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  • Fazer um curso de especialização sempre foi o sonho da professora Elizabeth Vieira Borges, de Rio Verde, Goiás. A meta, muitas vezes adiada por questões financeiras, começou a ser realizada em outubro de 2009, quando Elizabeth iniciou o curso de especialização em metodologia do ensino fundamental, na modalidade a distância, no Centro de Ensino e Pesquisa Aplicada à Educação da Universidade Federal de Goiás (UFG).

    “Agora, enfim tenho a chance de realizar o sonho. Quero fazer a diferença na educação e, consequentemente, obter valorização profissional e satisfação pessoal”, diz a professora, que tem formação em normal superior. Com 22 anos de magistério, Elizabeth trabalha há 13 na Escola Municipal de Educação Fundamental Rosalina Borges. Hoje, atua como coordenadora pedagógica em turmas do primeiro ao quinto ano do ensino fundamental.

    Ela diz estar gostando do curso, que tem duração de um ano e meio, embora não esteja sendo fácil como imaginava: “A modalidade a distância exige muito comprometimento, um grande compromisso com a própria aprendizagem”, salienta. Segundo Elizabeth, a educação a distância requer que o estudante organize seu tempo, tenha dedicação aos estudos e às pesquisas e seja participativo nas discussões em fóruns e demais atividades on-line e presenciais, pois é avaliado rigorosamente a todo instante.

    “Os estudos e discussões em fóruns têm contribuído ricamente no aperfeiçoamento da prática pedagógica, pois aprender é um exercício constante para quem deseja ampliar conhecimentos”, afirma Elizabeth. Em sua opinião, o ensino a distância oferece várias oportunidades de conhecimento, crescimento e troca de informações. Para ela, a verdadeira educação ocorre em um ambiente de interação, crítica e trabalho em conjunto, o que garante reflexão e uma construção baseada em pesquisas, orientações, ações conjuntas e colaborativas.

    Oportunidade
    — Colega de Elizabeth na Escola Rosalina Borges, Rita de Cássia Oliveira também participa de curso a distância. Formada em pedagogia, ela agora faz uma segunda graduação, em história, graças à oportunidade aberta pelo Plano Nacional de Formação dos Professores da Educação Básica, ação conjunta desenvolvida pelo Ministério da Educação, instituições públicas de educação superior e secretarias de educação de estados e municípios. Os professores interessados nos cursos fazem a inscrição na Plataforma Freire, desenvolvida especialmente para esse fim.

    Com esse novo curso, iniciado em fevereiro, Rita espera conquistar novas oportunidades na área profissional. Ela tem gostado da experiência, embora perceba, a cada dia, a necessidade de muita dedicação. “Não é fácil estudar praticamente só, mas há a vantagem do horário flexível, que eu determino”, enfatiza. Rita é professora do ensino fundamental e também dá aulas na Escola Filadelfo Jorge da Silva Filho.


    Fátima Schenini


    Saiba mais no Jornal do Professor
  • Estão abertas as inscrições para a especialização em políticas educacionais e inovação, promovida pela Escola de Inovação e Políticas Públicas da Fundação Joaquim Nabuco (Eipp/Fundaj). Gratuito, o curso de pós-graduação possui metodologia inovadora e aplicada. O objetivo é que os alunos desenvolvam projetos de intervenção na área da educação, construindo coletivamente o aprendizado direcionado para desafios enfrentados na educação pública brasileira.

    Lançada durante a 1ª Conferência de Inovação e Políticas Públicas, que ocorreu em 29 de setembro, a especialização conta com professores formados nas melhores universidades do Brasil e do mundo, como Harvard e Oxford. As inscrições tiveram início em 11 de outubro e seguem até 10 de novembro.

    Para o diretor da Eipp/Fundaj, Felipe Oirá, a ideia veio junto com o surgimento da escola. “Como a gente constrói uma escola que serve às pessoas que estão trabalhando, na ponta, com política pública, surge a especialização a partir da demanda dos próprios gestores”, explicou. “Muitas vezes, quando falamos de política pública, no Brasil, principalmente, pensamos muito no planejamento, no desenho. Pensa-se pouco na implementação, como é que isso vai acontecer no dia-a-dia. E o que a gente faz nessa especialização é trazer esse paradigma de foco na implementação para o centro do curso. ”

    O curso terá a duração aproximada de um ano, com início previsto para março de 2018, contando com aulas à noite e aos finais de semana. As atividades serão realizadas na futura sede da Eipp, no campus da Fundação Joaquim Nabuco, no Recife. Como parte da metodologia inovadora, as salas de aula seguem o modelo invertido utilizado nas principais universidades internacionais, a exemplo de Harvard, MIT, Yale e Stanford. Tudo planejado para que o aluno se torne o centro do processo, aprendendo na prática os diversos aspectos da implementação efetiva de políticas públicas.

    Processo – A inscrição para a especialização em políticas educacionais e inovação divide-se em três etapas. As duas primeiras, análise curricular e análise do pré-projeto, são de caráter eliminatório. Já a terceira etapa, uma entrevista presencial, tem caráter classificatório. Após a primeira etapa, serão selecionados até 150 candidatos para a fase de análise do pré-projeto, conforme os critérios de avaliação elencados no edital. Para a terceira etapa, serão selecionados até 60 candidatos que tiverem os pré-projetos aprovados conforme os critérios de avaliação.

    As entrevistas presenciais serão realizadas entre 22 e 24 de novembro, em horários estabelecidos e previamente divulgados no site da Eipp. Ao todo, são oferecidas 30 vagas para a pós-graduação em políticas educacionais e inovação. Para acessar o formulário de inscrição e verificar o edital, clique aqui. Já as informações detalhadas sobre o curso podem ser obtidas na página da Eipp/Fundaj. Demais dúvidas podem ser encaminhadas para o e-mail Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo., ou pelos telefones (81) 3073-6634 e (81) 3073-6635.

