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  • Assista à série da TV MEC: os professores e as nossas escolhas, episódio 1

    Conheça histórias de pessoas que trilharam a vida sob os ensinamentos de seus docentes

    Quais são as melhores lembranças que você traz dos seus professores ou professoras? Buscando histórias de pessoas que foram marcadas por seus mestres, descobrimos as influências dos docentes em muitas escolhas que fazemos na vida pessoal e profissional. Nesta semana em que comemoramos o Dia do Professor, trazemos quatro histórias diferentes.

    A primeira é de Gustavo Cordeiro, jornalista e professor de português e espanhol. Aos 39 anos, ele se recorda das primeiras lições da professora Ângela que lhe deu liberdade para escolher a melhor forma de aprendizado no seu professo de alfabetização.

    “Eu não conseguia simplesmente copiar as palavras. Então, conversei com a professora e perguntei se não seria mais interessante minha mãe fazer um ditado e ela, na sala de aula, corrigir depois para ver se eu estava escrevendo direitinho”, lembra Gustavo.

    Mais tarde foi a professora Cida que no quinto ano ensinou a Gustavo que liberdade pode ser uma boa ferramenta quando utilizada com responsabilidade.

    Assista:

    Assessoria de Comunicação Social

  • Assista ao segundo episódio de série em homenagem aos professores

    Conheça histórias de pessoas que trilharam a vida sob os ensinamentos de seus docentes

    Como um professor incentivou o aluno a seguir a carreira de: professor. Essa é a história contada pelo professor de educação física Pablo Menezes, 27 anos, no segundo episódio da série “Professores e as nossas escolhas”, produzida pela TV MEC para homenagear os docentes nesta semana.

    No vídeo, Pablo conta como o professor Luciano Peters virou referência no trabalho que realiza hoje. “O jeito de lidar com os alunos e a forma de ensinar. Ele sempre teve a característica de compreender bem e nunca deixar de escutar o estudante dele”.

    A série mostra histórias de pessoas que foram marcadas e influenciadas pelos mestres nas escolhas da vida pessoal e profissional.

    Assista:

    Assessoria de Comunicação Social

  • Comemoração da data promove valorização dos educadores

    O Dia do Professor foi comemorado com uma programação que incluiu palestras e instalação de grupos de trabalho (Foto: João Neto/MEC)Comemorado em 15 de outubro, o Dia do Professor foi celebrado pelo Ministério da Educação nesta terça-feira, 13, com uma série de atividades organizadas pela Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização, Diversidade e Inclusão (Secadi). A programação incluiu palestra sobre os desafios da valorização dos educadores e a instalação de grupos de trabalho para educação no campo.

    Durante a comemoração, o secretário da Secadi, Paulo Gabriel Nacif, destacou a missão dos educadores e educadoras do Brasil para a qualificação das atividades em sala de aula. “Os professores carregam toda a esperança e carregam, seguramente, esse desafio de transformar, em conjunto com diretores, com técnicos, com alunos e com estudantes, essa sala de aula.”

    Para Nacif, a transformação deve se estender também à escola, não apenas por meio da educação integral em relação ao tempo, mas “integral do ponto de vista de sua integração com a cidade, construindo cidades educadoras”.

    Campo– Formados por três grupos de trabalho, os estudos sobre o ensino no meio rural instalados durante a comemoração fornecerão ao MEC propostas para o fortalecimento das licenciaturas da educação no campo, dos centros familiares de educação por alternância e das escolas fora dos centros urbanos. Os grupos foram instituídos entre os meses de setembro e outubro por meio de portarias publicadas no Diário Oficial da União.

    Um dos focos dos estudos será o fechamento das escolas no meio rural. “Sabemos que o fechamento das escolas do campo é um dos maiores absurdos da nossa contemporaneidade e nós precisamos combater isso de forma efetiva”, disse Nacif. O secretário também destacou a necessidade de se construir critérios técnicos para assegurar a distribuição territorial e espacial das escolas do campo em harmonia com as necessidades da população.

    A comemoração do Dia do Professor contou, ainda, com a palestra Ações e Desafios para a Valorização de Professores e Professoras, ministrada pela secretária de Estado da Educação de Minas Gerais, professora Macaé Evaristo.

