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Educação tecnológica

Toma posse o novo reitor do Instituto Federal Fluminense

  • Quinta-feira, 14 de abril de 2016, 19h13

Jefferson de Azevedo exibe seu termo de posse (Foto: Isabelle Araújo/MEC)“A escola transforma vidas, mas principalmente amplia os horizontes de possibilidades de quem tem a oportunidade de estar dentro dela”, afirmou o professor Jefferson Manhães de Azevedo, ao assumir o cargo de reitor do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia Fluminense, nesta quinta-feira, 14, em Brasília.

Durante a cerimônia, realizada no Ministério da Educação, o novo reitor lembrou que há trinta anos não faziam parte das possibilidades de um jovem pobre terminar a escola técnica ou fazer uma universidade. “Hoje o jovem não está mais limitado pela sua condição socioeconômica. Com um curso técnico ele sai preparado para o mundo do trabalho, e se quiser poderá fazer um curso de licenciatura, um bacharelado, ou até ir para o exterior”, afirmou.

“E quando voltar, se quiser continuar os estudos, poderá fazer um mestrado profissional em nossas instituições”, acrescentou Jefferson de Azevedo.

O professor destacou ainda as mudanças estruturais ocorridas nos últimos quinze anos no modelo de educação brasileira. Para ele, a educação pública deve ser profissional, tecnológica, gratuita e accessível a todos, independentemente da sua posição social ou da sua localidade geográfica.

Em continuidade a esse projeto de educação acessível e de qualidade, o ministro da Educação, Aloízio Mercadante, sugeriu a criação de uma plataforma similar à da Hora do Enem, com objetivo de complementar o programa de formação, combinando a educação a distância e a educação presencial.

“O futuro é isso. Estamos usando o que tem de ponta em tecnologia da informação para dar um salto na educação. Eu acho que os institutos precisam se debruçar sobre essa ferramenta para que todos os alunos da rede possam complementar seu estudo”, destaca Mercadante.

Segundo o ministro, em relação à educação inclusiva o país deu um salto extraordinário, e sobre a permanência nas escolas está sendo feito um grande esforço. Um exemplo disso, segundo ele, é o Instituto Federal Fluminense, que tinha 10 mil alunos há cinco anos e agora possui 17 mil matrículas. Nos últimos anos foram investidos R$ 172 milhões e agora R$ 350 milhões, 100% de aumento no orçamento.

“Não temos como continuar aumentando os recursos. Agora vamos ter que fazer mais com menos, teremos que ter criatividade para poder avançar”, concluiu Mercadante.

Assessoria de Comunicação Social

 

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