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Educação profissional e tecnológica

Alunos brasileiros embarcam na Ruta Quetzal

  • Segunda-feira, 20 de junho de 2005, 10h13
  • Última atualização em Sexta-feira, 08 de junho de 2007, 10h02

Quatro estudantes de centros federais de educação tecnológica (Cefets) do Brasil embarcaram para Lima, no Peru, este mês, para participar da expedição Ruta Quetzal-BBVA 2005. Acompanhados por 212 estudantes de outros 53 países, eles estão conhecendo Lima, Cuzco e Iquitos. O roteiro incluirá, ainda, navegação pelo rio Amazonas e visita à comunidade de Castela, na Espanha, por 45 dias. O retorno está previsto somente para 30 de julho.

Cinthia Emmanuelle Lima Sant´Anna, da unidade de Barreiras do Cefet-Bahia, Jeanka Silva Venâncio, do Cefet-Santa Catarina, Marcele Marília Costa de Brito, do Cefet-Roraima, e Marcos Gustavo Araújo Schwarz, do Cefet-Química, do Rio de Janeiro, foram recebidos pelo embaixador da Espanha no Brasil, Ricardo Peidró, antes de embarcar para o exterior. “Há 15 anos, o projeto reúne estudantes de todo o mundo, principalmente ibero-americanos. Os jovens têm as mesmas aspirações e inquietações em todo o mundo e o intercâmbio permite que eles enriqueçam cultural e profissionalmente”, diz.

Jeanka, de 15 anos, concorda. Para ela, “a juventude é igual em todo o mundo, as culturas é que são diferentes”. Por isso, antes da viagem, estava, ansiosa por conhecer os novos colegas de aventura.

O sentimento é o mesmo para Cíntia, de 16 anos. “Conhecerei culturas, comidas e pessoas diversas das que estou acostumada a conviver. É uma porta do mundo que se abre para mim”, acredita.

Marcele, de 17 anos, ficou tão ansiosa antes da partida, que ficou doente. Mesmo assim, seus sentimentos eram parecidos aos dos colegas: “Quero ver o mundo de outro lado”, disse.

Marcos Gustavo, de 16 anos, nunca tinha saído do Rio de Janeiro e, em sua primeira viagem para fora do estado, já embarcou para o exterior. Ele disse que, “apesar das diferenças entre os modos de viver dos jovens, todos têm o coração cheio de esperanças”.

Daniela de Carvalho Carellas, professora de espanhol do Cefet-Santa Catarina, acredita que os estudantes voltarão com mais fluência na língua: “Com certeza, verão o mundo com outros olhos”.

Repórter: Rodrigo Farhat

Assunto(s): mec , notícias , jonalismo , matérias
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