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  • Perguntas frequentes sobre o Programa Banda Larga nas Escolas

    1. Qual o objetivo do Programa Banda Larga na Escola?

    O Programa Banda Larga na Escola tem como objetivo conectar todas as escolas públicas à Internet, rede mundial de computadores, por meio de tecnologias que propiciem qualidade, velocidade e serviços para incrementar o ensino público no país. Essas conexões inicialmente serão mantidas de forma gratuita até o ano de 2025.

    2. Quando e como surgiu o Programa?

    O Programa Banda Larga na Escola foi lançado no dia 04 de abril de 2008 pelo Governo Federal, por meio do Decreto 6.424 que altera o Plano Geral de Metas para a Universalização do Serviço Telefônico Fixo Comutado Prestado no Regime Público (PGMU). Com a assinatura do Termo Aditivo ao Termo de Autorização de exploração da Telefonia Fixa as operadoras autorizadas trocam a obrigação de instalarem Postos de Serviços Telefônicos (PST) nos municípios pela instalação de infra-estrutura de rede para suporte a conexão à Internet em alta velocidade em todos os municípios brasileiros e conectar todas as escolas públicas urbanas até o ano de 2010 mantendo o serviço sem ônus até o ano de 2025.

    3. Quem são os responsáveis pelo programa?

    A gestão do Programa é feita em conjunto pelo Ministério da Educação (MEC) e pela Agência Nacional de Telecomunicações (ANATEL), em parceria com o Ministério das Comunicações (MCOM), o Ministério do Planejamento (MPOG) e com as Secretarias de Educação Estaduais e Municipais.

    4. Quem pode se beneficiar com este programa?


    Escolas públicas urbanas de nível fundamental e médio sob administração das Secretarias Estaduais e Municipais de Educação, de todo o país, escolas de formação de professores públicas. Pólos da Universidade Aberta do Brasil (UAB) e Núcleos de Tecnologia Educacional (NTE) e Núcleos de Tecnologia Municipal (NTM).

    5. E as escolas rurais, não terão acesso à internet?


    O Ministério da Educação em parceria com Ministério das Comunicações utilizará o Programa GESAC para atender as escolas rurais com conexões por meio de satélite.

    6. Como posso participar?

    Não há necessidade de inscrição ou adesão, pois o programa prevê o atendimento de TODAS as escolas públicas urbanas do país (municipais, estaduais, federais e escolas de formação), que foram automaticamente incluídas no cadastro a partir das informações do CENSO INEP.

    7. Quando será conectada a minha escola?

    O Termo Aditivo prevê que 100% as escolas públicas urbanas devem estar conectadas até 31 de dezembro de 2010. 
    Como as operadoras ainda estão implantando a infra-estrutura física necessária para o funcionamento da rede ADSL em algumas regiões do país, o cronograma de instalação precisa seguir o mapa de ampliação da estrutura de rede das operadoras de telefonia fixa (que tem como prazo final para conclusão o ano de 2010).
    Neste contexto, a liberdade de escolha do MEC e das Secretarias Estaduais e Municipais, no que diz respeito à ordem em que a banda larga será implementada, fica limitada à dinâmica de ampliação da estrutura de rede das operadoras de telefonia fixa. Como estas também não podem oferecer com grande antecedência a ordem de ampliação da estrutura, uma vez que esta é dinâmica, dependendo da instalação efetiva de infra-estrutura terrestre, só é possível organizar cronogramas trimestrais.

    8. Como é decidido este cronograma trimestral?

    O processo de construção destes cronogramas trimestrais ocorre da seguinte forma:

    1) As operadoras elaboram uma primeira proposta de instalação da banda larga para o trimestre. A proposta é baseada, inicialmente, na expansão da estrutura de rede alcançada neste período por cada uma das operadoras de telefonia fixa.

    2) O MEC analisa as planilhas e encaminha aos Secretários de Educação Estaduais e Municipais, Coordenações do ProInfo, CONSED, UNDIME e áreas técnicas ligadas aos governos estaduais ou as prefeituras  a listas de escolas proposta pela operadora;

    3) As secretarias, no prazo de uma semana do recebimento da listagem encaminhada pelo MEC, retorna ao Ministério a mesma com as sugestões de substituição de escolas.

