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  • Com um acervo de mais de 123 mil obras e um registro de 18,4 milhões de visitas, o Portal Domínio Público é a maior biblioteca virtual do Brasil (dados de junho de 2009).

    Lançado em 2004, o portal oferece acesso de graça a obras literárias, artísticas e científicas (na forma de textos, sons, imagens e vídeos), já em domínio público ou que tenham a sua divulgação autorizada.

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  • Não, o Portal Domínio Público não vai acabar. Há vários anos, há uma mensagem encaminhada pela rede internacional de computadores informando que o Portal Domínio Público será retirado do ar por falta de acessos. Essa é uma dupla inverdade: essa mensagem é apenas um hoax, uma lenda urbana que circula pela internet. O Portal Domínio Público nunca teve o risco de ser tirado do ar e sempre foi um sítio bastante acessado.

    Criado em 2004, o Domínio Público traz obras de imagem, som, texto e vídeo. Na primeira contagem de estatísticas do portal, feita em novembro de 2004, o Domínio Público oferecia 1.015 obras cadastradas e teve naquele mês 60 mil visitas de internautas. Em 2005, foram 465.722 visitas. Em 2006, mais de 2,5 milhões de pessoas visitaram o site. Em 2007, mais de 4 milhões. Em 2008, o Domínio Público teve 7,5 milhões de acessos. Em 2009, exatamente 7.808.039 acessos. Em 2010, o Portal Domínio Público teve também mais de 7 milhões de acessos. Em janeiro de 2011, foram mais de 400 mil visitas e o portal já conta com mais de 186 mil objetos cadastrados (som, imagem, texto e vídeo).

  • O Portal Domínio Público foi criado em novembro de 2004 com 500 obras. Hoje tem 94.700 títulos cadastrados e até setembro deste ano registrou 12,8 milhões de visitas. Todo acervo pode ser pesquisado gratuitamente. São oferecidas obras de Machado de Assis, Fernando Pessoa, Shakespeare, entre outros autores da literatura nacional e mundial. O acervo virtual reúne além de obras literárias, artes, ciências e pesquisas científicas. Todas as possibilidades de pesquisa, leitura, reprodução podem ser conferidas no endereço http://www.dominiopublico.gov.br/pesquisa/PesquisaObraForm.jsp

  • O portal Domínio Público, do Ministério da Educação, publicou na internet em 21 de fevereiro as coleções Educadorese História Geral da África. Desde então, até esta quarta-feira, 23 de março, as obras foram baixadas mais de 50 mil vezes. Os textos são dirigidos a professores e instituições que formam docentes, porém qualquer pessoa pode acessá-los pelo portal.

    A Coleção Educadores conta com 62 títulos de autores importantes que refletiram sobre a educação, como Paulo Freire, Darcy Ribeiro, Ortega y Gasset e Antonio Gramsci. Cada volume, de cerca de 150 páginas, tem uma seleção de textos do autor abordado, cronologia, referências biográficas e um ensaio sobre sua trajetória. A coleção é composta por 31 autores brasileiros, 30 estrangeiros e um livro contendo os manifestos Pioneiros da Educação Nova, escrito em 1932, e dos Educadores, de 1959.

    A coleção História Geral da África foi criada por iniciativa da Organização das Nações Unidas para Educação, Ciência e Cultura (Unesco), que a lançou em língua francesa em 1980. Aborda desde a pré-história do continente africano até os anos 1980. O conjunto tem cerca de 10 mil páginas, distribuídas em oito volumes, e é fruto do trabalho de cerca de 350 pesquisadores, a maioria deles africanos. O levantamento de dados e a produção da obra consumiram 30 anos. Agora, o MEC oferece a versão para uso no Brasil e nas nações que integram a Comunidade de Países de Língua Portuguesa (CPLP).

    Diego Rocha

  • Estão disponíveis no portal Domínio Público do Ministério da Educação a Coleção Educadores, com 62 títulos, e a Coleção História Geral da África, com oito volumes. Concluídas em novembro de 2010, as obras são dirigidas aos professores da educação básica e às instituições de educação superior que atuam na formação de docentes, mas o acesso é livre no portal.

    Paulo Freire, Anísio Teixeira, Jean Piaget e Antônio Gramsci, dentre outros, fazem parte da Coleção Educadores, que começou a ser distribuída este mês pelo MEC às escolas da educação básica do país. Integram a coleção 31 autores brasileiros, 30 pensadores estrangeiros e um livro com os manifestos Pioneiros da Educação Nova, escrito em 1932, e dos Educadores, de 1959.

