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Programa Mulheres Mil

O Mulheres Mil foi implantado, inicialmente, como Projeto Piloto, com o objetivo de promover a inclusão social e econômica de mulheres em situação de vulnerabilidade, a fim de permitir a melhoria do seu potencial  de mão de obra, bem como as suas vidas e de suas famílias.Executado inicialmente em 12 estados das regiões norte e nordeste  do país, foi idealizado por meio de uma parceria com a Association of Canadian Community Colleges (ACCC) do Canadá, em 2007.

Diante dos resultados obtidos, o Ministério da Educação (MEC) instituiu nacionalmente em 2011 o Programa Nacional Mulheres Mil, por meio da Portaria nº 1.015 de 21 de julho de 2011. Com a metodologia Acesso, Permanência e Êxito, o Programa passou a ofertar cursos profissionalizantes às mulheres em situação de vulnerabilidade social. São cursos de Formação Inicial e Continuada (FIC), com carga horária mínima de 160 horas que atende um público específico de mulheres, utilizando uma metodologia específica, que privilegia temas como direitos e deveres das mulheres, empreendedorismo, economia solidária, saúde, elevação da autoestima, entre outros, buscando promover a inclusão produtiva, a mobilidade no mercado de trabalho e o pleno exercício da cidadania.

Em 2013 o Mulheres Mil passou a integrar o Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego (Pronatec) por meio da iniciativa Bolsa Formação. A oferta é resultado da parceira entre o MEC e o Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS), no âmbito do Plano Brasil Sem Miséria (Pronatec/BSM), articulado com a meta de erradicação da pobreza extrema no país.

O programa é executado pelas unidades da Rede Federal de Educação Profissional Científica e Tecnológica.

 

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