    Assessoria de Comunicação Social

  • Das escolas cívico-militares ao Future-se: os Novos Caminhos para os professores no governo Bolsonaro

    Programas lançados pela atual gestão dão protagonismo aos docentes da educação básica, profissional e tecnológica e superior


    Da equipe do Portal MEC

    Os professores são protagonistas nos programas lançados pela atual gestão do Ministério da Educação (MEC). Tanto nas escolas cívico-militares, quanto no Future-se e no Novos Caminhos, o papel dos docentes é preservado e ressaltado, seja pela formação profissional, seja por premiação de boas práticas.

    As iniciativas contemplam diversos níveis de educação: básica, profissional e tecnológica e superior.

    Educação básica – Na educação básica, a proposta é reforçar a disciplina em sala de aula, valorizando o dever de ofício do docente. Exemplo dessa gestão por excelência são as escolas cívico-militares, programa lançado em setembro. O professor continua a comandar a sala de aula, enquanto a organização e disciplina ficarão por conta de militares. Todas as funções previstas na Lei de Diretrizes e Bases da Educação serão mantidas.

     “Daremos a tranquilidade na estrutura do colégio para que os professores ensinem com ainda mais qualidade na sala de aula”, afirma o subsecretário de Fomento às Escolas Cívico-Militares do MEC, Aroldo Cursino.

    O Programa Nacional das Escolas Cívico-Militares tem o objetivo de implementar o modelo cívico-militar em 216 escolas em todo o país até 2023. No programa, os militares atuarão como monitores em três áreas: educacional, didático-pedagógica e administrativa. Eles ajudarão os civis a realizar uma gestão de excelência nas instituições de ensino.

    Educação profissional e tecnológica – Para a educação profissional e tecnológica, o MEC quer preparar professores, em especial da rede estadual, por meio do Novos Caminhos.

    Um dos três eixos do programa, o de Articulação e Fortalecimento, foca na oferta de cursos para formação de professores para a implementação do itinerário da Formação Técnica e Profissional na trajetória do Ensino Médio. Essa formação vai desde da oferta de 21 mil vagas em cursos de licenciatura e de 40 mil vagas em atualização tecnológica até a oferta de duas mil vagas em cursos de Mestrado Profissional até 2022.

    Segundo o secretário de Educação Profissional e Tecnológica do MEC, Ariosto Culau, “os professores que se colocam a serviço da educação profissional e tecnológica desempenham uma nobre causa de contribuir com a transformação do indivíduo e da sociedade. Vivemos hoje num novo cenário de mundo que requer Novos Caminhos e os professores são fundamentais nesse processo”.

    Mais recente programa lançado pelo MEC, o Novos Caminhos visa ao aumento de 80% nas matrículas na educação profissional e tecnológica. O objetivo é aumentar, até 2023, do atual 1,9 milhão para 3,4 milhões — crescimento de 1,5 milhão.

    Educação superior – O Future-se, programa do governo Bolsonaro para universidades e institutos federais, vai valorizar o professor com base no empreendedorismo e na inovação. “Há chances de a carreira de professor do ensino superior se tornar uma das melhores no Brasil”, afirma o secretário de Educação Superior do MEC, Arnaldo Lima.

    O programa prevê o incentivo ao viés empreendedor dos professores a partir da consolidação de startups no ambiente universitário. No Future-se, os docentes poderão entrar como sócios ou coautores de projetos e aumentar a renda. Além disso, eles também poderão receber prêmios em dinheiro por publicação em períodos reconhecidos internacionalmente.

    A principal proposta do Future-se é aumentar a autonomia financeira de universidades e institutos federais por meio do incentivo ao empreendedorismo e à captação de recursos próprios.

  • Desenvolvimento depende da valorização dos 2,5 milhões de profissionais

    O desenvolvimento econômico, social e sustentável do Brasil somente ocorrerá com a efetiva valorização do professor, da creche à pós-graduação. O Brasil possui cerca de 2,5 milhões de profissionais que atuam como docentes em escolas da educação básica e instituições de educação superior, responsáveis pela formação dos nossos estudantes. O MEC trabalha para garantir o fortalecimento e valorização dos docentes em todos os níveis de ensino do país. Por isso, mantém programas e ações estruturantesvoltadas para a formação de professores.

