Portal do Governo Brasileiro
Ir direto para menu de acessibilidade.
Início do conteúdo da página
  • Na escola mato-grossense, as aulas de xadrez colaboram para a melhoria do rendimento escolar dos estudantes (foto: Luciana Dotto/Projeto Xadrez na Escola)Professor de educação física e xadrez na Escola Municipal Jardim das Palmeiras, em Campo Novo do Parecis, Mato Grosso, Cleiton Marino Santana idealizou projeto para tentar mudar a realidade daquela instituição de ensino, inserida em um complexo de desigualdade e vulnerabilidade social.

    O projeto, Xadrez como Ferramenta de Inclusão Social, foi um dos vencedores, no ano passado, da sétima edição do Prêmio Professores do Brasil, na categoria Temas Livres, subcategoria Séries ou Anos Finais do Ensino Fundamental.

    Com recursos da Fundação André Maggi, de utilidade pública, foram adquiridos móveis, computadores, impressora, lousa digital, 70 peças de xadrez escolar, dez peças de xadrez oficial, seis livros e 45 relógios específicos do jogo, entre outros equipamentos. “Nosso objetivo era criar a melhor sala de ensino de xadrez do Brasil”, diz o professor.

    Além dos alunos que participam das aulas, o projeto conta com alunos-monitores, que ajudam na organização da sala, no ensino da modalidade e em outras atividades. Cada monitor é responsável por uma área do projeto e recebe treinamento semanal sobre os conceitos técnicos do jogo e de suas metodologias de ensino. De acordo com Cleiton, isso contribui para a evolução do aluno-monitor quanto a itens como cumprimento de horários, responsabilidade, organização, respeito, paciência, autocontrole e demais habilidades necessárias à futura inserção no mercado de trabalho.

    As aulas de xadrez fizeram tanto sucesso que logo ultrapassaram o horário da educação física, ao qual estava restrita. O projeto foi ampliado e, hoje, a sala de xadrez fica aberta de segunda a sexta-feira, das 7 às 11 e das 13 às 17 horas. Aos sábados, das 7 às 11 horas, com atendimento a mais de 750 alunos por semana.

    Com a repercussão, outras escolas mostraram interesse. Isso levou Cleiton a preparar alunos integrantes do projeto para atuar como professores-monitores nas demais instituições.

    Com graduação em educação física e pós-graduação em docência do ensino superior, Cleiton considera o xadrez uma grande ferramenta escolar, pois a prática colabora para a concentração do aluno. Entre os bons resultados do projeto, ele cita melhoria no rendimento, como a obtenção de notas médias melhores entre os alunos que praticam o jogo em relação aos demais.

    Estímulo — Os estudantes convidados a participar de competições em eventos municipais, regionais ou nacionais tiveram a oportunidade de conhecer localidades e de entrar em contato com outras culturas. Para o professor, que está no magistério há 12 anos, a atividade contribui, assim, para ampliar os horizontes e as perspectivas dos alunos. Ele afirma ainda que a oportunidade de participar de torneios e fazer viagens é um estímulo para que os alunos não integrantes do projeto passem a se dedicar ao xadrez.

    O desenvolvimento do projeto Xadrez como Ferramenta de Inclusão Social possibilitou, ainda, a integração entre pais e alunos, a aprendizagem de tecnologias (computador e lousa digital), a criação da Associação de Xadrez de Campo Novo e o destaque dos monitores do projeto na segunda fase das Olimpíadas Brasileiras de Matemática.

    Fátima Schenini

    Assista ao vídeo sobre o projeto

    Saiba mais no Jornal do Professor

  • Atuar na inclusão social de alunos surdos que chegam ao campus Rio Verde e ministrar cursos rápidos de Língua Brasileira de Sinais (Libras) aos familiares deles é a missão de 27 técnicos formados recentemente no Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia Goiano.

    Os técnicos também interpretarão músicas em Libras num coral que será criado para este fim. Durante a formatura, eles apresentaram duas músicas religiosas e já estão ensaiando a música Imagine de John Lennon.

    Durante um ano, uma vez por semana, os técnicos frequentaram as aulas do curso básico de Libras, com duração de quatro horas. Ao todo foram 160 horas de aula.

