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Página inicial > Todas as notícias > Ações do MEC ajudam a combater preconceito e discriminação
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  • Ao responder aos entrevistadores do programa Roda Viva, Mendonça Filho defendeu melhor formação para o professor, as mudanças do ensino médio e melhor divisão dos recursos para a educação (Foto: Rafael Carvalho/MEC) Durante participação no programa Roda Viva, da TV Cultura, nesta segunda-feira, 10, o ministro da Educação, Mendonça Filho, criticou o atual modelo da educação pública brasileira e defendeu o projeto do Novo Ensino Médio. “O sistema atual é o mais injusto do mundo. Cerca de 25% dos jovens de 17 anos que deveriam estar no terceiro ano do ensino médio estão fora da escola, ou seja, um milhão de jovens. Só haverá um país justo, próspero, econômica e socialmente, se houver uma educação fortalecida”, disse ele.

    O ministro lembrou que o levantamento mais recente do índice de desenvolvimento da educação básica (Ideb) mostrou que, em 2015, o ensino médio não atingiu a meta estipulada, de 4,3. O indicador se mantém estável desde 2011, na casa dos 3,7. “A nota da educação pública brasileira é baixa. Foi percorrido um bom caminho no que diz respeito ao acesso, mas não com relação à qualidade”, destacou o ministro. Segundo ele, são necessárias mudanças estruturais para promover uma transformação radical na educação do Brasil.

    Parte dessa mudança envolve prestigiar mais a formação do professor, mudar a arquitetura do ensino médio e melhorar a gestão escolar e o peso e a divisão dos recursos públicos alocados para a área da educação. “Hoje, temos 380 mil alunos no país em regime de educação integral. Nossa meta é chegar a 900 mil até o fim deste governo. Para isso estão sendo alocados R$ 1,5 bilhão”, afirmou.

    Para o ministro, a desigualdade no sistema educacional brasileiro não é reflexo da falta de dinheiro, mas sim de foco, aplicação e engajamento da sociedade. “Os recursos hoje existentes podem ser melhor utilizados. Mas é claro que estarei sempre buscando mais recursos.”

    Outro ponto levantado pelo ministro foi o baixo índice de alfabetização. Atualmente, o país possui 12 milhões de adultos analfabetos. “É preciso envolver os municípios mais pobres nessa discussão. Vamos debater com eles a criação de um programa e, ao mesmo tempo, o aproveitamento do Programa Nacional de Alfabetização na Idade Certa (Pnaic). Vamos aumentar em 50% os recursos destinados ao programa de alfabetização de jovens e adultos.”

    Sobre a PEC 241, que limita o aumento dos gastos públicos, Mendonça Filho ressaltou que colocar um teto para os gastos do governo pode fazer com que os investimentos em educação cresçam. “A proposta não vai afetar os investimentos na área”, garantiu. “O Brasil é, entre os membros da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), o país que mais investe proporcionalmente em educação. Mas há uma distorção: temos investimentos proporcionalmente mais elevados em educação de nível superior do que em educação básica. Há sempre uma inversão de prioridades e o foco da educação básica, sem nenhum demérito para a educação superior, tem que ser valorizado. De 2010 a 2016 conseguimos incrementar em R$ 30 bilhões aquilo que se destina ao ensino superior, e em R$ 10 bilhões o que vai para a educação básica”, concluiu.

    Assessoria de Comunicação Social 

  • 16/03/2009 - Em entrevista à Rádio CBN na manhã desta segunda-feira, 16, o ministro da Educação, Fernando Haddad, defendeu a reformulação dos processos seletivos para ingresso nas universidades federais. “Os vestibulares, como estão organizados hoje, privilegiam a memorização em detrimento da capacidade de raciocínio do aluno”, disse. A proposta do Ministério da Educação é criar, em acordo com os reitores das universidades, um processo de seleção unificado para todo o país a ser testado em seleções no ano que vem.


    Para o ministro, o atual modelo dos vestibulares impõe uma organização das disciplinas do ensino médio que não estimula o aprendizado dos alunos de maneira crítica. A intenção é criar uma avaliação única para todas as federais em que o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) seja usado na primeira fase. “Poderíamos complementar a segunda fase com conteúdos específicos”, propôs Haddad. O Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) ajudaria a desenvolver as provas da segunda fase.