    4) As sugestões serão submetidas às operadoras e, caso haja viabilidade técnica, serão atendidas.

    5) O MEC liga para cada escola que será conectada para verificar se não existem pendências e comunica a operadora.

    9. Como o programa vai ser realizado?

    O objetivo é atender a todas as escolas públicas urbanas (inicialmente 56.685 segundo o Censo INEP de 2007) de forma escalonada: em 2008 foram  atendidas 40% do total, serão conectadas mais 40% em 2009 e 20% em 2010. As escolas que surgirem nesse período será objeto de negociação com as operadoras e Governo.

    10. Como ocorrerá a Instalação desta banda larga nas escolas?

    O processo de instalação será feito em duas visitas:

    Primeira visita:
    • “Qualificação” (validação da qualidade técnica do sinal da conexão-linha)
    • Verificação da viabilidade de instalação da conexão no laboratório de informática, a operadora é a responsável em levar o par de fios até o ambiente do laboratório, porém qualquer necessidade de infra-estrutura (dutos, obras civis, etc.) são de responsabilidade da escola ou da respectiva Secretaria de Educação;
    • Instalação de circuito exclusivo para tráfego de dados (mesmo que a escola já disponha de telefone ou mesmo de outro serviço de Internet a operadora deverá instalar uma nova conexão para o Programa Banda Larga nas Escolas, em hipótese alguma a operadora deve desinstalar a conexão existente sem a devida anuência da escola e/ou Secretaria de Educação local).
    Segunda visita (com intervalo estimado de 15 dias), se a viabilidade for comprovada:
    • Entrega e configuração do modem;
    • Teste da velocidade e qualidade do serviço;
    • Assinatura da documentação de recebimento do serviço (É primordial que as escolas guardem a cópia da Ordem de Serviço, pois nela constam informações importantes como a data de instalação e número do circuito – necessário para a abertura de chamados técnicos).

    11. A escola ganha o modem do programa?

    As operadoras farão a doação do primeiro modem (equipamento necessário para a conexão) para cada escola beneficiada.

    12. E o que acontece se eu tiver um problema com o modem depois?

    A reposição deste equipamento, em caso de falha, perda ou roubo, fica a cargo das Secretarias Estaduais ou Municipais de Educação ou da própria escola.
    Neste período inicial do programa, porém, o MEC conta com uma reserva técnica de aparelhos para reposição de alguns modelos de modem. Para conseguir esta reposição, o diretor da escola precisa enviar um ofício ao MEC solicitando a troca do modem e especificando o motivo da troca. Tal ofício deve ser destinado ao diretor da Diretoria de Infra-estrutura em Tecnologia Educacional (DITEC) da Secretaria de Educação a Distância (SEED) do MEC.

    13. E no momento da instalação? Terei que assinar algum documento?

    Sim, no momento da instalação o técnico da operadora apresentará a Ordem de Serviço. É preciso que esse documento seja bem guardado pela escola pois informações importantes como o número do circuito e a data de conexão da escola serão essenciais para futuros atendimentos técnicos pela operadora.

    14. A conexão só pode ser instalada no laboratório de informática?

    A instalação da conexão deverá ser disponibilizada no laboratório de informática da escola. Caso a escola, excepcionalmente, não tenha um laboratório de informática, o diretor deverá indicar o espaço pedagógico em que a conexão será disponibilizada.

    15. Isso significa que a conexão não pode ser usada para fins administrativos?

    A conexão do programa Banda Larga na Escola é PRIORITÁRIA para atividades pedagógicas, porém pode ser usada para demandas administrativas desde que não interfira ou concorra com o uso da Internet pelos alunos. Para isso a escola é a responsável em fazer a ligação do laboratório para a área administrativa da escola.

    16. Qual é a velocidade que será disponibilizada para a conexão?

    Até 2010 as conexões terão a velocidade de 1 (um) Megabit por segundo (Mbps) para download (sentido rede para a escola), e pelo menos um quarto dessa velocidade para upload (sentido escola para a rede).