    Assessoria de Comunicação Social, com informações da Fundaj 

     

  • Em sete estados, os professores da rede pública que concorrem a vagas no curso de especialização em educação infantil têm prazo até 7 de maio para apresentar currículo e documentação nos polos das universidades federais nas quais farão o curso. Estão convocados 5.125 educadores que tiveram as inscrições validadas pelos sistemas municipais de ensino a que pertencem no Amazonas, Bahia, Ceará, Mato Grosso, Piauí, Rondônia e Sergipe.

    Os convocados concorrem a 1.820 vagas, conforme a tabela:


    Estado

    Instituição

    Concorrentes

    Polos

    Vagas

    Amazonas

    Ufam

    793

    5

    250

    Bahia

    UFBA

    970

    7

    290

    Ceará

    UFCE

    440

    3

    120

    Mato Grosso

    UFMT

    676

    3

    320

    Piauí

    UFPI

    999

    5

    240

    Rondônia

    Unir

    546

    5

    250

    Sergipe

    UFSE

    701

    6

    350

    Total


    5.125

    34

    1.820



    Documentos— Além do currículo, o professor deve comprovar que atua na educação infantil há pelo menos dois anos. Para isso, deve anexar declaração da escola ou da secretaria municipal de educação. É necessário especificar a função que exerce na escola e comprovar que pertence ao quadro de professores efetivos. Outras exigências são a apresentação de cópia do diploma de graduação em pedagogia; do termo de compromisso de que vai atuar na educação infantil durante o curso de especialização e permanecer na área pelo mesmo período de realização do curso e do termo de compromisso de que dispõe de pelo menos dez horas semanais para estudos complementares durante a especialização.

    Calendário— A análise de currículos e da documentação será feita no período de 10a 28 de maio — os resultados dessa etapa serão divulgados em 4 de junho. A prova escrita (um memorial sobre as atividades que o professor desenvolve na educação infantil) está marcada para 12 de junho e o resultado final da seleção, para 16 de julho. O curso começa em agosto deste ano e se estenderá até janeiro de 2012.

    O curso — A especialização em educação infantil, com 360 horas e duração de 18 meses, é presencial e gratuita. Destina-se a professores, coordenadores e diretores de creches e pré-escolas da rede pública, da rede privada (filantrópica, comunitária ou confessional) que mantenha convênio com o Poder Público e a equipes de educação infantil dos sistemas de ensino.

    As pré-inscrições do curso foram abertas em 2009, na Plataforma Freire, para professores de 17 estados. Eles serão atendidos por 17 instituições federais de educação superior. Além dos educadores que participam da primeira chamada, nesses sete estados, para apresentar os documentos e passar pela seleção, o Ministério da Educação vai chamar os demais nas próximas semanas.

    O objetivo da formação, que une o MEC, 17 universidades federais e mais de 70 prefeituras, é qualificar quadros da rede pública de educação básica e, a partir daí, criar uma rede nacional de formação nos municípios.

    Ionice Lorenzoni


    Confira:

    Amazonas
    Relação dos educadores convocados
    Locais de apresentação dos documentos

    Rondônia
    Relação dos educadores convocados
    Locais de apresentação dos documentos

    Bahia
    Relação dos educadores convocados
    Locais de apresentação dos documentos

    Ceará
    Relação dos educadores convocados
    Locais de apresentação dos documentos

    Piauí

    Relação dos educadores convocados
    Locais de apresentação dos documentos

    Sergipe
    Relação dos educadores convocados
    Locais de apresentação dos documentos

    Mato Grosso
    Relação dos educadores convocados
    Locais de apresentação dos documentos



  • Um dos principais benefícios da cultura digital na escola é a possibilidade de o estudante estar em rede, participar de comunidades de aprendizagem e não ficar isolado, restrito à sala de aula. A opinião é da professora Rose Cerny, coordenadora de projetos institucionais de educação a distância do Núcleo Multiprojetos de Tecnologia Educacional da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC).

    Para Rose, a cultura digital precisa ser reconhecida pela escola, com a incorporação das tecnologias ao currículo, como recurso pedagógico que favoreça o processo de ensino-aprendizagem. O uso pedagógico das tecnologias, associado ao conteúdo especifico de cada disciplina do currículo, segundo a professora, é um dos maiores desafios. Outro é a formação inicial e continuada dos educadores.

    Rose coordenou o desenvolvimento da proposta do curso de especialização Educação na Cultura Digital, promovido pelo Ministério da Educação, em parceria com a UFSC, e a produção de 31 módulos. Com duração de um ano e meio, o curso teve início no segundo semestre de 2014, como projeto-piloto, nas universidades federais de Roraima (UFRR) e de Ouro Preto (Ufop), além da UFSC. Voltado para educadores das escolas das redes públicas, ele dá prioridade a quem esteja em exercício como professor, gestor e formador dos núcleos de tecnologia estaduais e municipais. “O objetivo é formar educadores para integrar, crítica e criativamente, as tecnologias digitais de comunicação e informação aos currículos escolares”, explica Rose.

    Integração — Um dos coordenadores do curso em Santa Catarina, o professor Henrique César da Silva, do Programa de Pós-Graduação em Educação Científica e Tecnológica da UFSC, afirma que o propósito é permitir, num trabalho coletivo de ação e reflexão, que os integrantes da comunidade escolar “integrem crítica e criativamente as tecnologias digitais aos currículos, deem visibilidade e compartilhem esse trabalho”.

    Mais de 600 educadores de cerca de cem escolas localizadas em todo o estado participam das aulas. O curso, virtual, tem apoio da Secretaria de Educação do estado, da União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação (Undime) e das direções escolares. “Ele trata da relação entre currículo e tecnologias digitais, entre escola e cultura digital e tem núcleos específicos para gestores, formadores e professores de cada uma das disciplinas da educação básica”, destaca Henrique, que também é professor do Departamento de Metodologia de Ensino do Centro de Ciências da Educação da UFSC.

