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  • Acordo entre ministérios propõe atividades de extensão para atendimento à primeira infância


    O estímulo a atividades de extensão acadêmica relacionadas à primeira infância é tema de um acordo de cooperação assinado nesta segunda-feira, 28, pelo ministro da Educação, Mendonça Filho, com a Associação Nacional das Universidades Brasileiras (Anup) e o Conselho de Reitores das Universidades Brasileiras (Crub). O objetivo é estimular estudos e pesquisas acerca do desenvolvimento infantil, além de propostas alternativas de caráter intersetorial, visando a inclusão do tema em projetos pedagógicos e atividades de extensão nas instituições parceiras.

    A iniciativa faz parte das ações do Criança Feliz, programa coordenado pelo Ministério do Desenvolvimento Social, que também assinou o acordo. Mais de 130 instituições entraram como parceiras.   

    “O Ministério da Educação tem hoje um cuidado especial em relação à primeira infância, com o programa de creches e pré-escola. Essas ações precisarão estar articuladas com as ações desenvolvidas pelo Ministério do Desenvolvimento Social”, disse o ministro. Ainda de acordo com ele, um dos resultados dessa cooperação será o fortalecimento de políticas do MEC existentes na área. “As políticas sociais ligadas à primeira infância são fundamentais para a gente construir um outro horizonte em relação às crianças do Brasil”, acrescentou.

    Embaixadora do Criança Feliz, a primeira-dama Marcela Temer participou da assinatura do acordo, que ocorreu no Ministério do Desenvolvimento Social. Ela destacou a importância de impulsionar o programa e lembrou o simbolismo da data. “Por uma feliz coincidência, hoje celebramos o dia do voluntariado. Sou uma voluntária do programa Criança Feliz e acredito que o investimento em cada criança brasileira logo nos primeiros anos de vida pode trazer resultados surpreendentes”, falou.

    Para o ministro do Desenvolvimento Social, Osmar Terra, os frutos desse trabalho serão vistos, principalmente, nos próximos anos dos ensinos fundamental e médio. “Uma criança que nasce de uma mulher pobre e uma criança que nasce de uma mulher de classe média vão chegar à escola já com um abismo entre elas. Então é muito importante intervir neste período, com ações de acompanhamento de orientação da família para fazer com que essa criança possa superar essa fase e chegar em condições de igualdade na escola”, disse Terra.

    O programa Criança Feliz foi lançado pela Presidência em 2016, com o objetivo de promover ações nas áreas de saúde, educação, cultura e direitos humanos junto às crianças de casas beneficiadas pelo Bolsa Família. Durante visitas domiciliares, os pais são orientados sobre maneiras adequadas de estimular o desenvolvimento de seus filhos.

    Assessoria de Comunicação Social 

  • Centro de atendimento à criança é inaugurado no Distrito Federal

    O ministro da Educação, Henrique Paim, e o governador do Distrito Federal, Agnelo Queiroz, inauguraram nesta terça-feira, 1º de julho, o Centro de Educação da Primeira Infância (Cepi) Ipê-Rosa, na região administrativa de Samambaia. Os Cepis atendem, em cada unidade, 112 crianças, de 4 meses a 5 anos de idade, em horário integral — das 7h às 17h, com cinco refeições diárias.

    De acordo com Paim, é importante ter a educação infantil como prioridade. “Ela é a raiz contra a desigualdade educacional no Brasil”, disse. Na opinião do ministro, a oferta de vagas gratuitas a crianças de famílias de baixa renda amplia as possibilidades de, no futuro, elas terem as mesmas chances daquelas com melhores condições financeiras.

    Cada Cepi ocupa área de 1,2 mil metros quadrados, com lactário, cozinha, sanitários adaptados, solário, área de alimentação e repouso, sala de leitura e de informática, anfiteatro, pátio coberto, brinquedoteca e playground.

    Assessoria de Comunicação Social

  • Salto para o Futuro leva a debate a qualidade de vida das crianças

    A importância da primeira infância para o desenvolvimento de crianças e adolescentes brasileiros é o tema do programa Salto para o Futuro, no ar às 20h desta quarta-feira, 24, na TV Escola.

    Três convidadas debatem o assunto: a defensora pública Eufrásia Maria, do Rio de Janeiro; a coordenadora da plataforma dos centros urbanos da unidade brasileira do Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef), Luciana Phebo, que também coordena o escritório da instituição no Rio de Janeiro; e, por fim, a psicóloga Cynthia Ozon.

    Segundo dados do Centro Internacional de Estudos e Pesquisas (Ciesp), milhares de crianças brasileiras, com idades entre zero e oito anos, enfrentam desigualdades socioeconômicas que impactam diretamente em sua qualidade de vida, capacidade cognitiva e no aprendizado. 

    Eufrásia Maria esclarece que o poder público tem um papel primordial na garantia dos direitos dos menores. “A grande luta de todos nós, defensores públicos que atuamos na área da infância e da juventude, e de todos os outros profissionais que atuam nesse segmento, é concretizar e fazer valer os direitos para o acesso da criança a creche e a pré-escola”, destaca.

    Luciana Phebo, por sua vez, lembra que políticas e programas de saúde pública são os principais pontos para a diminuição de um aspecto no qual o Brasil já foi uma referência. “A promoção da saúde e a prevenção de doenças são fundamentais quando se pensa em reduzir a mortalidade infantil”, ressalta.

    Já Cynthia Ozon foca nos impactos da garantia da primeira infância para o crescimento dos jovens e adultos. “A primeira infância é um grande momento, tanto físico quanto psicológico, que permite a construção das bases para a vida cognitiva das crianças no futuro”, resume.

    Com apresentação de Murilo Ribeiro e Barbara Pereira, Salto para o Futuro é exibido todas as quartas-feiras, às 20h, na TV Escola. O programa pode ser visto também no site oficial da emissora e no canal do YouTube.

    Assessoria de Comunicação Social

     

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