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  • Convênio com hospital formará técnicos e especialistas em saúde

    O instituto federal do Rio Grande do Sul, campus Porto Alegre, e o Grupo Hospital Conceição (GHC) assinaram nesta quinta-feira, 12, um convênio para formação de técnicos, educadores e especialistas em temas de educação em saúde.  

    O termo de cooperação prevê inicialmente dois cursos de especialização e um técnico que serão ministrados pela Escola GHC – Centro de Educação Tecnológica e Pesquisa em Saúde a partir deste mês.

    O diretor-geral do campus Porto Alegre, Paulo Sangói, disse que a colaboração entre as instituições inaugura uma nova etapa para a escola, permitindo maior oferta de vagas. “Com o convênio, antecipamos nossa previsão de termos cursos de pós-graduação, programada para o próximo ano”. O campus Porto Alegre passa a contemplar todos os níveis de ensino, desde o Proeja até os cursos de especialização na área de saúde.

    “É de iniciativas como essa que colheremos grandes frutos no futuro”, destacou o secretário de educação profissional do MEC, Eliezer Pacheco.

    Na área de especialização, serão oferecidas 60 vagas entre os cursos de gestão da atenção à saúde do idoso e saúde da família e comunidade, destinados a profissionais diplomados em nível superior na área da saúde. O curso técnico será em registros e informações em saúde, voltado a candidatos que concluíram o ensino médio.

    A ampliação da oferta de vagas no setor de ensino de saúde ocorre devido ao interesse da comunidade. Até ontem, apenas no curso técnico, existiam 240 candidatos para as 30 vagas oferecidas.

    Assessoria de imprensa do IFRS

  • Prazo para adesão das escolas é prorrogado até quinta, 28

    O prazo para aderir ao programa Saúde na Escola (PSE) foi prorrogado até a próxima quinta-feira, 28. Até o momento, segundo o Ministério da Saúde, mais de 4.500 cidades indicaram escolas públicas que realizarão atividades de educação em saúde.

    O Saúde na Escola visa à integração e articulação permanente da educação e da saúde, proporcionando melhoria da qualidade de vida da população brasileira. “O programa possibilita ações conjuntas das equipes de saúde da família, de atenção básica e das escolas, para promover tanto a prevenção de doenças quanto a saúde dos estudantes”, explica Michele Lessa de Oliveira, coordenadora geral de Alimentação e Nutrição do Ministério da Saúde e coordenadora do PSE.

    Os projetos desenvolvidos nas escolas variam bastante, mas concentram-se em rodas de conversa, ações de prevenção de problemas de saúde bucal, prevenção do uso de álcool e drogas, prevenção da gravidez na adolescência e promoção da alimentação saudável e atividade física. “O objetivo é que esses estudantes tenham maior qualidade de vida ao longo do período de estudo e, principalmente, que possam criar hábitos mais saudáveis para toda a vida, prevenindo doenças crônicas, que é o que mais mata no Brasil hoje”, ressalta a coordenadora.

    Segundo Michele Lessa, os resultados já são palpáveis: “Dados da última Pesquisa Nacional de Saúde do Escolar mostram que, nas escolas em que há o Saúde na Escola, as crianças consomem menos refrigerante e mais frutas e hortaliças. Esses são apenas alguns dados de impacto, mas outros também mostram os objetivos alcançados.”

    Credenciamento – O credenciamento é feito no sistema e-Gestor Atenção Básica, página vinculada ao Ministério da Saúde. O secretário municipal de saúde e o secretário municipal de educação se comprometem a um conjunto de atividades e informam quais escolas participarão do programa, bem como a quantidade de escolares envolvidos.

    Após o trâmite, o Ministério da Saúde publica uma portaria repassando os recursos e o programa é monitorado pelo sistema e-SUS Atenção Básica.

    Programa – O Saúde na Escola foi instituído em 2007 com o objetivo de levar às escolas públicas ações de promoção, prevenção e atenção à saúde, de forma a enfrentar vulnerabilidades que comprometem o pleno desenvolvimento de crianças e jovens.

    O programa investe R$ 89 milhões por ano e já atendeu 5.040 municípios até o final de 2018, contribuindo para a saúde de mais de 20 milhões de escolares. O repasse mínimo é de R$ 5.600 para escolas com até 600 alunos. A cada mil alunos aumenta o repasse. O valor é um incentivo, já que os municípios também entram com recursos para apoiar o Saúde na Escola.

    Acesse o e-Gestor Atenção Básica

    Assessoria de Comunicação Social  

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