     

    No âmbito da formação inicial, há o Plano Nacional de Formação de Professores (Parfor Presencial), implantado em regime de colaboração entre a Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), os estados, os municípios e o Distrito Federal e as instituições de educação superior, para atender a formação em serviço. O programa fomenta a oferta de turmas especiais em cursos de licenciatura, segunda licenciatura e formação pedagógica.

     

    Há também uma iniciativa para conceder bolsas a alunos de licenciatura participantes de projetos de iniciação à docência desenvolvidos por Instituições de Educação Superior em parceria com escolas de educação básica da rede pública de ensino. O Programa Institucional de Bolsa de Iniciação à Docência (Pibid) é uma iniciativa para o aperfeiçoamento e a valorização da formação de professores para a educação básica. A Capes concede cinco modalidades de bolsa aos participantes do projeto institucional.

     

    Em 2012, foram concedidas 49.321 bolsas, número que em 2013 aumentará para 72 mil bolsas, após o término da seleção das propostas submetidas no âmbito do edital 2013.

     

    Além do edital 2013 do Pibid, a Capes lançou o edital do Pibid-Diversidade, cuja finalidade é contemplar as licenciaturas do campo e intercultural indígena. O programa tem como objetivo o aperfeiçoamento da formação inicial de professores para o exercício da docência nas escolas indígenas e do campo.

     

    Outra ação desenvolvida é o sistema Universidade Aberta do Brasil (UAB), criado em 2006. O sistema é integrado por 103 instituições de ensino superior públicas dos estados, municípios e do Distrito Federal, que oferecem cursos por meio da modalidade de educação a distância (EaD).

     

    Na UAB são ofertados os três primeiros mestrados no formato semipresencial do país: o Programa de Mestrado Profissional em Matemática em Rede Nacional (ProfMat), para professores em serviço no ensino médio, criado em 2010; o Programa de Mestrado Profissional em Letras (ProfLetras), para professores em serviço no ensino fundamental, e o Programa de Mestrado Profissional em Física (ProFis), para professores em serviço no ensino médio, os dois últimos criados em 2013.

     

    Entre as ações desenvolvidas para melhorar a formação dos professores, o MEC mantém programas de cooperação internacional para aprimorar o ensino de línguas estrangeiras.

     

    No âmbito da formação continuada, mais de 300 mil professores alfabetizadores já estão cadastrados no Pacto Nacional pela Alfabetização na Idade Certa. O MEC também mantém cursos de especialização e aperfeiçoamento de gestão escolar, tecnologias da informação e comunicação, saúde e prevenção, educação infantil, bem como os anos iniciais e finais do ensino fundamental e do ensino médio. Os professores também realizam cursos no âmbito dos programas Ensino Médio Inovador e Mais Educação.

     

    O MEC entende que é necessário investir na melhoria contínua da formação dos professores, já que eles são responsáveis pela formação dos futuros líderes do nosso país. Para valorizar cada vez mais o professor dentro e fora de sala de aula, o Brasil sabe que precisa aumentar os recursos e investir, por exemplo, no salário dos docentes, como política sustentável para o desenvolvimento.

     

    O marco histórico da aprovação dos royalties para educação e o Plano Nacional da Educação (PNE) em discussão no Congresso Nacional são passos fundamentais para o avanço da educação brasileira, que, no nosso entendimento, deve ter como ponto central a valorização do professor.


    Assessoria de Comunicação Social

     

    Leia mais: Homenagem aos mestres veio com regulamentação da educação no Brasil

  • Educador de São Paulo é um dos responsáveis por comemoração

    Um professor apaixonado pelo magistério é um dos responsáveis pela comemoração do Dia do Professor, celebrado em 15 de outubro. Salomão Becker deu aulas durante 49 anos e, por suas contas, teve mais de 100 mil alunos. A criação da data completa 70 anos em 2017 e é um reconhecimento do trabalho desses profissionais, que contribuem para a formação e para o desenvolvimento do país.

