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  • Estão abertas as inscrições para a segunda edição do Prêmio Curta Histórias, concurso de vídeos de curta metragem para estudantes da educação básica da rede pública de ensino. Nesta edição os vídeos terão como tema personalidades negras e os vídeos podem ser inscritos até 25 de abril.

    O concurso valoriza a educação para as relações étnico-raciais e tem como objetivo incentivar novos talentos e estimular o desenvolvimento das atividades pedagógicas e audiovisuais de cunho cultural e educativo em escolas públicas brasileiras.

    Para a secretária de Educação Continuada, Alfabetização, Diversidade e Inclusão do MEC, Macaé Evaristo, é necessário integrar os estudantes na promoção da educação para as relações étnico-raciais. “Esses vídeos podem ser produzidos no celular, nos laboratórios das escolas, mas em uma agenda coletiva”, disse.

    Os estudantes podem participar em quatro categorias: ensino fundamental – anos iniciais; ensino fundamental – anos finais; ensino médio; educação de jovens e adultos. Cada escola pode inscrever um vídeo de até um minuto, sem contar os créditos, por categoria e os grupos devem ser formados por um professor ou educador responsável e até cinco alunos.

    O prêmio Curta Histórias selecionará cinco finalistas em cada categoria. Entre esses, serão escolhidos um pelo júri popular e outro pela comissão julgadora final. Os vencedores serão anunciados na página do Curta Histórias na internet e deverão comparecer à Cerimônia de Premiação que ocorrerá no Ministério da Educação no dia 28 de maio.

    Assessoria de Comunicação Social

    Acesse a página do prêmio Curta Histórias

    Ouça a secretária Macaé Evaristo

  • Estudantes do ensino médio de escolas públicas de todo o Brasil podem fazer a inscrição, até 7 de outubro, para participar do 2º Festival Nacional Imagens EMdiálogo. Eles devem produzir vídeos com duração máxima de cinco minutos que abordem a qualidade da educação no país. O tema para a produção é A Escola, a Aula e Eu.

     

    Os vídeos podem ser realizados nas modalidades de ficção, documentário, animação ou experimental. Os estudantes devem usar a tecnologia disponível, como filmadoras de uso doméstico, câmaras de celulares, fotografia digital, softwares de edição de imagens e som e imagens de arquivo da web. “O que está em jogo é a linguagem digital, a possibilidade de uma nova escrita, a partir das novas tecnologias que estão à mão desses estudantes”, explica Geraldo Pereira, responsável pela coordenação do evento.

     

    Para a seleção, serão avaliados itens como adequação do filme ao tema do festival, originalidade e reflexão sobre o cotidiano escolar e a vida do estudante no ensino médio. A lista dos vídeos selecionados será divulgada em 14 de outubro. Os três primeiros colocados participarão, em novembro próximo, da 12ª edição do Festival Arariboia Cine, em Niterói (RJ).

     

    O Festival Imagens EMdiálogo é promovido pelo portal EMdiálogo Ensino Médio, uma das iniciativas da rede de parceria formada por nove universidades federais. É coordenado pelo Observatório Jovem da Faculdade de Educação da Universidade Federal Fluminense (UFF) e tem o apoio da Secretaria de Educação Básica (SEB) do MEC.

     

    O festival é realizado totalmente on-line, no portal. Os vídeos inscritos poderão ser vistos a partir de 18 de outubro. As inscrições a postagem do vídeo devem ser feitas na página do festival na internet.


    Assessoria de Comunicação Social

  • A partir de um exercício escolar, as irmãs começaram a fazer gravações até chegar ao canal de vídeo com sugestões de literatura infantil (foto: Ana Carolina Trotta, arquivo pessoal)Acostumadas aos livros, as irmãs Beatriz e Juliana Mello, de 7 anos de idade, iam bem na segunda série, mas precisavam melhorar a produção de textos. A solução apontada pela escola foi a leitura em voz alta. E, para estimular, gravar o momento para que elas mesmas se avaliassem. Foi assim que o simples exercício acabou se transformando em canal de vídeos no YouTube, feito por crianças e para crianças.

