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Educação básica

Técnicos dos conselhos escolares fazem relatos e trocam experiências

  • Quinta-feira, 29 de setembro de 2011, 18h31
  • Última atualização em Quinta-feira, 29 de setembro de 2011, 18h31
Com um ano de atividade, o Grupo Articulador dos Conselhos Escolares do Rio de Janeiro reúne 61 dos 92 municípios do estado e já realizou fóruns nas cidades de Nova Iguaçu, Cabo Frio e Macaé. A trajetória e as conquistas do grupo articulador dos conselhos escolares do Rio foi apresentada nesta quinta-feira, 29, no 3º Encontro Nacional dos Conselhos Escolares que reúne, em Brasília, 250 técnicos das secretarias estaduais e municipais de educação das 27 unidades da Federação.

Entre as tarefas e responsabilidades que tem o grupo articulador dos conselhos escolares três estão entre as principais: motivar as redes municipais para a construção de conselhos escolares em todas as unidades de ensino, fortalecer os conselhos existentes e fazer a formação dos conselheiros.

Na apresentação que fez no 3º encontro nacional, o Grupo Articulador do Rio destacou que o conselho escolar – formado por pais, alunos, professores, diretor da escola e a comunidade, em cada unidade de ensino – é um dos principais elementos da gestão democrática da educação pública.

No caso do estado do Rio, o grupo articulador registrou que existe motivação dos gestores das secretarias municipais para trabalhar na construção dos conselhos. Foi essa motivação que permitiu a realização de três fóruns regionais e o início da preparação de um fórum estadual previsto para 2012. Mas também existem dificuldades, como a falta de infraestrutura, de transporte e de recursos para o grupo se deslocar para os municípios.

Pernambuco – O grupo articulador pernambucano também fez um relato da sua experiência. Com menos de um ano de atividade, o grupo reúne os municípios de Recife, Olinda, Jaboatão dos Guararapes, Caruaru, Garanhus e Cabo de Santo Agostinho. Em 2011 promoveu dois encontros regionais com a participação de 43 dos 184 municípios do estado.

Para motivar a participação das escolas, o grupo articulador fez uma cartilha ilustrada usando a linguagem de cordel para explicar o que é, como funciona e para que serve o conselho escolar. Como a cartilha foi bem aceita tanto nas secretarias municipais de educação como nas escolas, o grupo criou um hino dos conselhos escolares na linguagem do repente.

A terceira estrofe do hino diz: “Entender sobre os conselhos/na vida de uma escola/é notar novos caminhos/numa educação que melhora/à medida que o povo/organiza sua história.”

O programa do 3º Encontro Nacional dos Conselhos Escolares, que se encerra nesta sexta-feira, 30, tem dois diálogos e uma oficina. Os diálogos são sobre o papel dos conselheiros escolares na mobilização social pela educação e sobre escola de bons conselhos – projeto e ações. A oficina será sobre práticas de criação e fortalecimento de conselhos escolares pelas secretarias de educação.

Ionice Lorenzoni


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