    Tudo começou em 1827, quando D. Pedro I baixou decreto imperial que determinava a criação de escolas em todas as cidades e vilas do país, as chamadas Escolas de Primeiras Letras. No texto, havia a determinação de descentralizar o ensino e regulamentar o salário dos professores, além da indicação de quais matérias deveriam ser ensinadas a todos os estudantes e quais deveriam ser as formas de contratação dos docentes.

    Mas apenas em 1947, ou seja, 120 anos depois do decreto imperial, a primeira comemoração dedicada aos professores foi realizada. A ideia partiu de Salomão Becker, que propôs reunir a equipe do Colégio Caetano de Campos, em São Paulo, para discutir os problemas da profissão, planejar as aulas e trocar experiências. A reunião foi crescendo e passou a ter a adesão de várias outras escolas até que, oficialmente, o feriado escolar foi criado pelo Decreto Federal nº 52.682, de 14 de outubro de 1963.

    Dedicação – Salomão Becker era formado em filosofia, sociologia, geografia, história e, já mais velho, ainda se graduou em direito – todos, pela Universidade de São Paulo (USP). Sua célebre frase “professor é profissão; educador é missão” ainda motiva muitos educadores.

    Para o filho Sérgio Becker, que é palestrante, o exemplo do pai é o seu maior legado. “Com ele, aprendi que só deve ser professor quem for vocacionado. E jamais achar que sabe tudo, pois ele mesmo estudou até o fim da vida”, destaca.

    Sérgio Becker também relembra que o pai era um grande incentivador de seus alunos, muitos dos quais ajudou a decidir que rumos trilhar. De acordo com ele, 11 anos após a morte de Salomão, não são raras as vezes em que pessoas desconhecidas o procuram para dizer o quanto o educador foi importante em suas vidas.    

    Assessoria de Comunicação Social

     

  • Educar é missão que envolve 2,5 milhões de profissionais do ensino em todo o país

    A data de 15 de outubro marca a comemoração do Dia do Professor no Brasil, uma homenagem aos 2,5 milhões de docentes que exercem a atividade no país na educação básica e na educação superior. É um reconhecimento da importância do trabalho desempenhado por esses profissionais, que contribuem para a formação e para o desenvolvimento do povo brasileiro.

    De acordo com a Sinopse Estatística da Educação Básica de 2013, o número de pessoas no Brasil em atividade de docência é de 2.141.676. Em nível de graduação e pós-graduação, segundo o Censo da Educação Superior do mesmo ano, 367.282 profissionais exercem funções educadoras — aproximadamente 48,84% trabalham em tempo integral; 25,36%, em tempo parcial e 25,78% são horistas.

    A maioria dos 367 mil docentes da educação superior (321 mil) tem mestrado ou doutorado. Nos últimos dez anos, o número de mestres e doutores na rede pública cresceu 90% e 136%, respectivamente.

    Origens — A origem da data remete a D. Pedro I, que baixou decreto imperial, em 1827, criando o ensino elementar no Brasil. O documento determinava que “todas as cidades, vilas e lugarejos tivessem suas escolas de primeiras letras”. O texto regulamentava ainda a descentralização do ensino, o salário dos professores, as matérias básicas que todos os alunos deveriam aprender e até como os docentes deveriam ser contratados.

    Após 120 anos desse decreto imperial (1947), ocorreu a primeira comemoração dedicada ao professor. A ideia de fazer do dia um feriado surgiu em São Paulo, com o professor Salomão Becker. À época, ele propôs uma reunião com toda a equipe da escola em que trabalhava para que fossem discutidos os problemas da profissão, planejamento das aulas e trocas de experiências. Segundo o discurso de Becker, “professor é profissão; educador é missão”.

    A celebração foi oficializada nacionalmente como feriado escolar pelo Decreto Federal nº 52.682, de 14 de outubro de 1963.

    Assessoria de Comunicação Social, com informações do Inep

  • Homenagem aos mestres veio com regulamentação da educação no Brasil

    O Dia do Professor é uma homenagem ao trabalho dos cerca de 2,5 milhões de profissionais que atuam hoje como docentes em escolas da educação básica e instituições de educação superior do país. É também um reconhecimento a todos os professores que, ao longo da história desta nação, contribuíram para a formação e o desenvolvimento do povo brasileiro.

