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Institutos federais

Estados do Nordeste dominam quadro de medalhas dos Jogos

  • Sexta-feira, 28 de maio de 2010, 12h40
  • Última atualização em Sexta-feira, 28 de maio de 2010, 12h40
Os institutos federais de educação, ciência e tecnologia do Maranhão, do Ceará e do Rio Grande do Norte lideram o quadro de medalhas dos Jogos Brasileiros das Instituições Federais de Educação Profissional e Tecnológica (JIF 2010). O bom desempenho é atribuído a aspectos como compromisso dos professores, motivação dos alunos-atletas, apoio institucional, tradição e participação em diferentes competições esportivas.

Os maranhenses, até a noite de quinta-feira, 28, tinham conquistado 14 medalhas de ouro, 10 de prata e cinco de bronze; os cearenses, nove de ouro, duas de prata e quatro de bronze; os potiguares, seis de ouro, sete de prata e seis de bronze. A localização no Nordeste, onde há competições regularmente, favorece os três institutos. A região sedia, anualmente, o Encontro Desportivo dos Institutos Federais do Nordeste (Edifene), criado há 21 anos para reunir as então escolas técnicas federais.

A expansão da Rede Federal de Educação Profissional, Científica e Tecnológica interiorizou o ensino técnico e, consequentemente, favoreceu a descoberta de talentos esportivos nos estados da região. O caso do Maranhão, líder no ranking de medalhas, é um exemplo. Quando era Centro Federal de Educação Tecnológica (Cefet), a instituição contava apenas com a sede, em São Luís, e uma unidade descentralizada em Imperatriz. Com a criação do instituto federal do Maranhão, ganhou 18 unidades. Logo, foram criadas competições entre os campi.

O reitor José Costa credita parte do sucesso à integração dos professores de educação física, em um trabalho iniciado em 2005. “Dali em diante, com muito trabalho e treinamento, passamos a colher os resultados”, afirma.

O comprometimento é um ingrediente do sucesso, segundo Giselda Maia, técnica de voleibol da delegação potiguar. Ela destaca ainda o apoio que os atletas recebem do instituto federal do Rio Grande do Norte. A opinião é compartilhada pela cearense Maira Grassi, também técnica de vôlei.

A motivação dos estudantes é outro fator fundamental. Para eles, a superação dos limites físicos é recompensada. “Eles ganham como prêmio uma viagem que proporciona o conhecimento de outras culturas”, destaca Cleber Lopes, chefe da delegação do Ceará. “Não é apenas um jogo, mas um encontro que favorece a integração entre os estudantes da rede.”

Os JIF reúnem em Brasília, este ano, cerca de dois mil estudantes de todo o país. A competição, que será encerrada neste sábado, 29, é uma realização do Ministério da Educação em parceria com o Ministério do Esporte e com a Confederação Brasileira do Desporto Universitário (CBDU) e apoio do Governo do Distrito Federal.

Assessoria de Imprensa da Setec

Assunto(s): institutos federais , jogos , JIF
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