    O projeto do curso básico de Libras foi apresentado pela assistente social do campus Rio Verde, Lucimeiry Rodrigues de Carvalho. “Quando comecei o trabalho de sensibilização da comunidade escolar para a necessidade da inclusão social, encontrei uma certa resistência. Somente quando consegui superá-la, é que apresentei o projeto. A intenção era capacitar e incluir”, explica.

    A ação integra o programa Tecnep, que visa a inserção das pessoas com necessidades educacionais específicas nos cursos de formação inicial e continuada nas instituições federais de educação tecnológica.

    Ana Júlia Silva de Souza
  • Universidades federais, estaduais e institutos federais de educação, ciência e tecnologia que ofereçam cursos de nível superior têm até 11 de abril para apresentar propostas de programas e projetos de extensão universitária que tenham ênfase em inclusão social. A seleção será feita pelo Edital nº 4 do Programa de Extensão Universitária (Proext), da Secretaria de Educação Superior (Sesu) do Ministério da Educação. O limite de financiamento chega a R$ 50 mil por projeto e R$ 150 mil por programa.

    O edital contempla 13 áreas temáticas: educação; tecnologias para o desenvolvimento social; cultura e arte; pesca artesanal e aquicultura familiar; promoção da saúde; desenvolvimento urbano, desenvolvimento rural, redução das desigualdades sociais e combate à extrema pobreza; geração de trabalho e renda por meio do apoio e fortalecimento de empreendimentos econômicos solidários; preservação do patrimônio cultural brasileiro; direitos humanos, promoção da igualdade racial, e mulheres e relações de gênero.

    O resultado da seleção será divulgado no dia 27 de maio. O Edital 2011 é uma ação conjunta do Ministério da Educação com os ministérios da Cultura, da Ciência e Tecnologia, da Pesca e Aquicultura, da Saúde, das Cidades, do Desenvolvimento Agrário, do Desenvolvimento Social e Combate à Fome e do Trabalho e Emprego, além do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) e das secretarias especiais de Direitos Humanos, de Políticas e Promoção da Igualdade Racial e de Políticas para as Mulheres.

    Assessoria de Imprensa da Sesu

    Acesse o Edital.

    Acesse a página do Proext.

  • Universidades federais e institutos federais de educação, ciência e tecnologia têm novo prazo, até 23 de março de 2015, para apresentar projetos e concorrer aos recursos do programa Mais Cultura nas Universidades. No conjunto, são R$ 20 milhões. Cada instituição contemplada receberá de R$ 500 mil a R$ 1,5 milhão para desenvolver o projeto no período de 12 ou de 24 meses.

    O Mais Cultura nas Universidades é uma iniciativa dos ministérios da Educação e da Cultura para desenvolver e fortalecer a arte e a cultura nacionais, com destaque para a inclusão social, o respeito e o reconhecimento da diversidade cultural do país. Cada instituição pode apresentar um plano de cultura que contenha objetivos, ações a serem desenvolvidas e metas a serem alcançadas, além do prazo de execução.

    Na criação dos planos, as instituições devem escolher a área a ser trabalhada entre sete eixos temáticos:

    • Educação básica.
    • Arte, comunicação, cultura das mídias e audiovisual.
    • Arte e cultura digitais.
    • Produção e difusão das artes e linguagens.
    • Economia criativa, empreendedorismo artístico e inovação cultural.
    • Arte e cultura: formação, pesquisa, extensão e inovação.
    • Memória, museus e patrimônio artístico-cultural.

    Calendário — A ampliação do prazo de inscrição de propostas alterou as demais datas do calendário do programa Mais Cultura nas Universidades, conforme a tabela:



    Mais informações no Edital nº 30/2014, publicado no Diário Oficial da União de 8 de outubro último.

    Ionice Lorenzoni

  • Universidades federais e institutos federais de educação, ciência e tecnologia receberão recursos que somam R$ 20 milhões, dos ministérios da Educação e da Cultura, para desenvolver projetos de fortalecimento da arte e da cultura nacionais, com ênfase na inclusão social e no respeito e reconhecimento da diversidade cultural brasileira. Cada instituição contemplada receberá de R$ 500 mil a R$ 1,5 milhão para projetos com duração de 12 a 24 meses.

    Edital da Secretaria de Educação Superior (Sesu) do MEC, publicado na quarta-feira, 8, dá prazo até 10 de fevereiro de 2015 para as instituições inscreverem projetos. Elas devem elaborar planos de cultura que contemplem objetivos, ações a serem desenvolvidas e metas. Cada universidade ou instituto pode apresentar uma proposta.