    A comemoração ocorre em outros países mundo afora, em diferentes datas, mas por aqui sua origem remonta a 1827, quando, em 15 de outubro, dia consagrado à educadora Santa Teresa de Ávila, o Imperador D. Pedro I baixou decreto criando o ensino elementar no Brasil. Esse documento determinava que “todas as cidades, vilas e lugarejos tivessem suas escolas de primeiras letras”. Regulamentava ainda a descentralização do ensino, o salário dos professores, as matérias básicas que todos os alunos deveriam aprender e até como os docentes deveriam ser contratados.

    O Dia do Professor ganhou status de feriado escolar, em 1963, por força do decreto federal 52.682. Mas, segundo o presidente do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), Luiz Cláudio Costa, é preciso resgatar também a história dessa celebração para perceber que ela está diretamente relacionada à própria criação de uma legislação para a educação no Brasil.

    “O Governo Federal hoje considera a educação uma prioridade nacional e valorizar o professor é fundamental para um ensino de qualidade”, diz o presidente do Inep. “Felizmente, o piso salarial do magistério já é uma realidade. E o Ministério da Educação vem também atuando para garantir maior e melhor formação a todos esses profissionais”, complementa.

    Formação– Segundo dados do censo escolar de 2012, dos 2.101.408 professores atuando na educação básica brasileira, 1.642.195 têm formação superior, aproximadamente 78%. Em 2008, esse percentual era de 67%.

    Já o censo da educação superior, cujos dados mais atuais divulgados são de 2011, diz que havia 357.418 professores ministrando aula em instituições de educação superior, dos quais 30% tem doutorado; 38%, mestrado, e 28%, especialização. Cinco anos antes, esses números eram, respectivamente, 23%, 36% e 30%.

    Assessoria de Comunicação Social do Inep
  • Ministério da Educação saúda os professores pelo seu dia

    Neste 15 de outubro, o Ministério da Educação saúda os professores e destaca a importância desses profissionais para o avanço do país, por contribuírem na formação do povo brasileiro. O reconhecimento do trabalho desenvolvido pelos docentes reflete-se no empenho constante do governo federal na valorização dos educadores.

    Assessoria de Comunicação Social

  • Ministro agradece dedicação e presta homenagem aos mestres

    Nos últimos anos, graças à capacidade e dedicação dos mais de 2 milhões de professores, o Brasil avançou muito em todos os indicadores educacionais. No dia em que se comemora o Dia dos Professores, o Ministério da Educação agradece a cada um pelo seu trabalho e os convida a continuar enfrentando, com entusiasmo, trabalho e dedicação, os desafios que ainda temos para tornar o Brasil um país mais justo e com oportunidades iguais para todos. Uma pátria educadora só se realiza com a valorização de seus professores.

    Para homenageá-los, visitarei a Escola de Ensino Médio Augustinho Brandão, em Cocal do Alves, no Piauí, considerada a melhor colocada do país na Olimpíada Brasileira de Matemática das Escolas Públicas (Obmep).

    Aloizio Mercadante, ministro da Educação

    Assista:

  • Ministro anuncia lançamento de Programa Nacional de Residência Pedagógica


    Em pronunciamento em rede nacional pelo Dia do Professor, neste domingo, 15 de outubro, o ministro da Educação, Mendonça Filho, anunciou o lançamento do Programa Nacional de Residência Pedagógica para 2018, visando “aperfeiçoar a formação dos professores”. A residência pedagógica é uma das ações da politica de formação de professores que o MEC deve anunciar esta semana.  O ministro destacou, ainda, a manutenção dos investimentos na área. “Vamos investir dois bilhões de reais na promoção, formação e valorização da profissão docente, entre 2017 e 2018. Apesar da grave crise econômica, este ano fizemos os repasses integrais para educação básica. Ao mesmo tempo, conseguimos cumprir rigorosamente o cronograma de repasse dos recursos para as universidades e institutos federais”, declarou.

