas em cursos e escolas nas cinco regiões do país. Essas vagas serão ocupadas por ordem de inscrição. Depois de inscrito, o candidato terá dois dias para fazer a matrícula na instituição de ensino em que pretende fazer o curso técnico. Quem deixar de fazer a matrícula perderá a vaga, que voltará a ser oferecida pelo sistema.

    Portanto, o estudante disposto a fazer curso técnico deve consultar o sistema durante todo o processo de seleção.

    Guia — Para orientar os estudantes sobre os cursos técnicos — conteúdo a ser estudado, tempo de duração (de 800 a 1,2 mil horas), estágio e campo de trabalho, entre outras informações —, o Ministério da Educação criou o Catálogo Nacional de Cursos Técnicos. É importante o candidato consultar esse guia ante de fazer a opção de curso.

    As inscrições devem ser feitas na página do Sisutecna internet.

    Assessoria de Comunicação Social

  • O Catálogo Nacional de Cursos Técnicos ganha nova versão este ano. É o que prevê a Resolução n° 4, do dia 6 último, da Câmara de Educação Básica do Conselho Nacional de Educação (CNE). A publicação inclui 35 novos cursos. Outras nove formações, previstas anteriormente, tiveram a nomenclatura alterada. É o caso do curso de técnico em biblioteconomia, que passará a ser chamado de técnico em biblioteca.

    Com os novos cursos, o catálogo passa a contar com 220 possibilidades de formação. A maioria das inclusões refere-se às áreas militar e de controle e processos industriais. Dentre as novidades estão também profissões como a de técnico em cuidados de idosos e de técnico em tradução e interpretação de libras [língua brasileira de sinais], ambos com carga horária de 1,2 mil horas de aula.

    Haverá ainda alteração nos eixos tecnológicos, áreas do conhecimento onde são agrupados os cursos. O eixo tecnológico antes denominado ambiente, saúde e segurança foi desmembrado nos de ambiente e saúde e de segurança. Com isso, o total de eixos sobre para 13. O de apoio educacional e o de hospitalidade e lazer tiveram a nomenclatura alterada para as de desenvolvimento educacional e de social e turismo, hospitalidade e lazer, respectivamente.

    O catálogo, que contém informações como perfil e competência de cada área profissional, serve de apoio ao estudante na hora da escolha do curso técnico ideal. O documento direciona-se também a instituições da Rede Federal de Educação Profissional, Científica e Tecnológica, a escolas técnicas estaduais e particulares. A atualização por que passa — a primeira desde a criação, em 2008 — resulta de demandas dos sistemas e redes de ensino, entidades representativas de classes, educadores e estudantes. No ano passado, instituições públicas e particulares participaram de chamada pública e enviaram contribuições para a melhoria documento.

    A Resolução nº 4 foi publicada no Diário Oficialda União desta sexta-feira, 8, seção 1, páginas 13 e 14.

    Assessoria de Comunicação Social

  • Conheça os instrumentos que fornecem informações sobre cursos  técnicos  e orientam e normatizam a sua oferta

  • Conheça os documentos que normatizam e oferecem informações sobre os diferentes tipos de cursos da educação profissional e tecnológica. 

  • Em viagem a Dourados (MS), o ministro da Educação, Mendonça Filho, inaugurou o Centro Estadual de Educação Profissional (CEEP) Professora Evanilde Costa da Silva, que vai oferecer cursos técnicos dentro do programa MedioTec. Foram investidos na obra R$ 7.467.630,03, sendo R$ 5.678.115,01 recursos oriundos do Ministério da Educação.

    “Escolas técnicas constituem uma oportunidade para que os jovens possam se qualificar e se preparar para a vida profissional. Isso não precisa ser uma etapa final na sua vida educacional, pode ser mais um degrau para depois alcançar a educação superior”, comentou o ministro durante o evento.

    O CEEP Professora Evanilde Costa da Silva nasce com a proposta de contribuir para o desenvolvimento humano, econômico e social da região da Grande Dourados, abrindo caminho à inserção da população no mercado de trabalho mediante qualificação profissional. A previsão é de que sejam atendidos 1.260 estudantes no modo presencial de ensino, mas, considerando a possibilidade de ofertar cursos a distância, o atendimento pode superar este número. No total, 4.845 vagas dentro do MedioTec foram destinadas para o estado do Mato Grosso do Sul.