    Para orientar a confecção dos planos, os dois ministérios definiram, como eixos temáticos:

    • Educação básica.

    • Arte, comunicação, cultura das mídias e audiovisual.

    • Arte e cultura digitais.

    • Produção e difusão das artes e linguagens.

    • Economia criativa, empreendedorismo artístico e inovação cultural.

    • Arte e cultura: formação, pesquisa, extensão e inovação.

    • Memória, museus e patrimônio artístico-cultural.

    Com os projetos do Mais Cultura, as universidades e institutos federais podem apoiar atividades em escolas públicas, criação e o fomento de rádios e tevês universitárias, produção de festivais universitários, criação de grupos de pesquisa e de cursos de pós-graduação em áreas ligadas à cultura e criação de museus para a preservação da história das instituições, entre outras iniciativas.

    Seleção — Os planos inscritos serão avaliados e selecionados por um comitê técnico constituído por representantes das secretarias de Educação Superior (Sesu) e de Educação Profissional e Tecnológica (Setec), do MEC, e de Políticas Culturais (SPC) do Ministério da Cultura (MinC). Também estarão representados no comitê a Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições de Ensino Superior (Andifes) e do Conselho Nacional das Instituições da Rede Federal de Educação Profissional, Científica e Tecnológica (Conif).

    Pelo calendário do Mais Cultura nas Universidades, as inscrições serão aceitas até 10 de fevereiro de 2015. As propostas serão avaliadas no período de 16 de fevereiro a 16 de março, com divulgação prévia em 31 de março e prazo de recursos até 6 de abril. O resultado final sairá em 4 de maio de 2015.

    O Edital da Sesu nº 30/2014, que convoca instituições federais de educação superior e da Rede Federal de Educação Profissional, Científica e Tecnológica a apresentarem planos de cultura, foi publicado no Diário Oficial da União do dia 8 último.

    Ionice Lorenzoni

  • Meninos e meninas entre 14 e 18 anos encontraram no esporte o caminho mais curto para uma vida melhor em Pelotas, Rio Grande do Sul. Eles participam do projeto Núcleo Jovens de Esporte, desenvolvido pelo Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia Sul-Rio-Grandense, em parceria com o Instituto Esporte Educação, dirigido por Ana Moser, ex-jogadora da Seleção Brasileira de vôlei.


    Com apoio do Instituto Votorantin, a iniciativa contempla jovens de diferentes condições socioeconômicas. Por meio do esporte educacional e da prática esportiva, eles desenvolvem temas como cidadania, autonomia, busca por uma melhor qualidade de vida e autoconfiança.


    “Com o projeto, contribuímos para o desenvolvimento de um cidadão crítico e participativo”, avalia a professora Danielle Müller de Andrade, coordenadora do núcleo de Pelotas do projeto. “A ideia é tornar os alunos multiplicadores de um estilo de vida ativo e da busca por uma melhor qualidade de vida para toda a sociedade.”


    No estado, há núcleos em Rio Grande, Bento Gonçalves e Passo Fundo. Cada um deles tem capacidade para atender até cem pessoas.

    Assessoria de Imprensa da Setec

  • “Não basta acabar com a escravidão,
    é necessário destruir a sua obra”
    Joaquim Nabuco [1849-1910]

    Há 127 anos, o Brasil decretava a abolição da escravatura, tornando-se o último país do Ocidente a adotar tal medida. Esta conquista significava mais uma etapa na luta da população negra pela liberdade. Nos mais de 300 anos de escravidão, as ações das classes dominantes encontraram infinitas formas de resistência, exercitadas pelos povos escravizados por meio de rebeliões, fugas, negociações e redimensionamentos culturais. A abolição não foi outorgada pela princesa imperial: ela foi conquistada pela luta dos negros e dos abolicionistas de todas as origens.

    Lamentavelmente, o Brasil, à época da abolição, não seguiu a advertência de Joaquim Nabuco. Desse modo, o povo negro passou a viver livre, no país onde foi escravo, sem significativas ações de integração social. Desse modo, seus descendentes foram e ainda são vítimas da exclusão social e econômica e do racismo.

