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Educação básica

MEC recebe comissão da Câmara para debater alfabetização

  • Terça-feira, 03 de setembro de 2019, 13h14
  • Última atualização em Terça-feira, 03 de setembro de 2019, 13h15

O secretário de Alfabetização do MEC, Carlos Nadalim, durante apresentação do trabalho da unidade para a comissão externa da Câmara. Foto: Gaby Faria/MEC.


Guilherme Pera, do Portal MEC

Alfabetizar com base em evidências científicas é um dos objetivos da atual gestão do Ministério da Educação (MEC). Parlamentares da comissão externa da Câmara dos Deputados que acompanha os trabalhos da pasta estiveram na Secretaria de Alfabetização (Sealf) do MEC nesta terça-feira, 3 de setembro, para conhecer as iniciativas do governo para a área.

Coube ao secretário de Alfabetização, Carlos Nadalim, realizar a apresentação. Ele destacou a Política Nacional de Alfabetização (PNA), estabelecida em abril por meio de decreto, e citou as ações de implementação da política, como o caderno explicativo da PNA e a Conferência Nacional de Alfabetização Baseada em Evidências (Conabe).

Decreto, caderno e conferência estão interligados. O primeiro fez nascer a PNA, o segundo explicou todos os pontos da norma e a terceira, lançada em agosto e a ser realizada em outubro, reunirá especialistas selecionados pelo MEC — o ministro nomeou uma equipe com 12 pessoas — para formar um relatório para subsidiar ações e programas na área de alfabetização.

“Não estamos falando de um método. É uma junção de evidências com o objetivo de melhorar a qualidade da alfabetização e combater o analfabetismo absoluto e o funcional”, explicou Nadalim. “Não estamos reinventando a roda, seguimos a trilha de outros países que melhoraram seus índices educacionais”, enfatizou o secretário.

Austrália, Canadá, Chile, Estados Unidos, França e Portugal são alguns dos países que servem de exemplo. Em comum entre eles, seguir evidências científicas e priorização da educação básica. E foi olhando para as boas práticas de fora que, em junho, o Brasil aderiu ao PIRLS (Progress in International Reading Literacy Study). A partir de 2020, estudantes do 4º ano terão a capacidade de leitura e compreensão de textos avaliados pelo exame, internacional e realizado por amostragem em larga escola em escolas públicas e privadas.

Participaram do encontro os deputados Caroline de Toni (PSL-SC), Diego Garcia (Podemos-PR) e Tiago Mitraud (Novo-MG).

03/09/2019 - Comissão externa da Câmara dos Deputados na Secretaria de Alfabetização do MEC - Fotos: Gaby Faria/MEC

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