    Dinamismo — Professores, gestores e outros funcionários da Escola Estadual Adelaide Konder, no município catarinense de Navegantes, estão entre os participantes do curso de especialização. Um deles é a pedagoga Tatiana Cardozo Anacleto Gonçalves, assistente da direção da escola. Para ela, o uso das tecnologias de informação e comunicação (TICs) na educação traz dinamismo e entusiasmo às aulas. “O aluno aprende usando todos os sentidos e, com isso, aprende mais”, salienta Tatiana, 18 anos de magistério.
    Para o professor de física e matemática Waldyr Carneiro de Campos, há oito anos no magistério, o curso ensina a usar a cultura digital e a forma de inseri-la nas aulas. “Procuro usar vídeos, imagens e simuladores, que ajudam na compreensão de conceitos complexos”, esclarece.

    De acordo com a professora de filosofia Ângela da Fonseca, a participação no curso tem sido um estímulo. “Todos ganham com a inserção das tecnologias na sala de aula”, diz. A partir dos conhecimentos adquiridos no curso, Ângela passou a adotar ferramentas como o google drive, o blogue e o facebook para a visualização dos trabalhos. “Aprendemos a fazer fórum na internet e a editar vídeos, mas estamos sempre aprendendo, com um olhar atento para o novo”, destaca. “De certa forma, as tecnologias digitais tornaram a tarefa de ensinar mais dinâmica, muito diferente da geração anterior”.

    Além disso, entre os benefícios de estimular a cultura digital na escola. ela cita a possibilidade de disseminação de conhecimentos e informações. “Se surgir um questionamento acerca de um conceito durante uma aula, o professor pode fazer a pesquisa na hora ou ter acesso a um vídeo que pode auxiliar”, diz. Ângela, que está no magistério há 11 anos, não descarta, no entanto, a importância fundamental de um bom embasamento teórico do professor.

    Fátima Schenini

    Saiba mais no Jornal do Professor, na página do curso de especialização na internet e na Webdoc do curso

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  • Universidades federais de oito estados das regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste concluem este mês o processo de seleção de 1.970 professores do ensino básico público para o curso de especialização em educação infantil. Nas oito instituições, o início das aulas está programado para agosto.

    Os professores, que já trabalham com educação infantil e pertencem aos quadros das redes municipais, farão a especialização em 36 polos das universidades federais do Amazonas, Roraima, Rondônia, Ceará, Bahia, Piauí, Sergipe e Mato Grosso. Presencial e gratuito, o curso de pós-graduação tem 360 horas e duração de 18 meses.

    O objetivo da iniciativa do Ministério da Educação, em parceria com instituições federais de educação superior e prefeituras, é qualificar quadros das redes públicas da educação básica e, a partir daí, criar uma rede nacional de formação nos municípios.

    As pré-inscrições do curso foram abertas em 2009, na Plataforma Freire, para professores de 17 estados e mais de 70 municípios a serem atendidos por 17 instituições federais de educação superior. No conjunto, 13.068 educadores fizeram pré-inscrição na plataforma e concorrem a 3.925 vagas.

    Ionice Lorenzoni

  • Terão início na segunda-feira, 15, as aulas da segunda turma do curso de especialização para gestores da educação profissional dos sistemas estaduais de ensino. A turma reúne 50 professores e gestores das escolas técnicas estaduais financiadas pelo Programa Brasil Profissionalizado. A formação está sob a responsabilidade do campus de Curitiba do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Paraná.

    O curso, com duração de 360 horas de aula, ao longo de um ano, é oferecido no sistema semipresencial. O primeiro dos quatro encontros presenciais, a serem realizados em Curitiba, ocorrerá ao longo da semana. Educação profissional, mundo do trabalho, administração pública e pedagogia, serão alguns temas abordados até julho de 2012. A meta é chegar a 400 profissionais formados.

    O coordenador–geral de projetos de fortalecimento do instituto, Marcelo Camilo Pedra, destaca que há poucos cursos de formação de gestores no Brasil voltados para as peculiaridades de uma instituição de ensino técnico. “Como muitos estados ficaram anos sem investir na educação profissional, não houve ações para a formação de quadros capazes de gerir as novas escolas técnicas”, afirma.

    Criado em 2008 para fortalecer e ampliar as redes estaduais de educação profissional, o programa Brasil Profissionalizado já firmou convênios de R$ 1,5 bilhão para 23 unidades da Federação.

    Assessoria de Imprensa da Setec
  • A Universidade de Brasília (UnB) começa nesta sexta-feira, 15, um curso de especialização em educação infantil para 90 professores da rede pública do Distrito Federal, selecionados entre 700 concorrentes. A UnB faz parte de um grupo de 18 instituições federais de ensino superior que receberam recursos do MEC para ministrar o curso em 17 unidades da Federação.

    A especialização em educação infantil aberta pela UnB é totalmente presencial, terá duração de um ano e meio – de outubro de 2010 a abril de 2012 – e carga horária de 420 horas. Da universidade, dez doutores em educação e um mestre vão trabalhar com os cursistas. O calendário de atividades acontece aos sábados, das 8h às 12h e das 14h às 18h, exceto nos feriados nacionais.

    Aos 90 educadores do Distrito Federal, a coordenadora do curso da Universidade de Brasília, Maria de Fátima Guerra Sousa, recomenda que aproveitem a oportunidade. “Não é só uma oportunidade, é até um privilégio fazer um curso inteirinho custeado pelo MEC”, diz. Ph.D em educação infantil pela State University, de Ohio, Estados Unidos, Maria de Fátima fundou o núcleo de educação infantil na Faculdade de Educação da UnB em 1982.

    Segundo Fátima, os conteúdos da especialização estão distribuídos em três eixos: história e políticas para a educação infantil no Brasil; cultura, cotidiano e ação docente na educação infantil; e pesquisa em educação infantil. Ao final do curso, os professores vão produzir uma monografia. Não será apenas um trabalho acadêmico, explica a coordenadora, mas um produto com foco na prática da sala de aula.

    A aula inaugural será nesta sexta-feira, às 14h30, no Lake Side Brasília, com duas conferências proferidas pelas educadoras Lívia Maria Fraga Vieira, da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), Gizele de Souza, da Universidade Federal do Paraná (UFPR), Maria Cristina Pereira de Carvalho, da Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-RJ) e Anatália Dejane Silva de Oliveira, da Universidade Federal da Bahia (UFBA).