    A partir do ano de 2011, a velocidade de conexão para download será obrigatoriamente ampliada para o mínimo de 2 Mbps, ou a maior velocidade comercial disseminada e disponível oferecida pela operadora na região da escola.

    17. E esta conexão terá alguma diferença das conexões comerciais?

    Pelo acordo do Programa, as operadoras precisam disponibilizar as conexões com serviço de IP fixo, que permite às escolas a criação e manutenção de Hosts fixos na Internet. Ou seja, os computadores das escolas poderão hospedar sites e domínios, disponibilizando informações e serviços na rede, como servidor de e-mails, downloads de arquivos, etc.

    18. Caso a escola já tenha conexão com a internet ela poderá participar do programa?

    O Ministério da Educação recomenda que caso a escola possua uma conexão contratada (paga) que ela seja remanejada para a área administrativa da mesma, mas isso só deverá acontecer após a devida configuração da conexão do Programa no laboratório de informática.

    19. A escola ou a Secretaria Educacional receberão alguma fatura do serviço?

    Todos os serviços são gratuitos e não haverá emissão de fatura de cobrança para a escola ou Secretaria Educacional. Caso ocorra qualquer irregularidade a Secretaria Estadual ou Municipal de educação deve ser comunicada imediatamente pela escola para acionar a coordenação do Programa no Ministério da Educação (O endereço de e-mail address está sendo protegido de spambots. Você precisa ativar o JavaScript enabled para vê-lo.).

    20. Em caso de problemas técnicos, denúncias e situações específicas, quem deve sercontatado?

    • Para solução de problemas técnicos (falta de sinal, configuração de modem, intermitência do sinal), fazer contato com a Operadora da região pelo serviço de discagem gratuita.
    • CTBC: Reclamações e serviços: 0800 940 9992
    Atendimento: 0800 940 1331;
    • SERCOMTEL: Atendimento: 0800-400-1156;
    • Telefônica: Atendimento: 0800151551 senha de acesso: 1700;
    • Oi*: Atendimento: 0800 318031;
    * Abrange as regiões antes atendidas pela empresa Brasiltelecom
    • Problemas no atendimento por parte das operadoras, dúvidas quanto ao Programa ligar para a Central de Atendimento do MEC FALABRASIL discagem gratuita: 0800-616161;
    • Para dúvidas ou situações específicas (alteração de endereço ou problemas que não tenham sido solucionados pelas operadoras após a abertura de chamado), encaminhar e-mail para o endereço eletrônico: O endereço de e-mail address está sendo protegido de spambots. Você precisa ativar o JavaScript enabled para vê-lo.
    • Para denúncias de não cumprimento da obrigação das operadoras o contato deve ser feito com a Agência Nacional de Telecomunicações (ANATEL) pelo telefone 133 ou pelos telefones da Superintendência de Serviços Privados de Telecomunicações pelos números: (61) 2312-2319/ (61) 2312-2307/ (61) 2312-1881/ (61) 2312-1686.

    21. Preciso solicitar a alteração de endereço para a minha escola, como devo proceder?
    É preciso entrar em contato com a Coordenação do Programa Banda Larga nas Escolas no Ministério da Educação por meio do e-mail O endereço de e-mail address está sendo protegido de spambots. Você precisa ativar o JavaScript enabled para vê-lo. e solicitar a alteração de endereço.
    É importante ressaltar que mudanças temporárias (com período inferior a 3 meses – 90 dias –) não serão autorizadas.

    22. O modem deixado pela operadora parou de funcionar, o que devo fazer?

    É sempre necessário fazer a abertura de chamado pelo canal 0800 disponibilizado pelas operadoras. Nesse atendimento serão feitos procedimentos que poderão detectar se o problema é ligado a configuração do equipamento ou a um mal funcionamento do hardware.
    Caso confirmado falha do equipamento a escola/Secretaria de Educação deverá providenciar a aquisição de um novo equipamento e tão logo esse esteja disponível fazer a abertura de chamado pelo canal 0800 para que a operadora faça a configuração necessária.
    Para garantir a possibilidade de monitoramento da conexão da escola pelo Governo Federal e manter a qualidade dos serviços é necessário a aquisição de modens específicos, conforme a tabela abaixo:


