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Dia do Professor

Educador de São Paulo é um dos responsáveis por comemoração

  • Sexta-feira, 13 de outubro de 2017, 14h17

Um professor apaixonado pelo magistério é um dos responsáveis pela comemoração do Dia do Professor, celebrado em 15 de outubro. Salomão Becker deu aulas durante 49 anos e, por suas contas, teve mais de 100 mil alunos. A criação da data completa 70 anos em 2017 e é um reconhecimento do trabalho desses profissionais, que contribuem para a formação e para o desenvolvimento do país.

Tudo começou em 1827, quando D. Pedro I baixou decreto imperial que determinava a criação de escolas em todas as cidades e vilas do país, as chamadas Escolas de Primeiras Letras. No texto, havia a determinação de descentralizar o ensino e regulamentar o salário dos professores, além da indicação de quais matérias deveriam ser ensinadas a todos os estudantes e quais deveriam ser as formas de contratação dos docentes.

Mas apenas em 1947, ou seja, 120 anos depois do decreto imperial, a primeira comemoração dedicada aos professores foi realizada. A ideia partiu de Salomão Becker, que propôs reunir a equipe do Colégio Caetano de Campos, em São Paulo, para discutir os problemas da profissão, planejar as aulas e trocar experiências. A reunião foi crescendo e passou a ter a adesão de várias outras escolas até que, oficialmente, o feriado escolar foi criado pelo Decreto Federal nº 52.682, de 14 de outubro de 1963.

Dedicação – Salomão Becker era formado em filosofia, sociologia, geografia, história e, já mais velho, ainda se graduou em direito – todos, pela Universidade de São Paulo (USP). Sua célebre frase “professor é profissão; educador é missão” ainda motiva muitos educadores.

Para o filho Sérgio Becker, que é palestrante, o exemplo do pai é o seu maior legado. “Com ele, aprendi que só deve ser professor quem for vocacionado. E jamais achar que sabe tudo, pois ele mesmo estudou até o fim da vida”, destaca.

Sérgio Becker também relembra que o pai era um grande incentivador de seus alunos, muitos dos quais ajudou a decidir que rumos trilhar. De acordo com ele, 11 anos após a morte de Salomão, não são raras as vezes em que pessoas desconhecidas o procuram para dizer o quanto o educador foi importante em suas vidas.    

Assessoria de Comunicação Social

 

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