    Curso– A especialização em educação infantil é dirigida a educadores das redes públicas no exercício da função. Será oferecida em 16 estados e no Distrito Federal por 18 instituições federais de ensino superior. Dessas instituições, as universidades federais de Santa Catarina (UFSC) e do Piauí (UFPI) já começaram os cursos, ambas com 240 professores cada. As universidades federais do Ceará (UFCE) e de Roraima (UFRR) fizeram a seleção dos professores, mas ainda não iniciaram as aulas. Juntas, as 18 universidades abrem 3.925 vagas para professores da educação infantil das redes públicas de cerca de 70 municípios.

    Ionice Lorenzoni
  • Profissional preparado para diagnosticar e otimizar o uso da energia nas indústrias, bem como tornar seu consumo mais eficiente, o especialista em eficiência energética tem sido cada vez mais requisitado no país. O Ministério da Educação, em parceria com a Deutsche Gesellschaft für Internationale Zusammenarbeit GmbH (Agência Alemã de Cooperação Internacional Ltda/GIZ), lança nesta segunda-feira, 26, um filme abordando os diferentes aspectos do curso de eficiência energética, já ofertado em institutos federais brasileiros.

    O material foi produzido no âmbito do Programa EnergIF, iniciativa do programa Profissionais para Energias do Futuro, coordenado pela Secretaria de Educação Profissional e Tecnológica (Setec/ MEC) e pela GIZ. No vídeo, a secretária de Educação Profissional e Tecnológica, Eline Nascimento, explica a importância da capacitação nessa área e do futuro promissor para esses novos profissionais.

     “A gente está trabalhando para qualificar os profissionais da rede federal, melhorar as instalações de energia renovável dentro da própria rede e, assim, incentivar a formação de estudantes nesse setor”, afirma Eline. “Acho que o profissional que se qualificar nessa área vai ter uma grande chance no mercado de trabalho”.

    Parcerias – A parceria do MEC com os alemães busca introduzir novos cursos na área de energias renováveis na Rede Federal de Educação Profissional, Científica e Tecnológica do país. Por meio do grupo de trabalho em eficiência energética, essa ação já resultou no desenvolvimento de dois currículos para a formação pós-técnica em eficiência energética na indústria e em edificações. A rede federal já conta com cerca de 50 docentes capacitados para atuar nessa nova oferta de educação profissional.

    Dados do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai) apontam que o Brasil tem cerca de 600 mil indústrias que, juntas, são responsáveis pelo consumo de 41% de energia no país. A constatação de que trabalhar com eficiência energética na indústria é uma maneira inteligente de obter mais lucro e diminuir os impactos ambientais tem causado aumento na procura por profissionais com esse perfil, que ainda são poucos.

    Projeto – Em 2015, o Ministério de Minas e Energia (MME), em parceria com a GIZ, deu início ao projeto Sistemas de Energias do Futuro, como forma de atender a uma crescente necessidade por profissionais qualificados nessa área. Em sua linha de atuação, o projeto promove a educação profissional e tecnológica em energias renováveis e eficiência energética, considerando o grande potencial do Brasil no desenvolvimento dos setores produtivos do setor e a necessidade de ampliação de formação profissional.

    Assista ao vídeo abaixo.

    Assessoria de Comunicação Social

  • Ofertar curso de pós-graduação que ajude a desenvolver um projeto aplicado na região é a proposta da Escola de Inovação e Políticas Públicas (Eipp), da Fundação Joaquim Nabuco (Fundaj), vinculada ao Ministério da Educação, ao lançar a especialização em políticas educacionais e inovação. Com o propósito de ser incubadora de projetos, a especialização vai apoiar, durante dez meses, iniciativas capazes de gerar impacto direto na educação dos municípios pernambucanos e estados vizinhos.

    A intenção, como afirma o coordenador-geral da Eipp, Vinícius Werneck, é que os estudantes sejam “protagonistas do aprendizado”, ao executar na prática o projeto. “A especialização em políticas educacionais e inovação foi planejada com o que há de mais moderno em termos de metodologia de ensino. Nosso objetivo é que os alunos realmente desenvolvam projetos que possam ser incorporados em prefeituras e secretarias de educação, promovendo avanços significativos na educação pública”, explica.

    A especialização, gratuita, terá oferta de 30 vagas e as inscrições devem ser realizadas na página eletrônica da Eipp até o dia 10 de novembro. As aulas iniciam em março de 2018, no campus Derby da Fundaj. Durante o curso, os alunos serão orientados por professores com experiência em universidades nacionais e internacionais, como as de Harvard (EUA), Oxford (Inglaterra) e Genebra (Suíça).

    Mestre em políticas públicas, o diretor da Eipp, Felipe Oriá, conduzirá a disciplina integradora, responsável por alinhar toda a grade curricular ao projeto de intervenção. “Ao se inscreverem no curso, os candidatos já propõem um pré-projeto com foco em um problema específico na educação pública. No decorrer da especialização, vamos viabilizar a implementação das ideias que forem selecionadas, fazendo, inclusive, a ponte entre os alunos e as secretarias interessadas”, diz.

    O curso será divido em quatro etapas: diagnóstico, desenho, intervenção e avaliação, e conclusão. Já no fim da segunda fase, os alunos apresentam seus projetos aos secretários e prefeitos. “O importante na especialização é essa parceria da escola com os municípios, para que o município seja de fato um parceiro e contribua para a viabilidade da implementação do projeto na sua cidade. A escola é a grande catalisadora dessas ações”, ressalta a coordenadora do curso, Romerita Farias.

    O formulário de inscrição e mais informações estão disponíveis na página eletrônica da Eipp.

    Dúvidas podem ser tiradas no e-mail Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo. ou nos telefones (81) 3073-6634 e (81) 3073-6635.