    Durante o século 20, várias gerações de pesquisadores, pensadores e militantes sociais refutaram definitivamente o mito da democracia racial, demonstrando que em todos os espaços da vida social brasileira os negros ainda se encontravam em condições de desigualdade. Muitas pesquisas determinaram ainda o papel da discriminação racial como um motor que retroalimentava a exclusão. Era preciso também intervir, por meio de políticas afirmativas, nos processos que produzem essa exclusão estrutural, buscando alterar o quadro de desigualdade social advinda da discriminação.

    A partir do governo Itamar Franco, e notadamente após os anos 2000, o Brasil vem enfrentando, de forma cada vez mais firme, as questões da exclusão social e do racismo.

    Vale registrar que o processo de inclusão social que presenciamos na contemporaneidade brasileira resulta de políticas sociais universalistas — notadamente o programa Bolsa-Família —, que atingem, em grande parte, a população negra, pela posição que ela ocupava e ainda ocupa na pirâmide social brasileira. Tais ações, associadas às diversas políticas afirmativas, representam passos firmes para pôr fim à obra da escravidão, conforme alertou Joaquim Nabuco.

    O 13 de Maio é uma data na qual devemos reafirmar o papel da educação na erradicação dessas duas chagas da sociedade brasileira. E neste contexto precisamos ratificar o compromisso de construir uma escola pós-racista.

    Para isso, precisamos enfrentar as desigualdades de oportunidades educacionais que ainda persistem no Brasil. E que devem ser vencidas, até mesmo porque realimentam a exclusão. Adicionalmente, precisamos enfatizar nos processos educativos o desenvolvimento de culturas, políticas e práticas escolares que estimulem o respeito à diversidade da sociedade brasileira.

    Episódios que evidenciam a presença de preconceito racial entre crianças e adolescentes – como o que aconteceu recentemente em uma escola em São Bernardo do Campo (SP) – nos alertam para o desafio de construir uma escola sem o racismo e todas as formas de preconceito. Todos os educadores, de todas as esferas da Federação, devem se sentir responsáveis por erradicar o racismo e o preconceito das nossas escolas. Esse processo deve buscar transformar o ambiente escolar num espaço acolhedor para todos, no qual o processo de aprendizagem seja colaborativo e valorize as diferenças humanas.

    O esforço de sucessivas gerações tem levado a um processo irreversível de erradicação da extrema pobreza no país. Felizmente e finalmente, o atual ciclo da nossa história aponta para a construção de uma sociedade que promove a igualdade de oportunidade para todos. Mas esta conquista só será completa e sustentável se, com os avanços socioeconômicos, conquistarmos um ambiente em que a diversidade que caracteriza nosso país seja vista como um ativo fundamental que enriquece a nossa vida e nos estimula a aprender com ela e a evidenciar sua existência.

    Este é mais um desafio inadiável da educação brasileira.

    Renato Janine Ribeiro
    Ministro da Educação

    Assista à fala do ministro da Educação, Renato Janine Ribeiro

    Ouça o diretor de Políticas de Educação do Campo, Indígena e para as Relações Étnico-Raciais, Thiago Thobias

  • O Programa de Extensão Universitária (ProExt) tem o objetivo de apoiar as instituições públicas de ensino superior no desenvolvimento de programas ou projetos de extensão que contribuam para a implementação de políticas públicas.
    Criado em 2003, o ProExt abrange a extensão universitária com ênfase na inclusão social.

    Coordenação-geral: (61) 2022-8177 / 8186.

  • Proext 2016

    Alteração do item 5.2 do Edital PROEXT 2016

    Resultado final PROEXT 2016 - programas

    Resultado final PROEXT 2016 - projetos

    Nona alteração de calendário do Edital PROEXT 2016

    Oitava alteração do calendário do Edital PROEXT 2016

    Sétima alteração do calendário do Edital PROEXT 2016

    Sexta alteração do calendário do Edital PROEXT 2016

    Quinta alteração do calendário do Edital PROEXT 2016

    Comunicado Edital PROEXT 2016

    Modelo de declaração de conjunto de propostasPROEXT 2016

    Alteração de calendário do EditalPROEXT 2016

    Segunda alteração de calendário do EditalPROEXT 2016

    Terceira alteração de calendário Edital PROEXT 2016

    Orientações sobre Classificação Provisória e Interposicão de Recursos ao EditalPROEXT 2016

    Classificação ProvisóriaPROEXT 2016

    Quarta alteração de calendário Edital PROEXT 2016

     

