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  • Ecossistemas brasileiros são o tema de edição especial da RBPG

    Uma reflexão sobre as potencialidades dos ecossistemas existentes no Brasil é o que propõe a 32ª edição da Revista Brasileira de Pós-Graduação (RBPG). Disponível para consulta no site acessível por meio da página da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), a publicação desenvolve esse tema em caráter de edição especial.

    São 12 artigos que proporcionam ao leitor uma amostra da variedade de enfoques e pontos de vista de importância cada vez mais destacada na atualidade. Os artigos reúnem teorias, conceitos e práticas relacionados a biodiversidade e sociodiversidade. São as seguintes linhas temáticas nas quais os artigos se fundamentam: desenvolvimento econômico e ecossistemas brasileiros; coexistência de ambientes naturais e ambientes agrícolas nos ecossistemas brasileiros; ecossistemas e a recuperação dos recursos hídricos; ecossistemas brasileiros e materiais não convencionais para a construção civil; segurança hídrica e sustentabilidade em regiões semiáridas; urbanização, dinâmica demográfica e desenvolvimento regional nos ecossistemas brasileiros; qualidade de vida e ambiental nas cidades; produção de conhecimento sobre o uso sustentável dos ecossistemas brasileiros: aplicações e políticas públicas; formação de recursos humanos e uso sustentável da biodiversidade nos ecossistemas brasileiros; papel das ciências ambientais para proteção e uso sustentável dos ecossistemas brasileiros; e, por último, papel da pós-graduação na conciliação entre desenvolvimento econômico e conservação da biodiversidade.

    A edição nº 32 também chama atenção pelo caráter multi e interdisciplinar dos trabalhos publicados, realçando a importância da aproximação de diferentes campos do saber para a produção de conhecimentos sobre as relações entre o homem e o meio ambiente.

    A publicação -   Lançada em agosto de 2004, a RBPG é voltada à divulgação de estudos, experiências e debates sobre a pós-graduação, sua situação, desafios, políticas e programas. De periodicidade quadrimestral, está estruturada em quatro seções: Estudos, Experiências, Debates e Documentos. O envio de artigos pode ser feito durante todo o ano.

    Com uma média de 15 mil acessos por trimestre, a revista firmou-se como um importante veículo para a disseminação de estudos e debates sobre a pós-graduação. A cada número, são tratados temas variados, como características da formação pós-graduada em várias modalidades, política da pós-graduação, demandas da comunidade científica e ações das agências de fomento. A RBPG desempenha ainda o papel de instrumento privilegiado para o estudo de temas referentes à colaboração científica internacional.

    A publicação está disponível em todas as bibliotecas e vários centros de informação do país e do exterior, além de se encontrar disponível no portal da Capes.

    Confira os artigos da revista.

    Assessoria de Comunicação Social, com informações da Capes

  • Pesquisadores vão resgatar aspectos da era republicana

    Pesquisadores de todo o país vão resgatar e registrar as memórias do período republicano do Brasil. A Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), órgão vinculado ao Ministério da Educação, já divulgou os 23 projetos selecionados em dois editais para pesquisa e elaboração de obras sobre Memórias Brasileiras: Biografias e Conflitos Sociais. Os estudos serão realizados por pesquisadores de programas de pós-graduação stricto sensu recomendados pela Capes, que promove as chamadas públicas em parceria com o MEC.

    Entre outros requisitos, os projetos devem ter como prioridade personagens ou grupos que tenham sido pouco estudados; contemplar a diversidade regional, de gênero e étnico-racial; ter como objetivo final a publicação de livros, que podem vir a ser usados na educação básica, e eventuais materiais complementares previstos no projeto. A proposta pode envolver mais de uma instituição de diferentes regiões brasileiras.

    Biografias – A primeira chamada pública fomenta a realização de pesquisas científicas que resultem em biografias, individuais ou coletivas, ou trajetórias de vida de pessoas ou grupos significativos para a compreensão da história do Brasil republicano. Um dos projetos selecionados retratará a trajetória de pesquisadoras pioneiras nos estudos históricos brasileiros.

    Coordenada pelo professor Diogo da Silva Roiz, da Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul (Uems), a pesquisa será desenvolvida em duas frentes de trabalho. A primeira prevê a elaboração de pequenas biografias sobre a trajetória intelectual de historiadoras e cientistas sociais brasileiras, a maioria já falecida. A outra frente promoverá entrevistas com pesquisadoras que ainda estejam na ativa ou se aposentaram recentemente para mostrar o papel delas na sociedade atual.

    “Nossa meta é fazer com que sejam publicadas duas coletâneas”, explica o coordenador. “Uma com as biografias, mostrando a obra e a contribuição dessas pioneiras na formação do campo disciplinar da história do Brasil; na outra, queremos mostrar essa segunda geração que se formou depois e o ambiente universitário em que elas encontraram.”

    Conflitos — A segunda chamada visa a estimular a realização de pesquisas científicas que resultem na publicação de livros a serem usados na educação básica. As obras devem enfocar processos e episódios (revoltas, insurreições, rebeliões populares, lutas armadas, manifestações populares entre outros) que, ao longo da história brasileira do período republicano, tenham sido significativos para o entendimento da construção do Estado e da sociedade brasileira e para a valorização de episódios pouco estudados da história do país.