    De início estão abertas as matrículas para 120 vagas nos cursos de técnico em informática (40), eletrônica (30) e Restaurante e Bar (50) do CEEP. A previsão é de que as aulas desses cursos comecem ainda em agosto. Novos cursos terão matrículas abertas na sequência. A estrutura do CEEP Professora Evanilde Costa da Silva dispõe de 12 salas de aula, laboratórios, ginásio de esportes, auditório, biblioteca e teatro de arena, além de refeitório, cozinha e espaço administrativo. As obras haviam sido iniciadas em 2013.

    Assessoria de Comunicação Social 

  • Conheça os cursos oferecidos pela EPT no nível médio: qualificação, habilitação e especialização técnica, bem como suas principais diretrizes e especificidades

  • Saiba quais são os tipos de cursos oferecidos pela educação profissional e tecnológica e seus itinerários formativos

  • Saiba como são oferecidos os cursos técnicos de nível médio e de formação inicial e continuada (FIC) ou qualificação profissional da Bolsa Formação 

  • Os candidatos a vagas em cursos técnicos gratuitos oferecidos por meio do Sistema de Seleção Unificada da Educação Profissional e Tecnológica (Sisutec) têm prazo até esta quarta-feira, 20, para fazer a inscrição pela internet. Ainda há diversas opções de formação profissional nas áreas da saúde, informática e construção civil, entre outras. Tanto a inscrição quanto o curso são gratuitos, e as vagas estão disponíveis em escolas espalhadas nas cinco regiões do país.

    Nesta etapa, para participar basta ter o certificado do ensino médio, e não é necessário ter feito o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). Cada vaga é ocupada por ordem de inscrição; depois de inscrito, o aluno tem dois dias para fazer a matrícula na escola onde vai fazer o curso técnico. O candidato que não fizer a matrícula perde a vaga, que retorna para o sistema.

    Portanto, o estudante que pretende fazer um curso técnico deve se manter atento e consultar o sistema durante todo o processo de seleção.

    Catálogo – Para orientar os estudantes sobre os cursos técnicos – os conteúdos que serão estudados, o tempo de duração (de 800 horas a 1,2 mil horas), estágio, campo de trabalho, entre outras informações – o MEC criou o Catálogo Nacional de Cursos Técnicos. Abra o catálogo e conheça o curso antes de fazer a inscrição. As inscrições devem ser feitas na página do Sisutec na internet.

    Assessoria de Comunicação Social

  • Termina nesta quarta-feira, 20, o prazo de inscrição, exclusivamente pela internet, para os candidatos a vagas em cursos técnicos gratuitos oferecidos pelo Sistema de Seleção Unificada da Educação Profissional e Tecnológica (Sisutec). Há opções de formação profissional nas áreas da saúde, informática e construção civil, entre outras. Tanto a inscrição quanto o curso são gratuitos. As vagas estão disponíveis em instituições de ensino das cinco regiões do país.

    Nesta etapa do sistema, basta ao candidato ter o certificado do ensino médio. Não é necessário ter feito o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). Cada vaga é ocupada por ordem de inscrição. Depois de inscrito, o estudante tem dois dias para providenciar a matrícula na instituição em que fará o curso técnico. Quem deixar de efetuar a matrícula perderá a vaga, que retornará ao sistema. Portanto, quem pretende fazer curso técnico deve consultar o sistema durante todo o processo de seleção.

    Guia —  Para orientar os estudantes sobre os cursos técnicos — conteúdo a ser estudado, tempo de duração (de 800 horas a 1,2 mil horas), estágio, campo de trabalho, entre outras informações —, o Ministério da Educação criou o Catálogo Nacional de Cursos Técnicos. O candidato deve consultar esse guia para conhecer o curso antes de se inscrever.

    As inscrições devem ser feitas na página do Sisutec na internet.

    Assessoria de Comunicação Social

  • O Instituto Federal de Brasília (IFB) vai abrir 1,4 mil vagas em 27 cursos técnicos gratuitos de diferentes modalidades, em diversas áreas. Os interessados têm de 17 de abril a 8 de maio até as 18h para fazer a inscrição no processo seletivo. A seleção é feita por meio de sorteio eletrônico público.

    São oferecidas vagas nos três turnos – matutino, vespertino e noturno – em três modalidades: integrada, concomitante e subsequente. Na primeira, os cursos técnicos são aliados ao ensino médio, por meio do Programa de Educação de Jovens e Adultos (Proeja), para estudantes maiores de 18 anos que cursaram apenas o ensino fundamental.