    Na coleção, professores e estudantes de pedagogia e de cursos de licenciatura encontram um ensaio sobre cada autor, a trajetória da produção intelectual na área, uma seleção de textos, que corresponde a 30% do livro, e cronologia. A última parte traz a bibliografia do autor e das obras sobre ele. Cada livro tem, em média, 150 páginas. Preparada pelo MEC desde 2006, a coleção integra as iniciativas do governo federal de qualificar a formação inicial e continuada de professores da educação básica pública.

    África— A coleção História Geral da África tem cerca de dez mil páginas, distribuídas nos oito volumes. Criada por iniciativa da Organização das Nações Unidas para Educação, Ciência e Cultura (Unesco), aborda desde a pré-história do continente africano até os anos 1980. Cerca de 350 pesquisadores, a maioria deles africanos, trabalhou durante 30 anos no levantamento de dados e na produção da obra.

    Em 1980, a Unesco lançou a coleção em língua francesa, depois traduzida para o inglês e o árabe. Agora, o MEC oferece a versão para uso no Brasil e nas nações que integram a Comunidade de Países de Língua Portuguesa (CPLP).

    Oito mil exemplares (conjuntos) impressos da coleção serão distribuídos pelo MEC nas bibliotecas públicas do país, universidades, conselhos de educação e ministérios públicos estaduais. Além de objeto de leitura e estudo, o conteúdo dará sustentação à produção de material didático para as escolas da educação básica. Integra, ainda, uma série de iniciativas do MEC para enriquecer a formação de professores e o currículo dos estudantes, conforme prevê a Lei nº 10.639, de 9 de janeiro de 2003, que trata das diretrizes curriculares nacionais para a educação etnorracial nas redes públicas de ensino.

    Ionice Lorenzoni

    Confira as coleções e faça o download das obras no Portal Domínio Público
  • Um dos sites educacionais mais procurados na internet no Brasil, o portal Domínio Público, do Ministério da Educação, aumenta mensalmente seu acervo digital em cerca de 3 mil obras, desde agosto de 2010. Em janeiro deste ano foram cadastradas 3.471 obras. O número considerável de novas mídias resulta da parceria com outros ministérios e bibliotecas nacionais. Existem hoje 187.533 obras cadastradas em formato de textos, imagens, sons e vídeos.

    “A intenção é de que o Domínio Público deixe de ser apenas um portal do Ministério da Educação, para ser um portal de conteúdo de todo o governo federal”, diz José Guilherme Ribeiro, diretor de infraestrutura em tecnologia educacional do MEC. O Domínio Público foi criado em 2004, com acervo inicial de 500 obras, para promover o acesso gratuito a obras literárias, artísticas e científicas.

    No período de férias escolares, o portal recebe 500 mil visitas e dobra a quantidade de acessos durante o período letivo. “O MEC quebrou um paradigma ao começar a oferecer material de qualidade gratuitamente, sejam filmes, partituras, obras literárias ou animações”, ressalta.

    De todo esse material, os mais procurados são os textos, que já tiveram quase 24 milhões de downloads. A Divina Comédia, de Dante Alighieri, poemas de Fernando Pessoa e clássicos de William Shakespeare e Machado de Assis estão entre os mais acessados. Entre as 11.906 imagens que constam no acervo, as famosas pinturas de Leonardo da Vinci, como a Adoração dos Magos, A Última Ceiae La Gioconda lideram a lista das mais procuradas.

    Uma nova versão do portal entra no ar ainda neste semestre. O Domínio Público migra para a web 2.0, o que vai tornar a forma de acesso mais rápida e fácil. Uma rede social educacional, com fórum de discussões de obras, também deve ser inserida na nova versão. Todo o material que consta no portal está em domínio público ou conta com a devida licença por parte dos titulares dos direitos autorais.

    Acessos do exterior – O Portal do Professor, que também pode ser acessado pela página do MEC, registra números iguais de acesso. As aulas prontas, de diferentes assuntos, postadas por professores, são o material mais acessado. “Dez por cento do Portal do Professor é acessado por pessoas de fora do Brasil. Os Estados Unidos, por exemplo, são um dos países que mais o acessam. Nós fazemos coisas que os outros países estão tentando aprender conosco”, afirma José Guilherme.

    Assessoria de Comunicação Social do MEC

    Acesse o Portal Domínio Público.
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