    “Na hora de gravar, sugeri que contassem um pouco o que acharam do livro para ficar mais divertido”, conta a mãe das gêmeas, Ana Carolina Trotta, 39 anos. “Ao terminar, elas viram e pediram para mostrar ‘para todos os amigos e todas as crianças’.”

    O primeiro vídeo foi postado em setembro de 2015, quando o canal Dicas da Bia e da Juju ainda nem tinha nome. Seis meses se passaram e, com a mesma espontaneidade do começo, as meninas seguem com o projeto de literatura infantil até hoje.

    A ideia inicial não era ambiciosa. Mas, com a exposição, chegou a preocupar Ana Carolina. “Como era um assunto que acho importante, acabei cedendo; hoje, fico feliz com o resultado”, diz. Na casa dessa família carioca, leitura sempre foi tema de interesse e de incentivo. Desde bebês, Beatriz e Juliana são estimuladas pelos pais a cultivar esse hábito. “Até hoje, mesmo elas já sabendo ler, às vezes revezamos as páginas para lermos juntas”, conta a mãe.

    Como brincadeira de criança, que não precisa de muito para ser divertida nem tem hora para acontecer, as garotas gravam quando e sobre os livros que querem. As coleções Go Girl, Bruxa Onilda, Bruxinha Winnie e Casa Amarela são as que Juliana mais gosta. Mas as revistinhas da Turma da Mônica, do Menino Maluquinho e do Riquinho também têm lugar cativo na leitura da menina.

    Preferência — Entre os “muitos livros” de que Beatriz gosta, chama atenção a preferência por autores consagrados como Ziraldo, Ruth Rocha e Ana Maria Machado. Talita Rebouças para crianças, histórias sobre animais e princesas, além das revistinhas que a irmã também curte, são outros exemplos das leituras de Bia.

    “Elas já gostam muito de livros e de gibis também. Com o canal, o assunto ficou mais presente na vida delas e acabaram lendo mais”, conta Ana Carolina, que também notou melhora na pontuação e na estrutura das frases construídas pelas meninas.

    Incentivos – A escola da rede particular onde as irmãs estudam tem projetos de estímulo à leitura e compartilhamento de livros, incluindo uma biblioteca na sala de aula, abastecida pelos próprios alunos. Mas um fator importante para Bia e Juju já serem leitoras, mesmo tão pequenas, é o ambiente familiar. Para elas, ver avós e pais com livros nas mãos sempre foi comum, e as histórias escritas aparecem em vários momentos da vida das irmãs. Sem rotina ou pressão.

    “Uma mania que eu e meu marido sempre tivemos é, nas idas ao shopping, parar em uma livraria específica, e elas já pedem para ir lá. Adoram”, garante a mãe, que também se deixou influenciar pelo canal Dicas da Bia e da Juju. Formada em marketing, com pós-graduação em gestão de negócios, Ana Carolina começa a rascunhar projeto de livros diferentes voltados para crianças. Uma iniciativa que começou com o principal incentivo que a mãe recebeu das crianças: o de voltar a ler pela experiência com as histórias, não apenas por obrigação.

    Depois da maternidade e com os afazeres do trabalho, ela confessa ter se distanciado do hábito da leitura, reservando esse momento quase sempre apenas para as filhas. “Coloquei um desafio de ler pelo menos 12 livros ‘para mim’ este ano e já estou terminando o terceiro”, afirma. “Elas não só ajudam outras crianças, como me ajudaram a me reconectar com uma antiga paixão.”

    Uma amostra de que qualquer um, em qualquer idade, de maneira simples, pode ajudar a criar, ou a recriar, um leitor.

    Assessoria de Comunicação Social

    Ouça:

  • Programa Nacional do Livro Didático - Cuidado com os livros

     

     

     

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