    Assessoria de Comunicação Social

     

  • Na próxima segunda-feira, 25, 300 professores das redes públicas estadual e municipais do Rio Grande do Norte começam a fazer curso de especialização em educação infantil ministrado pela Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN). A formação vai se estender até maio de 2012, em polos nas cidades de Natal, Mossoró, Macau, Currais Novos e Pau dos Ferros.

    A universidade faz parte de um grupo de 18 instituições federais de ensino superior que receberam recursos do Ministério da Educação para ministrar o curso em 17 unidades da Federação. De acordo com a coordenadora do curso na instituição potiguar, Antonia Fernanda Jalles, 1.320 educadores participaram da seleção, o que mostra a importância de a iniciativa ter continuidade.

    Na UFRN, a especialização terá 428 horas — 380 em aulas presenciais e 48 distribuídas em três seminários, além de um trabalho de conclusão do curso. O cronograma elaborado pelo Núcleo de Educação da Infância da instituição prevê encontros a cada 15 dias, com oito horas de aulas aos sábados e quatro aos domingos.

    O polo de Natal terá cem professores, distribuídos em duas turmas. Os demais terão, cada um, uma turma de 50 pessoas. Os polos reúnem professores da cidade-sede e dos municípios vizinhos. Segundo Fernanda, doutora em educação infantil e professora da UFRN há 16 anos, 15 professores da universidade, especialistas em educação infantil, com mestrado ou doutorado, serão responsáveis pelo curso. A aula inaugural está marcada para as 8h, no Hotel Praia Mar, em Natal, durante o 1º Encontro Internacional de Educação Infantil do Rio Grande do Norte, que também começa na segunda-feira e vai até quarta, 27.

    Curso — Das 18 universidades federais selecionadas pelo MEC para oferecer a especialização, já deram início aos cursos as de Santa Catarina (UFSC), que abriu 240 vagas, a do Piauí (UFPI), também com 240, e a Universidade de Brasília (UnB), com 90. As 18 instituições, juntas, abrem 3.925 vagas para professores de aproximadamente 70 municípios.

    Ionice Lorenzoni

  • Por edital, o Ministério da Educação está convidando as universidades públicas, federais e estaduais, a participar da formação continuada de professores em educação especial. A abertura de novos cursos atende pedidos feitos pelas prefeituras nos planos de ações articuladas (PAR). O prazo de cadastro das instituições de ensino superior no Programa de Formação Continuada de Professores da Educação Especial, e para propostas de cursos, é até 3 de abril.

     

    O Edital nº 1, publicado no Diário Oficial da União em 4 de março, tem duas dimensões: abre o cadastro de novas universidades públicas no programa de formação e, para as instituições que já estão no programa, concede prazo para apresentação de propostas de cursos na modalidade a distância, no âmbito da Universidade Aberta do Brasil (UAB).

     

    As instituições de ensino superior devem propor cursos com, no mínimo, 50 turmas e cada turma com, no mínimo, 20 alunos. São três modalidades de cursos: especialização em atendimento educacional especializado (de 180 a 360 horas); de extensão ou aperfeiçoamento em atendimento educacional especializado (mínimo de 180 horas); e curso de extensão ou aperfeiçoamento para professores do ensino regular, que trabalham com educação especial na sala de aula comum (mínimo de 180 horas).

     

    Conforme o edital, o curso de especialização deve ser oferecido no período de julho de 2009 a novembro de 2010; e os cursos de extensão e aperfeiçoamento, de julho a novembro de 2009. Os recursos financeiros do Ministério da Educação serão transferidos às instituições por descentralização ou convênio.

     

    As verbas destinam-se à produção ou reprodução de materiais didáticos, para pagamento de bolsas para os professores pesquisadores, tutores e coordenadores de turmas, diárias e passagens para os momentos presenciais dos cursos e materiais de consumo. Para os professores das redes públicas da educação básica, os cursos serão gratuitos.

     

    Prazo – O cadastro no programa de formação e a apresentação de propostas devem ser feitos até 3 de abril, pelos Correios, no endereço: Esplanada dos Ministério, bloco L, Ministério da Educação, Secretaria de Educação Especial, 6º andar, sala 600 – Brasília-DF, CEP 70047-91. 

     

    Ionice Lorenzoni

  • Objetivo:Apoiar à formação inicial de professores em exercício na educação do campo e quilombola, assegurando condições de acesso aos cursos de licenciatura destinados a atuação docente nos anos finais do ensino fundamental e no ensino médio.

    Ação:Cursos de Licenciatura em Educação do Campo – PROCAMPO ofertados pelas Universidades Federais e Institutos Federais de Educação, Ciência e Tecnologia, com organização curricular cumprida em regime de alternância entre tempo-escola e tempo-comunidade e habilitação para docência multidisciplinar nos anos finais do ensino fundamental e no ensino médio em uma das áreas do conhecimento: linguagens e códigos, ciências humanas, ciências da natureza, matemática e ciências agrárias. A proposta pedagógica de formação do PROCAMPO, construída com a participação social, tem como base a realidade dos povos do campo e quilombola e a especificidade da organização e oferta da educação básica às comunidades rurais.

    Licenciatura para professores do campo, na modalidade presencial e a distância, por meio de edital específico no âmbito do Plano Nacional de Formação de Professores da Educação Básica – PARFOR/CAPES, contemplando maior contingente de cursistas com a expansão dos polos da Universidade Aberta do Brasil – UAB.

    Como Acessar:O ingresso dos professores cursistas se efetivará mediante processo seletivo a ser definido pela instituição formadora ofertante, tendo como prioridade a garantia da formação inicial de professores em exercício nas escolas do campo que não possuem o Ensino Superior.

    PARFOR - Anualmente a Capes divulga o Calendário de Atividades do Programa. Nele estão definidos os prazos e as atividades a serem realizadas pelas secretarias de educação estaduais, Municipais e do DF, os Fóruns e as IES e o período das pré-inscrições. Para concorrer à vaga nos cursos ofertados, os professores devem: a) realizar seu cadastro e pré- inscrição na Plataforma Freire; b) estar cadastrado no Educacenso na função Docente ou Tradutor Intérprete de Libras na rede pública de educação básica; e c) ter sua pré-inscrição validada pela Secretaria de educação ou órgão equivalente a que estiver vinculado.

