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Ciência e tecnologia

Estudantes de escola fluminense usam criatividade em exposição

  • Quinta-feira, 01 de novembro de 2012, 18h00
  • Última atualização em Quinta-feira, 01 de novembro de 2012, 18h00
Estudantes do ensino médio da escola de Niterói organizaram exposição de trabalhos inspirada na Semana Nacional de Ciência e Tecnologia (foto: Fátima Schenini)Rio de Janeiro — O telhado ecológico, ou ecotelhado, foi um dos temas apresentados na exposição organizada pelo Colégio Universitário Geraldo Reis, da Universidade Federal Fluminense (Coluni-UFF), durante a Semana Nacional de Ciência e Tecnologia. Também conhecido como telhado verde ou telhado vivo, por usar cobertura vegetal, o trabalho foi exposto por estudantes do segundo ano do ensino médio da instituição, localizada em Niterói (RJ).

Outro tema apresentado foi o uso de uma bicicleta para gerar energia. O trabalho coube a alunos do oitavo ano do ensino fundamental. O reaproveitamento de material reciclável foi a opção dos estudantes do primeiro ano do ensino médio. Eles usaram pneus velhos para confeccionar pufes, caixotes de madeira para construir mesas e copos plásticos de café para criar luminárias, entre outros objetos.

“Quisemos mostrar que é possível decorar a casa e, ao mesmo tempo, cuidar do meio ambiente”, revela a aluna Ana Carvalho Viana. Para Andréa Pimentel, outra participante do grupo, a ideia foi demonstrar que, com criatividade, “é possível fazer coisas legais para ter em casa”.

Toda a escola se mobiliza para um dia inteiro de atividades internas no decorrer da Semana Nacional. A partir do tema, o professor Fábio de França Moreira, coordenador da atividade, passa aos estudantes os eixos a serem abordados nos trabalhos. Este ano, a mostra foi realizada no dia 17 último, com apresentação de trabalhos relativos a economia verde, sustentabilidade e erradicação da pobreza.

“É possível fazer trabalhos mais elaborados, com alunos mais novos. Basta que eles recebam incentivo e orientação”, analisa o professor, que dá aulas em turmas do sexto ao nono ano do ensino fundamental e do ensino médio. Com mestrado e doutorado em ciências biológicas e licenciatura em biologia, ele está há dez anos no magistério. Sua experiência profissional inclui outras instituições, como a Faculdades Integradas Maria Thereza, onde atua há nove anos. Lá, ele leciona nos cursos de licenciatura em ciências biológicas e pedagogia e bacharelado em biologia marinha.

Na opinião do professor, dar aulas na educação básica e na superior traz contribuições significativas. “O professor que dá aulas no ensino básico leva coisas importantes para o aprendizado dos alunos de licenciatura, futuros professores”, acredita. “E os alunos do ensino básico também se beneficiam pelo contato com a prática, a parte experimental, os materiais oferecidos.”

O Coluni oferece aos estudantes a possibilidade de participar do Programa de Iniciação Científica Júnior, conhecido como Pibiquinho. Criado em 2010 para despertar a vocação científica e incentivar talentos entre os estudantes, o programa é uma iniciativa da UFF, liderada pela Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-graduação e pela direção do colégio. Outra opção é o Programa de Inovação, chamado de Pibitinho.

Fátima Schenini

Assunto(s): ciência e tecnologia , UFF
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