    Durante seu pronunciamento, o ministro reforçou que as ações do MEC têm buscado dar a estes profissionais “reconhecimento e condições de trabalho compatíveis com a missão que exercem”. “O governo do presidente Michel Temer já aprovou a reforma do Ensino Médio e, na Nova Base Comum Curricular (BNCC), garantiremos mais apoio ao professor”, disse Mendonça Filho, que logo em seguida, completou: “Priorizar a educação é obrigação do governo. Mas, acima de tudo, temos que valorizar o homenageado do dia: o professor. E, é isso que faremos.” Ainda dentro das ações do MEC para melhorar a educação no Brasil e, paralelamente, a qualidade da profissão docente, foram citados pelo ministro Mendonça Filho a oferta de mais dois milhões de vagas no ensino profissionalizante até 2018, a contratação de mais 3.900 profissionais para os hospitais universitários e a ampliação do Fundo de Financiamento Estudantil (Fies) com mais 300 mil vagas. 

    Em homenagem ao Dia do Professor, o ministro da Educação, Mendonça Filho, destacou novos investimentos do governo (Luís Fortes/MEC)
    Já dentro da Política de Fomento à Escola em Tempo Integral, registrou o investimos R$ 1,5 bilhão para ampliação da rede. O pronunciamento do ministro da Educação foi marcado, também, por uma homenagem aos familiares das crianças atingidas no incêndio da creche Gente Inocente, em Janaúna, Minas Gerais, no dia 5 de outubro. “Quero registrar, nesse momento, a nossa solidariedade às famílias que perderam suas crianças na tragédia de Janaúba, em Minas Gerais. E prestar todas as homenagens a professora que deu sua vida para salvar vidas de crianças, Heley Abreu Batista, uma heroína da educação brasileira.” A creche foi incendiada em horário de aula. Onze pessoas morreram, sendo nove, crianças, a professora Helley Batista e o vigia da escola e autor do ataque. Damião Soares dos Santos, de 50 anos.

    Leia o pronunciamento na íntegra

    Boa noite. Hoje é um dia muito importante para todos nós, brasileiros. É o dia do professor. O profissional comprometido e dedicado, responsável pela formação dos nossos jovens pela educação e atenção às nossas crianças. Estamos trabalhando para dar a esse profissional o reconhecimento e as condições de trabalho compatíveis com a missão que exerce. O governo do presidente Michel Temer já aprovou a reforma do ensino médio e, na nova base comum curricular, garantiremos mais apoio ao professor.O Ministério da Educação vai lançar, em 2018, o programa nacional de residência pedagógica para aperfeiçoar a formação dos professores nas escolas, desde a graduação. Vamos investir dois bilhões de reais na promoção, formação e valorização da profissão docente, entre 2017 e 2018. Apesar da grave crise econômica, este ano fizemos os repasses integrais para educação básica. Ao mesmo tempo, conseguimos cumprir rigorosamente o cronograma de repasse dos recursos para as universidades e institutos federais. Estamos oferecendo mais dois milhões de vagas no ensino profissionalizante até 2018. Contratamos mais 3900 profissionais para os hospitais universitários. Ampliamos o Fies com mais 300 mil vagas. Só no fomento à escola em tempo integral, investimos 1 bilhão e meio. Priorizar a educação é obrigação do governo. Mas, acima de tudo, temos que valorizar o homenageado do dia: o professor. E, é isso que faremos. Quero registrar, nesse momento, a nossa solidariedade às famílias que perderam suas crianças na tragédia de janaúba, em minas gerais. E prestar todas as homenagens a professora que deu sua vida para salvar vidas de crianças, Heley Abreu Batista, uma heroína da educação brasileira.

    Assessoria de Comunicação Social

  • Profissional valorizado e com boa formação garante uma educação avançada e de qualidade

    Oficializado como feriado escolar pelo Decreto Federal Nº 52.682/63, o Dia do Professor é comemorado anualmente no país no dia 15 de outubro. “Uma educação pública de qualidade passa necessariamente pela valorização dos professores”, avalia o ministro da Educação, Mendonça Filho, ao defender a importância de estimular o professor nessa nobre missão de ensinar.