    UAB
    - Para ingressar nos cursos do Sistema UAB por meio do Plano Nacional de Formação de Professores da Educação Básica, o candidato, necessariamente professor da educação básica das redes públicas estadual ou municipal, deve preencher os dados constantes da Plataforma Freire, candidatar-se a um curso determinado e ser aprovado em processo seletivo específico. Apenas os cursos de licenciatura e de especialização para professores são ofertados nessa modalidade de ingresso.
    O acesso aos cursos ofertados para a demanda social no Sistema UAB é aberto a qualquer candidato que atenda aos pré-requisitos do curso e tenha sido aprovado em processo seletivo organizado pela instituição de ensino ofertante. Todos os cursos do sistema UAB podem ter vagas ofertadas nessa modalidade de ingresso.


    Rede Nacional de Formação Continuada dos Profissionais do Magistério da Educação Básica Pública

    Objetivo: Apoiar as ações de formação de profissionais do magistério da educação básica pública, em atendimento às demandas de formação continuada.

    Ação:
    Apoio à Capacitação e Formação Inicial e Continuada de Professores, Profissionais, Funcionários e Gestores para a Educação Básica.

    Como Acessar:
    Os diretores das escolas devem acessar o PDE Interativo, que se caracteriza como uma ferramenta de planejamento da gestão escolar, no site http://simec.mec.gov.br e preencher o plano de formação, que será posteriormente validado pelas secretarias de educação. Caso o gestor não tenha a senha ou não disponha de acesso à internet, deverá solicitar ao responsável pelo PDE Interativo na Secretaria de Educação de sua rede, que providencie o cadastro ou as condições para a elaboração do plano. Ao abrir a aba do Plano de Formação estará disponível ao gestor, a relação dos profissionais da escola e o catálogo de cursos. Para a educação do campo foram disponibilizados os cursos: Educação do Campo, Educação Quilombola, EJA Saberes da Terra, Classes Multisseriadas e Educação Integral. O gestor da escola, em comum acordo com os professores, indica a demanda de formação, que será submetida à validação da Secretaria de Educação do Estado, Município ou Distrito Federal, por meio do Sistema Nacional de Formação – SINAFOR, com acesso por meio do SIMEC, módulo PAR e enviada aos Fóruns Estaduais Permanentes de Apoio à Formação Docente para pactuação com as IPES até junho de cada ano, para oferta no ano seguinte.

    Documento:
    Edital de Seleção no. 02/2012 - SESU/SETEC/SECADI/MEC de 31 de agosto de 2012.
    Portaria no. 72, de 21 de dezembro de 2012, referente ao Resultado Final do processo de seleção de propostas de Instituições Federais de Educação Superior - IFES e de Institutos Federais de Educação, Ciência e Tecnologia – IFET.


    Contatos:
    Coordenação Geral de Políticas de Educação do Campo
    Diretoria de Politicas de Educação do Campo, Indígena para as Relações Étnico-Raciais
    Esplanada dos Ministérios – Bloco L Anexo I Sala 402
    CEP: 70.047-900  - Brasília/DF
    Telefones: 55 61 2022 9002/9011
    Fax: 55 61 2022 9009
    E-mail: Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.

  • Objetivo: Apoiar as ações de formação de profissionais do magistério da educação básica pública, em atendimento às demandas de formação continuada.

    Ação: Apoio à Capacitação e Formação Inicial e Continuada de Professores, Profissionais, Funcionários e Gestores para a Educação Básica.

    Como Acessar: Os diretores das escolas devem acessar o PDE Interativo, que se caracteriza como uma ferramenta de planejamento da gestão escolar, no site http://simec.mec.gov.br e preencher o plano de formação, que será posteriormente validado pelas secretarias de educação. Caso o gestor não tenha a senha ou não disponha de acesso à internet, deverá solicitar ao responsável pelo PDE Interativo na Secretaria de Educação de sua rede, que providencie o cadastro ou as condições para a elaboração do plano. Ao abrir a aba do Plano de Formação estará disponível ao gestor, a relação dos profissionais da escola e o catálogo de cursos. Para a educação do campo foram disponibilizados os cursos: Educação do Campo, Educação Quilombola, EJA Saberes da Terra, Classes Multisseriadas e Educação Integral. O gestor da escola, em comum acordo com os professores, indica a demanda de formação, que será submetida à validação da Secretaria de Educação do Estado, Município ou Distrito Federal, por meio do Sistema Nacional de Formação – SINAFOR, com acesso por meio do SIMEC, módulo PAR e enviada aos Fóruns Estaduais Permanentes de Apoio à Formação Docente para pactuação com as IPES até junho de cada ano, para oferta no ano seguinte.

    Documentos:
    Decreto 6.755 de 29 de janeiro de 2009 – Política Nacional de Formação
    Portaria 883 de 16 de setembro de 2009 – Diretrizes dos Fóruns
    Portaria 1.087 de 10 de agosto de 2011 – Constitui o Comitê Gestor da Formação
    Resolução nº 1 de 17 de agosto de 2011 – Comitê Gestor Institucional
    Portaria 1.328 de 23 de setembro de 2011 – Rede Nacional de Formação
    Portaria 1.556 de 27 de outubro de 2011 – Representante dos Fóruns
    Resolução nº 2 de 10 de novembro de 2011 – Coordenação do Colegiado

    Contatos:
    Coordenação Geral de Políticas de Educação do Campo
    Diretoria de Politicas de Educação do Campo, Indígena para as Relações Étnico-Raciais
    Esplanada dos Ministérios – Bloco L Anexo I Sala 402
    CEP: 70.047-900  - Brasília/DF
    Telefones: 55 61 2022 9002/9011
    Fax: 55 61 2022 9009
    E-mail: Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.

