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Diversidade

Bolsa-Família completa dois anos e ganha elogios do presidente Lula

  • Quinta-feira, 20 de outubro de 2005, 14h37
  • Última atualização em Terça-feira, 15 de maio de 2007, 10h13

Foto: Tereza SobreiraAo abrir o seminário internacional Bolsa-Família: Dois Anos Superando a Fome e a Pobreza no Brasil, o presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, disse não se incomodar com as pessoas que consideram o Bolsa-Família um programa assistencialista. “O que menos incomoda é saber se é assistencialista ou não. O que me incomoda é saber se as crianças estão se alimentando, as mães colocando os filhos nas escolas, as grávidas fazendo exames e as crianças tomando vacinas”, afirmou Lula na quinta-feira, dia 20, no Palácio do Itamaraty.

Para o presidente, o resultado final da Bolsa-Família poderá ser avaliado no futuro, ao se analisar quantos anos de vida e saúde o programa ofereceu às crianças brasileiras. Lula lembrou também que o Bolsa-Família é uma das ações que integram o Fome Zero, programa que combate a miséria no Brasil. “O ProJovem, o Escola de Fábrica e o Segundo Tempo também são alguns dos 31 programas que fazem parte do Fome Zero e do nosso desejo de resolver o problema do emprego, da fome e da educação no país”, disse.

Ao fazer um balanço dos dois anos de criação do Bolsa-Família, o ministro do Desenvolvimento Social e Combate à Fome, Patrus Ananias, afirmou que a iniciativa é uma conquista do governo e da sociedade brasileira, com a participação de parceiros nacionais e internacionais. Ele reforçou a importância da parceria com outros ministérios para a realização do Fome Zero. Com o Ministério da Educação, o principal trabalho é feito com a merenda, que alimenta 37 milhões de alunos, além do acompanhamento da freqüência, que garante a permanência dos estudantes na escola.

Meta — O Bolsa-Família atende oito milhões de beneficiários em todos os municípios brasileiros. A meta é chegar a 8,7 milhões de famílias em dezembro e a 11,2 milhões em 2006. Desde a criação, em outubro de 2003, o governo destinou R$ 20 bilhões ao programa de transferência de renda.

Para o vice-presidente de finanças e administração do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), João Sayad, a iniciativa do governo é importante para reduzir o índice de pobreza no país. “O BID apóia a iniciativa porque ela representa uma ação direta e de bom senso”, disse.

No seminário, que termina na sexta-feira, dia 21, serão discutidos os resultados alcançados pelo programa e os desafios para seu aperfeiçoamento.

Confira o discurso do presidente Lula na abertura do evento

Repórter: Flavia Nery

 

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