    “Vamos ampliar a formação do professor com programas melhor formatados e apoio aos programas já existentes”, garante o ministro. Além disso, ele destaca a criação de oportunidades para atrair jovens para cursos de formação de professores e o acesso à formação continuada. Para Mendonça, as festividades realizadas nas instituições de ensino, envolvendo pais e alunos, promovem e reforçam a função de mestre que o professor tem na sociedade moderna.

    “Quando falamos em educação básica precisamos dos prefeitos e governadores, dos secretários estaduais e municipais de educação e dos coordenadores, para mobilizar ao máximo os professores do Brasil em favor de uma educação pública de boa qualidade”, explica Mendonça Filho, que vê o professor como peça chave para a construção de uma educação de qualidade e avançada.

    Premiados – O MEC conta com o Prêmio Professores do Brasil. O objetivo é reconhecer e premiar experiências pedagógicas que melhoram o processo de ensino e aprendizagem nas salas de aula.

     “Esses prêmios são mecanismos não só de valorização do professor e do gestor, mas também das melhores práticas a serem difundidas”, explica o coordenador de certames e projetos da Secretaria de Educação Básica (SEB), Joselino Goulart Junior. De acordo com Joselino, a intenção é que a experiência chegue ao conhecimento de outros professores, para que eles possam replicá-las em outros ambientes.

    Um exemplo na prática é o trabalho que o professor Ivan Nunes Gonçalves desenvolve no município de Arrio do Meio, no Rio Grande do Sul. Professor há mais de trinta anos, atua há dez com projetos interdisciplinares e acredita no trabalho envolvendo toda a escola. “Quando se faz com paixão, as coisas ficam mais fáceis. Trabalhando em grupo e com projetos a gente vem tendo bons resultados.”

    O professor já ganhou três vezes o Prêmio Professores do Brasil. Em 2011 com um projeto de reciclagem de lixo, em 2012 com uma iniciativa sobre alimentação saudável e em 2015 com o projeto Matematicando, Tô Ligado! A proposta foi construir jogos e brinquedos com conteúdos matemáticos, mas envolvendo as outras disciplinas.

    O resultado foi uma feira interativa com a comunidade e a aprovação de muitos alunos. “Em termos de conteúdo e aprovação a experiência foi fantástica, chegamos quase a 100% de aprovação na escola, que tinha índices de 30% a 20%”, conta Ivan, ao falar dos alunos do sexto ao nono ano do ensino fundamental da Escola Estadual Ministro Francisco Brochado da Rocha.

    No ano passado, pela primeira vez, o Prêmio Professores do Brasil foi realizado em conjunto com o prêmio Gestão Escolar, uma iniciativa que deu origem ao projeto Educadores do Brasil. Para participar, em ambos os casos, é preciso enviar ao MEC o relato sobre o projeto do professor ou da escola, de acordo com o regulamento de cada prêmio. A próxima edição ainda está em processo de elaboração.

    Assessoria de Comunicação Social

  • Rede Escola homenageia professores

    Programa destaca o Dia do Professor


    Os professores são os grandes homenageados da edição desta semana do Rede Escola. O programa destaca o Dia do Professor, comemorado em 15 de outubro. Os docentes vão receber um presente: o lançamento do portal “Conexão Escolas”, um canal em que educadores poderão acessar para ter mais uma opção de estudo e de conhecimento.

    A partir dos programas da emissora e de material enviado de todo o país, o “Conexão Escolas” vai mostrar boas práticas educacionais desenvolvidas nas salas de aula. São entrevistas, histórias de sucesso e trabalhos que ajudam a repensar o ensino e aprendizagem.

    Acervo – No quadro Acervo, o Rede Escola vai viajar no tempo e revisitar três programas produzidos na semana do professor em épocas diferentes: “Salto para o Futuro”, de 2009, “Hora do Enem”, de 2016, e o atual “Professor Presente”. O apresentador do quadro, Ernesto Xavier também entrou no clima saudosista e foi até a escola onde cursou o ensino médio e o pré-vestibular há 18 anos. Lá, ele relembrou seus professores e conversou com Rodrigo Sgarbi, que ensinava matemática e hoje é diretor pedagógico do colégio. O papo foi sobre a carreira docente e os desafios atuais do ensino.

