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Congresso

Na Câmara, Weintraub defende investimentos na educação básica e no ensino técnico

  • Quarta-feira, 15 de maio de 2019, 16h57

O ministro da Educação, Abraham Weintraub, defendeu nesta quarta-feira, 15, que os recursos da pasta sejam alocados de forma mais efetiva na educação básica e no ensino técnico. A declaração foi dada durante audiência no plenário da Câmara dos Deputados.

Durante 30 minutos, o ministro expôs aos congressistas dados sobre a educação no país. Ele afirmou que a educação básica foi esquecida pelo governo federal nos últimos anos.

“A educação essencial, a básica, é o ponto fraco do Brasil. A gente está abaixo da meta estabelecida no Plano Nacional de Alfabetização (PNA). Quem fica de fora da creche são as crianças mais pobres, parte da sociedade mais vulnerável”, disse Weintraub.

O ministro afirmou que o PNA precisa ser baseado em técnicas e em evidências científicas. “O que a gente pede é poder ter um debate técnico de políticas públicas de alfabetização”, explicou.

Weintraub também destacou que há um baixo número de jovens sendo integrados à educação profissional. “O número total de vagas no Brasil no ensino técnico está caindo. Nosso objetivo é que as pessoas saiam preparadas para a vida viabilizados pela educação na escola. E isso não está acontecendo”, disse o ministro.

De acordo com o ministro, o contingenciamento é uma necessidade de se cumprir a Lei de Responsabilidade Fiscal. (Foto: Luis Macedo/Câmara dos Deputados)

O ministro também disse que a atual gestão do MEC não quer diminuir a importância da educação superior, mas cumprir um plano de governo apresentado durante a campanha eleitoral vencedora de 2018. “A nossa prioridade é pré-escola, ensino fundamental e técnico”, conclui.

O discurso de Weintraub foi coerente com o apresentado no Senado Federal na semana passada.

Contingenciamento – De acordo com o ministro, o contingenciamento é uma necessidade de se cumprir a Lei de Responsabilidade Fiscal. O ministro destacou o aspecto econômico da medida, bem como a importância da aprovação da Nova Previdência pelo Congresso Nacional.

“Nós estamos cumprindo a lei. O Ministério da Economia explicou várias vezes, inclusive no Congresso: somos obrigados a contingenciar o orçamento toda vez que a receita não corresponder às despesas planejadas”, concluiu.

Assessoria de Comunicação Social

 

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