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Formação/valorização de profissionais da educação

Capacitação de professores no Timor Leste

  • Terça-feira, 10 de fevereiro de 2009, 15h09
  • Última atualização em Terça-feira, 10 de março de 2009, 15h16

Participantes do curso de agricultura ministrado pelo Instituto Federal do Ceará.(Foto: Divulgação Setec)Começou nesta segunda-feira, 9, e se estende até o dia 20, o segundo módulo do curso de agricultura ministrado no Timor Leste pelo professor do campus de Crato do Instituto Federal do Ceará, Antonio Nustenil de Lima. Estão sendo capacitados 56 professores das escolas técnicas agrícolas de Natarbora e de Maliana. A iniciativa faz parte do projeto Apoio e Fortalecimento das Escolas Agrícolas do Timor Leste. O primeiro módulo foi encerrado na semana passada, com a capacitação de 20 professores.

 

Nustenil explicou que o curso permite além da qualificação uma reciclagem aos agentes multiplicadores timorenses, pois as técnicas utilizadas lá ainda são rudimentares. “O Brasil está dando a esse povo uma oportunidade muito valiosa de investir no setor agrícola”, disse. Além do curso de agricultura, também foi ofertado o curso de zootecnia.

 

O Timor Leste foi descoberto em 1512, mas só alcançou a independência em 30 de agosto de 1999. A capital é Dili e as línguas oficiais são o português e o tetum.

 

O professor Antonio Nustenil de Lima descreveu o Timor Leste como sendo um país muito pobre, com grandes índices de desemprego e salários muito baixos. “Um professor de nível superior ganha 180 dólares por mês. Para sobreviver tem que plantar hortaliças e arroz para o seu consumo já que o seu salário não dá para a comida. As condições de moradia da maior parte da população é subumana. Há muitas queimadas, muita poluição. Mas o povo está satisfeito por ser livre e tem esperanças em dias melhores”, explica.

 

Ana Júlia de Souza

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