    Atualmente, cada instituição desenvolve seu próprio vestibular. Com o modelo unificado, defende Haddad, o estudante poderá se beneficiar mais da expansão das federais. Como o processo seletivo seria o mesmo para ingresso em qualquer universidade federal, um aluno do Nordeste, por exemplo, poderia estudar numa instituição no Sul do país. “Hoje a rede federal está em mais de 200 municípios”, lembrou Haddad. São 227 mil vagas de ingresso em todo o Brasil.


    Para a sustentação à mobilidade estudantil, o ministro destacou as ações do Plano Nacional de Assistência Estudantil. “São recursos para moradia, alimentação, restaurantes universitários, para garantir que a mobilidade não resulte em evasão.”


    O ministro disse que vai propor aos reitores das universidades federais testar a medida em 2010. “Nem que seja numa área específica do conhecimento.” A idéia é aplicar o processo seletivo unificado em cursos de baixa demanda, como nas licenciaturas. “Até para estimular o interesse dos estudantes por áreas prioritárias.”

    Assessoria de Comunicação Social

    Ouça a entrevista

  • O ministro da Educação, Fernando Haddad, defendeu nesta segunda-feira a aprovação, até o fim do ano, do Plano Nacional de Educação (PNE), cujo projeto de lei tramita no Congresso Nacional. O plano estabelece as diretrizes e metas para a educação brasileira nos próximos dez anos.

    O projeto recebeu mais de três mil emendas, que o ministro considera redundantes. “O PNE é um plano enxuto, que permite à sociedade acompanhar o dia a dia da evolução das metas”, afirmou Haddad, em entrevista à Rádio Jovem Pan, de São Paulo.

    Entre as diretrizes do PNE estão a erradicação do analfabetismo, a melhoria da qualidade do ensino, a valorização dos profissionais da educação e o estabelecimento de metas de aplicação de recursos públicos em educação proporcionalmente ao crescimento do produto interno bruto brasileiro.

    Enem– Na entrevista, o ministro reafirmou a data de realização do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), nos dias 22e 23 de outubro. Segundo ele, o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep) enviará os esclarecimentos sobre os custos da prova ao Tribunal de Conta da União (TCU), conforme solicitado pelo órgão.

    “O TCU pediu as informações ao MEC e com razão, deu prazo de dez dias e vamos apresentar as planilhas de custo. Nós já vamos encaminhar essa semana a demonstração de que o Enem custa R$ 45 por aluno inscrito. É metade de qualquer vestibular do país”, afirmou o ministro. Haddad falou ainda sobre o piso salarial do magistério e a qualidade do ensino superior.

    Assessoria de Comunicação Social

    Ouça a entrevista do ministro Fernando Haddad à Rádio Jovem Pan
  • Em entrevista à Rádio Bandeirantes nesta terça-feira, dia 28, o ministro da Educação, Fernando Haddad, fez um balanço positivo das ações do Plano de Desenvolvimento da Educação (PDE), lançado em abril de 2007. Para o ministro, todas as metas, da creche à pós-graduação foram alcançadas.


    Haddad também destacou a expansão das escolas técnicas e do número de vagas nas universidades federais, o piso salarial nacional do magistério e o crescimento dos investimentos em educação.


    Confira o que o ministro disse sobre cada tema:


    PDE — Na avaliação de Haddad, o PDE alcançou todas as metas propostas. Ele citou a proficiência em leitura e matemática dos alunos do ensino fundamental; a expansão de creches, pré-escolas e escolas técnicas; a ampliação do número de vagas nas universidades federais e a formação de mestres e doutores. “Atingimos a marca de 11 mil doutores formados e 30 mil mestres”, ressaltou.


    Expansão — De acordo com o ministro, foi possível, nos últimos seis anos, dobrar o número de estudantes nas universidades federais — de 113 mil para 227 mil. O Ministério da Educação, com o processo de avaliação de cursos e instituições, buscou restringir a oferta de vagas nas instituições que demonstraram insuficiência em avaliações nacionais, como o Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes (Enade). “Na parceria com a Ordem dos Advogados do Brasil, conseguimos cancelar 25 mil vagas em cursos de direito”, afirmou.


    Piso — Sobre o piso salarial do magistério, o ministro lembrou que o Supremo Tribunal Federal (STF) declarou a constitucionalidade da medida, já em vigor. “Esse valor é para valer e deve atingir 37% do magistério”, salientou, em referência aos profissionais em exercício na educação básica. Eles ganhavam menos de R$ 950 por mês em 2008.


