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Educação profissional

Escolas binacionais atenderão alunos brasileiros e uruguaios

  • Quarta-feira, 19 de agosto de 2009, 16h55
  • Última atualização em Quarta-feira, 19 de agosto de 2009, 17h48
Foto: Wanderley PessoaBrasil e Uruguai vão construir escolas técnicas binacionais na fronteira. Pelo projeto, que já foi assinado por ambos os países, as escolas podem estar em território brasileiro ou uruguaio. Os estudantes, entretanto, devem estar divididos igualmente: metade de brasileiros, metade de uruguaios. A intenção do Ministério da Educação é que este projeto seja piloto para outros acordos de escola técnicas de fronteira.

Os termos para a implementação do acordo vão ser discutidos esta semana pelo secretário de educação profissional e tecnológica do MEC, Eliezer Pacheco. O dirigente estará em Santana do Livramento (RS), cidade fronteiriça, onde se reúne na quinta-feira, 20, e sexta-feira, 21, com representantes da Administração Nacional de Educação Pública do Uruguai.

Por enquanto, o governo federal prevê três possibilidades de implementar as escolas binacionais no lado brasileiro. A primeira é pelo sistema Escola Técnica Aberta do Brasil (E-Tec Brasil). As escolas não teriam sede física, mas polos com aulas ministradas via internet, com auxílio de professores tutores de ambos os países.

A segunda possibilidade de implementar as escolas na fronteira é com o programa Brasil Profissionalizado. A iniciativa repassa recursos federais para escolas técnicas estaduais, seja para reforma, aquisição de equipamentos ou mesmo para construção das unidades. “Há uma escola técnica estadual no município de Jaguarão que tem o perfil para se tornar uma escola binacional”, afirma Eliezer Pacheco.

A terceira e última forma de criar as escolas para atender a estudantes brasileiros e uruguaios é por meio de uma extensão de um Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia. A criação de uma unidade avançada em Santana do Livramento é uma das alternativas em estudo.

As três alternativas serão levadas pelo secretário Eliezer Pacheco aos representantes do governo uruguaio, que também apresentará suas propostas de oferta. O resultado das negociações deve ser informado nos próximos trinta dias. 

Assessoria de imprensa da Setec
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