    Prestadora Modem Modelo Versão Firmware UF e/ou regiões de utilização
    Oi THOMSON ST510v6 6.1.4.9 AL;AM;AP;BA;CE;ES;MA;MG;
    PA;PB;PE;PI;RJ;RN;RR;SE
    Oi DSLINK 260E 10.3.080408.OI9+E.37.7.70 AL;AM;AP;BA;CE;ES;MA;MG;
    PA;PB;PE;PI;RJ;RN;RR;SE
    BrT DLINK 500B BCM-1.1.BR.20060205_c RS, SC, PR, MS, MT, GO, DF,
    TO, RO e AC
    BrT DLINK 500B - 2 Ger BCM-1.1.TM-20090217 RS, SC, PR, MS, MT, GO, DF,
    TO, RO e AC
    CTBC DSLINK 260E S/W Version 2.5.060320m H/W Version 810100 MG, SP, GO, MS
    CTBC DLINK 500B BCM-1.1.BR.20060205_c MG, SP, GO, MS
    TELEFÔNICA DLINK 500B G1 HW B1 BCM-6338.TF.20090603_df_poe SP
    TELEFÔNICA DLINK 500B GII HW C1 e C2 BCM-6332.TF.20090522_df_poe SP
    TELEFÔNICA DLINK 500B GII HW T1 BCM-3.10L.TF.20090522_df_poe SP
    TELEFÔNICA CONTREND 5072S B011-306TFB-C01_R04_df_poe SP
    TELEFÔNICA THOMPSON TG508 FW6.6.11.25 SP
    TELEFÔNICA THOMPSON 510 V6 6.1.4.9 SP
    TELEFÔNICA OPTICOM DSLINK260E 10.3.070723TL1+E.37.7.70df_poe SP
    TELEFÔNICA ZTE ZXDSL 831 ZXDSL 831IIV7.5.2c_Z29_TFL1_df_poe SP

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    Perguntas Freqüentes sobre o Programa Banda Larga na Escola

    1.- Qual o objetivo do Programa Banda Larga na Escola?

    O Programa Banda Larga na Escola tem como objetivo conectar todas as escolas públicas à Internet, rede mundial de computadores, por meio de tecnologias que propiciem qualidade, velocidade e serviços para incrementar o ensino público no país. Essas conexões inicialmente serão mantidas de forma gratuita até o ano de 2025.

    2.- Quando e como surgiu o Programa?

    O Programa Banda Larga na Escola foi lançado no dia 04 de abril de 2008 pelo Governo Federal, por meio do Decreto 6.424 que altera o Plano Geral de Metas para a Universalização do Serviço Telefônico Fixo Comutado Prestado no Regime Público (PGMU). Com a assinatura do Termo Aditivo ao Termo de Autorização de exploração da Telefonia Fixa as operadoras autorizadas trocam a obrigação de instalarem Postos de Serviços Telefônicos (PST) nos municípios pela instalação de infra-estrutura de rede para suporte a conexão à Internet em alta velocidade em todos os municípios brasileiros e conectar todas as escolas públicas urbanas até o ano de 2010 mantendo o serviço sem ônus até o ano de 2025.

    3.- Quem são os responsáveis pelo programa?

    A gestão do Programa é feita em conjunto pelo Ministério da Educação (MEC) e pela Agência Nacional de Telecomunicações (ANATEL), em parceria com o Ministério das Comunicações (MCOM), o Ministério do Planejamento (MPOG) e com as Secretarias de Educação Estaduais e Municipais.

    4.- Quem pode se beneficiar com este programa?

    Escolas públicas urbanas de nível fundamental e médio sob administração das Secretarias Estaduais e Municipais de Educação, de todo o país, escolas de formação de professores públicas. Pólos da Universidade Aberta do Brasil (UAB) e Núcleos de Tecnologia Educacional (NTE) e Núcleos de Tecnologia Municipal (NTM).

    5.- E as escolas rurais, não terão acesso à internet?

    O Ministério da Educação em parceria com Ministério das Comunicações utilizará o Programa GESAC para atender as escolas rurais com conexões por meio de satélite.