    Chocante – No quadro Observatório, Walmir Cardoso fala sobre estudos da Universidade de São Paulo (USP), com apoio da Fapes, Smithsonian Institution e a National Geographic Society, sobre a eletricidade transmitida pelas novas espécies de peixes elétricos recentemente descobertos na Amazônia, os poraquês.

    Juventude – De Brasília, o programa mostra o projeto “Parlamento Jovem”, destinado a aproximar alunos do ensino médio ao trabalho que se desenvolve no Congresso Nacional.

    O Rede Escola é apresentado em episódios inéditos toda sexta-feira, às 19h. Reapresentações no sábado, às 16h; domingo, às 12h; e segunda-feira, às 12h30. Para rever os episódios anteriores, a playlist completa está disponível no portal da TV Escola, no aplicativo e no canal da emissora no YouTube.

    Assessoria de Comunicação Social, com informações da TV Escola

  • Uma rotina de 40 anos, nenhuma vontade de abandonar o ofício

    Para o professor Lucivânio Jatobá, dar aulas é "desenvolver nos jovens e nas novas gerações uma consciência científica do mundo" (Foto: Arquivo pessoal)

    A sala de aula é rotina há 46 anos na vida do professor e doutor Lucivânio Jatobá. O magistério começou a fazer parte do dia a dia do docente em 1971, quando o então estudante de geografia dava aulas de matemática para os alunos do antigo primeiro grau, atualmente chamado de ensino fundamental. A ciência exata foi lecionada apenas por um ano, logo em seguida ele começou a repassar para os alunos os conhecimentos de geografia que adquiria nos bancos da Universidade Federal de Pernambuco. Em 1977, Lucivânio passou a lecionar na instituição que o formou, e desde então não abandonou mais a carreira de professor, que é homenageada a cada 15 de outubro e considerada uma das mais importantes profissões do mundo.

    “O que mais me atrai na sala de aula é me sentir útil para o meu país. É poder desenvolver nos jovens e nas novas gerações uma consciência científica de mundo”, afirma o professor, que já poderia ter se aposentado, mas como ele próprio diz, o medo do day after não o deixa abandonar os quadros. “Parar de repente pode dar uma provável sensação de inutilidade para o meu país e para os meus alunos”, ressalta Lucivânio.

    Mesmo após ter começado a lecionar na UFPE, Lucivânio, por 10 anos, acumulou junto com as aulas para universitários a docência no ensino médio. Ele diz que esse tempo todo de convívio com os alunos foi o grande responsável pela sua formação. “A minha grande universidade não foi a universidade, e sim as salas de aula. Foi nelas que aprendi a ser um docente”, frisa o doutor, que possui bacharelado e mestrado em geografia e doutorado em meio ambiente e desenvolvimento, todos pela UFPE.

    Lucivânio diz que ver o sucesso dos alunos é uma das recompensas que os anos de sala de aula proporcionam. De acordo com ele, muitos alunos agora ocupam cargos importantes ou são professores de destaque na UFPE, e que já escutou de ex-alunos a seguinte frase: “fui fazer geografia graças às suas aulas”. Ele também comenta que o enche de orgulho ver que os ensinamentos passados devem estar sendo utilizados na vida profissional de quem já está no mercado de trabalho. “O que dei e o que expliquei deve estar sendo aplicado por um ex-aluno e atual secretário de governo”, comemora.

    O professor diz que também faz pesquisas, mas o que mais gosta mesmo é de lecionar. Além disso, ele também já publicou nove livros, sendo a maioria didáticos, que são a sua preferência quando se trata de publicações. “O livro didático atinge uma massa maior de pessoas que precisam aprender. Para mim é mais importante escrever para os alunos do que para os meus pares”, enfatiza. Ele já escreveu obras voltadas para públicos dos ensinos fundamental e superior. 

    Apesar de ter muito o que comemorar, Lucivânio observa que durante todos esses anos também sofreu algumas decepções na docência, mas nada que o fizesse desistir desse ofício essencial para a evolução de uma sociedade.

    Assessoria de Comunicação Social

     

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