  • A Universidade Federal do Ceará (UFCE) fará no próximo dia 12, nos polos das cidades do Crato, Fortaleza e Sobral, a seleção de professores para o curso de especialização em educação infantil. Estão na etapa final da seleção 142 educadores, que concorrem a 120 vagas, 40 por polo.

    De acordo com a coordenadora da formação na UFCE, Rosimeire Costa de Andrade Cruz, a prova será uma dissertação sobre um tema da educação infantil. O objetivo do teste é avaliar a capacidade do educador ao escrever sobre sua prática. O domínio da escrita é, segundo Rosimeire, uma das maiores dificuldades encontradas entre os professores quando têm de fazer a monografia. “Por esse motivo, muitos não conseguem o certificado”, diz Rosimeire, pedagoga com doutorado em educação infantil.

    Na UFCE, o início do curso está previsto para 17 de agosto. Presencial e gratuita, a especialização em educação infantil tem 360 horas e duração de 18 meses. Destina-se a professores, coordenadores e diretores de creches e pré-escolas das redes públicas e a equipes de educação infantil dos sistemas de ensino.

    No Ceará, inscreveram-se 411 educadores, dos quais 142 passaram para a fase final da seleção.

    Polo da UFCE

    Concorrentes

    Vagas

    Crato

    37

    40

    Fortaleza

    58

    40

    Sobral

    47

    40

    Total

    142

    120


    Rede nacional — O objetivo da formação, que une o Ministério da Educação, 17 universidades federais e mais de 70 prefeituras, é qualificar quadros das redes públicas de educação básica e, a partir daí, criar uma rede nacional de formação, com atuação nos municípios. As pré-inscrições do curso foram abertas em 2009, na Plataforma Freire, para professores de 17 estados, a serem atendidos por 17 instituições federais de ensino superior. Este mês, as universidades públicas encarregadas da formação dos educadores do Amazonas, Bahia, Ceará, Rondônia, Sergipe, Piauí e Mato Grosso também estão em processo de seleção.

    Ionice Lorenzoni

    Republicada com correção de informações

  • Os 240 professores do Piauí selecionados para o curso de especialização em educação infantil começam no dia 23 próximo uma jornada de estudos que vai ocupar dois fins de semana de cada mês até março de 2012. A formação, que será ministrada pela Universidade Federal do Piauí (UFPI), prevê 510 horas de duração e oferecerá certificado de especialização aos educadores.

    O curso será ministrado aos sábados e domingos — segundo a coordenadora da formação, Marta Maria Azevedo Queiroz, do Centro de Ciências da Educação da UFPI, nenhuma rede municipal de ensino do estado concordou em liberar os professores em dias úteis. A especialização, gratuita e presencial, é dirigida a educadores que trabalham em sala de aula com turmas da educação infantil.

    Os selecionados farão a formação em cinco polos da universidade, nos municípios de Teresina (80 alunos em duas turmas), Picos (40 alunos), Floriano (40), Bom Jesus (40) e Parnaíba (40). No Piauí, segundo Marta Queiroz, participaram da seleção cerca de 600 professores.

    O programa, elaborado pelo Centro de Ciências da Educação da UFPI, compreende 15 horas de estudos nos fins de semana, entre aulas com especialistas na área e oficinas. O curso será desenvolvido em 15 meses, conforme o calendário.

    A especialização será oferecida em outros 16 estados e no Distrito Federal por 17 instituições federais de ensino superior. No conjunto, as universidades oferecem 3.925 vagas para professores da educação infantil das redes públicas de cerca de 70 municípios.

    Na região Nordeste, o curso será ministrado pelas universidades federais da Bahia (UFBA), Maranhão (UFMA), Ceará (UFC), Piauí (UFPI), Rio Grande do Norte (UFRN) e Sergipe (UFS); no Norte, pelas universidades federais do Pará (UFPA), Amazonas (Ufam), Roraima (UFRR), Amapá (Unifap) e Rondônia (Unir); no Centro-Oeste, pelas universidades federais de Goiás (UFG), Mato Grosso (UFMT), Mato Grosso do Sul (UFMS) e pela Universidade de Brasília (UnB); no Sul, pelas universidades federais do Paraná (UFPR) e de Santa Catarina (UFSC); no sudeste, pela Universidade Federal de São Carlos (UFSCar).

    Ionice Lorenzoni
  • Os professores da educação básica selecionados pela Universidade Federal do Ceará (UFCE), em junho, para o curso de especialização em educação infantil devem fazer a matrícula na segunda quinzena de agosto. Dos 104 educadores aprovados, 41 devem se apresentar na sede da UFCE, em Fortaleza; 32 no pólo da instituição em Sobral e 31 na região do Cariri, em Barbalha.

    De acordo com a coordenadora de especialização da universidade, Rosemeire Costa de Andrade Cruz, a data da matrícula ainda não está definida, mas ela recomenda aos educadores que consultem o portal da UFCE a partir de 15 de agosto. O curso, presencial e gratuito, terá 360 horas e duração de 18 meses.

    Como os professores farão o curso em serviço, a Faculdade de Educação da UFCE vai ministrar o conteúdo no turno da noite e aos sábados. Em Fortaleza, haverá aulas às terças e quintas-feiras das 18h30 às 21h e aos sábados, das 8h às 12h. Nos pólos de Sobral e Barbalha, às sextas-feiras, das 18h30 às 21h30, e aos sábados, das 8h às 12h e das 14h às 17h30. O projeto do curso da UFCE já foi aprovado pelo Ministério da Educação, que vai investir R$ 600 mil, a serem liberados pelo Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (Fnde) em duas parcelas.

    Empenho — Pedagoga com doutorado em educação infantil, Rosimeire salienta que o curso, por ser noturno e com aulas também aos sábados, vai exigir dedicação e empenho dos professores. Um dos pontos fracos observados no processo de seleção foi o desempenho em leitura, escrita e articulação das idéias.

    De acordo com Rosemeire, 142 graduados em pedagogia fizeram a prova escrita — redação sobre educação infantil, tema da área de atuação dos educadores. Eles concorriam a 120 vagas, mas apenas 104 obtiveram nota acima de seis pontos, a mínima exigida. Três professores tiveram nota nove, mas a maioria ficou com a nota mínima.