    6.- Como posso participar?

    Não há necessidade de inscrição ou adesão, pois o programa prevê o atendimento de TODAS as escolas públicas urbanas do país (municipais, estaduais, federais e escolas de formação), que foram automaticamente incluídas no cadastro a partir das informações do CENSO INEP.

    7.- Quando será conectada a minha escola?

    O Termo Aditivo prevê que 100% as escolas públicas urbanas devem estar conectadas até 31 de dezembro de 2010.

    Como as operadoras ainda estão implantando a infra-estrutura física necessária para o funcionamento da rede ADSL em algumas regiões do país, o cronograma de instalação precisa seguir o mapa de ampliação da estrutura de rede das operadoras de telefonia fixa (que tem como prazo final para conclusão o ano de 2010).

    Neste contexto, a liberdade de escolha do MEC e das Secretarias Estaduais e Municipais, no que diz respeito à ordem em que a banda larga será implementada, fica limitada à dinâmica de ampliação da estrutura de rede das operadoras de telefonia fixa. Como estas também não podem oferecer com grande antecedência a ordem de ampliação da estrutura, uma vez que esta é dinâmica, dependendo da instalação efetiva de infra-estrutura terrestre, só é possível organizar cronogramas trimestrais.

    8.- Como é decidido este cronograma trimestral?

    O processo de construção destes cronogramas trimestrais ocorre da seguinte forma:

    1)As operadoras elaboram uma primeira proposta de instalação da banda larga para o trimestre. A proposta é baseada, inicialmente, na expansão da estrutura de rede alcançada neste período por cada uma das operadoras de telefonia fixa.

    2)O MEC analisa as planilhas e encaminha aos Secretários de Educação Estaduais e Municipais, Coordenações do ProInfo, CONSED, UNDIME e áreas técnicas ligadas aos governos estaduais ou as prefeiturasa listas de escolas proposta pela operadora;

    3)As secretarias, no prazo de uma semana do recebimento da listagem encaminhada pelo MEC, retorna ao Ministério a mesma com as sugestões de substituição de escolas.

    4)As sugestões serão submetidas às operadoras e, caso haja viabilidade técnica, serão atendidas.

    5)O MEC liga para cada escola que será conectada para verificar se não existem pendências e comunica a operadora.

    9.- Como o programa vai ser realizado?

    O objetivo é atender a todas as escolas públicas urbanas (inicialmente 56.685 segundo o Censo INEP de 2007) de forma escalonada: em 2008 foram atendidas 40% do total, serão conectadas mais 40% em 2009 e 20% em 2010. As escolas que surgirem nesse período será objeto de negociação com as operadoras e Governo.

    10.– Como ocorrerá a Instalação desta banda larga nas escolas?

    O processo de instalação será feito em duas visitas:

    ·Primeira visita:

    o“Qualificação” (validação da qualidade técnica do sinal da conexão-linha)

    oVerificação da viabilidade de instalação da conexão no laboratório de informática, a operadora é a responsável em levar o par de fios até o ambiente do laboratório, porém qualquer necessidade de infra-estrutura (dutos, obras civis, etc.) são de responsabilidade da escola ou da respectiva Secretaria de Educação;

    oInstalação de circuito exclusivo para tráfego de dados (mesmo que a escola já disponha de telefone ou mesmo de outro serviço de Internet a operadora deverá instalar uma nova conexão para o Programa Banda Larga nas Escolas, em hipótese alguma a operadora deve desinstalar a conexão existente sem a devida anuência da escola e/ou Secretaria de Educação local).

    ·Segunda visita (com intervalo estimado de 15 dias), se a viabilidade for comprovada:

    oEntrega e configuração do modem;

    oTeste da velocidade e qualidade do serviço;

    oAssinatura da documentação de recebimento do serviço (É primordial que as escolas guardem a cópia da Ordem de Serviço, pois nela constam informações importantes como a data de instalação e número do circuito – necessário para a abertura de chamados técnicos).

    11.– A escola ganha o modem do programa?

    As operadoras farão a doação do primeiro modem (equipamento necessário para a conexão) para cada escola beneficiada.

    12.– E o que acontece se eu tiver um problema com o modem depois?

