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Educação profissional

Sérgio Pedini é o novo reitor do Instituto do Sul de Minas

  • Segunda-feira, 31 de maio de 2010, 18h06
  • Última atualização em Segunda-feira, 31 de maio de 2010, 19h01
Haddad e Sérgio Pedini, que tomou posse como reitor do Instituto do Sul de Minas, que tem 6 mil alunos. (Foto: Wanderley Pessoa)Tomou posse nesta segunda-feira, 31, em Brasília, o novo reitor do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Sul de Minas, Sérgio Pedini. Agrônomo e mestre em administração rural pela Universidade Federal de Lavras (UFLA), Pedini vai administrar um instituto com três campi, 180 professores e 6 mil alunos. Pedini é professor da rede federal de educação tecnológica há 11 anos.

Consolidar e expandir o projeto do instituto faz parte da missão de Pedini, segundo o ministro da Educação, Fernando Haddad. Ao lembrar que o Instituto Federal do Sul de Minas atende pequenas cidades da região onde está situado – cidades que têm, em média, 25 a 30 mil habitantes – o ministro disse que quanto menores e mais carentes são as comunidades que recebem os campi, maior é impacto positivo na vida dos moradores. “O cidadão sabe que ali está o futuro de seus filhos e netos.”

O Instituto Federal do Sul de Minas tem sede em Pouso Alegre e campi nas cidades de Inconfidentes, Machado e Muzambinho. De acordo com o reitor que concluiu o mandato, Rômulo Bernardes da Silva, a criação do instituto abriu uma série de possibilidades de qualificação de jovens e adultos que vivem numa área que abrange 178 cidades.

A criação do instituto também movimentou a vida acadêmica nas três cidades. Além de concursos para técnicos administrativos em todas as unidades, as vagas para professores subiram de 69 para 180, sendo que 98% deles com mestrado ou doutorado.

Um dos cursos novos com maior procura, explicou Rômulo, é o de tecnólogo em cafeicultura, porque atende uma importante atividade regional que é a produção de café. Outra atividade com expressão econômica é a produção de leite. O instituto oferece também cursos técnicos em agropecuária e cursos superiores, além de licenciaturas em diversas áreas, entre elas, biologia, educação física, computação.

Ionice Lorenzoni
Assunto(s): Institutos federais
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