    Houve caso de professor que ficou as quatro horas de duração da prova sem conseguir concluir um parágrafo. Outro escreveu quatro páginas sem fazer nenhuma pontuação. Além do fraco desempenho na escrita, a coordenadora constatou sérias dificuldades na articulação das idéias expostas nos textos.

    Parte das causas desses problemas, na avaliação da pedagoga, está na qualidade da graduação. Ela lembra que depois de 1996 e durante determinado período foram autorizados cursos breves de licenciatura, com duração de um ano e meio a dois anos.

    A exigência de uma formação básica sólida para ingressar em uma especialização atende a necessidade de o educador ler livros e artigos, interpretar e produzir textos, além de escrever uma monografia de conclusão. “Para um curso de 18 meses, a universidade não pode selecionar professores que, antes de começar a especialização, dependam de um curso de gramática e língua portuguesa”, conclui Rosemeire.

    Seleção — Ainda em julho, outras sete universidades federais das regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste concluem processos de seleção de 1.850 educadores para o curso de especialização em educação infantil. Essas instituições fazem parte de um grupo de 17 universidades federais selecionadas em 2009 para oferecer o curso a professores da educação básica de 17 estados. No conjunto, elas devem abrir 3.925 vagas.

    Ionice Lorenzoni


    Confira a relação dos 104 selecionados
  • Foz do Iguaçu (PR) – O curso de especialização em literatura latino-americana ofertado pela Universidade Federal da Integração Latino-Americana (Unila) recebe inscrições até 31 de janeiro. O objetivo desse curso é gerar debates, estudos e propostas de ensino em literatura na América Latina, procurando aproximações, olhares e cruzamentos de ideias.

    “O principal diferencial dessa especialização é que ela vai buscar entender a literatura latino-americana de maneira compartilhada e comparativa, passeando por diversos gêneros literários – poesia, romance, conto e ensaio”, explica o coordenador do curso, professor Luís Augusto Fischer, da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS).

    Ele lembra que o estudo comparativo é uma maneira de romper a fronteira do desconhecimento de escritores da América Latina, permitindo, dessa forma, uma integração literária. Um exemplo disso está “na barreira invisível que separa a literatura brasileira da hispânica”, pontua Fischer.

    O curso vai trabalhar, ainda, na perspectiva do período que compreende o século 19 até os dias atuais. O objetivo é traçar uma relação com o contexto histórico dos 200 anos de literatura latino-americana. As temáticas vão interagir com temas como cultura, memória, política e imaginário.

    As aulas serão ministradas pela manhã, na sede da Unila, localizada no Parque Tecnológico Itaipu (PTI), em Foz do Iguaçu (PR). O período da tarde será dedicado a seminários, leituras e orientação aos alunos.

    O corpo docente é formado por professores doutores e doutorandos de importantes instituições do Brasil, Argentina e Uruguai, que apresentam estudos com linhas comparativas entre autores latino-americanos.

    Inscrições

    A inscrição pode ser apresentada tanto em espanhol como em português, e deve ser feita por meio de ficha disponível na página eletrônica da Unila. O curso é gratuito e terá duração de quatro meses – entre 14 de março e 30 de junho de 2011. No total, serão oferecidas 30 vagas.

    O curso destina-se, principalmente, a professores vindos de diferentes países da América Latina e Caribe que atuam na área de Letras, em particular professores e pesquisadores de literatura em instituições de ensino de nível médio e superior. São necessários, para as inscrições, documentos como curriculum vitae, memorial descritivo, carta de referência e declaração de que se dedicará em tempo integral.

    A especialização cumpre as exigências legais de 360 horas aula, e, ao final, se aprovado em todas as disciplinas e na monografia, o aluno obterá o certificado de especialização em literatura latino-americana, expedido pela Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação da Unila.

    Outras informações podem ser obtidas pelo telefone +55 (45) 3576-7325, ou e-mail Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo..

    Assessoria de Imprensa da Unila

    Veja quem são os professores do curso de especialização
  • Educadores da rede pública de 12 estados e do Distrito Federal ingressaram este ano em cursos de especialização em educação infantil oferecidos pelo Ministério da Educação em parceria com 13 universidades federais. Participam da formação 2.985 professores que trabalham diretamente com a educação infantil.

    Com o mínimo de 360 horas, duração de 18 meses, gratuitos e presenciais, os cursos são ministrados em 55 polos, em todas as regiões do país. A qualificação dos docentes faz parte do Plano Nacional de Formação de Professores da Educação Básica, previsto no Plano de Desenvolvimento da Educação (PDE), lançado em abril de 2007.

    Entre as 13 instituições federais de educação superior responsáveis pela qualificação dos professores, a Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS) é a que abriu mais vagas e criou mais polos para atender os educadores. Na UFMS fazem a especialização 560 professores do estado, distribuídos em 14 polos. Concorreram às vagas 1.283 educadores.

    A Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) foi a primeira a iniciar as aulas, com 240 professores, em 4 de outubro. A última, a Universidade Federal do Ceará (UFCE), em 3 de dezembro, com 120 educadores.

    O processo para a oferta de especialização em educação infantil aberto pelo Ministério da Educação teve as fases de pré-inscrição dos educadores na Plataforma Freire, iniciada em 30 de janeiro deste ano; de validação das inscrições pelos sistemas de ensino dos municípios; de seleção final, realizada pelas universidades; de início das aulas segundo o calendário de cada instituição.

    O objetivo do MEC, com a especialização, é qualificar quadros da rede pública de educação básica e, a partir daí, criar uma rede nacional de formação de professores nos municípios. O curso destina-se a professores, coordenadores e diretores de creches e de pré-escolas da rede pública e da particular (filantrópica, comunitária ou confessional) que mantenham convênio com o Poder Público e também a equipes de educação infantil dos sistemas de ensino.

    Ionice Lorenzoni

    Confira os polos de oferta do curso de especialização

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