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  • Federal Fluminense aprova novo Enem como vestibular

    A Universidade Federal Fluminense (UFF) aprovou a proposta de mudança no vestibular da instituição e passará a adotar o novo Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) como primeira fase do processo seletivo. O novo modelo já valerá para o ingresso em 2010.

    A decisão foi tomada pelo conselho universitário da UFF nesta quarta-feira, 6. A aprovação foi baseada na votação feita pelo Conselho de Ensino e Pesquisa da instituição na semana passada, que decidiu pela mudança, por unanimidade. O tema havia sido debatido anteriormente no Fórum de Coordenadores de Graduação, que reuniu representantes de 45 cursos de Niterói e do interior do Rio de Janeiro, em 28 de abril.

    Atualmente, as universidades que decidirem usar a proposta do Comitê de Governança – composto por técnicos do Ministério da Educação e reitores – de utilização do Enem nos vestibulares têm quatro possibilidades: o Enem como fase única; como primeira fase; como fase única para as vagas remanescentes do vestibular; ou combinado ao atual vestibular da instituição. Neste último caso, a universidade definirá o percentual da nota do Enem a ser utilizado para a construção de uma média junto com a nota da prova do vestibular.

    A Federal Fluminense acolheu a proposta de utilizar o exame como primeira fase. Assim, a primeira fase do vestibular da UFF, eliminatória, será constituída por duas provas com pesos iguais; uma com 200 questões objetivas do novo Enem e outra, com questões objetivas elaboradas pela própria universidade. A segunda fase – redação e prova discursiva para conhecimentos específicos – se manterá como é hoje.

    A UFF adota, desde 2008, um sistema de bônus sobre as notas dos estudantes. Agora, os alunos da rede pública estadual e municipal que passarem para a segunda fase, caso alcancem rendimento acima de 70% no novo Enem, terão um acréscimo de 15% sobre a nota final.

    O MEC prevê a aplicação do novo Enem em todo o país no início de outubro. Para isso, espera que todas as instituições federais de ensino superior façam sua opção, caso participem do modelo, até o dia 8.

    Veja a proposta do novo modelo de vestibular da UFF.

    Letícia Tancredi

    Saiba mais sobre o novo Enem
  • Metodologia usada para correção define notas máxima e mínima

    A cada edição do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), os valores dos índices mínimo e máximo de desempenho por disciplina se alteram e são divulgados pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas (Inep). Esses índices são definidos a partir da menor e da maior nota, obtidas pela totalidade dos participantes do exame.

    Uma das características da teoria de resposta ao item (TRI), metodologia aplicada pelo Inep na correção do Enem e outras avaliações, é não existir um zero absoluto, ainda que os candidatos tenham entregue a prova completamente em branco. Por esta razão, no caso especifico do Enem, o Inep divulga as maiores e menores notas obtidas pela totalidade dos participantes.

    Por exemplo, no Enem 2011, as notas mínimas divulgadas (252,9 para ciências humanas, 265 para ciências da natureza, 321,6 para matemática e 301,2 para linguagens) referem-se a uma prova especial elaborada para alunos com deficiência visual. A menor nota para alunos convencionais é um pouco diferente. Esta diferença se explica porque algumas questões que exigem acuidade visual podem ser substituídas por outras com uma calibragem distinta.

    Desta forma, para alunos convencionais que entregaram a prova em branco, as menores notas são: 304,2 (inglês) ou 301,2 (espanhol) em linguagens; 321,6 em matemática, 252,9 em ciências humanas e 269,0 em ciências da natureza.

    A professora Mônica Nunes, de Campinas (SP), que se inscreveu no Enem 2011 e não transcreveu respostas para os cartões, obteve exatamente a nota mínima para um candidato convencional que se limitou a assinar as provas.

    Assessoria de Comunicação Social


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