    Na modalidade concomitante, o aluno faz o curso técnico no IFB e o ensino médio em outra escola. Esta é voltada para aqueles que já estejam matriculados em outra instituição. Já a subsequente é para os estudantes que concluíram o ensino médio e desejam uma qualificação técnica.

    A diretora de Políticas Estudantis do IFB, Ana Carolina Simões, afirma que o público atendido é diverso. “São, na maioria, estudantes trabalhadores”, observa. “Temos uma grande diversidade de alunos de várias regiões de Brasília que têm visto dentro do IFB não só a possibilidade de conclusão do ensino médio, mas de profissionalização.”

    Segundo Ana Carolina, aproximadamente 60% das vagas oferecidas são destinadas às políticas de cotas para pessoas oriundas de escolas públicas; para negros, pardos e indígenas; pessoas com deficiência; e com baixa renda. As aulas começam no dia 26 de julho.

    O quadro de vagas e outras informações podem ser obtidas na página eletrônica do Instituto Federal de Brasília.

    Assessoria de Comunicação Social 

  • Estão abertas as inscrições para o processo seletivo de alunos do Instituto Federal do Piauí (IFPI). São ofertadas 1.755 vagas em diversos cursos técnicos gratuitos, a serem realizados em 16 cidades do estado. Interessados podem se inscrever até as 23h59 do dia 17 de junho, sendo 30 de maio o prazo final para os candidatos oriundos da rede pública solicitarem isenção da taxa.

    Todos os cursos são destinados a estudantes que estão fazendo ou que já completaram o ensino médio e pretendem uma formação profissional. As opções com vagas abertas incluem áreas como análises clínicas, segurança do trabalho, alimentos, nutrição e dietética, administração, contabilidade, edificações, informática, desenvolvimento de sistemas, instrumento musical, meio ambiente, agropecuária, vestuário, guia de turismo, entre outras.

    A prova de seleção será aplicada em 8 de junho, domingo, das 8h às 12h. O teste contará com questões de língua portuguesa e matemática. O resultado com o nome dos aprovados será divulgado no dia 25 de julho.

    Clique aqui para fazer sua inscrição.

    Assessoria de Comunicação Social


  • O incentivo ao ensino técnico como ferramenta para o desenvolvimento econômico entrou na lista de prioridades do MEC. Neste sentido, é estratégico o papel dos institutos federais, que, por meio dos Arranjos Produtivos Locais (APLs), investem na criação de cursos e contribuem para o aumento da empregabilidade dos jovens, dinamizando setores com necessidade ou potencial de crescimento. Os reflexos dessa política já podem ser verificados no Instituto Federal de Brasília (IFB), do qual mais da metade dos estudantes formados estão, atualmente, empregados. Para o reitor do IFB, Wilson Conciani, o bom índice de colocação desses jovens no mercado decorre de uma grande demanda de educação profissional, especialmente na área da indústria.

    “Se não conseguirmos agregar valor aos produtos que temos, não vamos nunca superar a condição de país em desenvolvimento”, adverte o reitor, entrevistado do programa Educação no Ar, produzido pela TV MEC e transmitido pela NBR sempre às quintas-feiras. “É preciso ter tecnologia, e tecnologia não nasce só na pesquisa ou só na empresa. Ela nasce da conjugação dessas duas coisas, onde se encontram os institutos federais e a educação profissional.” Ele cita o exemplo da União Europeia: “A comunidade dos estados europeus adotou como meta ter 75% das pessoas com formação técnica de nível médio na área de indústria, mais 10% na área de serviço e o restante do jeito que fosse. Por que eles tiveram essa preocupação? Porque, na verdade, quem sustenta tudo isso é a indústria.”

    Estudos periódicos realizados pelo MEC para identificar as necessidades dos setores produtivos ajudam a nortear a abertura de novos campos tecnológicos e a construção de grades e perfis curriculares. Segundo Conciani, um dos principais bancos de dados utilizados pelo MEC, o do Sistema Nacional de Emprego (Sine), “dá pistas de onde estão as demandas” – que variam ano após ano. Também funcionam como parâmetro as demandas estruturantes que oscilam conforme os grandes projetos de governo.

