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Escolas cívico-militares

Diretor do MEC destaca engajamento dos participantes de capacitação

  • Sexta-feira, 14 de fevereiro de 2020, 15h05
  • Última atualização em Sexta-feira, 14 de fevereiro de 2020, 16h10

Evento teve quatro dias de duração e reuniu militares e profissionais de Educação em Porto Alegre (RS)


Johnny Braga e Guilherme Pera, do Portal MEC

Engajamento é a palavra que resume a segunda rodada de capacitação de profissionais para trabalhar nas escolas cívico-militares. A definição é do diretor de Políticas para as Escolas Cívico-Militares do Ministério da Educação (MEC), Aroldo Cursino, nesta sexta-feira, 14 de fevereiro, dia de encerramento das atividades no hotel São Rafael, em Porto Alegre (RS).

Um total de 71 pessoas — 54 oficiais da reserva e da ativa das polícias e bombeiros militares e 17 profissionais das secretarias de Educação, entre coordenadores e diretores pedagógicos —, de 12 estados, passou a semana na capital gaúcha. Foram apresentados ao Programa Nacional das Escolas Cívico-Militares, ao panorama dos desafios da educação brasileira e as perspectivas para atuação militar em mais instituições de ensino e participaram de oficinas temáticas. Foram quatro dias de evento.

“[A capacitação foi muito importante para que nós pudéssemos transmitir conhecimento para essas pessoas na implantação do modelo das escolas cívico-militares nas suas respectivas sedes”, disse Cursino. “Acredito que a nossa capacitação ocorreu com todo êxito e temos como principal palavra o engajamento das pessoas que vieram obter esse conhecimento”, afirmou.

Na etapa de quinta-feira, 13, os participantes foram divididos em três grupos para uma primeira oficina dinâmica e em dois grupos para outra. Foi uma parte prática para que os participantes trabalhassem em grupo já com o entendimento do modelo do programa. “Eles puderam relacionar todo aquele conhecimento que já adquiriram para viabilização da implantação desse modelo por intermédio de sua secretaria de Educação, nas suas escolas”, disse Cursino.

Na quarta-feira, 12, os participantes do curso visitaram o Colégio Militar de Porto Alegre. No início da visita, acompanharam a primeira cerimônia do ano letivo para promoção dos alunos. Em seguida, o diretor de ensino, Saul Marques Machado Junior, recebeu a equipe e apresentou as instalações e o modelo de gestão da escola.

A segunda rodada de capacitação do Programa Nacional das Escolas Cívico-Militares teve início na terça-feira, 11, e foi toda realizada no hotel São Rafael. A primeira ocorreu em Brasília, em dezembro de 2019. Naquela ocasião, participaram diretores e coordenadores de escolas, bem como de pontos focais de secretarias estaduais e municipais de Educação, que trabalharão como multiplicadores da informação em suas regiões.

Atuação – A gestão de excelência das escolas cívico-militares vai abranger as seguintes áreas:

  • didático-pedagógica: com atividades de supervisão escolar e psicopedagogia para melhorar o processo de ensino e de aprendizagem, preservando as atribuições exclusivas dos docentes;
  • educacional: pretende fortalecer os valores humanos, éticos e morais, bem como incentivar a formação integral como cidadão e promover a sensação de pertencimento no ambiente escolar;
  • administrativa: para aprimorar a infraestrutura e a organização da escola e, consequentemente, a utilização de recursos disponíveis na unidade escolar.

Os militares vão atuar prioritariamente na área educacional e prestarão assessoramento nas áreas administrativa e didático-pedagógica. O governo preservará a exclusividade das atribuições dos profissionais da educação previstas na Lei de Diretrizes e Bases (LDB).

O Programa – O Programa Nacional das Escolas Cívico-Militares é uma iniciativa do Ministério da Educação (MEC), em parceria com o Ministério da Defesa, que apresenta um conceito de gestão nas áreas educacionais, didático-pedagógica e administrativa com a participação do corpo docente da escola e apoio dos militares. A proposta é implantar 216 escolas cívico-militares em todo o país, até 2023, sendo 54 por ano.

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