    A reposição deste equipamento, em caso de falha, perda ou roubo, fica a cargo das Secretarias Estaduais ou Municipais de Educação ou da própria escola.

    Neste período inicial do programa, porém, o MEC conta com uma reserva técnica de aparelhos para reposição de alguns modelos de modem. Para conseguir esta reposição, o diretor da escola precisa enviar um ofício ao MEC solicitando a troca do modem e especificando o motivo da troca. Tal ofício deve ser destinado ao diretor da Diretoria de Infra-estrutura em Tecnologia Educacional (DITEC) da Secretaria de Educação a Distância (SEED) do MEC.

    13.- E no momento da instalação? Terei que assinar algum documento?

    Sim, no momento da instalação o técnico da operadora apresentará a Ordem de Serviço. É preciso que esse documento seja bem guardado pela escola pois informações importantes como o número do circuito e a data de conexão da escola serão essenciais para futuros atendimentos técnicos pela operadora.

    14.– A conexão só pode ser instalada no laboratório de informática?

    A instalação da conexão deverá ser disponibilizada no laboratório de informática da escola. Caso a escola, excepcionalmente, não tenha um laboratório de informática, o diretor deverá indicar o espaço pedagógico em que a conexão será disponibilizada.

    15.– Isso significa que a conexão não pode ser usada para fins administrativos?

    A conexão do programa Banda Larga na Escola é PRIORITÁRIA para atividades pedagógicas, porém pode ser usada para demandas administrativas desde que não interfira ou concorra com o uso da Internet pelos alunos. Para isso a escola é a responsável em fazer a ligação do laboratório para a área administrativa da escola.

    16.– Qual é a velocidade que será disponibilizada para a conexão?

    Até 2010 as conexões terão a velocidade de 1 (um) Megabit por segundo (Mbps) para download (sentido rede para a escola), e pelo menos um quarto dessa velocidade para upload (sentido escola para a rede).

    A partir do ano de 2011, a velocidade de conexão para download será obrigatoriamente ampliada para o mínimo de 2 Mbps, ou a maior velocidade comercial disseminada e disponível oferecida pela operadora na região da escola.

    17.– E esta conexão terá alguma diferença das conexões comerciais?

    Pelo acordo do Programa, as operadoras precisam disponibilizar as conexões com serviço de IP fixo, que permite às escolas a criação e manutenção de Hosts fixos na Internet. Ou seja, os computadores das escolas poderão hospedar sites e domínios, disponibilizando informações e serviços na rede, como servidor de e-mails, downloads de arquivos, etc.

    18.- Caso a escola já tenha conexão com a internet ela poderá participar do programa?

    O Ministério da Educação recomenda que caso a escola possua uma conexão contratada (paga) que ela seja remanejada para a área administrativa da mesma, mas isso só deverá acontecer após a devida configuração da conexão do Programa no laboratório de informática.

    19.– A escola ou a Secretaria Educacional receberão alguma fatura do serviço?

    Todos os serviços são gratuitos e não haverá emissão de fatura de cobrança para a escola ou Secretaria Educacional. Caso ocorra qualquer irregularidade a Secretaria Estadual ou Municipal de educação deve ser comunicada imediatamente pela escola para acionar a coordenação do Programa no Ministério da Educação (O endereço de e-mail address está sendo protegido de spambots. Você precisa ativar o JavaScript enabled para vê-lo.).

    20.Em caso de problemas técnicos, denúncias e situações específicas, quem deve sercontatado?

    · Para solução de problemas técnicos (falta de sinal, configuração de modem, intermitência do sinal), fazer contato com a Operadora da região pelo serviço de discagem gratuita.

    • CTBC: Reclamações e serviços: 0800 940 9992
      Atendimento: 0800 940 1331;
    • SERCOMTEL: Atendimento: 0800-400-1156;
    • Telefônica: Atendimento: 0800151551 senha de acesso: 1700;
    • Oi*: Atendimento: 0800 318031;

    * Abrange as regiões antes atendidas pela empresa Brasiltelecom

    · Problemas no atendimento por parte das operadoras, dúvidas quanto ao Programa ligar para a Central de Atendimento do MEC FALABRASIL discagem gratuita: 0800-616161;

    · Para dúvidas ou situações específicas (alteração de endereço ou problemas que não tenham sido solucionados pelas operadoras após a abertura de chamado), encaminhar e-mail para o endereço eletrônico: O endereço de e-mail address está sendo protegido de spambots. Você precisa ativar o JavaScript enabled para vê-lo.