    Os institutos federais não trabalham apenas com arranjos de produtos, mas também dos sociais e culturais, lembra o reitor do IFB. “Se eu pensar num curso de agroindústria, quem mais se beneficiaria disso seriam os pequenos produtores agrícolas”, exemplifica. “A gente conversa com essas pessoas para ver do que elas precisam, qual o conhecimento específico, e em torno desse conhecimento a gente organiza um curso. Então, o aluno sai com um conhecimento demandado pelo mundo, e isso facilita seu ingresso no mercado de trabalho.”

    Para aferição da eficácia dos cursos técnicos, o MEC tem como primeira base o retorno imediato, que é o percentual de egressos dos institutos federais empregados. Mas as reitorias dos institutos fazem um monitoramento constante que vai além dos números, identificando tanto os alunos que, ao saírem das instituições, optam por cursos de graduação, quanto aqueles que sustentam suas graduações com a profissão exercida a partir da formação técnica.

    No IFB, são realizados encontros semestrais ou anuais com esses ex-alunos para ver o que mudou na vida deles. “Isso é até mais importante do que a questão emprego, porque o estudante começa a falar das transformações experimentadas”, avalia Wilson Conciani. “Esta é uma avaliação pouco vista, porque não é um dado imediato. O dado imediato é salário, mas há outra avaliação, que é a de mudança de comportamento, de padrão social e de atitude.”

    Assessoria de Comunicação Social

  • Ampliar o leque de soluções para a educação profissional e tecnológica a distância e fomentar a utilização da tecnologia na educação é o objetivo do acordo de cooperação técnica assinado pela Secretaria de Educação Profissional e Tecnológica (Setec) do MEC e o Instituto TIM. Por meio da Rede e-Tec Brasil, iniciativa integrante das ações do Pronatec nesse segmento, são oferecidos 25 cursos abertos a qualquer pessoa interessada pelas temáticas.

    “A oferta vai ao encontro do propósito da Setec, que é ampliar e democratizar o acesso a cursos técnicos de nível médio públicos e gratuitos”, enfatiza a secretária Educação Profissional e Tecnológica, Eline Nascimento. “Esta modalidade permite que pessoas que não possam fazer um curso presencial tenham acesso a cursos online, podendo estudar em qualquer lugar, a qualquer horário”.

    Entre os cursos oferecidos estão linguagens de programação, banco de dados, websites, desenho de jogos e design de interfaces. Até o momento, 22 institutos federais, um Centro Federal de Educação Tecnológica e o Instituto Dom Moacyr já instalaram ou estão em processo de instalação de suas plataformas.

    “As instituições podem disponibilizar na plataforma cursos específicos voltados para o plano pedagógico utilizado por elas, reforçando os conteúdos ministrados e ajudando na aprendizagem dos alunos”, acentua a secretária. Desenvolvido na modalidade MOOC (massive open online courses), o código da plataforma é aberto, permitindo que as instituições adaptem as modalidades a seus interesses e objetivos.

    Instituto TIM – Fundado em 2013, o Instituto TIM tem como missão criar e potencializar recursos e estratégias para a democratização da ciência, tecnologia e inovação, promovendo o desenvolvimento humano e utilizando a tecnologia móvel como um dos principais habilitadores. Os cursos oferecidos pela plataforma TIM Tec podem ser vistos aqui. 

    Assessoria de Comunicação Social

  • Período, que terminaria em 1º de março, foi estendido por mais 30 dias


    Dyelle Menezes, do Portal MEC

    As instituições privadas de ensino superior ganharam mais tempo para solicitarem a autorização para ofertar cursos técnicos. O prazo, que terminaria em 1º de março, foi prorrogado por mais 30 dias. Agora, as instituições têm até 31 de março para realizar os pedidos.

    O aumento no período de solicitações foi publicado em portaria no Diário Oficial da União (DOU) desta segunda-feira, 2 de março. A medida é parte da consolidação do Novos Caminhos, agenda estratégica desta gestão para a educação profissional e tecnológica. As regras para a possibilidade de oferta de cursos foram publicadas em janeiro.

    Os pedidos de autorização de cursos devem ser feitos por meio do Sistema Nacional de Informações da Educação Profissional e Tecnológica (Sistec), mantido pela Secretaria de Educação Profissional e Tecnológica do Ministério da Educação (MEC).

    A partir do registro no Sistec, o ministério tem um prazo de 120 dias para avaliação. A pasta conta com um banco de avaliadores, com especialistas em diversas áreas de educação profissional e tecnológica. Caso as informações da instituição de ensino sejam consideradas insuficientes, há um prazo de diligência e complementação.