    Dentro desse contexto, o projeto da Universidade Federal do Paraná (UFPR) resgatará a história da guerrilha do Vale do Ribeira, nos anos 1970, no interior paulista. “Nós queremos recuperar o que existe sobre isso, buscando as fontes e os documentos que existem nos arquivos brasileiros, os jornais do período”, explica a coordenadora do projeto, Maria Auxiliadora Schmidt. O objetivo é levar essa memória aos alunos da educação básica brasileira.

    “A guerrilha é um acontecimento pouco explorado do ponto de vista da história. Os historiadores ainda não se debruçaram sobre esse evento como objeto de estudo”, lamenta Maria Auxiliadora. “É um dos poucos acontecimentos do período da ditadura militar que não é enfatizado pelos historiadores.”

    A meta do grupo é elaborar dois produtos sobre o tema. O primeiro, voltado a professores de história e da área de ciências humanas, é um livro de história paradidático, em linguagem acessível aos educadores. Para os alunos, a proposta é produzir uma história em quadrinhos. “Nossa pretensão é que o livro e a historinha estejam prontos em, no máximo, dois anos”, disse a coordenadora.

    Assessoria de Comunicação Social

  • Pesquisas sobre personagens e conflitos históricos terão bolsas

    Durante a abertura oficial da 67ª Reunião Anual da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SPBC), realizada em São Carlos (SP), neste domingo, 12, o ministro da Educação, Renato Janine Ribeiro, anunciou que a Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) vai lançar dois editais para dar incentivo à pesquisa histórica: um sobre biografias de personagens e outro sobre conflitos históricos.

    O edital sobre biografias contemplará pesquisas sobre pessoas ou grupos significativos para a compreensão da História do Brasil republicano, em todas as áreas do conhecimento. Não serão contempladas propostas de biografias individuais de pessoas vivas.

    Poderão apresentar projetos pesquisadores de instituições de ensino superior e de institutos de pesquisa brasileiros que possuam programas de pós-graduação recomendados pela Capes. As propostas poderão ser individuais ou de grupos de pesquisa. O projeto deverá atender características que contemplem a diversidade regional, de gênero e étnico-racial; apresentar cronograma de execução, e ter como objetivo final a publicação de livros e eventuais materiais complementares previstos no projeto.

    Conflitos – O segundo edital anunciado tem como objetivo a promoção e o fomento de pesquisas científicas que resultem em livros que enfoquem revoltas, rebeliões populares, lutas armadas, manifestações populares, entre outros conflitos que, ao longo do período republicano da história brasileira, ajudem o entendimento da construção do Estado e da sociedade brasileira. O edital abrangerá grupos de pesquisa das áreas de ciências humanas e sociais, como antropologia, artes, ciências políticas, ciências sociais aplicadas, educação, história, literatura e linguística e sociologia.

    Os grupos de pesquisa que desejarem apresentar um projeto deverão envolver mais de uma instituição de diferentes regiões brasileiras e estar vinculado a um programa de pós-graduação recomendado pela Capes. Os projetos deverão ter caráter multinstitucional e interdisciplinar, e ter como objetivo final a publicação de livros e eventuais materiais complementares previstos no projeto.

    Em ambos os casos os projetos selecionados poderão financiar, com recursos da Capes, bolsas de iniciação científica, mestrado e pós doutorado no país, passagens aéreas e diárias para missões de pesquisa no Brasil, despesas com material bibliográfico, entre outras.

    Assessoria de Comunicação Social

  • Programas abrem inscrição para pós-doutorado no exterior

    A Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) divulgou na última sexta-feira, 10, os novos editais para bolsas de pós-doutorado no exterior no âmbito dos programas Estágio Sênior e Pós-Doutorado no Exterior. Serão oferecidas até 400 bolsas pelas duas iniciativas.

    As inscrições vão até 15 de julho. Os benefícios previstos para ambos os programas são mensalidade, seguro-saúde, auxílio deslocamento, auxílio instalação e adicional localidade, quando for o caso. A duração da bolsa para realização do projeto será definida na concessão com base na duração aprovada pelas instituições de origem e de destino e o cronograma de execução proposto, podendo variar de um a 18 meses.

    A bolsa de Estágio Sênior promove o aprimoramento profissional e acadêmico por meio do desenvolvimento de atividades de pesquisa no exterior, por pesquisadores doutores que tenham vínculo empregatício com instituições de ensino superior brasileira, com titulação obtida há mais de oito anos e que demonstre produção científica relevante.

    O Programa de Pós-Doutorado no Exterior destina-se à realização de estudos avançados que sejam posteriores à obtenção do título de doutor. O programa concede bolsas de estudos para pesquisadores que possuem o título de doutor há menos de oito anos. O objetivo é atuar como forma opcional para a carreira de docentes e pesquisadores, para complementar a formação com desenvolvimento de projetos conjuntos e em parceria com instituições de excelência no exterior.

    A Capes também publicou nesta sexta o Regulamento de Bolsas no Exterior, que estabelece as definições, normas e diretrizes para as modalidades de bolsas para o exterior.

    Confira os editais: Estágio Sênior e Pós-Doutorado no Exterior

    Assessoria de Comunicação Social da Capes

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