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Maior relevância para educação infantil

Quarta-feira, 16 de abril de 2008 - 11:12

Novas perspectivas para a educação infantil foram discutidas na manhã desta quarta-feira, 16, na Conferência Nacional da Educação Básica, que acontece no Centro de Convenções de Brasília até a próxima sexta-feira, 18. A consultora Ângela Barreto, pesquisadora em políticas educacionais em educação infantil, falou sobre o papel dos gestores na implementação de políticas públicas na área.

“A educação infantil deve ter relevância e ser reconhecida como uma etapa fundamental da educação”, afirmou Ângela. Para ela, a inclusão da educação infantil no Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb) e a criação do Programa Nacional de Reestruturação e Aquisição de Equipamentos da Rede Escolar Pública de Educação Infantil (Proinfância) são avanços no reconhecimento da importância dessa etapa.

A consultora acredita que a educação infantil deve ter lugar no Sistema Nacional Articulado de Educação, que também está sendo debatido na conferência. “É importante que haja políticas municipais de educação infantil, mas isso não significa que a responsabilidade seja só do município. Temos que trabalhar em regime de colaboração”, destacou.

Padrões de qualidade no ensino, construção de propostas pedagógicas e formação e valorização dos professores da educação infantil também estiveram em debate no colóquio. Os demais palestrantes foram José Thadeu Almeida, secretário de assuntos educacionais da Confederação Nacional dos Trabalhadores em Estabelecimentos de Ensino, e Vital Didonet, membro do conselho consultivo da Organização Mundial Para Educação Pré-Escolar do Brasil.

De acordo com dados de 2006 da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD), 67,6% das crianças de quatro e cinco anos em todo o Brasil estão matriculadas na educação infantil.

Letícia Tancredi

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