    Investimentos — O orçamento do Ministério da Educação, segundo o ministro, dobrou entre 2005 e 2009 — de R$ 20 bilhões para R$ 40 bilhões. Em relação aos investimentos em educação como proporção do PIB, Haddad apontou uma evolução de 3,9% para 4,6%, entre 2005 e 2007. “Para um PIB de R$ 3 trilhões, 0,7% significa investimentos adicionais de R$ 20 bilhões por ano”, esclareceu.

    Assessoria de Comunicação Social


    Ouça a íntegra da entrevista do ministro.

  • Em entrevista à rádio BandNews, nesta terça-feira, 17, o ministro da Educação, Fernando Haddad, defendeu mudanças nos processos seletivos de ingresso nas universidades federais. Para Haddad, os vestibulares, como estão propostos hoje, privilegiam a memorização, em detrimento da capacidade de análise crítica dos estudantes.

    Ministro defende novo modelo para vestibular e propõe testá-lo em 2010“O vestibular nos moldes de hoje produz efeitos deletérios sobre o currículo do ensino médio, que está cada vez mais voltado para a decoreba”, enfatizou Haddad. A proposta do ministro é testar um novo modelo de seleção, em 2010, em que o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) seja usado como primeira fase para as instituições federais. “A segunda fase seria mais voltada para áreas específicas, mas com perguntas que julguem a capacidade analítica dos estudantes.”

    O ministro defende um modelo único de exame, válido para as universidades que aderirem ao projeto. Segundo Haddad, a maioria das instituições de ensino superior federais percebe que os atuais vestibulares não avaliam a formação analítica dos candidatos, mas apenas a capacidade de decorar fórmulas.

    A mudança nos processos seletivos, na visão do ministro, refletirá positivamente na qualidade do ensino médio. “Se nós não alterarmos isso, sinalizando para o ensino médio que queremos outro tipo de formação, mais voltada para a solução de problemas, vamos continuar reproduzindo conhecimento que não ajuda o Brasil a se desenvolver”, disse.

    Na entrevista, o ministro ainda tratou da questão do trote violento e dos critérios de seleção do livro didático.

    Maria Clara Machado
  • Entre o secretário executivo Henrique Paim e o secretário de educação superior, Amaro Lins, Mercadante lembrou que o governo mantém diálogo (foto: Fabiana Carvalho) O ministro da Educação, Aloizio Mercadante, disse que todos os acordos firmados em 2011 com os professores universitários da rede federal foram cumpridos pelo governo e, nesse cenário, não vê justificativa para uma greve da categoria neste momento. Mercadante fez essa afirmação durante entrevista coletiva, na tarde desta quarta-feira, 23, no edifício sede do ministério.

    O ministro lembrou que, pelo acordo, os docentes terão reajuste de 4% sobre a tabela de remuneração, retroativo a março, e as gratificações serão incorporadas aos salários.

    Quanto à reestruturação da carreira, o terceiro ponto do acordo alicerçado com as entidades representativas da categoria, ainda há tempo até 31 agosto para enviar a proposta para a aprovação do orçamento, argumentou o ministro. Segundo ele, a negociação é para 2013 e ainda está aberta.

    “A greve faz parte da democracia, mas quando se faz um acordo e o governo cumpre, não consigo ver razões e necessidade de uma greve. Não há qualquer prejuízo material para os docentes”, esclareceu.

    O ministro ressaltou também que interferiu pessoalmente no Congresso Nacional para a aprovação do projeto de lei de reajuste salarial dos docentes. “Como esse projeto que determina o reajuste dos salários não avançou no Congresso Nacional, pedi à presidente Dilma que assinasse uma medida provisória assegurando o reajuste a partir de março e o caráter retroativo”, disse. A Medida Provisória 568 foi publicada em 14 de maio no Diário Oficial da União.

    Uma paralisação, neste momento, segundo o ministro, não contribui para o esforço que o Brasil faz para desenvolver o ensino superior. “São 220 mil novas vagas, 14 universidades e 132 novos campi para dar suporte a esse 1 milhão de matrículas. Desde 2005, investimos R$ 8,4 bilhões na reestruturação da rede federal. Somente em 2012, o investimento é de R$ 1,4 bilhão. Temos 3.427 obras”, anunciou.

    Ao lembrar que a última grande paralisação na rede federal foi em 2005, o ministro ressaltou a importância de manter o diálogo aberto com a categoria. “Nunca vi uma greve decretada num cenário semelhante a esse e espero que os argumentos apresentados aqui levem a uma reflexão sincera”, ponderou.

