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Educação superior

Universidades empreendedoras são listadas em índice inédito

  • Quinta-feira, 10 de novembro de 2016, 19h03
  • Última atualização em Segunda-feira, 21 de novembro de 2016, 17h26

A Confederação Brasileira de Empresas Júniores (Brasil Júnior) lançou nesta quinta-feira, 10, na sede do Ministério da Educação, em Brasília, a primeira edição do Índice das Universidades Empreendedoras. A proposta é mostrar quais as iniciativas das instituições de ensino superior no Brasil mais incentivam o empreendedorismo, dentro e fora da sala de aula.

Segundo o ministro da Educação, Mendonça Filho, o índice vai criar um dinamismo e uma tendência de que mais instituições se dediquem a estimular o empreendedorismo dentro de suas organizações educacionais. Para ele, durante um longo período as instituições de ensino no país tinham uma visão distante do empreendedorismo e da conexão com os jovens, mas agora é preciso mudar.

“Para que o Brasil alcance os níveis de desenvolvimento que nós desejamos é necessário expandir, melhorar e qualificar a área educacional, conectando também com setor produtivo com a capacidade empreendedora na nossa população”, defendeu Mendonça Filho.

“Naturalmente, devemos formar pessoas para o mercado de trabalho, mas devemos sempre explorar a oportunidade para que as pessoas possam também empreender. Criar o seu próprio negócio”, disse ele. “Se as universidades e os institutos federais facilitam esse tipo de movimento, vamos criar cada vez mais uma qualificação dos nossos jovens para o empreendedorismo,” acrescentou o ministro.

Para a estudante Ana Maria Cypriano, trabalhar com meta, alcançar resultado e gerir melhor o tempo são importantes para se alcançar boa produtividade (Foto: Isabelle Araújo/MEC)A estudante Ana Maria Cypriano, do quinto semestre de relações internacionais na Universidade de Brasília (UnB), também acredita que com as empresas juniores os profissionais chegam mais preparados ao mercado de trabalho. “Na sala de aula lidamos muito com a parte teórica. E na empresa júnior conseguimos colocar em prática todos os conhecimentos. Isso agrega muito para a gente”, garantiu a jovem de 19 anos.

Atividades sobre gestão, como lidar com cliente, fazer uma reunião, ou uma negociação ou aprender a vender um produto e fazer um planejamento estratégico são exemplos citados por Ana Maria. Ela afirma ainda que a experiência ensina a trabalhar com meta, alcançar resultado e gerir melhor o tempo.

Empreendedoras – Elaborada por quatro organizações estudantis, Rede Ciências sem Fronteiras (CsF), Associação Brasileira de Estudantes (AIESEC), Brasa (Brazilian Student Association), e a Entrepreneurial Action Us (Enactus), a construção do conceito de Universidade Empreendedora foi desenvolvida por meio de uma pesquisa on-line destinada ao público universitário. Cerca de 4 mil estudantes de todo o país participaram.

A pesquisa foi elaborada a partir de três questionamentos – O que é uma universidade empreendora? – O que influencia para uma universidade mais empreendedora? – O que pode ser replicado para uma universidade mais empreendedora? Já o índice usou seis eixos para identificar as boas práticas. São eles: cultura empreendedora, atividade de extensão, inovação, infraestrutura, internacionalização e capital financeiro.

A seleção fez um recorte entre as cem universidades mais renomadas e uma classificação entre as 42 com destaque na avaliação. Em primeiro lugar está a Universidade de São Paulo (USP); em segundo, a Universidade Estadual de Campinas (Unicamp); em terceiro, a Pontifícia Universidade Católica (PUC) do Rio de Janeiro; em quarto, a Universidade Federal de São Carlos (UFScar); em quinto, a Universidade Federal do Ceará (UFC) e, em sexto, a Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG).

Acesse o índice na página do Brasil Júnior

Assessoria de Comunicação Social

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