    Como resultado do processo, o pedido pode ser deferido ou indeferido. Cabe recurso em caso de negativa. Concedida, a autorização tem validade por três anos.

    Como já havia sido publicado em portaria de outubro de 2019, podem oferecer os cursos técnicos as instituições privadas de ensino superior que:

    • tenham Índice Geral de Cursos (IGC) maior do que 3;
    • apresentem excelência na oferta comprovada por indicadores pré-estabelecidos pelo normativo;
    • já atuem previamente em cursos de graduação em área de conhecimento correlata ao curso técnico a ser ofertado, com um conceito do curso igual ou superior a 4.

    Novos Caminhos – Lançado em outubro de 2019, o Novos Caminhos estabelece uma série de medidas com o objetivo de aumentar em 80% — de 1,9 milhão para 3,4 milhões — o número de matrículas na educação profissional e tecnológica do país. O programa é dividido em eixos. O marco regulatório para a oferta de cursos técnicos pelas instituições de ensino superior faz parte do eixo Gestão e Resultados.

    Transformação Digital – Além da prorrogação do prazo, as instituições devem ficar atentas a outra mudança. Em razão da transformação digital de serviços públicos que está sendo conduzida pelo governo federal, o Sistec integra o portal gov.br a partir desta segunda-feira, 2 de março. A alteração implicará na realização de um cadastro no login único para acessar todos os serviços públicos disponíveis na plataforma online do governo federal.


  • O Centro de Educação Profissional Articulado do Guará (Cepag) Professora Teresa Ondina Maltese, no Distrito Federal, foi inaugurado nesta sexta-feira, 4, com a presença do ministro da Educação, Rossieli Soares. O nome homenageia a professora de língua portuguesa pioneira na educação básica na região. A proposta de articulação do Cepag é pioneira ao promover o acompanhamento pedagógico dos estudantes por meio do compartilhamento das ações pedagógicas entre as unidades escolares. A obra contou com R$ 7,4 milhões do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), autarquia ligada ao MEC.

    Rossieli Soares destacou que a discussão da reforma do ensino médio não é recente, razão pela qual, lembrou, é preciso pensar em formatos diferenciados para a formação dos jovens. “O que vocês estão fazendo aqui com esta escola, com este modelo, é muito mais do que entregar um prédio para a comunidade”, declarou. “O MEC se orgulha por fazer parte disso e por ter financiado essa iniciativa. Mas, muito mais do que esse prédio é o uso como está sendo pensado e discutido aqui no Distrito Federal – uma educação diferente, diferenciada, com qualidade, em um processo de escolha e participação dos jovens e dos professores. ”

    O ministro Rossieli Soares destacou que a nova escola tem o diferencial de ofertar educação diferenciada, em um processo de escolha e participação dos alunos e professores (Foto: André Nery/MEC)

    Durante o evento, o ministro reforçou o caráter inovador do projeto da nova escola, que garante aos jovens desejosos de uma qualificação profissional e de ensino técnico completar o seu tempo com a formação integral. “O MEC vai acompanhar e vai apoiar diuturnamente [as atividades desenvolvidas na instituição]. Queremos que esse projeto seja o espelho de uma boa prática. O ministério tem investido muito em educação integral, com financiamento, inclusive, para custeio, o que é uma raridade nos programas do governo federal. Temos investido na flexibilidade, com a reforma do ensino médio; estamos discutindo como apoiar mais ainda os estados nesse processo, e tenho certeza que experiências como essas mostram que é possível fazer educação de qualidade, trazendo um novo modelo para os jovens do Brasil”, defendeu

    Presente ao evento, o governador do DF, Rodrigo Rollemberg, frisou a importância da reforma do ensino médio. “Não podemos continuar com modelo ultrapassado, em que as pessoas não aprendem ou aprendem muito pouco”, disse. “Os jovens devem escolher as disciplinas mais importantes para as profissões que queiram exercer.”

    Para o secretário de Educação do DF, Júlio Gregório Filho, a unidade vai ao encontro do que é proposto atualmente: a flexibilização curricular do ensino médio. “Esta escola é um centro de educação profissional e trará uma mudança na cultura educacional do país”, avaliou o secretário. “O grande projeto a ser construído aqui é termos e ofertarmos a possibilidade para todos os alunos do Guará que quiserem uma formação profissional, seja em turno contrário à sua educação geral, seja de forma articulada com o seu currículo, que será construído com o auxílio da Base Nacional Comum Curricular (BNCC) e as possibilidades de flexibilização que nós estamos criando para o ensino médio. ”

    Atendimento – O DF já oferta cursos técnicos integrados ao ensino médio e à educação de jovens e adultos (EJA), além de cursos técnicos subsequentes e concomitantes nas escolas técnicas. O modelo de articulação reforça o atendimento de estudantes do ensino médio integrado em tempo integral.

