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  • Estudantes de licenciatura e docentes concorrem a bolsas

    A Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) lança nesta sexta-feira, 25, a segunda edição do Programa Institucional de Bolsa de Iniciação à Docência (Pibid). Este ano, serão oferecidas mais de 20 mil bolsas, que atenderão estudantes, professores de escolas públicas e docentes de instituições de ensino superior. As inscrições podem ser feitas até 9 de novembro.

    O programa pretende valorizar o magistério e elevar o padrão de qualidade da educação básica. São previstas quatro modalidades de concessão: bolsistas de iniciação à docência, para estudantes dos cursos de licenciatura plena (R$ 350); bolsistas de supervisão, para professores das escolas públicas estaduais ou municipais (R$ 600); bolsistas coordenadores institucionais de projeto, e coordenadores de área de conhecimento, para docentes das instituições federais e estaduais (R$ 1,2 mil).

    Podem apresentar propostas as instituições públicas de educação superior, federais e estaduais, que possuam cursos de licenciatura plena e participem de programas estratégicos do MEC, tais como o Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes (Enade) e Expansão das Universidades Federais (Reuni), e os de valorização do magistério, voltados para a formação de professores.

    Entre as licenciaturas atendidas constam diversas áreas do conhecimento e níveis de ensino, como física, química, matemática, filosofia, sociologia, música, língua estrangeira, pedagogia e interculturais (para professores indígenas).

    A Capes fornece mais informações sobre o programa pelo endereço eletrônico O endereço de e-mail address está sendo protegido de spambots. Você precisa ativar o JavaScript enabled para vê-lo. ou pelo telefone 0800-616161, na opção 7, mestrado e doutorado. O edital pode ser obtido no sítio da Capes.

    Assessoria de Comunicação da Capes
  • Professores recebem prêmios por experiências pedagógicas

    Os professores premiados desenvolvem experiências que tornam mais fácil e prazeroso o aprendizado (Foto: João Neto/MEC)Professores da rede pública de todo o país estiveram em Brasília, nesta quinta-feira, 12, para participar da sétima edição do Prêmio Professores do Brasil. Foram mais de 3 mil projetos inscritos, e 40 docentes receberam premiações pelas melhores experiências pedagógicas, em duas categorias com oito subcategorias. O ministro da Educação, Aloizio Mercadante, acompanhou a cerimônia, junto com o secretário de educação básica do MEC, Romeu Caputo.

    Mercadante parabenizou os premiados e agradeceu a todos os professores brasileiros pela dedicação em sala de aula. “O professor é o mediador do conhecimento e nas escolas os alunos aprendem a voar. O espaço da sala de aula pode ser um espaço de criatividade”, pontuou. “Os professores brasileiros são construtores de sonhos. É muito importante mostrar esses exemplos, para que eles continuem fazendo esse trabalho tão decisivo, que é formar as crianças e jovens”, completou.

    O concurso consiste na seleção e premiação das melhores experiências pedagógicas desenvolvidas ou em desenvolvimento por professores das escolas públicas, em todas as etapas da educação básica e que, comprovadamente, tenham sido ou estejam sendo exitosas no enfrentamento de situações-problema. Os autores das experiências selecionadas pela Comissão Julgadora Nacional receberam a importância de R$ 6 mil, além de troféus e certificados. Este ano, a organização do evento ainda premiou um professor em cada uma das oito subcategorias com um prêmio extra de R$ 5 mil.

    O prêmio Professores do Brasil é organizado em duas categorias. A primeira, Temas Livres, premiou cinco professores em cada uma das subcategorias, sendo um por região geográfica do país. Abrange as subcategorias: educação infantil; séries ou anos iniciais do ensino fundamental; séries ou anos finais do ensino fundamental; ensino médio. A segunda categoria, Temas Específicos, abrange as subcategorias: educação integral e integrada; ciências para os anos iniciais; alfabetização nos anos iniciais do ensino fundamental; e educação digital articulada ao desenvolvimento do currículo.

    O professor Wanderley Campos, de Rondônia, desenvolve um projeto de alfabetização baseado na leitura de jornais (Foto: João Neto/MEC) Experiências –Uma das vencedoras na categoria ciências para os anos iniciais, Margarete Marcia Plebani Rosa, 42 anos, de Jaguará do Sul, Santa Catarina, desenvolveu um projeto multidisciplinar para crianças de seis a sete anos. A professora alfabetizadora disse que a melhor parte da experiência foi a descoberta dos alunos e o interesse deles. “Após 25 anos de magistério, faço tudo como se tivesse começado hoje. É muito bom ver os alunos te desafiando para pesquisar mais. Há uma troca”, ressaltou ela. A proposta era ampliar os conhecimentos na área de ciências. Para isso, os alunos tinham que acessar o site do zoológico de Pomerode, cidade vizinha a Jaguará. “Eles avançaram na escrita, nos conhecimentos sobre os animais. Descobriram muitas coisas”, concluiu Margarete.

    Já Wanderley Ricardo Campos, 29 anos, de Vilhena, Rondônia, recebeu um dos prêmios na categoria alfabetização para os anos iniciais. Ele desenvolveu um projeto com seus alunos de seis e sete anos com base nos classificados disponíveis nos jornais. Três vezes por semana, os estudantes faziam a leitura do jornal, escolhiam um objeto e o anunciavam nos classificados criados na sala de aula. Ao final do projeto, os alunos fizeram um quadro de tampinhas de garrafas pet para vender nos classificados do jornal local.

    Assessoria de Comunicação Social

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