    Rovênia Amorim

    Ouça a íntegra da entrevista do ministro sobre a greve dos docentes
  • O ministro da Educação, Rossieli Soares, foi o entrevistado desta terça-feira, 15, no programa Por Dentro do Governo, da Empresa Brasil de Comunicação (EBC), exibido no canal NBR. Rossieli fez um balanço das ações do governo federal na área, e falou dos próximos passos que serão tomados para melhorar a educação no país. De acordo com o ministro, a alfabetização de crianças na idade certa e a reforma do ensino médio para não deixar que os jovens abandonem as escolas continuam sendo prioridades da sua gestão.

    Rossieli também destacou, durante a entrevista, que apesar do Ministério da Educação ter ampliado a quantidade e o tipo de livros oferecidos para professores e alunos, a pasta economizou R$ 1,2 bilhão com a compra de exemplares que serão utilizados em sala de aula. “O PNLD é um dos programas mais importantes do Ministério”, disse. “Entre as inovações para este ano está a inclusão de livros de literatura para todos os alunos, de educação infantil para professores e de projetos integrados, que vão permitir que alunos trabalhem com projetos que envolvam diferentes disciplinas.”

    Rossieli citou a alfabetização na idade certa e a reforma do ensino médio como prioridades de sua gestão (Foto: Mariana Leal/MEC)

    O ministro também ressaltou que, pela primeira vez nos últimos sete anos, os programas de Merenda Escolar e Transporte Escolar tiveram um reajuste de 20% cada, o que vai beneficiar mais de 40 milhões de brasileiros. Rossieli ainda abordou a questão dos hospitais universitários, que atendem milhões de brasileiros nas 40 unidades espalhadas pelo Brasil. “É a maior rede de atendimento do país. São realizadas cirurgias e consultas reconhecidas pela qualidade dos serviços prestados”.

    Outro ponto que mereceu destaque na entrevista foram as novas regras do Fundo de Financiamento Estudantil (Fies), que entraram em vigor no início deste ano, e que preveem, entre outras novidades, juro zero para estudantes mais carentes e o fim do prazo de carência de 18 meses após a conclusão do curso. “Organizamos o programa para que ele tenha sustentabilidade para os próximos anos e para continuar atendendo os alunos”, explicou.

    O programa Por Dentro do Governo é uma parceria da Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República (Secom) com a Empresa Brasil de Comunicação (EBC).

    Acesse a íntegra da entrevista no canal da NBR no Youtube

    Acesse a íntegra da entrevista na Rede Nacional de Rádio

    Assessoria de Comunicação Social

  • Na próxima segunda-feira, 8, o ministro da Educação, Renato Janine Ribeiro, será o entrevistado do programa Roda Viva, da TV Cultura de São Paulo. Apresentado pelo jornalista Augusto Nunes, o programa vai ao ar às 22h, ao vivo. Na pauta, as propostas do ministro para a Educação e a atual estrutura da área no país.

    O Roda Viva é um dos principais programas de entrevistas do Brasil e está no ar há 28 anos, desde 1986. O espaço com o ministro seguirá a linha do programa, com a apresentação de ideias, conceitos e análises sobre assuntos de interesse da população, como os programas do MEC.

    Nos estúdios da TV Cultura, em São Paulo, Janine Ribeiro, além de debater com os jornalistas convidados, também responderá perguntas do público em geral, que tem a rede social Twitter como o principal meio de contato em tempo real com o programa.

    Ministro da Educação desde abril deste ano, Renato Janine Ribeiro é professor titular de ética e filosofia política na Universidade de São Paulo (USP), na qual se doutorou após defender mestrado na Sorbonne da França. Tem se dedicado a análise de temas como o caráter teatral da representação política, a ideia de revolução, a democracia, a república e a cultura política brasileira.

    Possui diversos livros publicados, entre eles A sociedade contra o social: o alto custo da vida pública no Brasil, ganhador do Prêmio Jabuti de 2001. Também recebeu a Ordem Nacional do Mérito Científico (1998) e a Ordem de Rio Branco (2009). O ministro já foi membro do Conselho Deliberativo do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) (1993-1997), do Conselho da SBPC (1997-1999), secretário da SBPC (1999-2001) e presidiu o 1º Congreso de Estudiosos de Brasil en Europa, em Salamanca (2008), entre outras atuações.

    Além da opção ao vivo, na segunda-feira, o programa é reprisado de quinta para sexta, à 0h30, e também pode ser visto pela página da emissora na internet.

    Assessoria de Comunicação Social, com informações da TV Cultura

    Acesse o programa Roda Viva na internet

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