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Coordenação pedagógica

Professora gaúcha sonha com avanços na prática docente

  • Quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011, 10h29
  • Última atualização em Quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011, 10h29
Perceber que a maioria dos professores está comprometida com a prática docente e se preocupa em fazer a diferença é o que mais gratifica a pedagoga Ivonir Silveira da Rosa, de Venâncio Aires (RS). Há mais de dez anos no magistério, ela já trabalhou com educação infantil, séries iniciais do ensino fundamental, supervisão escolar e como vice-diretora. Com curso de especialização em psicopedagogia institucional, Ivonir atua como coordenadora pedagógica e supervisora na Escola Estadual de Ensino Médio Wolfram Metzler, onde também mantém um blog.

Para ela, é uma satisfação observar que há espaço para o diálogo e que é possível, apesar das resistências, avançar e construir possibilidades na prática docente ou o reforço de atividades que apresentam resultado positivo. “É fundamental o professor perceber que tem espaço para falar, mas também saber mudar de atitude ao constatar que a opinião dele não é a da maioria ou não leva a uma melhoria no processo de ensino-aprendizagem”, destaca Ivonir.

Desafios — Entre as maiores dificuldades enfrentadas na coordenação pedagógica, Ivonir cita a troca de professores no decorrer do ano letivo, a resistência a horários para reuniões pedagógicas e a falta de coerência do plano de trabalho com o de estudos. Outros desafios são a falta de recursos pedagógicos de apoio, como laboratórios de ciências e de informática, e de profissionais disponíveis para auxiliar o professor.

“O professor, sozinho, não consegue usar as tecnologias em seu trabalho”, avalia. Para ela, no entanto, a maior dificuldade é a impossibilidade de acompanhar tudo o que acontece no âmbito escolar, pois as atividades burocráticas tomam muito tempo.

Ivonir é responsável pela reativação do Grêmio Estudantil. “Por meio dele, percebo como está o trabalho em sala de aula, as relações com os colegas e a organização dos estudantes em busca da realização de objetivos”, salienta. Alunos da quarta série do ensino fundamental ao terceiro ano do ensino médio (diretoria e colaboradores) participam da agremiação.

Fátima Schenini

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