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Educação superior

Oferta de vagas do Sisu chega a 228 mil; ProUni registra mais de 550 mil inscritos

  • Terça-feira, 19 de janeiro de 2016, 19h24
  • Última atualização em Terça-feira, 19 de janeiro de 2016, 19h24

Ao lado do secretário-executivo Luiz Carlos Costa e do secretário de Educação Superior, Jesualdo Farias, o ministro Mercadante apresenta os novos números do Sisu e do ProUni (Foto: Isabelle Araújo/MEC)Em coletiva na tarde desta terça-feira, 19, o ministro da Educação, Aloizio Mercadante, fez um balanço do Sistema de Seleção Unificada (Sisu) e do Programa Universidade para Todos (ProUni), que iniciou as inscrições nesta data.

A oferta de vagas do Sisu cresceu 376% desde 2010, ano de sua primeira edição, até 2016. No começo do sistema, eram propostas cerca de 47 mil vagas, enquanto este ano o número saltou para 228.071. Somente de 2015 para cá, o crescimento foi de 10%. O sistema registrou mais de 2,7 milhões de inscritos nesta edição.

Em função desse crescimento da oferta de vagas, a relação candidato-vaga diminuiu, ressaltou o ministro. “Nesse período nós tivemos uma forte expansão das redes públicas e com isso a gente dá mais oportunidades para os estudantes. Nós tínhamos 34,7 estudantes por vaga (em 2010) e hoje temos 23,1”, detalhou Mercadante.

Administração, pedagogia, direito, medicina e educação física foram os cinco cursos mais procurados do Sisu deste ano. Assim como nos anos anteriores, medicina continua sendo o mais concorrido, com 52 estudantes disputando cada vaga.

As três instituições mais procuradas do país foram Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), Universidade Federal do Ceará (UFC) e Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), com mais de 150 mil inscrições em cada. A que registrou maior concorrência foi a Universidade Federal do Maranhão (UFMA), com média de 56,3 candidatos por vaga.

Cotas – Entre as diferentes modalidades de inscrição, os estudantes que se candidataram pela Lei de Cotas enfrentaram concorrência maior (28,0) que a encontrada na ampla concorrência (24,8). Mas em relação à nota de corte, um dado que chamou a atenção do ministro, a diferença entre cotistas e não-cotistas foi pequena. No curso de medicina da Universidade Federal do Rio de Janeiro, por exemplo, a diferença foi de apenas 2,9%.

“Os cotistas, como são da escola pública, são 80% dos estudantes. Então, eles têm uma concorrência muito forte também e vocês vejam que a nota de corte dos cotistas está muito próxima aos não-cotistas. E o desempenho nos cursos, pelos estudos que nós temos, também tem mantido esse padrão. Em alguns casos, inclusive, melhor do que os não-cotistas. O que é muito positivo do ponto de vista de abrir essa porta para a escola pública, o que motiva bastante a melhoria do ensino público da rede pública nacional”, destacou Aloizio Mercadante.

Nos dias 22, 25 e 26 próximos os candidatos classificados no Sisu deverão fazer as matrículas nas universidades. Mas até 29 deste mês os não selecionados ainda podem manifestar interesse em participar da lista de espera.

ProUni – Até as 17 horas, no horário de Brasília, o ProUni registrava 559.237 inscritos. Como cada estudante pode escolher até dois cursos, o número chegou a 1.071.071 inscrições.

Iniciadas a partir desta terça-feira, 19, as inscrições seguem até as 23h59min da próxima sexta-feira, 22. O programa oferece 203.602 vagas. Este ano, são 30.931 cursos à disposição dos candidatos que fizeram o último Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), alcançaram o mínimo de 450 pontos na média e não zeraram a redação, entre outros critérios, como não ter diploma de outro curso superior e atender a requisitos de renda.

Este ano, os cinco cursos que oferecem maior número de bolsas são as engenharias, administração, pedagogia, direito e ciências contábeis. Medicina, apesar da ainda tímida oferta de vagas pelas instituições particulares, também tem crescido sua oferta. Em 2013, 634 bolsas foram oferecidas para medicina, já em 2016 esse número chegou a 838.

Em relação a 2015, houve redução de 4% no total de vagas. Segundo o ministro, o que explica essa queda é o fato de 97 instituições de ensino superior que ofertavam vagas em seus cursos pelo ProUni em 2015 estarem impedidas de participar do programa este ano.

Como alcançaram nota de avaliação inferior a 3 no Índice Geral de Cursos (IGC), estão agora sob supervisão do Ministério da Educação. Essa medida, em relação ao programa e ao Fundo de Financiamento Estudantil (Fies) já atinge um total de 347 instituições.

Veja a apresentação do ministro

Assessoria de Comunicação Social

 

Assunto(s): ProUni , educação superior , Sisu
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