    Proext 2015

    Alteração do item 9 do Edital PROEXT 2015

    Comunicado Edital PROEXT 2015

    Retificação - Resultado Final PROEXT 2015 - Programas

    Retificação - Resultado Final PROEXT 2015 - Projetos

    Adiamento da data de divulgação do resultado final PROEXT 2015

    Classificação Provisória Proext 2015 - Programas

    Classificação Provisória Proext 2015 - Projetos


    Orientações sobre Classificação Provisória e Interposicão de Recursos ao Edital Proext 2015

    Adiamento de data de divulgação da Classificação Provisória e do Período de Interposição de Recursos

    Alteração do edital


    Modelo para declaração do conjunto de propostas

    Modelo para declaração de instituição comunitária de educação superior

    Edital Proext 2015

    Edital Proext 2015 Tutorial de Orientações para Pró-reitores do Sistema PROEXT

    Tutorial de Orientações para Coordenadores de Propostas do PROEXT

    Proext 2014

    Resultado Final do Edital PROEXT 2014

    Resultado Provisório do Edital Proext 2014

    Edital Proext 2014

    Manual do Extensionista 2014

    Proext 2013

    Resultado Final

    Informe de Prorrogação de Prazo para Interposição de Recursos Contra o Resultado Provisório do Edital Nº2 Proext 2013

    Resultado Provisório do Edital n° 02 – PROEXT 2013

    Aviso de alteração – Edital Proext 2013

    Edital nº 2 de 1º de março de 2012

    Proext 2011

    Resultado Final do Edital nº 04 – PROEXT 2011

    Resultado Provisório do Edital n 04 - PROEXT 2011

    Edital nº 04

    Proext 2010

    Edital nº 5 Proext

    Prazo para interposição de recursos contra o resultado provisório do PROEXT

    Resultado Provisório da seleção das propostas de Instituições Federais de Educação Superior

    Resultado Provisório da seleção das propostas de Instituições Estaduais de Educação Superior

    Resultado Final das Propostas de Instituições Estaduais aprovadas pelo Edital PROEXT 2010

    Resultado Final das Propostas de Instituições Federais aprovadas pelo Edital PROEXT 2010

    Edital ProExt Cidades 01/2010

    Edital n° 01/2010

    Anexo I - Ficha de identificação

    Anexo II - Modelo de proposta

    Anexo III - Plano de trabalho

    Edital PROEXT MEC/Cidades 01/2009

    Edital nº 01 PROEXT

    Resultado Provisório da Seleção PROEXT MEC/CIDADES 01/2009

    Resultado Final da Seleção PROEXT MEC/CIDADES 01/2009

    Resultado Final

    Os projetos selecionados deverão preencher o plano de trabalho e enviá-lo, mediante ofício, para o Ministério das Cidades até o dia 31 de julho.
    Endereço: Ministério das Cidades/SE/DDI/Gerência de Capacitação SAUS, Quadra 1, Bloco "H", lotes 1/6 - Edifício Telemundi II, sala 1210
    CEP: 70070-010 - Brasília (DF)

    ProExt 2009

    Edital nº6 PROEXT

    Nota de Retificação do Edital nº 06, de 26 de maio de 2009

    Resultado Proext 2009

    ProExt 2008 - MEC/CULTURA

    Resultado Edital PROEXT MEC/CULTURA-2008

    Edital PROEXT MEC/Cidades 01/2009

    Resultado do Edital nº 01/2007

  • Temas desenvolvidos pelo ProExt

    * atenção integral à família;
    * combate à fome;
    * erradicação do trabalho infantil;
    * combate ao abuso e à exploração sexual de crianças e adolescentes;
    * juventude e desenvolvimento social;
    * geração de trabalho e renda em economia solidária;
    * promoção e/ou prevenção à saúde;
    * violência urbana; 
    * direitos humanos;
    * educação de jovens e adultos;
    * atenção à pessoa idosa, à pessoa com deficiência e às populações indígenas e quilombolas;
    * atividades complementares ao Programa Brasil Alfabetizado;
    * educação ambiental e apoio ao desenvolvimento comunitário;
    * inclusão étnica;
    * apoio à organização e desenvolvimento comunitário;
    * inclusão social dos usuários de drogas;
    * inclusão digital;
    * apoio às atividades de escolas públicas;
    * ensino de ciências;
    * Educação de jovens e adultos, incluindo apoio ao desenvolvimento de sistemas locais e regionais de         educação, alfabetização e letramento.


Fim do conteúdo da página