    · Para denúncias de não cumprimento da obrigação das operadoras o contato deve ser feito com a Agência Nacional de Telecomunicações (ANATEL) pelo telefone 133 ou pelos telefones da Superintendência de Serviços Privados de Telecomunicações pelos números: (61) 2312-2319/ (61) 2312-2307/ (61) 2312-1881/ (61) 2312-1686.

    21.– Preciso solicitar a alteração de endereço para a minha escola, como devo proceder?

    É preciso entrar em contato com a Coordenação do Programa Banda Larga nas Escolas no Ministério da Educação por meio do e-mailO endereço de e-mail address está sendo protegido de spambots. Você precisa ativar o JavaScript enabled para vê-lo. e solicitar a alteração de endereço.

    É importante ressaltar que mudanças temporárias (com período inferior a 3 meses – 90 dias –) não serão autorizadas.

    22.– O modem deixado pela operadora parou de funcionar, o que devo fazer?

    É sempre necessário fazer a abertura de chamado pelo canal 0800 disponibilizado pelas operadoras. Nesse atendimento serão feitos procedimentos que poderão detectar se o problema é ligado a configuração do equipamento ou a um mal funcionamento do hardware.

    Caso confirmado falha do equipamento a escola/Secretaria de Educação deverá providenciar a aquisição de um novo equipamento e tão logo esse esteja disponível fazer a abertura de chamado pelo canal 0800 para que a operadora faça a configuração necessária.

    Para garantir a possibilidade de monitoramento da conexão da escola pelo Governo Federal e manter a qualidade dos serviços é necessário a aquisição de modens específicos, conforme a tabela abaixo:

    Prestadora

    Modem

    Modelo

    Versão Firmware

    UF e/ou regiões de utilização

    Oi

    THOMSON

    ST510v6

    6.1.4.9

    AL;AM;AP;BA;CE;ES;MA;MG;PA;PB;PE;PI;RJ;RN;RR;SE

    Oi

    DSLINK

    260E

    10.3.080408.OI9+E.37.7.70

    AL;AM;AP;BA;CE;ES;MA;MG;PA;PB;PE;PI;RJ;RN;RR;SE

    BrT

    DLINK

    500B

    BCM-1.1.BR.20060205_c

    RS, SC, PR, MS, MT, GO, DF, TO, RO e AC

    BrT

    DLINK

    500B - 2 Ger

    BCM-1.1.TM-20090217

    RS, SC, PR, MS, MT, GO, DF, TO, RO e AC

    CTBC

    DSLINK

    260E

    S/W Version 2.5.060320m H/W Version 810100

    MG, SP, GO, MS

    CTBC

    DLINK

    500B

    BCM-1.1.BR.20060205_c

    MG, SP, GO, MS

    TELEFÔNICA

    DLINK

    500B G1 HW B1

    BCM-6338.TF.20090603_df_poe

    SP

    TELEFÔNICA

    DLINK

    500B GII HW C1 e C2

    BCM-6332.TF.20090522_df_poe

    SP

    TELEFÔNICA

    DLINK

    500B GII HW T1

    BCM-3.10L.TF.20090522_df_poe

    SP

    TELEFÔNICA

    CONTREND

    5072S

    B011-306TFB-C01_R04_df_poe

    SP

    TELEFÔNICA

    THOMPSON

    TG508

    FW6.6.11.25

    SP

    TELEFÔNICA

    THOMPSON

    510 V6

    6.1.4.9

    SP

    TELEFÔNICA

    OPTICOM

    DSLINK260E

    10.3.070723TL1+E.37.7.70df_poe

    SP

    TELEFÔNICA

    ZTE

    ZXDSL 831

    ZXDSL 831IIV7.5.2c_Z29_TFL1_df_poe

    SP

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