    O valor total da obra foi de R$ 12,4 milhões, sendo R$ 7,4 milhões do FNDE. A construção se deu por meio de convênio 2011, formalizado entre o FNDE e a Secretaria de Estado de Educação do Distrito Federal. Esse convênio prevê ainda a instalação outros três centros de educação profissional nas cidades de Brazlândia, Santa Maria e Paranoá, no DF, e faz parte do Programa Brasil Profissionalizado.

    Dos quatro centros conveniados, o do Guará foi o primeiro a ser concluído. Já licitado, o de Brazlândia e se encontra em fase de análise de documentação. Os de Santa Maria e Paranoá estão com seus processos licitatórios em andamento.

    Estrutura – O Cepag teve a ordem de serviço assinada em julho de 2015 e foi entregue em agosto de 2017, data a partir da qual entrou em funcionamento. A construção do prédio segue o modelo padrão do FNDE. O espaço tem capacidade para atender a cerca de dois mil alunos, e conta com 12 salas de aula, seis laboratórios básicos, dois grandes laboratórios, biblioteca, auditório, teatro de arena, refeitório, área de vivência e quadra poliesportiva coberta.

    Cursos – O Cepag oferta dois cursos de formação profissional: enfermagem e computação gráfica. No total, estão sendo oferecidas 800 vagas nos três turnos: matutino, vespertino e noturno. Os cursos são articulados para turmas do ensino médio regular da rede, no diurno, e para quem já terminou o ensino médio, no noturno.

    Além dos cursos técnicos, o Cepag oferece enfermagem e produção de moda pelo Mediotec, com 72 e 19 alunos, respectivamente. As aulas de 2018 começaram em março. A Escola Técnica do Guará ainda desenvolve um projeto de robótica com 20 alunos dos ensinos médio e fundamental, entre oito e nove anos de idade.

    Inicialmente, a oferta para o novo modelo seria somente para estudantes do Guará, mas foi expandida às demais regiões administrativas. O Cepag já possui matrículas de mais dez regionais de ensino: Plano Piloto, Recanto das Emas, Núcleo Bandeirante, Ceilândia, Taguatinga, Samambaia, Brazlândia, Paranoá, Santa Maria e Gama.

    Assessoria de Comunicação Social

  • Os estudantes brasileiros ganharão mais uma ferramenta para facilitar a escolha profissional. O ministro da Educação, Fernando Haddad, lança nesta sexta-feira, dia 24, o Catálogo Nacional de Cursos Técnicos, durante inauguração do campus de Itumbiara do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Goiás.


    O catálogo agrupa os cursos com base nas características científicas e tecnológicas de cada um, de forma a unificar as diversas definições para um mesmo perfil. Em formato e linguagem claros, facilita a busca e a consulta. São 185 denominações de cursos técnicos, 21 deles de oferta exclusiva por parte das Forças Armadas em suas escolas de formação. Conheça o catálogo.


    Consta do documento uma tabela de convergência entre as denominações que relaciona as utilizadas atualmente com as empregadas pelo catálogo, além de uma seção de perguntas frequentes.

    “Nossa ideia é que o catálogo seja um guia de carreiras, imprescindível para a formação dos estudantes, a qualificação de professores e a gestão das instituições”, destaca Eliezer Pacheco, secretário de educação profissional e tecnológica do MEC. Para Eliezer, o catálogo também cumpre função indutora, ao destacar novas ofertas em áreas tecnológicas, culturais, ambientais e produtivas, que permitem formação técnica contextualizada com os arranjos produtivos locais.


    Na elaboração do catálogo, especialistas de todo o país usaram informações contidas no antigo Cadastro Nacional dos Cursos Técnicos, alimentado pelos conselhos estaduais de educação. Após ficar aberto para consulta pública, o documento reduziu as 2,8 mil denominações de cursos para 185.

    Felipe De Angelis

  • Cursos técnicos são programas de nível médio com o propósito de capacitar o aluno proporcionando conhecimentos teóricos e práticos nas diversas atividades do setor produtivo; cursos tecnológicos classificam-se como de nível superior.

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